Dias depois da estréia da série "The Walking Dead" no canal Fox escrevi um post aqui no blog (leia aqui) recomendando a todos que a assistissem.
Eu também disse que certamente vocês ainda iriam ouvir falar desta história e mais do que isso, cheguei a colocar no título do post a pergunta: O Novo Lost?
Com esta provocação, o que eu queria na verdade era especular se este seriado teria a capacidade de mobilizar seguidores num boca a boca parecido com o que aconteceu com a saga da ilha famosa. Eu entendia que esta história sobre zumbis nas mãos do ótimo Frank Darabont, tinha um grande potencial para estourar.
E eu não estava de todo errado. Se "The Walking Dead" não se transformou num fenômeno mundial, a coisa repercutiu. Claro que não ajudou muito o fato da série ser exibida por uma canal de TV a cabo nos EUA (no resto do mundo os direitos são da Fox). Mesmo assim, a AMC bateu o recorde de audiência de um seriado fora da TV aberta tanto na estréia (5,3 milhoes de pessoas), quanto no final (6 milhões de pessoas).
Acredito que se eles tivessem preparado mais dos que os insuficientes 6 episódios para esta primeira temporada o negócio poderia tomar uma proporção bem maior.
Por que? Porque a série é mesmo ótima e vicia. Não vou retomar a sinopse pelo fato do post citado acima conter bastante informação (por favor, leiam), mas quero reforçar minha opinião inicial de que a história transcende o gênero terror e explora de forma muito interessante o relacionamento entre os pesonagens. É a complexidade psicológica que a luta pela sobrevivência num mundo que deixou de ser o que sempre foi, traz para a trama. Darabont fez isso de forma magistral com as obras do Stephen King e trabalhou muito bem com esta HQ do Robert Kirkman.
É uma pena que "The Walking Dad" retorne somente em outubro de 2011, desta vez com 13 episódios. A coisa foi tão bem que inicialmente o Frank Darabont iria participar ativamente apenas da primeira temporada, mas já está decidido que ele fica e comanda também a segunda. Isso inclusive motivou a saída de Charles "Chic" Eglee do projeto, já que ele que havia sido o número dois neste começo pretendia ser o cabeça á partir do ano que vem. Para quem não conhece este cara, basta dizer que ele foi linha de frente de "The Shield" e "Dexter". Esta ruptura até gerou o boato de que toda a equipe de roteiristas seria trocada, o que parece ser exagero.
Enfim volto a indicar estes 6 episódios para todos. Vale muito a pena.
Uma forma é assistir via Fox, que já começou a reprisar nesta última terça-feira (sempre as 22 horas) e certamente irá passar ainda outras vezes esta primeira temporada.
Um outro jeito, vem como um presente de Natal antecipado do blog, com a ajuda muito especial da amiga Ana Praconi que gentilmente deixou para a gente os links para todos os episódios (já legendados). Aproveitem!
1.01 - Days Gone Bye
http://www.filesonic.com/file/37906189/twd101.rmvb
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1.02 - Guts
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1.03 - Tell It to the Frogs
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1.04 - Vatos
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1.05 - Wildfire
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1.06 - TS 19
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Sandro
minervapop
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quinta-feira, 16 de dezembro de 2010
THE WALKING DEAD - Primeira temporada valeu a pena
Dias depois da estréia da série "The Walking Dead" no canal Fox escrevi um post aqui no blog (leia aqui) recomendando a todos que a assistissem.
Eu também disse que certamente vocês ainda iriam ouvir falar desta história e mais do que isso, cheguei a colocar no título do post a pergunta: O Novo Lost?
Com esta provocação, o que eu queria na verdade era especular se este seriado teria a capacidade de mobilizar seguidores num boca a boca parecido com o que aconteceu com a saga da ilha famosa. Eu entendia que esta história sobre zumbis nas mãos do ótimo Frank Darabont, tinha um grande potencial para estourar.
E eu não estava de todo errado. Se "The Walking Dead" não se transformou num fenômeno mundial, a coisa repercutiu. Claro que não ajudou muito o fato da série ser exibida por uma canal de TV a cabo nos EUA (no resto do mundo os direitos são da Fox). Mesmo assim, a AMC bateu o recorde de audiência de um seriado fora da TV aberta tanto na estréia (5,3 milhoes de pessoas), quanto no final (6 milhões de pessoas).
Acredito que se eles tivessem preparado mais dos que os insuficientes 6 episódios para esta primeira temporada o negócio poderia tomar uma proporção bem maior.
Por que? Porque a série é mesmo ótima e vicia. Não vou retomar a sinopse pelo fato do post citado acima conter bastante informação (por favor, leiam), mas quero reforçar minha opinião inicial de que a história transcende o gênero terror e explora de forma muito interessante o relacionamento entre os pesonagens. É a complexidade psicológica que a luta pela sobrevivência num mundo que deixou de ser o que sempre foi, traz para a trama. Darabont fez isso de forma magistral com as obras do Stephen King e trabalhou muito bem com esta HQ do Robert Kirkman.
É uma pena que "The Walking Dad" retorne somente em outubro de 2011, desta vez com 13 episódios. A coisa foi tão bem que inicialmente o Frank Darabont iria participar ativamente apenas da primeira temporada, mas já está decidido que ele fica e comanda também a segunda. Isso inclusive motivou a saída de Charles "Chic" Eglee do projeto, já que ele que havia sido o número dois neste começo pretendia ser o cabeça á partir do ano que vem. Para quem não conhece este cara, basta dizer que ele foi linha de frente de "The Shield" e "Dexter". Esta ruptura até gerou o boato de que toda a equipe de roteiristas seria trocada, o que parece ser exagero.
Enfim volto a indicar estes 6 episódios para todos. Vale muito a pena.
Uma forma é assistir via Fox, que já começou a reprisar nesta última terça-feira (sempre as 22 horas) e certamente irá passar ainda outras vezes esta primeira temporada.
Um outro jeito, vem como um presente de Natal antecipado do blog, com a ajuda muito especial da amiga Ana Praconi que gentilmente deixou para a gente os links para todos os episódios (já legendados). Aproveitem!
1.01 - Days Gone Bye
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Sandro
Eu também disse que certamente vocês ainda iriam ouvir falar desta história e mais do que isso, cheguei a colocar no título do post a pergunta: O Novo Lost?
Com esta provocação, o que eu queria na verdade era especular se este seriado teria a capacidade de mobilizar seguidores num boca a boca parecido com o que aconteceu com a saga da ilha famosa. Eu entendia que esta história sobre zumbis nas mãos do ótimo Frank Darabont, tinha um grande potencial para estourar.
E eu não estava de todo errado. Se "The Walking Dead" não se transformou num fenômeno mundial, a coisa repercutiu. Claro que não ajudou muito o fato da série ser exibida por uma canal de TV a cabo nos EUA (no resto do mundo os direitos são da Fox). Mesmo assim, a AMC bateu o recorde de audiência de um seriado fora da TV aberta tanto na estréia (5,3 milhoes de pessoas), quanto no final (6 milhões de pessoas).
Acredito que se eles tivessem preparado mais dos que os insuficientes 6 episódios para esta primeira temporada o negócio poderia tomar uma proporção bem maior.
Por que? Porque a série é mesmo ótima e vicia. Não vou retomar a sinopse pelo fato do post citado acima conter bastante informação (por favor, leiam), mas quero reforçar minha opinião inicial de que a história transcende o gênero terror e explora de forma muito interessante o relacionamento entre os pesonagens. É a complexidade psicológica que a luta pela sobrevivência num mundo que deixou de ser o que sempre foi, traz para a trama. Darabont fez isso de forma magistral com as obras do Stephen King e trabalhou muito bem com esta HQ do Robert Kirkman.
É uma pena que "The Walking Dad" retorne somente em outubro de 2011, desta vez com 13 episódios. A coisa foi tão bem que inicialmente o Frank Darabont iria participar ativamente apenas da primeira temporada, mas já está decidido que ele fica e comanda também a segunda. Isso inclusive motivou a saída de Charles "Chic" Eglee do projeto, já que ele que havia sido o número dois neste começo pretendia ser o cabeça á partir do ano que vem. Para quem não conhece este cara, basta dizer que ele foi linha de frente de "The Shield" e "Dexter". Esta ruptura até gerou o boato de que toda a equipe de roteiristas seria trocada, o que parece ser exagero.
Enfim volto a indicar estes 6 episódios para todos. Vale muito a pena.
Uma forma é assistir via Fox, que já começou a reprisar nesta última terça-feira (sempre as 22 horas) e certamente irá passar ainda outras vezes esta primeira temporada.
Um outro jeito, vem como um presente de Natal antecipado do blog, com a ajuda muito especial da amiga Ana Praconi que gentilmente deixou para a gente os links para todos os episódios (já legendados). Aproveitem!
1.01 - Days Gone Bye
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1.03 - Tell It to the Frogs
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1.04 - Vatos
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1.05 - Wildfire
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Sandro
quinta-feira, 4 de novembro de 2010
THE WALKING DEAD - Novo Lost na TV?
Quem acompanha este blog sabe que o viciado e especialista em quadrinhos daqui é meu parceiro Anselmo. Eu particularmente já gostei muito, li quase todos os clássicos, mas estou desatualizado faz bastante tempo. Nem me aventuro em escrever post sobre o assunto, que realmente não domino. Por esta razão eu nunca tinha ouvido falar da série de quadrinhos intitulada "The Walking Dead", criada por Robert Kirkman em 2003, cuja história certamente você ainda vai ouvir falar.
O motivo desta minha descoberta foi a TV. Especificamente através de chamadas do canal Fox para uma nova série que estrearia em novembro. O fato que despertou minha atenção de cara foi a informação de que a produção, o roteiro e a direção estariam a cargo de Frank Darabont. Já escrevi aqui no blog (leia o post) que sou grande admirador deste diretor, que adaptou para o cinema três obras de Stephen King (post aqui) de forma brilhante. "Um Sonho de Liberdade" (de 1994), "Á Espera de um milagre" (de 1999) e "O Nevoeiro" (de 2007) são filmes excelentes e estão na minha lista de preferidos.
Fiquei esperando. Até que terça-feira, as 22 horas a série estreou aqui no Brasil. E confesso que todas minhas expectativas foram superadas, de longe. Achei o primeiro episódio fantástico. O que inevitavelmente me fez lembrar de quando assisti a estréia de "Lost" (posts aqui) na AXN muitos anos atrás. Me bateu aquela sensação de que ficarei viciado e que estou prestes a acompanhar o nascimento de uma nova febre na TV mundial. Posso até estar exagerando (devo estar), mas creio que este seriado tem tudo para pegar.
Mas afinal, sobre o que fala a série? Bem, a príncipio trata-se de uma história de terror, onde zumbis são o tema principal da trama. Digo que a principio porque nas palavras do próprio Darabont, parece que a coisa é bem mais que isso: "Os zumbis são a cereja do bolo. O prato principal são os personagens, nos quais apostamos muito. É o que mais gosto na criação do Kirkman e o que estamos fazendo na televisão". Já Robert Kirkman, que também participa como produtor disse: "Meu principal objetivo é mostrar como pessoas más podem se tornar boas e como pessoas boas podem se tornar más". E Laure Holden, uma das atrizes, completa: "É uma verdadeira exploração psicológia e uma luta humana". Ao que parece a idéia é desenvolver ao máximo as relações entre os personagens, que terão como missão principal a manutenção de suas próprias vidas num mundo novo, perigoso e hostil a vida.
Mas o que eu vi ontem que me impressionou tanto? Vou mandar um resumo deste episódio para ver se vocês se interessam. Rolou o seguinte. O policial Rick Grimes é baleado e internado em estado de coma num hospital. Algum tempo depois ele acorda e percebe que o local está completamente abandonado. Mais do que isso ele vê corpos pelo corredor do hospital e se depara com uma porta trancada e com o aviso "Não abra, mortos dentro", porém ele percebe que há uma "coisa" querendo sair desta sala. Do lado de fora, Rick encontra filas de cadáveres e sinais do que aparenta ser um acampamento do exército, também vazio. Mesmo debilitado ele segue rumo a sua casa para procurar por sua mulher e filho, mas o lugar também está vazio. Ainda sem saber o que está acontecendo, o policial encontra dois humanos "normais" (um pai e seu filho) que o acolhem numa casa invadida por eles. Lá ele recebe a explicação de que uma espécie de epidemia com dimensões apocalípticas tomou conta da cidade e que o resultado disso era a transformação das pessoas em zumbis, que ficam vagando pelas ruas a procura de carne e sangue humano para se alimentar. Uma vez mordida ou arranhada a pessoa é acometida de uma febre muito alta que a leva a morte (desde que não tenha sido devorada antes). Algum tempo depois esta mesma pessoa torna-se um zumbi e passa a vagar junto com os demais. Um fato interessante é que estes seres não são dotados de força extra e nem de poderes de monstros. Andam vagarosamente e desde que a pessoa esteja atenta não é muito difícil acabar com um deles (o único jeito é um golpe ou tiro na cabeça). O problema é que o barulho atrai outros zumbis e o perigo está justamente na dificuldade em se safar de uma multidão destes mortos-vivos. Acreditando que sua famíla está viva e em Atlanta (era a orientação inicial das autoridades) ele decide seguir em busca deles. Em paralelo descobrimos que sua mulher e filho estão vivos sim, mas fora de Atlanta, vivendo numa espécie de acampamento. Quando Rick chega na cidade, ficamos sabendo a razão. Atlanta também está devastada e aparentemente abandonada, mas há zumbis por toda a parte. O episódio termina com ele sendo perseguido por uma porção deles (lembra, que este é o perigo?) e se refugiando num tanque de guerra abandonado no meio de uma avenida qualquer. Dentro deste tanque, cercado de mortos-vivos e sem perspectiva, ele ouve uma voz no rádio: "Ei panaca! Está confortável aí dentro do tanque?" Fim.
Mais alguns dados importantes sobre "The Walking Dead".
1) Nos EUA a série esta sendo transmitida pelo canal a cabo AMC. A estréia que ocoreu no dia 31 de outubro foi assistida por mais de 5,3 milhões de pessoas, recorde de audiência na história do canal e recorde de audiência nas tvs por assinatura nos EUA em 2010. A Fox é a responsável por transmitir a série para o resto do mundo e o fez apenas dois dias depois num evento mundial.
2) A versão transmitida pela Fox Brasil estava dublada, porém a versão com o áudio original e legendada também esta disponível. Basta adaptar seu controle remoto para esta opção.
3) A Fox cometeu o grave erro de editar este primeiro episódio. A exibição nos EUA levou ao todo 1 hora e 30 minutos, sendo 60 minutos de série para valer. Para caber em sua grade de 1 hora, a Fox cortou pedaços e reduziu o tempo da série para 50 minutos. Foram 10 minutos retirados de cenas diversas, que podem não ter feito falta para o entendimento da história, mas que maculam o resultado final sem dúvida nenhuma. Espero que este deslize tenha ocorrido apenas desta vez.
4) Os horários de "The Walking Dead" no Brasil são: Terças e sábados ás 22 horas.
5) A primeira temporada já está completamente filmada e terá somente 6 episódios. Antes mesmo da estréia e repercussão, o canal de TV já havia autorizado a produção da segunda temporada que inicialmente prevê 12 episódios. Este inclusive deverá ser o número para as próximas que virão (tenho convicção que serão muitas).
6) Vou pensar na possbilidade de disponibilizar estes espisódios para serem assistidos aqui no blog. Só preciso pensar em um jeito fácil para mim e para vocês. Vamos ver se consigo.
Por fim, volto a dizer que fiquei muito bem impressionado com o que assisti e que confio demais no talento do Frank Darabont. Por esta razão entendo que este trabalho tem tudo para dar certo. Sei que a comparação com Lost é prematura e até mesmo leviana, mas acredito mesmo que há chance desta história cair no gosto da galera e virar cult. Aguardemos.
PS: Esqueci de citar que este argumento e início lembram demais um filme do Danny Boyle chamado Extermínio (leia post aqui) que eu adoro e recomendo sempre. Talvez isso explique também a empatia tão grande.
Palavra final: INQUIETANTE.
Sandro
THE WALKING DEAD - Novo Lost na TV?
Quem acompanha este blog sabe que o viciado e especialista em quadrinhos daqui é meu parceiro Anselmo. Eu particularmente já gostei muito, li quase todos os clássicos, mas estou desatualizado faz bastante tempo. Nem me aventuro em escrever post sobre o assunto, que realmente não domino. Por esta razão eu nunca tinha ouvido falar da série de quadrinhos intitulada "The Walking Dead", criada por Robert Kirkman em 2003, cuja história certamente você ainda vai ouvir falar.
O motivo desta minha descoberta foi a TV. Especificamente através de chamadas do canal Fox para uma nova série que estrearia em novembro. O fato que despertou minha atenção de cara foi a informação de que a produção, o roteiro e a direção estariam a cargo de Frank Darabont. Já escrevi aqui no blog (leia o post) que sou grande admirador deste diretor, que adaptou para o cinema três obras de Stephen King (post aqui) de forma brilhante. "Um Sonho de Liberdade" (de 1994), "Á Espera de um milagre" (de 1999) e "O Nevoeiro" (de 2007) são filmes excelentes e estão na minha lista de preferidos.
Fiquei esperando. Até que terça-feira, as 22 horas a série estreou aqui no Brasil. E confesso que todas minhas expectativas foram superadas, de longe. Achei o primeiro episódio fantástico. O que inevitavelmente me fez lembrar de quando assisti a estréia de "Lost" (posts aqui) na AXN muitos anos atrás. Me bateu aquela sensação de que ficarei viciado e que estou prestes a acompanhar o nascimento de uma nova febre na TV mundial. Posso até estar exagerando (devo estar), mas creio que este seriado tem tudo para pegar.
Mas afinal, sobre o que fala a série? Bem, a príncipio trata-se de uma história de terror, onde zumbis são o tema principal da trama. Digo que a principio porque nas palavras do próprio Darabont, parece que a coisa é bem mais que isso: "Os zumbis são a cereja do bolo. O prato principal são os personagens, nos quais apostamos muito. É o que mais gosto na criação do Kirkman e o que estamos fazendo na televisão". Já Robert Kirkman, que também participa como produtor disse: "Meu principal objetivo é mostrar como pessoas más podem se tornar boas e como pessoas boas podem se tornar más". E Laure Holden, uma das atrizes, completa: "É uma verdadeira exploração psicológia e uma luta humana". Ao que parece a idéia é desenvolver ao máximo as relações entre os personagens, que terão como missão principal a manutenção de suas próprias vidas num mundo novo, perigoso e hostil a vida.
Mas o que eu vi ontem que me impressionou tanto? Vou mandar um resumo deste episódio para ver se vocês se interessam. Rolou o seguinte. O policial Rick Grimes é baleado e internado em estado de coma num hospital. Algum tempo depois ele acorda e percebe que o local está completamente abandonado. Mais do que isso ele vê corpos pelo corredor do hospital e se depara com uma porta trancada e com o aviso "Não abra, mortos dentro", porém ele percebe que há uma "coisa" querendo sair desta sala. Do lado de fora, Rick encontra filas de cadáveres e sinais do que aparenta ser um acampamento do exército, também vazio. Mesmo debilitado ele segue rumo a sua casa para procurar por sua mulher e filho, mas o lugar também está vazio. Ainda sem saber o que está acontecendo, o policial encontra dois humanos "normais" (um pai e seu filho) que o acolhem numa casa invadida por eles. Lá ele recebe a explicação de que uma espécie de epidemia com dimensões apocalípticas tomou conta da cidade e que o resultado disso era a transformação das pessoas em zumbis, que ficam vagando pelas ruas a procura de carne e sangue humano para se alimentar. Uma vez mordida ou arranhada a pessoa é acometida de uma febre muito alta que a leva a morte (desde que não tenha sido devorada antes). Algum tempo depois esta mesma pessoa torna-se um zumbi e passa a vagar junto com os demais. Um fato interessante é que estes seres não são dotados de força extra e nem de poderes de monstros. Andam vagarosamente e desde que a pessoa esteja atenta não é muito difícil acabar com um deles (o único jeito é um golpe ou tiro na cabeça). O problema é que o barulho atrai outros zumbis e o perigo está justamente na dificuldade em se safar de uma multidão destes mortos-vivos. Acreditando que sua famíla está viva e em Atlanta (era a orientação inicial das autoridades) ele decide seguir em busca deles. Em paralelo descobrimos que sua mulher e filho estão vivos sim, mas fora de Atlanta, vivendo numa espécie de acampamento. Quando Rick chega na cidade, ficamos sabendo a razão. Atlanta também está devastada e aparentemente abandonada, mas há zumbis por toda a parte. O episódio termina com ele sendo perseguido por uma porção deles (lembra, que este é o perigo?) e se refugiando num tanque de guerra abandonado no meio de uma avenida qualquer. Dentro deste tanque, cercado de mortos-vivos e sem perspectiva, ele ouve uma voz no rádio: "Ei panaca! Está confortável aí dentro do tanque?" Fim.
Mais alguns dados importantes sobre "The Walking Dead".
1) Nos EUA a série esta sendo transmitida pelo canal a cabo AMC. A estréia que ocoreu no dia 31 de outubro foi assistida por mais de 5,3 milhões de pessoas, recorde de audiência na história do canal e recorde de audiência nas tvs por assinatura nos EUA em 2010. A Fox é a responsável por transmitir a série para o resto do mundo e o fez apenas dois dias depois num evento mundial.
2) A versão transmitida pela Fox Brasil estava dublada, porém a versão com o áudio original e legendada também esta disponível. Basta adaptar seu controle remoto para esta opção.
3) A Fox cometeu o grave erro de editar este primeiro episódio. A exibição nos EUA levou ao todo 1 hora e 30 minutos, sendo 60 minutos de série para valer. Para caber em sua grade de 1 hora, a Fox cortou pedaços e reduziu o tempo da série para 50 minutos. Foram 10 minutos retirados de cenas diversas, que podem não ter feito falta para o entendimento da história, mas que maculam o resultado final sem dúvida nenhuma. Espero que este deslize tenha ocorrido apenas desta vez.
4) Os horários de "The Walking Dead" no Brasil são: Terças e sábados ás 22 horas.
5) A primeira temporada já está completamente filmada e terá somente 6 episódios. Antes mesmo da estréia e repercussão, o canal de TV já havia autorizado a produção da segunda temporada que inicialmente prevê 12 episódios. Este inclusive deverá ser o número para as próximas que virão (tenho convicção que serão muitas).
6) Vou pensar na possbilidade de disponibilizar estes espisódios para serem assistidos aqui no blog. Só preciso pensar em um jeito fácil para mim e para vocês. Vamos ver se consigo.
Por fim, volto a dizer que fiquei muito bem impressionado com o que assisti e que confio demais no talento do Frank Darabont. Por esta razão entendo que este trabalho tem tudo para dar certo. Sei que a comparação com Lost é prematura e até mesmo leviana, mas acredito mesmo que há chance desta história cair no gosto da galera e virar cult. Aguardemos.
PS: Esqueci de citar que este argumento e início lembram demais um filme do Danny Boyle chamado Extermínio (leia post aqui) que eu adoro e recomendo sempre. Talvez isso explique também a empatia tão grande.
Palavra final: INQUIETANTE.
Sandro
segunda-feira, 7 de junho de 2010
Y - O ÚLTIMO HOMEM
Quem acompanha o Minerva Pop deve ter notado o quanto o meu parceiro Sandro gosta da série Lost. Não é pra menos, foram 6 temporadas muito bem feitas, com roteiristas criativos e produção inteligente, basta conferir os números e resultados comerciais do programa. Dentre esses roteiristas está Brian K. Vaughan, o qual trabalhou em alguns episódios das série.
Brian foi inicialmente contratado como produtor executivo de história durante o intervalo da terceira temporada. Tornou-se um co-produtor na quarta temporada, sendo promovido a produtor na quinta temporada. Em 2009, anunciou que não não estaria retornando para a sexta e última temporada da série.
Voce deve estar se perguntando: “Por que ele está citando Brian K. Vaughan?” Explico: Pelo fato dele ser responsável por uma excelente HQ chamada “Y – O Último Homem”, que começou a ser publicada em 2002 pelo selo Vertigo e está sendo distribuída atualmente no Brasil pela Panini em volumes. Já sairam “Extinção” e agora está nas bancas “Ciclos”, está previsto uma terceira para completar os primeiros 12 meses de publicação.
A história tem início em 17 de Julho de 2002, quando algo mata simultaneamente todos os seres que possuem um Cromossomo Y - incluindo embriões, óvulos fertilizados e esperma. Exceto Yorick Brown e seu macaco Ampersand. A sociedade é jogada no caos quando somente as mulheres sobreviventes tentam lidar com a perda dos homens. Isso gera uma série de sintomas comportamentais, dentre eles o surgimento das "Filhas das Amazonas", grupo de mulheres que entende a extinção masculina como uma benção divina.
A série já ganhou alguns prêmios, mas acredito que nada supera o elogio de Stephen King, ao dizer que esse é o melhor quadrinho que já leu (tá certo que tem uma dose “patriota” aí, mas tudo bem).
Muitos apostam que será uma questão de tempo essa obra ter sua adaptação para uma série de TV ou para o cinema, é esperar para ver.
Somente por curiosidade, tem um episódio de Lost em que Hurley está lendo “Y – O Último Homem”. Confira.
Anselmo
Y - O ÚLTIMO HOMEM
Quem acompanha o Minerva Pop deve ter notado o quanto o meu parceiro Sandro gosta da série Lost. Não é pra menos, foram 6 temporadas muito bem feitas, com roteiristas criativos e produção inteligente, basta conferir os números e resultados comerciais do programa. Dentre esses roteiristas está Brian K. Vaughan, o qual trabalhou em alguns episódios das série.
Brian foi inicialmente contratado como produtor executivo de história durante o intervalo da terceira temporada. Tornou-se um co-produtor na quarta temporada, sendo promovido a produtor na quinta temporada. Em 2009, anunciou que não não estaria retornando para a sexta e última temporada da série.
Voce deve estar se perguntando: “Por que ele está citando Brian K. Vaughan?” Explico: Pelo fato dele ser responsável por uma excelente HQ chamada “Y – O Último Homem”, que começou a ser publicada em 2002 pelo selo Vertigo e está sendo distribuída atualmente no Brasil pela Panini em volumes. Já sairam “Extinção” e agora está nas bancas “Ciclos”, está previsto uma terceira para completar os primeiros 12 meses de publicação.
A história tem início em 17 de Julho de 2002, quando algo mata simultaneamente todos os seres que possuem um Cromossomo Y - incluindo embriões, óvulos fertilizados e esperma. Exceto Yorick Brown e seu macaco Ampersand. A sociedade é jogada no caos quando somente as mulheres sobreviventes tentam lidar com a perda dos homens. Isso gera uma série de sintomas comportamentais, dentre eles o surgimento das "Filhas das Amazonas", grupo de mulheres que entende a extinção masculina como uma benção divina.
A série já ganhou alguns prêmios, mas acredito que nada supera o elogio de Stephen King, ao dizer que esse é o melhor quadrinho que já leu (tá certo que tem uma dose “patriota” aí, mas tudo bem).
Muitos apostam que será uma questão de tempo essa obra ter sua adaptação para uma série de TV ou para o cinema, é esperar para ver.
Somente por curiosidade, tem um episódio de Lost em que Hurley está lendo “Y – O Último Homem”. Confira.
Anselmo
quinta-feira, 27 de maio de 2010
LOST
Durante os anos 90, confesso que eu achava meio estranho a fissura que um amigo tinha pelo finado seriado Arquivo X. Eu não entendia seu vício pela história e personagens, apesar de gostar e assistir muitos episódios. Eu nunca na verdade fui um fanatico por séries de TV. Gostei e assisti várias, mas sem grande emplogação. Até que um dia isso mudou.
Era o ano de 2005 e eu li no jornal Folha de São Paulo uma coluna assinada pelo jornalista e expert em cultura pop Lúcio Ribeiro onde ele recomendava expressamente uma nova série que iria começar a ser exibida no canal AXN. Lúcio falava de Lost e escrevia sobre o impacto que o seriado vinha causando nos EUA desde sua estréia, no último trimestre de 2004. Me lembro da forma empolgada como ele narrou o primeiro episódio, descrevendo a dramática queda do avião. Além de respeitar o trabalho do cara, o texto e a temática da série despertaram meu interesse de imediato.
Não me lembro se esta coluna foi escrita numa sexta ou num domingo, só sei que na segunda a brincadeira começou. E eu estava lá. Confiando na informação, testemunhei a estréia aqui no Brasil do melhor seriado de TV de todos os tempos, disparado. Me impressionei desde este início e eu sempre soube que se tratava de algo que seria especial, pelo menos para mim.
Naquele ano assisti a todos episódios de forma solitária, pois não conhecia ninguem que acompanhasse a saga dos sobreviventes do Oceanic 815. Ficava sozinho, pensando e me deliciando com as revelações que apereciam a cada flaskback que mostrava a vida dos personagens pré-queda do avião, além é claro dos misteriosos acontecimentos que rolavam na ilha paralelamente.
Ao término da primeira temporada, meio que precisando conversar com alguém sobre este assunto, eu falava e elogiava Lost para meus amigos sem parar. Convenci então alguns a assistirem via DVD esta temporada. E o fenômeno era instantâneo. Todos que assistiam viciavam e passavam a aguardar, assim como eu, o início da segunda temporada. Mesmo porque o final da primeira era de bárbaro e abria possibilidades impensadas até aquele momento.
Veio a segunda e uma sensação de anti-climax chegou junto. A história começou a ser abordada por outro ângulo de visão, mostrando novos personagens e quebrando aquela sequencia de revelações que era esperada. Eu descobriria mais tarde que este tipo de ritmo seria uma constante no decorrer dos anos e que de forma impressionante, isso jamais diminiu meu interesse pela história. Pelo contrário, tudo que surgia de novo era contado de forma envolvente e com o mesmo clima de mistério que permeou toda a obra.
O final da segunda temporada também foi chocante e me deixou boquiaberto. Sem saber o que pensar. A coisa boa era que agora eu tinha com quem comentar e expor teorias que nos próximos anos sempre iam caindo por terra.
Percebi que cada vez mais pessoas comentavam sobre Lost e conheci gente que assistiu de sopetão via DVD a primeira e segunda temporada, com a consequente ansiedade pela terceira parte da saga. Casado, ganhei uma companhia dentro de casa, que ficava tão impressionada quanto eu ao fim de cada episódio.
Já durante a terceira temporada, com a febre em volta do seriado a mil, foi ficando mais comum a obtenção de DVDs piratas que continham os episódios ainda não exibidos no Brasil ( a defasagem era de 1 a 2 meses), além de arquivos eletrônicos com os vídeos extraídos do site da ABC (emissora dos EUA) devidamente legendados> Também era possível assistir direto neste site, sem as legendas.
Este hábito de conhecer os episódios antes da exibição na AXN foi ficando cada vez mais comum e na quarta temporada, praticamente todos os viciados em Lost usavam deste expediente. Nunca fiz isso. Sério. Nunca. Claro que a curiosidade era grande, mas eu preferi cultivar meu ritual de parar todas as segundas-feiras (foram 5 anos sem marcar compromissos neste dia) em frente a TV e degustar aquela 1 hora, mesmo tendo que aguentar os sempre chatos e repetitivos comerciais da AXN.
Não me curvei as facilidades cada vez maiores em se obter um episódio com antecedência, resisti e permaneci com este ritual (alterado para as terças agora em 2010) até anteontem, quando assisti ao último episódio da sexta temporada, sabidamente a que encerrou o seriado.
Fiquei longe da internet desde o último domingo, dia do final nos EUA, pois não queria saber nada, absolutamente nada a respeito antes da hora. Ao contrário da maioria, era como se eu não desejasse este fim, que me deixava nostálgico antes mesmo de chegar.
E agora que chegou o final, o que dizer? Não li muita coisa a respeito de "The End", o título deste último episódio transmitido durante 2,5 horas (100 minutos fora os intervalos). Não sei se a maioria dos fãs gostou ou não. Discuti o que vi apenas com minha esposa e algumas amigas do trabalho, porém ainda sem o distanciamento mínimo que permitisse a volta do meu poder de análise mais profundo, visto que entrei num estado de catarse após o encerramento da trama, que durou intensamente por pelo menos 24 horas.
Também não sei se Lost mudou a história dos seriados para sempre e nem se Lost foi a mais revolucionária série já produzida, como muitos disseram.
O que sei, é que este seriado me marcou demais. Sei que criei uma espécie de dependência que não consigo explicar. Sinto uma sensação de perda irreparável neste universo da cultura pop. Como acompanhar outra série? Haverá alguma outra coisa que me imponha de forma arrebatadora esta deliciosa escravidão vivida nestes últimos 6 anos? Tenho certeza que não. O vazio ficará.
Agora falando sobre o final em si, eu gostei. Achei digno da qualidade desenvolvida no decorrer das temporadas e o destino dado aos personagens muito bonito. Chorei nas cenas em que eles descobriam quem realmente eram, especialmente na da Kate com a Claire mais o Charlie e na do Sawyer com a Juliet, além do Locke no hospital. A cena do diálogo do Jack com seu pai, então nem se fala. Juro que enquanto escrevo este paragrafo, estou arrepiado só de lembrar.
Me marcou também a recusa do Ben em entrar na igreja, certamente motivada pelo fato de sua filha ainda não ter recebido a revelação e estar intimamente ligada a ele naquele contexto. O gesto do Desmond em não forçar uma revelação ao Daniel Faraday, mesmo este dando indícios de que estaria preparado, deixando-o com a mãe que o matou na vida real, foi demais tamnbém. Outra, a frase do Desmond para o Hurley explicando que a Ana Lucia não iria com eles porque ainda não estava pronta, tem uma relação direta com a mensagem final.
O bacana é que a história pendeu para um desfecho de forte apelo religioso (notei que no vitral da igreja havia símbolos de diversas religiões), porém muito convincente. Acho que mesmo aqueles que não acreditam que exista alguma coisa depois da morte, no fundo torcem para que estejam errados e que no final, nós possamos nos deparar com um lugar para seguir em frente ou "move on", como bem disse o pai do Jack. A idéia de que o que pensávamos ser uma realidade paralela, significar na verdade uma espécie de purgatório, ou simplesmente uma lugar de transição para a luz me agradou bastante.
É óbvio que faltaram respostas. E eu confesso que até esperei que elas viessem durante a sexta temporada, porém acho que ficou claro que não seriam desvendados todos os mistérios na medida que a cada episódio, novos elementos iam sendo inseridos na trama. Penso que as principais questões foram abordadas, principalmente com relação ao Jacob.
Li uma entrevista dos produtores executivos onde eles disseram que o foco seria mais dar um destino para cada personagem do que a resolução de cada detalhe misterioso. Fez sentido.
Mas é claro que eu gostaria de saber pelo menos quatro coisas. Por quanto tempo mais o Hurley ficou na ilha ("foi um grande líder", disse o Ben)? Se o Desmond conseguiu sair e como foi. Se o avião que decolou da ilha ainda continha dinamite e explodiu no ar. E qual foi o destino do Richard (um dos meus personagens favoritos)?
Acho que há muito material para ser explorado e consequentemente muito dinheiro a ser ganho, caso os produtores desejem. Cabe fácil, mais de um filme longa-metragem para os cinemas, abordando e desenvolvendo lados não explicados.
Para finalizar, quero só reafirmar. Lost marcou minha vida de amante da cultura pop e ficará marcada para sempre como a melhor experiência que tive com programas de televisão em minha vida. Simplesmente insuperável.
Abaixo a última cena. Bela, belíssima. Pode chorar junto comigo...
Sandro
LOST
Durante os anos 90, confesso que eu achava meio estranho a fissura que um amigo tinha pelo finado seriado Arquivo X. Eu não entendia seu vício pela história e personagens, apesar de gostar e assistir muitos episódios. Eu nunca na verdade fui um fanatico por séries de TV. Gostei e assisti várias, mas sem grande emplogação. Até que um dia isso mudou.
Era o ano de 2005 e eu li no jornal Folha de São Paulo uma coluna assinada pelo jornalista e expert em cultura pop Lúcio Ribeiro onde ele recomendava expressamente uma nova série que iria começar a ser exibida no canal AXN. Lúcio falava de Lost e escrevia sobre o impacto que o seriado vinha causando nos EUA desde sua estréia, no último trimestre de 2004. Me lembro da forma empolgada como ele narrou o primeiro episódio, descrevendo a dramática queda do avião. Além de respeitar o trabalho do cara, o texto e a temática da série despertaram meu interesse de imediato.
Não me lembro se esta coluna foi escrita numa sexta ou num domingo, só sei que na segunda a brincadeira começou. E eu estava lá. Confiando na informação, testemunhei a estréia aqui no Brasil do melhor seriado de TV de todos os tempos, disparado. Me impressionei desde este início e eu sempre soube que se tratava de algo que seria especial, pelo menos para mim.
Naquele ano assisti a todos episódios de forma solitária, pois não conhecia ninguem que acompanhasse a saga dos sobreviventes do Oceanic 815. Ficava sozinho, pensando e me deliciando com as revelações que apereciam a cada flaskback que mostrava a vida dos personagens pré-queda do avião, além é claro dos misteriosos acontecimentos que rolavam na ilha paralelamente.
Ao término da primeira temporada, meio que precisando conversar com alguém sobre este assunto, eu falava e elogiava Lost para meus amigos sem parar. Convenci então alguns a assistirem via DVD esta temporada. E o fenômeno era instantâneo. Todos que assistiam viciavam e passavam a aguardar, assim como eu, o início da segunda temporada. Mesmo porque o final da primeira era de bárbaro e abria possibilidades impensadas até aquele momento.
Veio a segunda e uma sensação de anti-climax chegou junto. A história começou a ser abordada por outro ângulo de visão, mostrando novos personagens e quebrando aquela sequencia de revelações que era esperada. Eu descobriria mais tarde que este tipo de ritmo seria uma constante no decorrer dos anos e que de forma impressionante, isso jamais diminiu meu interesse pela história. Pelo contrário, tudo que surgia de novo era contado de forma envolvente e com o mesmo clima de mistério que permeou toda a obra.
O final da segunda temporada também foi chocante e me deixou boquiaberto. Sem saber o que pensar. A coisa boa era que agora eu tinha com quem comentar e expor teorias que nos próximos anos sempre iam caindo por terra.
Percebi que cada vez mais pessoas comentavam sobre Lost e conheci gente que assistiu de sopetão via DVD a primeira e segunda temporada, com a consequente ansiedade pela terceira parte da saga. Casado, ganhei uma companhia dentro de casa, que ficava tão impressionada quanto eu ao fim de cada episódio.
Já durante a terceira temporada, com a febre em volta do seriado a mil, foi ficando mais comum a obtenção de DVDs piratas que continham os episódios ainda não exibidos no Brasil ( a defasagem era de 1 a 2 meses), além de arquivos eletrônicos com os vídeos extraídos do site da ABC (emissora dos EUA) devidamente legendados> Também era possível assistir direto neste site, sem as legendas.
Este hábito de conhecer os episódios antes da exibição na AXN foi ficando cada vez mais comum e na quarta temporada, praticamente todos os viciados em Lost usavam deste expediente. Nunca fiz isso. Sério. Nunca. Claro que a curiosidade era grande, mas eu preferi cultivar meu ritual de parar todas as segundas-feiras (foram 5 anos sem marcar compromissos neste dia) em frente a TV e degustar aquela 1 hora, mesmo tendo que aguentar os sempre chatos e repetitivos comerciais da AXN.
Não me curvei as facilidades cada vez maiores em se obter um episódio com antecedência, resisti e permaneci com este ritual (alterado para as terças agora em 2010) até anteontem, quando assisti ao último episódio da sexta temporada, sabidamente a que encerrou o seriado.
Fiquei longe da internet desde o último domingo, dia do final nos EUA, pois não queria saber nada, absolutamente nada a respeito antes da hora. Ao contrário da maioria, era como se eu não desejasse este fim, que me deixava nostálgico antes mesmo de chegar.
E agora que chegou o final, o que dizer? Não li muita coisa a respeito de "The End", o título deste último episódio transmitido durante 2,5 horas (100 minutos fora os intervalos). Não sei se a maioria dos fãs gostou ou não. Discuti o que vi apenas com minha esposa e algumas amigas do trabalho, porém ainda sem o distanciamento mínimo que permitisse a volta do meu poder de análise mais profundo, visto que entrei num estado de catarse após o encerramento da trama, que durou intensamente por pelo menos 24 horas.
Também não sei se Lost mudou a história dos seriados para sempre e nem se Lost foi a mais revolucionária série já produzida, como muitos disseram.
O que sei, é que este seriado me marcou demais. Sei que criei uma espécie de dependência que não consigo explicar. Sinto uma sensação de perda irreparável neste universo da cultura pop. Como acompanhar outra série? Haverá alguma outra coisa que me imponha de forma arrebatadora esta deliciosa escravidão vivida nestes últimos 6 anos? Tenho certeza que não. O vazio ficará.
Agora falando sobre o final em si, eu gostei. Achei digno da qualidade desenvolvida no decorrer das temporadas e o destino dado aos personagens muito bonito. Chorei nas cenas em que eles descobriam quem realmente eram, especialmente na da Kate com a Claire mais o Charlie e na do Sawyer com a Juliet, além do Locke no hospital. A cena do diálogo do Jack com seu pai, então nem se fala. Juro que enquanto escrevo este paragrafo, estou arrepiado só de lembrar.
Me marcou também a recusa do Ben em entrar na igreja, certamente motivada pelo fato de sua filha ainda não ter recebido a revelação e estar intimamente ligada a ele naquele contexto. O gesto do Desmond em não forçar uma revelação ao Daniel Faraday, mesmo este dando indícios de que estaria preparado, deixando-o com a mãe que o matou na vida real, foi demais tamnbém. Outra, a frase do Desmond para o Hurley explicando que a Ana Lucia não iria com eles porque ainda não estava pronta, tem uma relação direta com a mensagem final.
O bacana é que a história pendeu para um desfecho de forte apelo religioso (notei que no vitral da igreja havia símbolos de diversas religiões), porém muito convincente. Acho que mesmo aqueles que não acreditam que exista alguma coisa depois da morte, no fundo torcem para que estejam errados e que no final, nós possamos nos deparar com um lugar para seguir em frente ou "move on", como bem disse o pai do Jack. A idéia de que o que pensávamos ser uma realidade paralela, significar na verdade uma espécie de purgatório, ou simplesmente uma lugar de transição para a luz me agradou bastante.
É óbvio que faltaram respostas. E eu confesso que até esperei que elas viessem durante a sexta temporada, porém acho que ficou claro que não seriam desvendados todos os mistérios na medida que a cada episódio, novos elementos iam sendo inseridos na trama. Penso que as principais questões foram abordadas, principalmente com relação ao Jacob.
Li uma entrevista dos produtores executivos onde eles disseram que o foco seria mais dar um destino para cada personagem do que a resolução de cada detalhe misterioso. Fez sentido.
Mas é claro que eu gostaria de saber pelo menos quatro coisas. Por quanto tempo mais o Hurley ficou na ilha ("foi um grande líder", disse o Ben)? Se o Desmond conseguiu sair e como foi. Se o avião que decolou da ilha ainda continha dinamite e explodiu no ar. E qual foi o destino do Richard (um dos meus personagens favoritos)?
Acho que há muito material para ser explorado e consequentemente muito dinheiro a ser ganho, caso os produtores desejem. Cabe fácil, mais de um filme longa-metragem para os cinemas, abordando e desenvolvendo lados não explicados.
Para finalizar, quero só reafirmar. Lost marcou minha vida de amante da cultura pop e ficará marcada para sempre como a melhor experiência que tive com programas de televisão em minha vida. Simplesmente insuperável.
Abaixo a última cena. Bela, belíssima. Pode chorar junto comigo...
Sandro
terça-feira, 6 de abril de 2010
LOST !!! LOST !!! LOST !!!
Logo mais tem post do Anselmo.
Esta entrada rápida é só para dizer que estou assistindo o melhor episódio da história de LOST!!!
SENSACIONAL! MARAVILHOSO! ESPETACULAR!
Terminou. Sem palavras. Melhor série de todos os tempos. Melhor episódio!!!!!!!
Sandro
Esta entrada rápida é só para dizer que estou assistindo o melhor episódio da história de LOST!!!
SENSACIONAL! MARAVILHOSO! ESPETACULAR!
Terminou. Sem palavras. Melhor série de todos os tempos. Melhor episódio!!!!!!!
Sandro
LOST !!! LOST !!! LOST !!!
Logo mais tem post do Anselmo.
Esta entrada rápida é só para dizer que estou assistindo o melhor episódio da história de LOST!!!
SENSACIONAL! MARAVILHOSO! ESPETACULAR!
Terminou. Sem palavras. Melhor série de todos os tempos. Melhor episódio!!!!!!!
Sandro
Esta entrada rápida é só para dizer que estou assistindo o melhor episódio da história de LOST!!!
SENSACIONAL! MARAVILHOSO! ESPETACULAR!
Terminou. Sem palavras. Melhor série de todos os tempos. Melhor episódio!!!!!!!
Sandro
segunda-feira, 5 de abril de 2010
SEDE DE SANGUE + V : Lembretes do Minerva Pop
Bom pessoal, o post de hoje é um retorno a dois assuntos abordados anteriormente aqui no blog pelo Anselmo. Vou procurar não ser repetitivo, já que o intuito é apenas atualizar e reforçar a informação inicial.
O primeiro assunto é cinema. Em 29 de julho do ano passado, o parceiro escreveu sobre o último filme de Park Chan-wook, diretor de Oldboy (post específico aqui). Na ocasião sob o título de “Vampiro Oriental – Thirst”, ele dava uma prévia sobre o novo trabalho deste talentoso diretor coreano (leia o post aqui). Pois bem, agora chegou a hora de conferir. O filme estreou no Brasil nesta última sexta feira com o nome de “Sede de Sangue”. Minha vontade era a ter ido assistí-lo sábado, mas não deu. Fica o lembrete e a dica que o filme deve ser demais, tanto pela qualidade do realizador quanto pelo aperitivo do trailer (abaixo). Para quem se interessar, é bom ter pressa porque a obra está disponível em poucas salas e não deve ficar em cartaz por muito tempo.
O outro assunto é TV. Em 26 de fevereiro deste ano, ele escreveu sobre o remake da série V, que estreou recentemente nos EUA e estava prevista para estrear por aqui em 07 de abril via Warner Channel. O lembrete é para informar que a data mudou para o dia 06 de abril (também conhecido como amanhã), no horário das 22:00 hs. A escolha pelo mesmo dia em que a AXN exibe o Lost e iniciando logo na sequencia (Lost termina as 22:00 horas), me parece uma forma de convidar os fãs da famosa ilha a continuar de frente a TV só trocando de canal, pois para viabilizar este encaixe os caras até trocaram Smallville de dia, jogando a tradicional série do canal para as quartas-feiras. O fato é que vai haver abrir uma concorrência direta com Flashforward (aqui), transmitido no mesmo horário pela AXN.
Eu particularmente estou bem interessado em V e devo começar a acompanhar á partir de amanhã. Uma amiga que está asssistindo este remake desde a estréia lá nos EUA (acho que já estão no quinto episódio) está gostando muito e recomenda. Para mim está claro que o padrão de qualidade dado a esta produção vai superar e muito a exibida nos anos 80. Quem sabe não é desta vez que arrumo um substituto para o meu vício em Lost, que está com as semanas contadas... Quem quiser saber sobre do que trata V, o post do Anselmo sobre a série ficou ótimo e dá uma visão muito boa (leia aqui).
É isso. Lembretes dados. Aproveitem
Sandro
O primeiro assunto é cinema. Em 29 de julho do ano passado, o parceiro escreveu sobre o último filme de Park Chan-wook, diretor de Oldboy (post específico aqui). Na ocasião sob o título de “Vampiro Oriental – Thirst”, ele dava uma prévia sobre o novo trabalho deste talentoso diretor coreano (leia o post aqui). Pois bem, agora chegou a hora de conferir. O filme estreou no Brasil nesta última sexta feira com o nome de “Sede de Sangue”. Minha vontade era a ter ido assistí-lo sábado, mas não deu. Fica o lembrete e a dica que o filme deve ser demais, tanto pela qualidade do realizador quanto pelo aperitivo do trailer (abaixo). Para quem se interessar, é bom ter pressa porque a obra está disponível em poucas salas e não deve ficar em cartaz por muito tempo.
O outro assunto é TV. Em 26 de fevereiro deste ano, ele escreveu sobre o remake da série V, que estreou recentemente nos EUA e estava prevista para estrear por aqui em 07 de abril via Warner Channel. O lembrete é para informar que a data mudou para o dia 06 de abril (também conhecido como amanhã), no horário das 22:00 hs. A escolha pelo mesmo dia em que a AXN exibe o Lost e iniciando logo na sequencia (Lost termina as 22:00 horas), me parece uma forma de convidar os fãs da famosa ilha a continuar de frente a TV só trocando de canal, pois para viabilizar este encaixe os caras até trocaram Smallville de dia, jogando a tradicional série do canal para as quartas-feiras. O fato é que vai haver abrir uma concorrência direta com Flashforward (aqui), transmitido no mesmo horário pela AXN.
Eu particularmente estou bem interessado em V e devo começar a acompanhar á partir de amanhã. Uma amiga que está asssistindo este remake desde a estréia lá nos EUA (acho que já estão no quinto episódio) está gostando muito e recomenda. Para mim está claro que o padrão de qualidade dado a esta produção vai superar e muito a exibida nos anos 80. Quem sabe não é desta vez que arrumo um substituto para o meu vício em Lost, que está com as semanas contadas... Quem quiser saber sobre do que trata V, o post do Anselmo sobre a série ficou ótimo e dá uma visão muito boa (leia aqui).
É isso. Lembretes dados. Aproveitem
Sandro
SEDE DE SANGUE + V : Lembretes do Minerva Pop
Bom pessoal, o post de hoje é um retorno a dois assuntos abordados anteriormente aqui no blog pelo Anselmo. Vou procurar não ser repetitivo, já que o intuito é apenas atualizar e reforçar a informação inicial.
O primeiro assunto é cinema. Em 29 de julho do ano passado, o parceiro escreveu sobre o último filme de Park Chan-wook, diretor de Oldboy (post específico aqui). Na ocasião sob o título de “Vampiro Oriental – Thirst”, ele dava uma prévia sobre o novo trabalho deste talentoso diretor coreano (leia o post aqui). Pois bem, agora chegou a hora de conferir. O filme estreou no Brasil nesta última sexta feira com o nome de “Sede de Sangue”. Minha vontade era a ter ido assistí-lo sábado, mas não deu. Fica o lembrete e a dica que o filme deve ser demais, tanto pela qualidade do realizador quanto pelo aperitivo do trailer (abaixo). Para quem se interessar, é bom ter pressa porque a obra está disponível em poucas salas e não deve ficar em cartaz por muito tempo.
O outro assunto é TV. Em 26 de fevereiro deste ano, ele escreveu sobre o remake da série V, que estreou recentemente nos EUA e estava prevista para estrear por aqui em 07 de abril via Warner Channel. O lembrete é para informar que a data mudou para o dia 06 de abril (também conhecido como amanhã), no horário das 22:00 hs. A escolha pelo mesmo dia em que a AXN exibe o Lost e iniciando logo na sequencia (Lost termina as 22:00 horas), me parece uma forma de convidar os fãs da famosa ilha a continuar de frente a TV só trocando de canal, pois para viabilizar este encaixe os caras até trocaram Smallville de dia, jogando a tradicional série do canal para as quartas-feiras. O fato é que vai haver abrir uma concorrência direta com Flashforward (aqui), transmitido no mesmo horário pela AXN.
Eu particularmente estou bem interessado em V e devo começar a acompanhar á partir de amanhã. Uma amiga que está asssistindo este remake desde a estréia lá nos EUA (acho que já estão no quinto episódio) está gostando muito e recomenda. Para mim está claro que o padrão de qualidade dado a esta produção vai superar e muito a exibida nos anos 80. Quem sabe não é desta vez que arrumo um substituto para o meu vício em Lost, que está com as semanas contadas... Quem quiser saber sobre do que trata V, o post do Anselmo sobre a série ficou ótimo e dá uma visão muito boa (leia aqui).
É isso. Lembretes dados. Aproveitem
Sandro
O primeiro assunto é cinema. Em 29 de julho do ano passado, o parceiro escreveu sobre o último filme de Park Chan-wook, diretor de Oldboy (post específico aqui). Na ocasião sob o título de “Vampiro Oriental – Thirst”, ele dava uma prévia sobre o novo trabalho deste talentoso diretor coreano (leia o post aqui). Pois bem, agora chegou a hora de conferir. O filme estreou no Brasil nesta última sexta feira com o nome de “Sede de Sangue”. Minha vontade era a ter ido assistí-lo sábado, mas não deu. Fica o lembrete e a dica que o filme deve ser demais, tanto pela qualidade do realizador quanto pelo aperitivo do trailer (abaixo). Para quem se interessar, é bom ter pressa porque a obra está disponível em poucas salas e não deve ficar em cartaz por muito tempo.
O outro assunto é TV. Em 26 de fevereiro deste ano, ele escreveu sobre o remake da série V, que estreou recentemente nos EUA e estava prevista para estrear por aqui em 07 de abril via Warner Channel. O lembrete é para informar que a data mudou para o dia 06 de abril (também conhecido como amanhã), no horário das 22:00 hs. A escolha pelo mesmo dia em que a AXN exibe o Lost e iniciando logo na sequencia (Lost termina as 22:00 horas), me parece uma forma de convidar os fãs da famosa ilha a continuar de frente a TV só trocando de canal, pois para viabilizar este encaixe os caras até trocaram Smallville de dia, jogando a tradicional série do canal para as quartas-feiras. O fato é que vai haver abrir uma concorrência direta com Flashforward (aqui), transmitido no mesmo horário pela AXN.
Eu particularmente estou bem interessado em V e devo começar a acompanhar á partir de amanhã. Uma amiga que está asssistindo este remake desde a estréia lá nos EUA (acho que já estão no quinto episódio) está gostando muito e recomenda. Para mim está claro que o padrão de qualidade dado a esta produção vai superar e muito a exibida nos anos 80. Quem sabe não é desta vez que arrumo um substituto para o meu vício em Lost, que está com as semanas contadas... Quem quiser saber sobre do que trata V, o post do Anselmo sobre a série ficou ótimo e dá uma visão muito boa (leia aqui).
É isso. Lembretes dados. Aproveitem
Sandro
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010
V - Remake com Morena Baccarin
Gostaria de compartilhar com vocês a grata surpresa de saber que finalmente uma atriz brasileira vai trabalhar (de forma contundente) em uma minisérie americana, e não é participação especial não! Estou falando da carioca Morena Baccarin (31), filha da atriz Vera Setta e do jornalista Fernando Baccarin, que já fez participações em outras séries, como “Stargate SG-1”.Morena Baccarin será Anna, líder de uma raça alienígena que invade a terra. A série está prevista para estrear em 7 de abril pela Warner. Tem até uma vinda de Morena para ao Brasil para divulgação do trabalho.
Esse é um “remake” da série original que passou na Globo no início dos anos 80 e foi um tremendo sucesso na época. A história começa quando naves espaciais alienígenas chegam ao planeta Terra. Mas é em Nova York, no topo do prédio das Nações Unidas, que o líder extraterrestre se apresenta e explica que sua vinda a Terra é para uma missão pacífica, com intuito de colaborar com o desenvolvimento intelectual dos terráqueos. Mas é tudo uma grande mentira, a real intenção é dominar a Terra, pois seu planeta-natal está no fim. Um conflito tem início e os terráqueos que resistem a invasão se identificam com uma letra V (Visitors). Os alienígenas se “disfarçam” como humanos, mas na verdade são um tipo humanóide-réptil. (O segredo está nos olhos!)
Muitos fatos no seriado contribuíram para a “teoria da conspiração”, demonstrando similaridades entre aliens e os nazistas. Os pontos principais que "levaram" algumas pessoas chegarem a essa conclusão, são as roupas e uniformes militares, símbolo que lembra a “suastica”, o jeito como exploram e fazem experimentos com os humanos, a forma de conquista de poder.
O seriado na época foi bem legal e divertido, me lembro muito bem como o pessoal “adorava” o time da “resistência terráquea”. Vamos torcer para que essa nova versão seja tão boa quanto a de 20 anos atrás.
Seguem abaixo um "video" da série original de 1983 e um "trailer" da nova produzida pela Warner.
Anselmo
V - Remake com Morena Baccarin
Gostaria de compartilhar com vocês a grata surpresa de saber que finalmente uma atriz brasileira vai trabalhar (de forma contundente) em uma minisérie americana, e não é participação especial não! Estou falando da carioca Morena Baccarin (31), filha da atriz Vera Setta e do jornalista Fernando Baccarin, que já fez participações em outras séries, como “Stargate SG-1”.Morena Baccarin será Anna, líder de uma raça alienígena que invade a terra. A série está prevista para estrear em 7 de abril pela Warner. Tem até uma vinda de Morena para ao Brasil para divulgação do trabalho.
Esse é um “remake” da série original que passou na Globo no início dos anos 80 e foi um tremendo sucesso na época. A história começa quando naves espaciais alienígenas chegam ao planeta Terra. Mas é em Nova York, no topo do prédio das Nações Unidas, que o líder extraterrestre se apresenta e explica que sua vinda a Terra é para uma missão pacífica, com intuito de colaborar com o desenvolvimento intelectual dos terráqueos. Mas é tudo uma grande mentira, a real intenção é dominar a Terra, pois seu planeta-natal está no fim. Um conflito tem início e os terráqueos que resistem a invasão se identificam com uma letra V (Visitors). Os alienígenas se “disfarçam” como humanos, mas na verdade são um tipo humanóide-réptil. (O segredo está nos olhos!)
Muitos fatos no seriado contribuíram para a “teoria da conspiração”, demonstrando similaridades entre aliens e os nazistas. Os pontos principais que "levaram" algumas pessoas chegarem a essa conclusão, são as roupas e uniformes militares, símbolo que lembra a “suastica”, o jeito como exploram e fazem experimentos com os humanos, a forma de conquista de poder.
O seriado na época foi bem legal e divertido, me lembro muito bem como o pessoal “adorava” o time da “resistência terráquea”. Vamos torcer para que essa nova versão seja tão boa quanto a de 20 anos atrás.
Seguem abaixo um "video" da série original de 1983 e um "trailer" da nova produzida pela Warner.
Anselmo
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010
FLASHFORWARD - O SUCESSOR DE LOST?

Todos sabemos que em 2010 assistiremos a última temporada de Lost (post aqui e aqui). Eu e acredito que outras pessoas ao ficarem orfãs desta grande série poderão adotar alguma outra que tenha ao menos algo de parecido com o fantástico apelo misterioso de Lost.
Não tenho a menor expectativa de descobrir algo que chegue perto do fascínio que Lost traz, mas estou aberto a conhecer os candidatos.
Acho que ainda esta semana o Anselmo vai escrever sobre um deles, o seriado V. Hoje eu vou escrever sobre um que estreou aqui no Brasil ontem, no canal AXN, as 22:00. O nome da série é "Flashforward".
O história é a seguinte: Num dia aparentemente normal, um misterioso evento global faz todos os habitantes da terra simultaneamente desmaiarem e ficarem desacordados por exatos dois minutos e dezessete segundos. Este acontecimento faz com que muitas pessoas morram em acidentes com carros, aviões e em outros meios controlados por humanos. Aos poucos, descobre-se que não foi um simples desmaio, mas que durante este período, todas as pessoas tiveram uma visão de suas vidas seis meses no futuro. O FBI monta uma equipe para investigar a ocorrência e o agente Mark Benford está na linha de frente desta investigação.
Assisti a este primeiro episódio ontem e minha impressão foi boa. Achei bem interessante e me parece um tema que pode ser bem explorado.
Porém há um sério problema no desenrolar da trama lá nos EUA. Na estréia até que foi muito bem de audiência e a rede ABC ( a mesma que exibe Lost) apostava que esta seria a saga sucessora do seriado da ilha. Só que a audiência foi caindo, as críticas aumentando e após 10 episódios, eles interromperam a série, estipulando uma pausa de um mês. Também neste meio tempo , já houve três alterações no comando da produção e a duração da primeira temporada que estava prevista para 25 episódios mudou para 22. As exibições já retornaram, mas existe até um boato de que não haveria segunda temporada.
Enfim, é esperar para ver. De qualquer forma vou assistir aos próximos para formar uma opinião a respeito, mas sinto que não será "Flashforward" que me conquistará ao fim do meu vício atual...
Sandro
Não tenho a menor expectativa de descobrir algo que chegue perto do fascínio que Lost traz, mas estou aberto a conhecer os candidatos.
Acho que ainda esta semana o Anselmo vai escrever sobre um deles, o seriado V. Hoje eu vou escrever sobre um que estreou aqui no Brasil ontem, no canal AXN, as 22:00. O nome da série é "Flashforward".
O história é a seguinte: Num dia aparentemente normal, um misterioso evento global faz todos os habitantes da terra simultaneamente desmaiarem e ficarem desacordados por exatos dois minutos e dezessete segundos. Este acontecimento faz com que muitas pessoas morram em acidentes com carros, aviões e em outros meios controlados por humanos. Aos poucos, descobre-se que não foi um simples desmaio, mas que durante este período, todas as pessoas tiveram uma visão de suas vidas seis meses no futuro. O FBI monta uma equipe para investigar a ocorrência e o agente Mark Benford está na linha de frente desta investigação.
Assisti a este primeiro episódio ontem e minha impressão foi boa. Achei bem interessante e me parece um tema que pode ser bem explorado.
Porém há um sério problema no desenrolar da trama lá nos EUA. Na estréia até que foi muito bem de audiência e a rede ABC ( a mesma que exibe Lost) apostava que esta seria a saga sucessora do seriado da ilha. Só que a audiência foi caindo, as críticas aumentando e após 10 episódios, eles interromperam a série, estipulando uma pausa de um mês. Também neste meio tempo , já houve três alterações no comando da produção e a duração da primeira temporada que estava prevista para 25 episódios mudou para 22. As exibições já retornaram, mas existe até um boato de que não haveria segunda temporada.
Enfim, é esperar para ver. De qualquer forma vou assistir aos próximos para formar uma opinião a respeito, mas sinto que não será "Flashforward" que me conquistará ao fim do meu vício atual...
Sandro
FLASHFORWARD - O SUCESSOR DE LOST?

Todos sabemos que em 2010 assistiremos a última temporada de Lost (post aqui e aqui). Eu e acredito que outras pessoas ao ficarem orfãs desta grande série poderão adotar alguma outra que tenha ao menos algo de parecido com o fantástico apelo misterioso de Lost.
Não tenho a menor expectativa de descobrir algo que chegue perto do fascínio que Lost traz, mas estou aberto a conhecer os candidatos.
Acho que ainda esta semana o Anselmo vai escrever sobre um deles, o seriado V. Hoje eu vou escrever sobre um que estreou aqui no Brasil ontem, no canal AXN, as 22:00. O nome da série é "Flashforward".
O história é a seguinte: Num dia aparentemente normal, um misterioso evento global faz todos os habitantes da terra simultaneamente desmaiarem e ficarem desacordados por exatos dois minutos e dezessete segundos. Este acontecimento faz com que muitas pessoas morram em acidentes com carros, aviões e em outros meios controlados por humanos. Aos poucos, descobre-se que não foi um simples desmaio, mas que durante este período, todas as pessoas tiveram uma visão de suas vidas seis meses no futuro. O FBI monta uma equipe para investigar a ocorrência e o agente Mark Benford está na linha de frente desta investigação.
Assisti a este primeiro episódio ontem e minha impressão foi boa. Achei bem interessante e me parece um tema que pode ser bem explorado.
Porém há um sério problema no desenrolar da trama lá nos EUA. Na estréia até que foi muito bem de audiência e a rede ABC ( a mesma que exibe Lost) apostava que esta seria a saga sucessora do seriado da ilha. Só que a audiência foi caindo, as críticas aumentando e após 10 episódios, eles interromperam a série, estipulando uma pausa de um mês. Também neste meio tempo , já houve três alterações no comando da produção e a duração da primeira temporada que estava prevista para 25 episódios mudou para 22. As exibições já retornaram, mas existe até um boato de que não haveria segunda temporada.
Enfim, é esperar para ver. De qualquer forma vou assistir aos próximos para formar uma opinião a respeito, mas sinto que não será "Flashforward" que me conquistará ao fim do meu vício atual...
Sandro
Não tenho a menor expectativa de descobrir algo que chegue perto do fascínio que Lost traz, mas estou aberto a conhecer os candidatos.
Acho que ainda esta semana o Anselmo vai escrever sobre um deles, o seriado V. Hoje eu vou escrever sobre um que estreou aqui no Brasil ontem, no canal AXN, as 22:00. O nome da série é "Flashforward".
O história é a seguinte: Num dia aparentemente normal, um misterioso evento global faz todos os habitantes da terra simultaneamente desmaiarem e ficarem desacordados por exatos dois minutos e dezessete segundos. Este acontecimento faz com que muitas pessoas morram em acidentes com carros, aviões e em outros meios controlados por humanos. Aos poucos, descobre-se que não foi um simples desmaio, mas que durante este período, todas as pessoas tiveram uma visão de suas vidas seis meses no futuro. O FBI monta uma equipe para investigar a ocorrência e o agente Mark Benford está na linha de frente desta investigação.
Assisti a este primeiro episódio ontem e minha impressão foi boa. Achei bem interessante e me parece um tema que pode ser bem explorado.
Porém há um sério problema no desenrolar da trama lá nos EUA. Na estréia até que foi muito bem de audiência e a rede ABC ( a mesma que exibe Lost) apostava que esta seria a saga sucessora do seriado da ilha. Só que a audiência foi caindo, as críticas aumentando e após 10 episódios, eles interromperam a série, estipulando uma pausa de um mês. Também neste meio tempo , já houve três alterações no comando da produção e a duração da primeira temporada que estava prevista para 25 episódios mudou para 22. As exibições já retornaram, mas existe até um boato de que não haveria segunda temporada.
Enfim, é esperar para ver. De qualquer forma vou assistir aos próximos para formar uma opinião a respeito, mas sinto que não será "Flashforward" que me conquistará ao fim do meu vício atual...
Sandro
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010
LOST - SURPRESAS, PERGUNTAS, PALPITES

Bom, acho que todos acompanharam a estréia da sexta temporada do seriado Lost (mais aqui), seja hoje via AXN, seja baixando o episódio na internet durante a semana passada. Eu assisti hoje. Não preciso nem dizer que adorei. Abaixo, um resumo do que mais me causou impacto e algumas reflexões.
No programa que antecedeu a estréia, o rival de Jacob é chamado de "homem de preto".
Acho que a realidade que mostra o vôo é mais um daqueles flashbacks, representando 2004, afinal eles estão em 2007. Ou não?
Porém, se o vôo ocorre em 2004, como pode a ilha aparecer totalmente submersa nesta mesma cena?
Desmond aparece no vôo, porém ele não estava no original.
Desmond desaparece no vôo, sem maiores explicações. Estaria ele viajando no tempo?
Hugo aparece no avião e diz que tem muita sorte. Ele não estava numa onda de azar antes da queda original?
Shannon não estava no vôo com seu irmão.
Existe algum significado especial quando o Charlie diz a Jack: "Você deveria ter me deixado morrer"?
"Nada é irreversível", diz Jack ao Locke na chegada do vôo em LA. Esta frase não é marcante?
Juliet está viva!
Juliet estava viva, mas morreu...
Juliet quer contar alguma coisa importante ao Sawyer antes de morrer.
"Funcionou", diz Juliet através de Miles.
Jacob não desapareceu da série (apesar de estar morto).
Jacob quer salvar Sayid.
Jacob deixou um bilhete dizendo que Sayid não pode morrer. Este bilhete foi escrito faz bastante tempo. Existe algo de especial no Sayid?
Sayid morreu.
Sayid voltou a vida.
Eu acho que ao invés do Sayid ter voltado a vida, foi o Jacob que incorporou.
Será que Jacob não quis apenas usar Hurley para na verdade avisar aos caras do Templo que ele estava morto?
Onde estavam aqueles personagens que moram no Templo durante todo este tempo? E aquele japa, não é estranho?
A aeromoça do vôo faz parte desta nova versão dos Outros que moram no Templo e reconhece os caras do vôo 815.
A fumaça preta está de volta.
Na quinta temporada, foi o espírito do "homem de preto" que incorporou a filha do Ben e disse a ele para seguir as ordens do Locke (homem de preto)?
O que o "homem de preto" incorporado em Locke quis dizer para Ben com "Eu quero voltar para casa?"
A casa do "homem de preto" é o templo?
O "pó cinza" é uma espécie de antídoto contra o homem de preto? Me parece que a cabana ficava rodeada de um pó. Esta entidade estava presa lá?
O que o "homem de preto" incorporado em Locke quis dizer quando mencionou ao Richard Alpert que a última vez que o tinha visto, ele estava acorrrentado? Richard era um prisioneiro? Jacob o libertou?
Existe algum significado especial quando o "homem de preto" diz para todos na praia que está desapontado com eles? Ele já os conhecia? Por que ninguém atira nele?
Seria a luta do bem (Jacob) contra o mal (homem de preto)? Um diálogo entre os dois rivais na quinta temporada menciona sobre Jacob querer provar algo ao homem de preto. Entendi ser algo sobre o comportamento das pessoas.
E aí? Está fácil? Para quem pensou que esta última temporada seria uma sequência de revelações, o começo foi bem diferente...
Bem-vindos.
Sandro
LOST - SURPRESAS, PERGUNTAS, PALPITES

Bom, acho que todos acompanharam a estréia da sexta temporada do seriado Lost (mais aqui), seja hoje via AXN, seja baixando o episódio na internet durante a semana passada. Eu assisti hoje. Não preciso nem dizer que adorei. Abaixo, um resumo do que mais me causou impacto e algumas reflexões.
No programa que antecedeu a estréia, o rival de Jacob é chamado de "homem de preto".
Acho que a realidade que mostra o vôo é mais um daqueles flashbacks, representando 2004, afinal eles estão em 2007. Ou não?
Porém, se o vôo ocorre em 2004, como pode a ilha aparecer totalmente submersa nesta mesma cena?
Desmond aparece no vôo, porém ele não estava no original.
Desmond desaparece no vôo, sem maiores explicações. Estaria ele viajando no tempo?
Hugo aparece no avião e diz que tem muita sorte. Ele não estava numa onda de azar antes da queda original?
Shannon não estava no vôo com seu irmão.
Existe algum significado especial quando o Charlie diz a Jack: "Você deveria ter me deixado morrer"?
"Nada é irreversível", diz Jack ao Locke na chegada do vôo em LA. Esta frase não é marcante?
Juliet está viva!
Juliet estava viva, mas morreu...
Juliet quer contar alguma coisa importante ao Sawyer antes de morrer.
"Funcionou", diz Juliet através de Miles.
Jacob não desapareceu da série (apesar de estar morto).
Jacob quer salvar Sayid.
Jacob deixou um bilhete dizendo que Sayid não pode morrer. Este bilhete foi escrito faz bastante tempo. Existe algo de especial no Sayid?
Sayid morreu.
Sayid voltou a vida.
Eu acho que ao invés do Sayid ter voltado a vida, foi o Jacob que incorporou.
Será que Jacob não quis apenas usar Hurley para na verdade avisar aos caras do Templo que ele estava morto?
Onde estavam aqueles personagens que moram no Templo durante todo este tempo? E aquele japa, não é estranho?
A aeromoça do vôo faz parte desta nova versão dos Outros que moram no Templo e reconhece os caras do vôo 815.
A fumaça preta está de volta.
Na quinta temporada, foi o espírito do "homem de preto" que incorporou a filha do Ben e disse a ele para seguir as ordens do Locke (homem de preto)?
O que o "homem de preto" incorporado em Locke quis dizer para Ben com "Eu quero voltar para casa?"
A casa do "homem de preto" é o templo?
O "pó cinza" é uma espécie de antídoto contra o homem de preto? Me parece que a cabana ficava rodeada de um pó. Esta entidade estava presa lá?
O que o "homem de preto" incorporado em Locke quis dizer quando mencionou ao Richard Alpert que a última vez que o tinha visto, ele estava acorrrentado? Richard era um prisioneiro? Jacob o libertou?
Existe algum significado especial quando o "homem de preto" diz para todos na praia que está desapontado com eles? Ele já os conhecia? Por que ninguém atira nele?
Seria a luta do bem (Jacob) contra o mal (homem de preto)? Um diálogo entre os dois rivais na quinta temporada menciona sobre Jacob querer provar algo ao homem de preto. Entendi ser algo sobre o comportamento das pessoas.
E aí? Está fácil? Para quem pensou que esta última temporada seria uma sequência de revelações, o começo foi bem diferente...
Bem-vindos.
Sandro
quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
LOST

Creio que não exista nenhum leitor deste blog que nunca tenha ouvido falar do seriado Lost. O negócio é febre mundial e muito merecidamente por sinal. Eu particularmente acompanho a série desde o primeiro episódio exibido na AXN e sempre fui um fã fiel do seriado. De lá para cá, durante o período de transmissão, sou prisioneiro da TV toda segunda-feira as 9 da noite. Também tenho todos os DVDs e é sempre um prazer rever alguns episódios.
Mas a idéia deste post não é querem explicar as 5 temporadas já exibidas, nem especular sobre o monte de mistérios sem respostas que permeiam a obra. Quero apenas lembrar os desavisados que a estréia da sexta e última temporada será na próxima segunda, dia 02 de fevereiro nos EUA e para deleite dos fãs brasileiros dia 09 no Brasil. Ou seja, desta vez seremos presenteados com uma defasagem de apenas 1 semana, o que significa que dá para viver (dá mesmo?) sem precisar baixar os episódios na internet com legendas as vezes meia boca.
Quero também recomendar de forma veemente a série (não vale a versão da Globo que é horrorosa) a quem por algum motivo (sabe-se lá qual) não teve contato com a história. Vale muito a pena, mas tem contra-indicação. Vicia e é contagioso, pois você vai virar um chato que fica falando sobre a série com todos seus amigos. Só não tentem iniciar por esta sexta temporada, porque certamente a chance de entender alguma coisa é zero.
Como um exemplo da dimensão desta coisa, o calendário oficial da Casa Branca previa um discurso do Obama para a data de estréia da série. Questionado sobre esta possibilidade por uma repórter, o secretário de imprensa Robet Gibbs respondeu que o problema já estava resolvido e que o pronunciamento seria em outro dia, pois não seria justo atrapalhar milhões de pessoas que esperavam por alguma respostas.
Abaixo eu deixei alguns vídeos interessantes para quem é fã e para quem quer ter algum contato visual inicial.
Vídeo 1 - Ótimo e dá um resumo das 3 primeiras temporadas em apenas 8 minutos.
Vídeo 2 - Um resumo da quarta temporada em forma de clip.
Vídeo 3 - Traz um resumo mais abrangente. Foi uma preparação para a quinta temporada.
Vídeo 4 - Uma espécie de guia para iniciantes que a emissora ABC fez antes da estréia da sexta temporada. Este não está legendado.
Vídeo 5 - Uma compilação das chamadas da rede ABC para a sexta tempoarada.
Vídeo 6 - Originalmente criado pela televisão espanhola, um clip com música do Radiohead, mostra os principais personagens como se fossem peças de xadrez.
Sandro
LOST

Creio que não exista nenhum leitor deste blog que nunca tenha ouvido falar do seriado Lost. O negócio é febre mundial e muito merecidamente por sinal. Eu particularmente acompanho a série desde o primeiro episódio exibido na AXN e sempre fui um fã fiel do seriado. De lá para cá, durante o período de transmissão, sou prisioneiro da TV toda segunda-feira as 9 da noite. Também tenho todos os DVDs e é sempre um prazer rever alguns episódios.
Mas a idéia deste post não é querem explicar as 5 temporadas já exibidas, nem especular sobre o monte de mistérios sem respostas que permeiam a obra. Quero apenas lembrar os desavisados que a estréia da sexta e última temporada será na próxima segunda, dia 02 de fevereiro nos EUA e para deleite dos fãs brasileiros dia 09 no Brasil. Ou seja, desta vez seremos presenteados com uma defasagem de apenas 1 semana, o que significa que dá para viver (dá mesmo?) sem precisar baixar os episódios na internet com legendas as vezes meia boca.
Quero também recomendar de forma veemente a série (não vale a versão da Globo que é horrorosa) a quem por algum motivo (sabe-se lá qual) não teve contato com a história. Vale muito a pena, mas tem contra-indicação. Vicia e é contagioso, pois você vai virar um chato que fica falando sobre a série com todos seus amigos. Só não tentem iniciar por esta sexta temporada, porque certamente a chance de entender alguma coisa é zero.
Como um exemplo da dimensão desta coisa, o calendário oficial da Casa Branca previa um discurso do Obama para a data de estréia da série. Questionado sobre esta possibilidade por uma repórter, o secretário de imprensa Robet Gibbs respondeu que o problema já estava resolvido e que o pronunciamento seria em outro dia, pois não seria justo atrapalhar milhões de pessoas que esperavam por alguma respostas.
Abaixo eu deixei alguns vídeos interessantes para quem é fã e para quem quer ter algum contato visual inicial.
Vídeo 1 - Ótimo e dá um resumo das 3 primeiras temporadas em apenas 8 minutos.
Vídeo 2 - Um resumo da quarta temporada em forma de clip.
Vídeo 3 - Traz um resumo mais abrangente. Foi uma preparação para a quinta temporada.
Vídeo 4 - Uma espécie de guia para iniciantes que a emissora ABC fez antes da estréia da sexta temporada. Este não está legendado.
Vídeo 5 - Uma compilação das chamadas da rede ABC para a sexta tempoarada.
Vídeo 6 - Originalmente criado pela televisão espanhola, um clip com música do Radiohead, mostra os principais personagens como se fossem peças de xadrez.
Sandro
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