minervapop

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

RANGO - Johnny Depp no velho oeste!


Cara, caso você ainda não tenha assistido, procure o DVD de RANGO. O filme é sobre a história de um camaleão da cidade grande (Johnny Depp) que vai parar, após um acidente, em pleno velho oeste, na cidade de Poeira no deserto do Mojave, na Califórnia. De uma hora para outra, sua rotina de animal de estimação mudou radicalmente e agora ele precisa deixar a vida "camuflada" para enfrentar os perigos existentes no mundo real, fazendo com que ele vivencie a experiência de fazer amigos, conhecer inimigos e até, quem sabe, se tornar um herói.
As referencias dos grandes filmes de Sergio Leone estão todas lá, além da trilha sonora “fodástica” dos Los Lobos, e da atmosfera criada por Hans-Zimmer (famoso por suas trilhas sonoras), que você confere abaixo. Não deixe de ver, sensacional!
Anselmo
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sábado, 23 de julho de 2011

Amy Winehouse - Fim da Linha!


Perda Irreparável! De acordo com a emissora Sky News , a cantora britânica Amy Winehouse foi encontrada morta em sua casa no norte de Londres, neste sábado.

A polícia disse ter encontrado o corpo de uma mulher de 27 anos, em um flat no norte da capital britânica, após ter sido chamada pelo serviço de ambulâncias por volta do meio-dia (horário de Brasília). Segundo a polícia, a morte está sendo tratada como não explicada. Um porta-voz da cantora não pode confirmar a morte.

Os acessores não confirmaram, mas tá todo mundo noticiando.

Anselmo


quinta-feira, 14 de julho de 2011

TUNE FOR TWO - Filme Curta Suéco

Esses caras não param de surpreender, agora também nos Curta-Metragens!



Abaixo o clássico com os Muppets!



Anselmo

quinta-feira, 7 de julho de 2011

LOBÃO - COMENTÁRIOS ACIDOS

Confiram o vídeo abaixo. Caso interessar, procurem o resto do programa no YOUTUBE.




Sensacional!

Anselmo

quarta-feira, 6 de julho de 2011

A MORTE DE BUNNY MUNRO - NICK CAVE



Tá interessando em um livro divertido sobre um cafajeste decadente, e que o final está estampado na capa? Então leia “A Morte de Bunny Munro. A segunda aventura literária de Nick Cave, a primeira lançada no Brasil pela editora Record. Saiu em 2010, mas só acabei de ler agora.

Bunny Munro é um galanteador de segunda, marido e pai de terceira e uma “nóia” de quinta, um vendedor de cosméticos que após o suicídio da esposa, é assombrado por ela.

Não espere um romance com final feliz, a trajetória de Bunny e seu filho (uma figura á parte) é um cometa em direção ao sol, uma tragédia anunciada, que vai ficando mais alucinante a cada capítulo que vai te tragando ao ápice da história.

O primeiro trabalho de Nick Cave como escritor foi “And The Ass Saw The Angel” de 1989. Sua lite¬ra¬tura é muito parecida com sua carreira musical, iniciada nos anos 1980. Os temas usados são morte, sexo e dor. Sempre ressaltando o desencanto e momentos deprimentes e chocantes.

Anselmo

quarta-feira, 29 de junho de 2011

THE BOYS - Anti-Super-Herois



Uma das grandes surpresas do universo das “Histórias em Quadrinhos” nos últimos 10 anos, pra mim, foi “The Boys”, a série em quadrinhos, escrita por Garth Ennis e ilustrada por Darick Robertson. Publicada originalmente pela Wildstorm antes de passar para Dynamite Entertainment.

A série é ambientado em um mundo contemporâneo muito semelhante ao real, com uma exceção notável: um número de pessoas possuem algum tipo de superpoder, sendo que os super-heróis são nogentos e despresíveis, como toda a criatura que detêm poder ilimitado demais nas mãos.

Nisso entra um esquadrão da CIA conhecido informalmente como "The Boys", liderados por Billy Butcher e com destaque para o personagem Hughie, tem o trabalho de manter vigilância, controle e, se necessário, intimidar ou matar os "super-homens".
Garth Ennis chamou a série de uma espécie de "Preacher fora do Preacher", presumivelmente referindo-se à extrema violência e sexualidade que eram marca registrada dessa série.

Apesar de ter um roteiro com violencia e apelo sexual, Adam McKay assumiu a possível adaptação da HQ para o cinema. Possível protagonista seria Russel Crowe.

Altamente recomendado, procure os primeiros números em sites especializados e divirta-se.

Anselmo


domingo, 26 de junho de 2011

FRANK ZAPPA - Over-Nite Sensation


Muitos radialistas / críticos de música “alternativa”, não gostam ou não aceitam ou não tem interesse em Frank Zappa. Caso voce seja um desses, ou tenha interesse pelo menos em conhecer esse “Monstro Alienígena da Música”, recomendo começar por “Over-nite Sensation” de 1973.

Esse é um álbum produzido entre mearço e junho de 1973, com uma curiosidade, foi gravado tanto em som estéreo (2 canais) quanto em formato quadrifônico (4 canais). Entre os músicos estão George Duke (keyboards), Jean-Luc Ponty (Violino) e Ruth Underwood.

O álbum é considerado um divisor de águas carreira de Zappa, pois é muito diferente do que ele fez antes, onde tenta se aproximar de um música mais acessível, mas sem perder a sua criação de complexas estruturas musicais de 3 a 6 minutos, com arranjos de jazz-fusion, rock progressivo, funk, blues, e demias estilos. Além das letras ácidas e controversas. Destaques para “Dirty Love", "Zomby Woof" e "Dinah-Moe Humm” (essa é sensacional).

Anselmo


















quinta-feira, 16 de junho de 2011

Jon Spencer Blues Explosion - Beetle Car


No início do ano a Volkswagen começou uma campanha do “Beetle 21 Century”, tendo como idéia a regravação da canção “Black Betty”, canção gravada por Huddie William Ledbetter (January 20, 1888 – December 6, 1949), e bandas como Ram Jam e Spiderbait. Mas foi a Jon Spencer Blues Explosion” escolhido e contratado para a versão do comercial, confira abaixo.
Quem estiver interessado, saiu um vinil com a gravação de “Black Betty” por Jon Spencer e Melvins, pelo selo “Amphetamine Reptile”.
Anselmo








quarta-feira, 15 de junho de 2011

Jo Nesbø - Escritor Sueco


Faz algum tempo que os suecos tem participação nesse blog, representados por Hellacopters, The Soundtrack of Our Lives, Stieg Larsson, etc. Dessa vez segue uma indicação de outro escritor, Jo Nesbo.

Jo Nesbø (nascido em 29 de março 1960 em Oslo) é músico e escritor norueguês crescido em Molde. Tendo estudado economia e análise financeira, Nesbø trabalhou como corretor de açőes e jornalista. Além disso, foi vocalista e compositor da banda pop Di Derre.

Dentre seus romances mais famosos, indicamos “Snowman”, “Headhunters”", "The Leopard",  ,sendo que os tres tiveram produção para as telinhas, confira os trailers.

Anselmo







terça-feira, 14 de junho de 2011

RED HOT CHILI PEPPERS "I´m With You"


O Red Hot Chili Peppers divulgou a lista de músicas de seu novo álbum intitulado “I'm With You”, produzido por Rick Rubin. Previsão de lançamento para 29 de agosto. Segue lista completa de faixas:

1. Monarchy Of Roses
2. Factory Of Faith
3. Brendan’s Death Song
4. Ethiopia
5. Annie Wants A Baby
6. Look Around
7. The Adventures Of Rain Dance Maggie
8. Did I Let You Know
9. Goodbye Hooray
10. Happiness Loves Company
11. Police Station
12. Even You Brutus?
13. Meet Me At The Corner
14. Dance, Dance, Dance


Anselmo






GIRL WITH THE DRAGON TATTOO

Seguinte, a história da vida do escritor é demais, o livro é sensacional, o filme é excelente, e agora, vão fazer um remake, com produção Americana , e uma versão da música mais foda do Led Zeppelin na trilha sonora , com dois artistas que dispensam comentários (Trent Reznor & Karen O) . Depois conto mais.

Anselmo

quinta-feira, 9 de junho de 2011

BLACK ANGELS - ROCK & PSICODELIA


Estava de bobeira, e perguntei pro Roger no “twitter”: indica uma banda de rock boa! Por isso, segue uma breve história do “Black Angels”.

Banda em atividade desde 2004, com nome inspirado na música do Velvet Underground "Black Angel's Death Song".

Em 2005, os Black Angels tiveram sua estréia em uma coletânea de música psicodélica chamada psychedelica Vol.1 da Northern Star Records.

Desde 2007 se apresentando com bandas como The Black Keys, Black Rebel Motorcycle Club, The Warlocks, Roky Erickson, The Brian Jonestown Massacre, Queens of the Stone Age, The Raveonettes, Wolfmother, e “mandando ver” no myspace, foram crescendo a popularidade.

Destaque na trilha sonora do filme “Death Sentence” (2007) com Kevin Bacon, no segundo episódio da FOX "Fringe" , no nono episódio de Californication, destaque também no documentário The History Channel em 2009, Manson. Mais recentemente, sua canção "Young Men Dead" foi destaque na 17 de marco, 2010 episódio da UFC Primetime ", St. Pierre vs Hardy", com Spike.

Caso você goste de “The Velvet Underground” e “13th Floor Elevators”, não pode deixar de conferir. Atualmente a banda está em turnê do disco “Phosphene Dream” (2010), quem tiver novidades sobre eles, mande pra gente.


Anselmo








quinta-feira, 2 de junho de 2011

BILL WITHERS - R&B Inspirador!


Cada vez mais fico convencido que para se ter sucesso na vida é necessário sorte, as vezes, muita sorte....mas tem tempos em que o talento também conta, mesmo que de uma forma meteórica e marcante. Por isso hoje vai uma pequena lembrança do grande Bill Withers.

Sendo o mais novo de uma família com treze filhos da cidade de Slab Fork, Virgínia Ocidental, já sofreu desde pequeno quando seu pai faleceu quando Withers tinha apenas 13 anos de idade. Quando na maioridade, após servir a Marinha Americana por nove anos, em 1970 mudou-se para Los Angeles onde iniciou uma carreira musical.

Withers trabalhou como montador em diversas empresas, e com o salário de operário produziu suas fitas demo, o que servia de material para vender seus shows nos “night clubs”. Interessante que mesmo quando estreou com a música "Ain't No Sunshine", ele se recusou a renunciar ao seu emprego por entender que o negócio da música era inconstante, e que ele ainda era um novato que tinha uma longa estrada a percorrer.

O primeiro (e talvez o melhor)  trabalho de 1970, o disco “Just I Am” foi produzido por Booker T. Jones com três sessões com intervalo de seis meses, devido a verba disponível. O álbum foi lançado em1971 com as faixas "Ain't No Sunshine" e "Grandma's Hands" como singles. O álbum conta com Stephen Stills tocando guitarra.

O álbum foi um sucesso e Withers começou a excursionar com uma banda montada por membros do 103 Watts Street Rhythm Band: o baterista James Gadson, o guitarrista Benorce Blackmon, o tecladista Ray Jackson, e o baixista Melvin Dunlap.

Na 14 edição do Grammy Awards em 14 de março de 1972, Withers ganhou um Grammy de Melhor Canção de R&B por "Ain't No Sunshine". A faixa já havia vendido mais de um milhão de cópias e foi premiado com um disco de ouro em Setembro de 1971.

Em 1972 lança seu segundo álbum “Still Bill”, com o single "Lean on Me" que se tornou “hit número 1” em julho de 1972. Seguindo a “maré de talento” em 6 de outubro de 1972 foi gravado o show do álbum ao vivo de “Bill Withers, Live at Carnegie Hall”. Em 1974 gravou o álbum “Withers + 'Justments”. Com certeza esse foi o período de maior sucesso de Bill Withers, seguidos de 15 anos de bons trabalhos como: Making Music (1975), ”Naked & Warm” (1976), “Menagerie” (1978), “Bout Love” (1979), “Watching You, Watching Me” (1985). Não podemos deixar de mencionar sua participação do histórico filme/documentário “When We Were Kings” (a luta de Ali e Foreman no Zaire).

Em 1985, por escolha própria, decidiu parar de escrever e produzir material novo. Bom, esses caras são excentricos mesmo, e a obra é que fica pra sempre, inspirando artistas como Lenny Kravitz, por exemplo.
P.S.: Claro que esse é um “post raso” perto da história de Bill Withers, mas a internet está aí para ser usada, não é moçada?!


Anselmo










domingo, 29 de maio de 2011

MONTY PHYTON - Humor Britanico Genial!


Nesse final de semana comprei a primeira temporada completa de Monty Python’s Flying Circus. Estou preparando um Post específico sobre esses caras, mas vão alguns dos melhores momentos do DVD, pra começar.



Anselmo









domingo, 22 de maio de 2011

LENNY KRAVITZ - O "cara" tá chegando!


O novo álbum de Lenny Kravitz "Black and White America" tá chegando, e pela RoadRunner Records. Ainda não temos muitas informações, mas vão curtindo o single "Come On Get It".....YEAH!!!!!

Anselmo

sábado, 21 de maio de 2011

TERRY ZWIGOFF - O Cineasta Underground


Caso voce esteja interessado em filmes interessantes, inteligentes e completamente “sem noção”, procure os trabalhos dirigidos por Terry Zwigoff , cineasta americano nascido em 18 de maio de 1949.

O cara começou sua carreira como diretor com um documentário sobre Howard Amstrong, um bluesman de Chicago, o filme tem o título de Louie Bluie (1985). Após realizar o filme, mudou-se para São Francisco onde conheceu niguém menos que o genial e visionário Robert Crumb, com o qual descobriu uma afinidade musical(ambos coleccionavam música blues), e começou a fazer parte da banda de Crumb, R.Crumb & His Cheap Suit Serenaders. A partir daí começou a trabalhar em seu segundo e melhor filme, Crumb (1994),um documentário baseado em Crumb, que mostrava quase duas décadas da sua vida pessoal e profissional. Nem precisamos falar que esse foi seu primeiro sucesso comercial, sendo procurado até hoje pelos interessados na arte excentrica de Crumb.

Em 2001 trabalhou e realizou o excelente Ghost World, baseado na HQ de Daniel Clowes, que retrata a amizade de duas adolescentes que apresentam certa excentricidade relativamente ao resto da comunidade escolar (foi com esse filme que aprendi que a expressão “Catch the Bus” signfica suicídio). Na sequência tem o “não politicamente correto” Bad Santa (2003), que narra a saga de um Pai Natal fora do comum, que ofendeu várias comunidades pelo seu conteúdo subversivo.

Em 2006, novamente em parceria com Daniel Clowes dirige Art School Confidential, onde relata a vida de um adolescente que aspira ser um conceituado artista plástico, tentando alcançar o caminho para o reconhecimento profissional e de quebra conquistar uma vida amorosa estável. Apesar de não ter sido um sucesso de crítica, o filme conta com boas atuações de John Malkovich e Anjelica Huston.

Caso alguém tenha alguma informação recente de Terry Zwigoff, mande pra gente.

Anselmo







segunda-feira, 16 de maio de 2011

THE CULT - 14 de Maio de 2011 - HSBC SP


Som alto, sem frescuras, nenhum “Mané” metido a “guitar-hero”, somente Rock & Roll, na concepção “literal” da palavra. Esse é o resumo do show do “the Cult” de sábado, dia 14 maio, no HSBC em São Paulo.

Eu fui um dos felizardos que assistiu ao show da “pista VIP”, com certeza outra qualidade, claro que paguei por isso e não foi pouco.

O show tava marcado pra começar as 22:00, e com 30 minutos de atraso a banda entra com “Every Man and Woman is a Star” pra esquentar o público, mas a seqüência que estava por vir, virou o local de “cabeça para baixo”. Rain, Electric Ocean e Sweet Soul Sister já valeram o ingresso.

A apresentação começou a ser “cadenciada” com “White”, Saints Are Down”, e antes do intervalo teve a performance de Li´l Devil, hit dos bons tempos do álbum “Electric”.

Após um intervalo de três minutos a banda voltou com a nova canção “Embers”, seguida de petardos como Phoenix, Spiritwalker, Rise, Dirty Litlle Rock Star, She Sells Sanctuary, sendo o ponto alto antes do “bis” a execução de Love Removal Machine.

Alguns momentos “interessantes” ficaram por conta do vocalista Ian Astbury. Primeiro o visual, calos comprido e barba, junto com bandana, óculos escuros, mais uma jaqueta de exército camuflada, junto com uma roupa preta de ginástica e tênis branco.

Ian completou 49 anos no sábado, talvez essa maturidade foi a responsável pelo “incomodo” que um cara assoviando na platéia causou ao vocalista, e também alguns comentários como: “Vocês estão ouvindo muito U2”.

Para o “bis” tivemos “Fire Woman” e um cover do The Doors, “Break on Through”, sensacional.

Bom, depois dessa aula de Rock&Roll, ficamos na expectativa das palavras de Ian Astbury: “Estamos preparando um novo álbum, Very Dark and Beautfull”. Vamos aguardar.


Anselmo






sábado, 7 de maio de 2011

TRILOGIA JACK


Caso voce seja daqueles que curtiram filmes como “Jogos, Trapaças e Dois Canos Fumengantes”, “Snatch – Porcos e Diamantes”, não pode perder a trilogia inglesa dirigida e escrita por Paul Tanter, e também com direção de Alexander Williams, que conta a saga de Jack Adleth (Simon Phillips).

Com produção independente “Jack Says” (2009), “Jack Said” (2010) e “Jack Falls” (2011), baseada na graphic novel de mesmo título escrita por Paul Tanter, o filme segue a linha de “Sin City” dirigido por Robert Rodriguez. Filmado em preto&branco, com detalhes em cores, a história de vingança e conspiração do policial Jack é uma boa pedida para quem quer se divertir acompanhado de pipoca e refrigerante.

Confira os "trailers" abaixo, e um curta animado.










terça-feira, 3 de maio de 2011

XAVIER GENS - Emoção Extrema Francesa


Pessoal, pra quem tá interessado em assistir filmes originais, com roteiros e cenas fortes, procurem os trabalhos do cineasta Frances Xavier Gens (nascido em 27 de abril de 1975 em Dunkerque , França ).

Comecei a entender o trabalho do cara a partir do filme “Frontier (s)” de 2007, onde um grupo de jovens manifestantes políticos acabam em uma fazenda onde vivem uma família de nazistas canibais. Não se enganem, o filme é bom, absurdo e bom.

Em 2011 saiu “The Divide”, que narra um futuro próximo, onde Nova Iorque é destruída por um evento apocalíptico,obrigando oito sobreviventes a se esconder no porão de um prédio de apartamentos de grande porte que se torna um monte de escombros. A chegada de um grupo de homens armados ao local cria uma expectativa de resgate, mas que vira pesadelo.

Em processo de produção está Vanikoro, com roteiro escrito por Matt Alexander a partir de uma idéia de Xavier Gens, a quql relata o naufrágio do explorador francês Jean-François de La Pérouse , cujo navio desapareceu perto das ilhas Vanikoro de 1788 .

Os trabalhos de Xavier Gens para a TV francesa também são muito bons, corre atrás. Quem tiver informações atualizadas, manda aí pra gente.

Anselmo.






quinta-feira, 28 de abril de 2011

MOBY - THE DAY


E assim falou MOBY sobre sua nova canção: “The Day” foi escrita em um quarto de hotel na Espanha, de madrugada, quando eu não havia dormido. Era um belo quarto de hotel, belo e perfeito, eram seis ou sete da manhã. Eu escrevi com um violão e gravei no meu celular, trouxe para casa e regravei com equipamentos de meu estúdio”

Dessa forma Moby divulgou a faixa de seu novo álbum chamado Destroyed. "The Day" está disponível na internet, mas o single só sairá em 9 de maio. O disco será lançado pelo seu próprio selo, no dia 16 de maio.

terça-feira, 26 de abril de 2011

A VOLTA VIRTUAL E A IDA REAL...

Pois é, amigos...

Depois de uma bela sumida, volto a este querido blog hoje. Estive realmente muito enrolado nestas últimas semanas e só tive tempo de acompanhar o Minerva Pop como leitor. Para ajudar fiquei sem computador em casa durante duas semanas e "blogar" pelo celular dá muito trabalho.

Bom que o Anselmo segurou a onda e manteve o blog na ativa. Nem tive tempo de entrar nos comentários, o que farei de fato somente amanhã (muito bacana a repercussão do post sobre o Muse...). Hoje é só uma passada rápida mesmo para dar sinal de vida.

Para entrar no clima das próximas postagens que serão escritas diretamente do "velho mundo" e na pegada da lingua local, vamos marcar este retorno com dois vídeos do Die Toten Hosen. Mais para frente eu volto para escrever quem são este caras.


Sandro



quinta-feira, 21 de abril de 2011

SOUTHERN DEATH CULT - O Culto Sulista Da Morte


Conforme havia prometido, segue mais um “post” pré-show do The Cult no Brasil.

Era uma vez uma banda punk inglesa chamada Violation, formada por Aki Nawaz (bateria), Barry Jepson (baixo), Mick (guitarra) e Mick Brady (vocais), que chegaram até a abrir shows para o The Clash nos anos 80. Para por aí um instante.

Continua...em 1981, sem dinheiro ou destino certo, um jovem chamado Ian Astbury mudou-se para Bradford onde recebeu a acolhida ajuda de Joolz (poeta e artista plástica), a qual teria sugerido para Ian tentar assumir uma vaga de vocalista em uma banda que estava ensaiando no porão da casa que ela morava, esses caras eram do antigo Violation. A partir daí Astbury (sob o nome "Ian Lindsay") começou a se apresentar ao lado de David Burrows (guitarra), o baixista Barry Jepson e o baterista Aki Nawaz, formando a banda de “positive punk” (termo cunhado pelo repórter Richard North da revista inglesa NME) Southern Death Cult (culto sulista da morte).

The Southern Death Cult que era o nome pelo qual alguns estudiosos descreviam uma tribo que existiu (entre os séculos XIV e XV) no oeste dos EUA perto do rio Mississippi e foi extinta devido às doenças transmitidas pelos brancos. Mas apesar desse fato, sua religião era baseada na morte, e os relatos de seus rituais necrófilos fizeram-na ser reconhecida como tal. Hoje em dia a região é tecnicamente conhecida também como Southeastern Ceremonial Complex. (O guitarrista Justin Sullivan chegou a participar de algumas apresentações da banda depois da saída de Mike Isles).

Southern Death Cult teve relativo sucesso no Reino Unido , a banda excursionou com Theatre of Hate, sendo que em seguida conseguiu fazer shows de abertura para o Bauhaus no final de 1982. Porém Astbury deixou o grupo depois de um show em 26 de fevereiro de 1983.

Os singles do Southern Death Cult, demos e algumas gravações ao vivo foram mais tarde reunidas em uma coletânea de dez músicas e lançadas pela Beggars Banquet em 1983. Este LP chegou ser lançado no Brasil com quatro anos de atraso, licenciado pela RCA em 1987, ano em que sua primeira versão digital saiu no Japão e em seguida na Inglaterra.

Esssa precursora banda do jovem Ian Astbury, que apesar de nascido na Inglaterra (em 14/05/1962, Heswall, Cheshire), tenha passado maior parte de sua infância no Canadá, onde teve contato o com a cultura indígena na reserva Six Nations, marca a fase mais contundente com inspirações indigenas do cantor. Tanto é verdade que resultou nas duas melhores canções do SDC, sendo MOYA e FATMAN. Confiram alguns vídeos.

Anselmo





terça-feira, 19 de abril de 2011

THE CULT NO BRASIL - Vídeo 1


Em 14 de maio teremos “The Cult” em São Paulo, no HSBC Brasil. Depois de AC/DC e Ramones, pra mim são eles os caras. Por isso, até o dia do show, vou postar minhas músicas/vídeos preferidos e “raros” aqui no blog, como essa versão de “Love Removal Machine” que aposto que muitos nunca viram, com “arranjos” da época do LOVE (1985), e a nova “Embers”.

“Vou encher o saco”, tô nem aí!

Anselmo



segunda-feira, 18 de abril de 2011

NEIL GAIMAN - Roteirista de Seriado na HBO


Neil Gaiman (Portchester, 10 de novembro de 1960) o autor de romances e quadrinhos inglês, que dentre suas obras está a saga Sandman, que tem como personagem principal a personificação antropomórfica do Sonho, também conhecido como Morpheus, é sem dúvida um dos escritores favoritos de muita gente.

Nesse final de semana pude conferir na livraria a obra “Deuses Americanos”, considerado um dos mais incisivos romances de Neil Gaiman. Trata-se de uma viagem assustadora, estranha e alucinógena que envolve um profundo exame do espírito americano. De acordo com a Wikipédia: “Gaiman ataca desde a violenta investida da era da informação até o significado da morte, mantendo seu estilo picante de enredo e a narrativa perspicaz adotados desde Sandman. Neil Gaiman oferece uma perspectiva de fora para dentro - e, ao mesmo tempo, de dentro para fora - da alma e espiritualidade dos Estados Unidos e do povo americano: suas obssessões por dinheiro e poder, a miscigenada herança religiosa e suas conseqüências sociais, e as decisões milenares que eles enfrentam sobre o que é real e o que não é”.

O livro é de 2001, porém a HBO está desenvolvendo o piloto de uma série baseada no livro . A produção ficará a cargo da Playtone, de Tom Hanks e Gary Goetzman, também responsável pelas séries 'Band of brothers', 'The Pacific' e 'Big love'. O roteiro do piloto deve ser escrito por Gaiman em parceria com Robert Richardson, vencedor do Oscar de Melhor Fotografia por 'JFK' e 'O aviador', além de frequente colaborador de Quentin Tarantino, Martin Scorcese e Oliver Stone.

A história do gira em torno do ex-presidiário Shadow, que se vê envolvido na luta entre os antigos deuses mitológicos, vindos da tradição europeia, e os contemporâneos, criados pela tecnologia, drogas e o culto à celebridades.

Quem tiver mais informações, manda pra gente.



Anselmo

quarta-feira, 13 de abril de 2011

ESCALPO - HQ de Dash Cavalo Ruim


Chamada de "Família Soprano indígena", Publicado em 2007 pela Vertigo, Escalpo é um dos maiores títulos da atualidade.



Criado por Jason Aaron (roteiro) R.M. Guéra (arte), “Escalpo” é uma saga que mistura o policial noir com western , e está entre as séries da Vertigo mais aclamadas da década.



O protagonista Dashiell Bad Horse é um índio oglala lakota, que passados 15 anos, retorna a reserva Prairie Rose onde nasceu.



Localizada na Dakota do Sul, a vida na reserva é muito dura para os índios que vivem sob a “ditadura” de Corvo Vermelho, o chefe do conselho tribal, rico empresário e chefe da policia tribal, que não passa de um poderoso mafioso com interesses em drogas e prostituição. Dash Bad Horse está de volta, mas como agente do FBI, em uma missão para conseguir “provas” contra Corvo Vermelho.



Parte da história é inspirada em Leonard Peltier, um índio ativista que foi condenado pelo assassinato de dois agentes do FBI, em um tiroteio em uma reserva indígena em 1975 (fato resultou no documentário “Incidente em Oglaga”, de 1992).



Incidente em Oglala, dirigido por Michael Apted e narrado por Robert Redford, narra o assassinato de dois agentes do FBI (R. Jack Coler e Ronald A. Williams) em Pine Ridge Indian Reservation, no ano de 1975, e o processo judicial envolvendo Robert Robideau, Butler Darrell, e Leonard Peltier . Peltier foi condenado por assassinato, mas muitos, incluindo o Supremo Conselho Internacional do Tratado, acreditava que Peltier era inocente dos crimes. Apted foi indicado ao Critic Awards de 1992.

A saga de Dash Cavalo Ruim pode ser acompanhada na revista mensal Vertigo, publicada pela Panini.




Anselmo

domingo, 10 de abril de 2011

JANE´S ADDICTION - End To The Lies.


Depois de oito anos o Jane's Addiction está trabalhando em um novo álbum de estúdio , que tem o título de “The Great Escape Artist”, com lançamento previsto para agosto. A formação conta com o vocalista Perry Farrell, o guitarrista Dave Navarro e o baterista Stephen Perkins. Na turne de 2010 o baixista Duff McKagan (Guns 'N Roses, Velvet Revolver) trabalhou com a banda, o que poderá ser conferido no DVD “Sunset Strip – At The Roxy Theatre”.

Segue o novo single “End To The Lies”.

Anselmo


quinta-feira, 7 de abril de 2011

MUSE - Uma Banda "sob Medida" Para Abrir o Show Do U2 no Brasil.


Um amigo meu que vai ao show do U2 nesse final de semana no estádio do Morumbi em São Paulo, disse que não conhecia a banda de abertura. Expliquei que se trata do MUSE,uma banda de rock alternativo britânica de Teignmouth, Devon. Formada em 1994 e originalmente chamada Rocket Baby Dolls. Os seus membros são Matthew Bellamy (vocal, guitarra e piano), Christopher Wolstenholme (baixo, voz secundária e teclado) e Dominic Howard (bateria e percussão).

Matthew Bellamy é um músico de talento peculiar, o interesse pela música vem desde muito cedo, principalmente por seu pai ter sido integrante da banda chamada "The Tornados". Aos 10 anos Matt iniciou os estudos de piano, mas a sua falta de vontade de seguir os cursos convencionais fez com que começasse a tocar "de ouvido". Mais tarde veio a guitarra, instrumento que aprendeu de maneira autodidata , com influências de Jimi Hendrix e Tom Morello.

Apesar de excelente albuns anteriores, seu álbum de destaque continua sendo o último chamado The Resistance (2009).

O provável setlist deverá conter: Dance Of The Knights (Intro Music), Citizen Erased, Uprising, Supermassive Black Hole, United States Of Eurasia, Time Is Running Out, Resistance, Starlight, Knights of Cydonia.


Anselmo

domingo, 3 de abril de 2011

ANDREAS KISSER + SCOTT IAN


Há alguns anos acompanho a carreira do Sepultura, e posso dizer que tive o privilégio de observar, até antes disso, o surgimento do Andreas Kisser no cenário da música, um músico que hoje não é restrito apenas ao “rótulo” do Metal.

Paralelo a esse período, citamos o Anthrax como uma banda que também não deixou de utilizar em suas composições elementos do Hard Rock, Punk, Hardcore, etc. (Na minha opinião o show mais legal do DVD “BIG 4”).

Pra felicidade de muitos, esses dois "artistas", devido ao trabalho árduo de ambos, vão colidir em determinado momento. Isso porque devido ao nascimento do filho do guitarrista Scott Ian, o mesmo convidou Andreas para substituí-lo em 8 shows no mês de julho (2011).

O próprio Andreas comentou oficialmente sobre essa oportunidade no site oficial do Sepultura:

“Estou muito honrado de fazer parte da família Anthrax por um curto, mas muito intenso período de tempo. Quando recebi o telefonema da Scott Ian eu estava pulando, feliz, surpreso e emocionado.O Anthrax é parte da minha herança musical. Eu ainda me lembro a primeira vez que ouvi ‘Fistfull of Metal’, ‘Armed and Dangerous” e “Spreading the Disease”, todos pareciam tão novas e poderosas. Juntamente com Metallica, Slayer e Megadeth, hoje, o Big4, que estão na minha bíblia musical.Hoje eu estou dividindo o palco com todos eles e eu estou tão orgulhoso de representar um dos maiores e mais originais guitarristas de todos os tempos, o Sr.ScottIan. Obrigado a todos os caras do Anthrax por confiarem em minhas habilidades. Eu não posso esperar para subir no palco e se divertir com os meus ídolos! Vejo vocês no palco!”-

Andreas Kisser.

Como em qualquer campo de atividade profissional, uma oportunidade dessas somente aparece para quem está preparado para “segurar a bronca”, tem capacitação técnica, seriedade, respeito, e foco nos objetivos. E isso o brasileiro Andreas Kisser tem de sobra.


Abaixo, video do DVD RoadRunner United, quando os dois guitarristas tocaram juntos.





Anselmo


terça-feira, 29 de março de 2011

QUENTIN TARANTINO - Western Spaghetti



Depois do excelente Bastardos Inglórios parece que Quentin Tarantino está preparando um novo filme, aparentemente um western chamado “A Southern”, roteiro idealizado pelo próprio destemido e irreverente diretor americano.

O rumor desse novo trabalho deu-se após uma coletiva de imprensa com Uma Thurman, que quando questionada sobre o a possibilidade de um “Kill Bill 3”, respondeu: "Pergunte essas coisas ao senhor Tarantino. Eu acho que ele tem um roteiro pronto para começar, de um novo filme, Southern (O Sulista). Acho que é muito empolgante. É uma história nova, um material fresco no qual ele está se concentrando neste momento. Então, acho que Kill Bill pertence ao futuro”.

De acordo com o site Digital Spy o ator Christoph Waltz, que roubou a cena com o personagem Hans Landa em Bastardos Inglórios poderá participar dessa nova produção. Ainda existe a possibilidade de termos o privilégio de contar com Franco Nero, Keith Carradine, Treat Williams e a maravilhosa Uma Thurman no elenco do filme.

O próprio Tarantino havia dado dicas do novo projeto para o NY Daily News: "Quero fazer um western spaghetti mas fora do Texas. O filme deve ser ambientado durante a escravidão – um tema que todos têm receio de abordar".

Vamos aguardar, pois com certeza vem coisa boa por aí.


Anselmo

quinta-feira, 24 de março de 2011

ROCK IN RIO 2011 - Enquanto não formo minha opinião, relembro outras edições

O título deste post é meio mentiroso...

Na verdade já formei minha opinião sobre a badalada quarta edição do Rock in Rio Festival á ser realizada este ano entre os dias 23 de setembro e 01 de outubro. Mas quero esperar a organização apresentar todo o line up para eu escrever aqui.

Por ora, vou relembrar um pouco minha experiência particular com o festival.

Na primeira edição realizada em 1985 eu era apenas um garoto, mas assisti tudo o que a tv Globo passou. Me lembro que fiquei fascinado com as apresentações do AC/DC e do Ozzy. Curti bastante o B-52's. Lembro que o festival teve ainda Iron Maiden, Scorpions, Queen e o chatíssimo James Taylor. Menção "honrosa" para os brasucas Pepeu Gomes, Elba Ramalho e Moraes Moreira (para quem reclamou de Claudia Leite em 2011).

Na segunda edição, em 1991, eu já estava mais grandinho e com 16 anos fui de onibus para o Maracanâ, assistir ao vivo a noite do Metal. Lembro que foi numa quarta-feira e quem abriu foi o Lobâo (!!!), que inventou de levar a bateria da Mangueira para o palco e foi saudado com uma chuva de latas de cerveja. O cara não aguentou a rejeição e teve que se mandar. Depois veio o esperadíssimo Sepultura (vídeo de Orgasmatron abaixo) que estava bombando na época, próximo do auge mesmo. Fizeram um bom show. Em seguida entrou o Megadeth, que eu confesso, gostava bastante. Hoje, me desculpem mas não dá para ouvir. O Queensryche (argh!) veio na sequencia e eu que já detestava a banda, confirmei que era ruim mesmo. A penúltima banda foi o Judas Priest e eu que nem curtia muito o som deles fiquei passado. Os caras apavoraram. Roubaram a noite sem dó. Para encerrar a atração mega foi o Guns N' Roses. Banda com sua melhor formação e numa época em que não causavam no palco. Foi bacana. Lembro ainda que fiquei chateado de não poder ir ao show do Faith No More, que seria no domingo e curto (eles ainda não haviam estourado geral), então não valia a pena. A menção "honrosa" para os brasucas fica por conta de Alçeu Valença, Gal Costa e Laura Finokiaro (hahaha).

Em 2001, já acostumado a frequentar shows decidi ir em dois dias. Num sábado, pude presenciar a melhor sequencia de bandas ao vivo que vi na vida dentro dos vários festivais que já fui. Beck, seguido de Foo Fighters (vídeo de "Breakout" abaixo) e REM (vídeo de "What's The Frequency Kenneth?" abaixo). Para melhorar ainda mais não tinha tanta gente e deu para ver lá na frente. Lindo. O outro dia que escolhi foi o do Red Hot Chili Peppers, banda que adoro desde sempre. As outras atrações não me agradavam e tive que aguentar shows muito chatos de Deftones e Silverchair. Fora isso, mais doi aspectos negativos. O lugar estava completamente lotado, com umas 200 mil pessoas, sei lá e foi um sufoco. Para completar os Chili Peppers, que estava encerrando o festival, entram muito loucos me fazem um show curto e burocrático, de longe o mais fraco do 4 que assisti da banda até hoje. Ainda nesta edição, lembro que perdi a chance de ver o Queens Of The Stone Age (saldei esta dívida o ano passado) e o grande Neil Young, que assisti pela tv e pirei. Na seção brasucas do ano podemos "destacar" Daniela Mercury, Zé Ramalho e Carlinhos Brown. Sobre este último, umas das figuras mais horrorosas da música nacional, deixei um vídeo onde aparece ele tomando aquela famosa chuva de garrafas de água. Preferi um que tinha uma música de sátira do que outro com o dito falando um monte de asneira.

É isso. Ao que tudo indica, em 2011 meu relato será com base do que assistirei direto do meu sofá...


Sandro








sábado, 19 de março de 2011

VAMOS OUVIR "ANGLES', O DISCO NOVO DOS STROKES?

Pois é. Vejam vocês o que a internet não faz. A maravilhosa banda The Strokes lança oficialmente seu novo disco dia 22 de março. Só que desde o final de semana passado, o album está na rede. A própria banda se rendeu ao fato e disponibilizou todas as músicas em seu site ofical para que sejam ouvidas em streaming (o Minerva Pop também, veja abaixo).

E eu que fiquei afastado do computador nesta última semana, usando a internet apenas pelo celular, tive acesso as músicas somente hoje. Interessante esta sensação de ter o disco novo de uma de suas bandas preferidas no iPod antes do lançamento oficial e ainda assim achar que está atrasado. Sim, porque o asssunto que "bombou" dias atrás, hoje já não é novidade alguma.

Como eu ainda não fiz nem duas audições completas da obra, fica difícil emitir uma opinião definitiva. Dá para dizer que é bom, o que para mim vindo dos caras soa até redundante. Dá para dizer também que é bem diferente dos três primeiros discos, não se comparando a perfeição de "Is This It?" e "Room on Fire" (um dos discos que não passo 15 dias sem ouvir) e nem mesmo a "First Impressions of Earth". Ao contrário destes outros trabalhos, não uma ouvimos a tradicional coesão e o "estilo" Strokes. Eles experimentam mais e passeiam por diferentes modelos no decorrer das faixas, como que buscando outros caminhos.

Talvez os cinco anos sem gravar tenham gerado uma expectativa exagerada em torno deste disco, o que a própria banda fez questão de incentivar colocando contagem regressiva e outras jogadas de marketing nos últimos meses, mas sinto que "Angles" vai pegar. Me parece um disco muito bom e deve conquistar os fãs aos poucos. Para quem já não curtia muito, acho pouco provável que este album o faça mudar de opinião.

De qualquer forma, "Angles" merece ser ouvido seja você fã (como eu) ou não. Afinal trata-se de uma das bandas mais relevantes a surgir no cenário do rock norte-americano nos últimos tempos.

Para facilitar, podemos ouvir juntos. Não precisa nem ir atrás do arquivo... Juntei o disco na íntegra e deixei abaixo para quem quiser experimentar.


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Se você você gostou muito e quer tê-lo em casa, vá até aqui:
http://www.filesonic.com/file/274363641/www.NewAlbumReleases.net_The%20Strokes%20-%20Angles%20(2011).rar

As faixas: 1)Machu Picchu 2)Under Cover of Darkness 3)Two Kind of Happiness 4)You're So Right 5)Taken For a Fool 6)Games 7)Call me Back 8)Gratisfaction 9)Metabolism 10)Life is Simple in the Moonlight.


Sandro

quarta-feira, 16 de março de 2011

ROLLING STONES & BRIAN JONES - TAMI SHOW


Em 1964 foi lançado em formato de programa de televisão o concerto “Teen-Age Music International Awards” ou se preferir “TAMI Show”, idealizado pelo produtor Bill Sargent que tinha a idéia de mostrar filme em processo Electronovision, uma nova tecnologia que permitia imagens ao vivo transmitidas para salas de cinema (acho que já ouvimos falar muito disso hoje).

O importante é que esse registro do primeiro concerto da era do Rock , que estava no limbo a muitos anos, recentemente foi lançado em DVD, com performances de Beach Boyes, Marvin Gaye, Chuck Berry, James Brown e Rolling Stones com sua formação visceral que tinha Brian Jones no auge.

Eu fiquei tão impressionado com a performance dos Stones que disponibilizei inteira abaixo. Beatles é ótimo, mas o "lado B" são os Stones. 

Anselmo




terça-feira, 15 de março de 2011

FOO FIGHTERS - Novo Trabalho "WASTING LIGHT"



Não sei quanto a vocês, mas para mim os melhores músicos de Rock dos últimos anos são Dave Grohl e Jack White. Por isso estou feliz pra caramba com o lançamento do novo disco do Foo Fighters chamado “Wasting Light”.

Esse é o sétimo álbum da banda e será lançado em 12 de abril, onde uma das surpresas é a produção do lendário Butch Vig e Krist Novoselic (Nirvana), responsáveis pelo disco que deixou a “geração Metal” de “cabelos em pé” de raiva, o estupendo Nevermind.

A canção de divulgação é "Rope", mas o vídeo de “White Limo” com o Lemmy do Motörhead é sensacional, confiram os vídeos abaixo. Quanto a lista de músicas, lá vai:

01. "Bridge Burning"
02. "Rope"
03. "Dear Rosemary"
04. "White Limo"
05. "Arlandria"
06. "These Days"
07. "Back & Forth"
08. "A Matter Of Time"
09. "Miss The Misery"10. "I Should Have Known"
11. "Walk"

Os caras não param por aí, também foi anunciado um álbum só de “cover” intitulado "Medium Rare", o disco em vinil faz parte da comemoração do Record Store Day.

Serão 13 faixas e versões para músicas clássicas e obscuras do Rock´n´Roll Anglo-Americano disponíveis dias antes ao lançamento de "Wasting Light". Na verdade, são “versões” executadas pelo Foo Fighters durante os anos de carreira e agrupadas em um produto único vizando , exclusivamente, exaltar a música. Para esse trabalho as canções são:

"Band On The Run" (Paul McCartney)
"I Feel Free" (Cream)
"Life Of Illusion" (Joe Walsh)
"Young Man Blues" (Mose Allison)
"Bad Reputation" (Thin Lizzy)
"Darling Nikki" (Prince)
"Down In The Park" (Gary Numan)
"Baker Street" (Gerry Rafferty)
"Danny Says" (The Ramones)
"Have A Cigar" (Pink Floyd)
"Never Talking To You Again" (Husker Du)
"Gas Chamber" (Angry Samoans)
"This Will Be Our Year" (The Zombies)

 É isso aí, diversão garantida com a banda mais “rock” da atualidade, e sem frescura.


Anselmo












sábado, 12 de março de 2011

127 HORAS - FILME INTENSO E BRILHANTE!

Este post está saindo super atrasado, pois vi este filme umas três semanas atrás. Ainda assim acho que vale a pena deixar a dica, mesmo que provavelmente esta seja a última semana que "127 Horas" fique em cartaz no grande circuito de cinemas aqui do Brasil (já não está em muitas salas).

A história é simples. Aaron Ralston (James Franco numa atuação excelente) é um aventureiro nato. Adora escaladas e grandes caminhadas, de preferência em locais inóspitos. Experiente no assunto, apesar de jovem (o personagem tem 27 anos), se acha completamente independente, daqueles que nunca vão precisar da ajuda de ninguém.

Numa sexta-feira a noite, Ralston sai para um "passeio" no Blue John Canyon, que fica no deserto em Utah e literalmente no meio do nada. Pega somente o essencial para passar dois dias (uma filmadora está na sua mochila), sua bicicleta e entra no carro rumo a mais uma aventura. Detalhe principal e determinante para o drama que se segue: ele não avisa ninguém para onde está indo.

Chegando próximo ao local, ele estaciona o carro e dorme lá mesmo. Logo pela manhã, pega sua bicicleta e pedala por 27 km deserto adentro. Prende a bike numa árvore e começa uma baita caminhada rumo ao tal de Blue John. Antes de chegar lá, ainda encontra duas garotas no meio do caminho, faz um "bico" de guia turistico (uma cena muito bacana) e segue sozinho.

Ele anda por entre grandes e pequenas fendas com a naturalidade de quem sabe o que está fazendo. Parece até fácil para quem assiste. Só que de repente o improvável acontece. Ele se apóia em uma pedra bem grande que solta e desce rolando pela fenda, o que ocasiona sua queda por entre esta parede rochosa. Quando ele chega no fundo (sem maiores ferimentos) esta pedra que também desceu cai em cima de seu braço. Dói muito, claro. Mas o problema não é esse. Ralston percebe então que seu braço está preso por esta pedra. Tenta desesperadamente movê-la, mas a pedra é muito grande e pesada, além de ter praticamente encaixado na largura da fenda (menos de um metro). Em alguns minutos ele sente que está profundamente encrencado e começa aí sua luta pela sobrevivência.

Começa aí também o show de Danny Boyle (ja apareceu no blog antes). O diretor do qual sou fã assumido, faz um filme brilhante.

Brilhante porque "127 Horas" é baseado numa história real, contada em livro pelo próprio Ralston. Portanto, por mais que as pessoas não conheçam o que se passará naqueles próximos dias em detalhes, a grande maioria (se você não sabia, fica sabendo agora) tem conhecimento que o cara sobrevive. Ou seja, Boyle não tem o fator surpresa ao seu lado para gerar um suspense maior.

Brilhante porque "127 Horas" é um filme com um único personagem. Isso mesmo. Um único personagem. Todas as outras pessoas que aparecem na trama não podem nem ser consideradas como personagens coadjuvantes, pois a participação de cada um é ínfima. James Franco segura as pontas sozinho.

Brilhante porque a locação também é única. Passamos todo o filme ali, presos naquela fenda estreita juntos com o personagem.

Enfim, brilhante porque com estes ingredientes, Boyle consegue criar um clima de suspense intenso. O filme incomoda. É impossível ficar quieto na cadeira. Ficamos aflitos o tempo todo, mergulhados naquela situação como se fossemos James Franco. O resultado é impactante mesmo.

Boyle, acerta ainda mais no final. O que queremos ver e na verdade o que precisamos ver depois de tanta angústia é simplesmente Ralston chegando no hospital, recebendo os cuidados necessários (acredite, ele estava precisando muito) e depois indo para a casa, reencontrando seus pais. Mas não. Não temos nada disso. O filme termina antes e colocar cenas do Ralston verdadeiro e escrever o que aconteceu com ele depois, não é o suficiente para trazer um pouco de conforto para quem está na cadeira do cinema ainda encarnado no personagem.

Precisei de alguns minutos para me desvincular e conseguir levantar da poltrona. E achei isso ótimo.


Sandro


sexta-feira, 11 de março de 2011

PREACHER - ÀS PORTAS DO INFERNO


A editora Pannini Books acaba de lançar no Brasil o Volume 8 da saga do Reverendo Jesse Custer, “Preacher – Às Portas Do Inferno”, mais uma parte da história do reverendo possuído pela entidade Gênesis, a cria proibida resultante do amor de um Anjo e um Demônio. Graças a essa entidade Jesse tem a palavra de Deus, o que faz com que as pessoas obedeçam suas ordens literalmente.

Como descrito no próprio site da Pannini: “Após ter colaborado para limpar a cidade de Salvation, ter reencontrado sua mãe há muito perdida e sair mentalmente no braço com a entidade conhecida como “Deus”, o reverendo Jesse Custer finalmente está ÀS PORTAS DO INFERNO e pronto para encarar o dano que sua suposta morte e ausência infligiram em sua amada, Tulipa O’Hare.

Mas essa é a parte mais fácil. A parte realmente complicada vai ser descobrir a verdadeira natureza do homem que ele considera seu melhor amigo: o vampiro irlandês Cassidy. Quanto mais Jesse descobre sobre seu antigo companheiro de viagem, mais ele entra em contato com o lado negro e sombrio do sanguessuga e isso pode colocar a amizade dos dois em xeque.

ÀS PORTAS DO INFERNO é o penúltimo capítulo na saga de PREACHER, uma das histórias em quadrinhos mais aclamadas dos anos 90. Criada por Garth Ennis e pelo artista Steve Dillon, esse novo clássico da nona arte versa sobre vida, morte e redenção, sendo também recheado de sexo, álcool, sangue e violência – além de anjos, demônios, Deus, vampiros e desajustados de toda estirpe – sendo uma das obras mais viscerais a ser registrada em celulose.”

Felizmente eu acompanho a Saga de Jesse Custer desde de seu lançamento original nos anos 90, e mais uma vez recomendo que vocês tenho acesso a essa obra.



Anselmo

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