minervapop

sexta-feira, 31 de julho de 2009

PETE DOHERTY - De novo Não!!!!!!!!


Caramba moçada, voces viram que o Pete Doherty tá cogitando uma reunião com o Carl Barat para um possível novo disco e uma turne com os Libertines? Eu sinceramente , não me importo. Pra falar a verdade acho ele meio mala. Nem a produção Up the Bracket, de 2002, e The Libertines, de 2004 por Mick Jones fizeram eu mudar de idéia. E vamos ser honestos, fora do Clash o Mick Jones fez o que ? o BAD?
O pior é que se não for o Libertines, é o Babyshambles, e se não for isso podemos ter outro album solo do Pete Doherty. Acho que não temos escapatória.
Desculpem o desabafo, mas fico desolado quando tem tanta gente boa por aí sem oportunidade e o cara não para de passar na MTV.
Respeito quem gosta, mas essa é minha opinião, incisiva reconheço, mas precisava expressá-la.
Anselmo


WORSHIP MUSIC - ANTHRAX

Cara, uma coisa que sempre digo quando estou tomando uma cerveja com os amigos é que respeito muito as bandas de Heavy Metal, porque foram elas as precursoras do meu ingresso no mundo da música. Principalmente no período do New Wave of British Heavy Metal (NWOBHM). Nessa época acompanhávamos os lançamentos do Iron Maiden , Def Leppard, Motörhead, Saxon, Raven, Anvil, Venom, era foda! Mas quero deixar bem claro, isso foi até os meus 16 e 17 anos, depois comecei a me interessar por outros sons e tendências musicais. Naquela período surgiu o chamado BIG FOUR, que era um grupo de bandas composto por Metallica, Slayer, Megadeth e Anthrax (tem gente que coloca o Exodus, mas pra mim essa é uma banda de um disco só). Artistas que no decorrer da carreira, e até hoje,tentam evoluir e modernizar o som, pra desespero de muito Headbanger. Na minha humilde opinião, dessa leva toda, a banda que sempre agradou “gregos e troianos” foi o Anthrax. Originários de New York City, sempre tiveram relação com a cena Punk e Hardcore da cidade, o que contribuiu para conquistar o respeito de várias tribos e satisfazer vários gostos musicais. Como sempre, nunca vou atrás de informações “frescas”, não tenho nenhum interesse de ser o primeiro a divulgar. Gosto de comentar depois que todo mundo já deu palpite. Bom, a informação que tava “bombando “ nos últimos meses na Net sobre o Anthrax , era o lançamento do novo disco “Worship Music”. Com a participação de Scott Ian (guitarra) , Frankie Bello (Baixo) , Charlie Benante (Bateria), Rob Caggiano (Guitarra), e Dan Nelson (vocais).....Dan Nelson?????? Olha, na boa, não estou aqui para julgar a capacidade nem integridade de ninguém pelo nome, pois seria ignorância, mas vocalista de banda de rock com nome de Dan Nelson?????? Para já!!!!! Na mídia americana, o visual e nome contam mais até que o som. Querem exemplos? O DIO, vocês acham que ele se chama assim por que? O nome de batismo do cara é Ronald Padavona....fala sério....imaginem a notícia : “Black Sabbath anuncia novo vocalista,Ronald Padavona”. E o Freddie Mercury? Realiza o cara sendo anunciado pelo Brian May, durante um show, no Estádio dos Yankees, em New York: “nos vocais Farokh Bommi Bulsara”....os americanos são capazes de jogar uma bomba no palco. E o Tom Araya???? Já pensou aquele fã do Slayer até o osso, dizendo: “Vamos ouvir a musica nova composta por Tomás Enrique”. Meu, não funciona. Resultado, as vésperas de lançarem o disco novo, mandam o cara embora, e já tão cogitando chamar o John Bush de volta. Alias, o melhor vocalista que já passou pelo Anthrax , disparado. E no fim, quem leva a culpa é sempre o coitado do Frankie Bello. (Bello????, xiiiiii!!!!!)

Anselmo

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MATE-ME POR FAVOR

Hoje estava decidido a escrever sobre um livro, mas não sobre um lançamento, mas sim sobre um que funciona como um oráculo de pesquisa sobre a cultura pop. Procurei no armário, onde guardo meus exemplares, e me deparei com “Mate-me por Favor, (Please Kill Me)" , escrito por Legs McNeil e Gillian McCain.

Bom, para falar um pouco sobre os autores , Legs McNeil batizou o movimento de “punk” em 1975 , com a revista Punk Magazine. Também trabalhou na Revista Spin e na Nerve . Por sua vez, Gillian McCain era coordenadora de programação do Poetry Project na St. Mark´s Church. Foi autora de Tilt, uma coleção de poemas.

O nome do livro foi tirado de uma camiseta de Richard Hell (Television) , e o livro é composto de uma série de entrevistas e depoimentos de artistas como Lou Reed, Iggy Pop, Ramones, Patti Smith, Debbie Harry, Wayne Krammer, Jayne County, Mick Jones, dentre outros.

Basicamente são testemunhos condensados e diretos , que atingem o leitor como um choque elétrico inesperado, um escorregão, um susto que dá aquele frio no estomago. Muito dinâmico, voce pode testemunhar as loucuras e excessos de Iggy Pop, a Ironia ácida de Lou Reed, a irreverência e a tragédia dos New York Dolls. Além de ter um descrição de lugares onde ocorreram os primeiros shows de bandas e artistas, como o CBGB´s e o Max´s Kansas City.

Recentemente li um texto onde uma pessoa reclamava: “ O cara acha que pode ler Mate-me Por favor, e sair falando que sabe tudo da história do movimento Punk , da Blanc Generation, das raízes do Rock´n´Roll moderno, está enganado, é absurdo” . Bom, eu diria que realmente não se pode dizer que após ler o livro a pessoa é uma assumidade no assunto, mas que é um grande começo para quem quer saber onde esta pisando, sem dúvida nenhuma é.

O livro saiu numa edição dupla (vol.I e Vol.II) pela L&PM Pocket, com preço bem acessível.

Anselmo

quarta-feira, 29 de julho de 2009

THE FOUNTAIN - ECHO & THE BUNNYMEN

Não sei quanto a maioria de vocês, mas como todo adolescente dos anos 80, se tem uma banda que ajudou a “aprimorar” meu gosto musical foi sem dúvida Echo & the Bunnymen. Álbuns primorosos como “Crocodiles” (1980), "Heaven Up Here" (1981), “Ocean Rain” (1984) “Echo & the Bunnymen” (1987) marcaram uma época.
Devo confessar que, depois da morte do baterista Pete de Freitas, não gostei muito dos trabalhos lançados, porém a banda de Ian McCulloch tem uma nova chance de me convencer do contrário (que pretensão a minha, hahahaha).
A razão é simples, está previsto o lançamento do novo trabalho da banda,"The Fountain" (11º da carreira), que será produzido pelo escocês John McLaughlin e terá a participação de Chris Martin (Coldplay) em algumas canções.
O lançamento será em 12 outubro de 2009, que terá como aperitivo o single “Think I Need it Too" que chega na mídia antes, em 28 de setembro.
Além de “Think I Need It Too” , alguns dos títulos são , “The Idolness of Gods”, “Forgotten Fields”, “Proxy”, “Shroud of Turin”, “Life of a Thousand Crimes”, “The Fountain”.
É ver pra crer.

Anselmo

VAMPIRO ORIENTAL - THIRST

Depois que comentamos Oldboy pensei em pesquisar sobre o novo trabalho do diretor Chan-wook Park, e me deparei com Thirst .
Thirst é a história sobre de um padre que, acidentalmente, se torna um vampiro depois de um experimento médico mal sucedido. Tem drama, traição e um triangulo amoroso. Ganhador do “Jury Prize” no último festival de Cannes, tem estréia programada em 31 julho nos EUA, e 18 de setembro no Brasil.
Pelas informações obtidas até agora, não tem o mesmo impacto que Oldboy, mas tratando-se de Chan-wook Park não espere um filme convencional de vampiros, com certeza é algo muito além.
Essa é somente uma chamada, assim que tivermos acesso ao filme , comentamos com mais detalhes com certeza.

Anselmo


terça-feira, 28 de julho de 2009

O NEVOEIRO


Como eu disse no post sobre o Stephen King, existe uma série de filmes adaptados de suas obras. Tem filme que é obra-prima, tem filme que é ótimo, tem filme que é bom e tem filme que é ruim.
Na categoria dos ótimos estão os dirigidos pelo cineasta francês Frank Darabont. O cara tem a manha de adaptar histórias do Stephen King.

Em 1994 ele filmou “Um Sonho de Liberdade” com Tim Robbins e Morgan Freeman e em 1999 “A Espera de um Milagre” com Tom Hanks. Ambos dispensam comentários. Se você não viu,
tem que ver. Não são os melhores filmes já feitos, mas são obrigatórios.

O post de hoje é sobre o último filme de Darabont filmado em 2007, lançado nos cinemas aqui no Brasil em 2008 e disponível em DVD a partir deste ano. Chama-se "O Nevoeiro" e também é uma adaptação de Stephen King.

O filme é baseado no conto de mesmo nome publicado no livro Tripulação de Esqueletos. Como fã, considero King um escritor muito melhor quando escreve romances/novelas do que quando escreve contos. Mas este O Nevoeiro é o melhor de sua carreira (talvez porque seja um conto com 134 páginas, rsrsrs)

Trata-se da história de um artista que mora numa casa de campo na cidade de Maine (sempre ela) com a mulher e o filho pequeno. Certo dia, após uma pesada tempestade na noite anterior ter causado vários danos materiais nas redondezas (sua casa incluída) ele sai para ir ao supermercado com o filho comprar algumas coisas para a casa. Insiste para que sua mulher os acompanhe, mas ela prefere ficar.

Já no caminho ao mercado, ele percebe uma densa névoa na região. Acha meio anormal, mas pensa que é por causa do tempo. Com eles dentro do mercado, ruídos estranhos são ouvidos lá fora enquanto o nevoeiro toma conta de vez das ruas. Pessoas saem do meio desta névoa tentando desesperadamente entrar no mercado, sendo que algumas conseguem, outras não, pois são arrastadas não se sabe pelo que.

A partir deste momento todos no mercado passam a se tornar reféns da situação, já que cada pessoa que tenta sair é atacada pelo que está no meio do nevoeiro. A tensão aumenta a cada hora que eles ficam lá dentro e devido a forte pressão psicológica imposta a todos, diferentes reações vão ocorrendo e a incapacidade de uma convivência harmoniosa fica latente. Chega-se ao ponto de algumas pessoas lá dentro se tornarem tão ameaçadoras quanto o que está lá fora.

O resto, só assistindo. O que posso dizer mais é que Frank Darabont mudou o final da história, que passou de um original sem muita esperança (apesar desta ser a última palavra do conto) para um que mexe com nossos sentimentos e inevitavelmente nos faz refletir e pensar que devemos acreditar sempre e nunca perder a esperança.

Abaixo o trailer. Pode parecer um simples filme de terror, mas é muito mais que isso. Assistam, vale a pena.


Sandro

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segunda-feira, 27 de julho de 2009

IAN BROWN - PAGANDO PAU


O site da NME e uma série de outros na internet estão anunciando o lançamento do novo disco do Ian Brown, antigo vocalista da boa banda dos anos 80, Stone Roses.
O álbum tem o título de “My Way” e será lançado dia 28 de setembro. Podia ser mais um disco dos “cara-de-malvado” de Manchester, porém o grande ponto dessa história é que Brown revelou que o disco foi idealizado antes da morte de Michael Jackson - e o último dia de expediente calhou de cair em 25 de junho, no dia em que o astro pop faleceu.
Estão noticiando também que o disco Thriller (1982) foi inspiração, uma guia para esse novo trabalho. Bom até aí, Brown já havia gravado covers de “Billie Jean” e “Thriller” anteriormente.
Agora a discussão é que, para alguns, o cara ta querendo pegar carona no sucesso do MJ, mas para outros não é bem assim, ....blá,blá,blá.
Eu acho o seguinte, “Business is Business”, se sou dono de gravadora, do jeito que o mercado musical/direitos autorais está em fase de extinção, não perderia uma coincidência como essa, explorava na mídia com certeza. Pra mim nada é por acaso, nem esses linhas que escrevo. E sinceramente eu não vejo nada de errado nisso. E você?
O importante, é que se esse trabalho do Ian Brown (sexto de sua carreiro solo) seguir a qualidade dos anteriores, vai ser muito bom. A propósito, o novo single tem o título de “Stellify”.

Anselmo


Billie Jean

Thriller

ICHI - THE KILLER (se tem estomago fraco, passe longe desse filme)

Há algum tempo atrás estava conversando com um amigo sobre a cultura pop oriental, e sua influencia na ocidental. Podemos citar a contribuição dos “Sete Samurais” (1954) do cineasta Akira Kurosawa para o filme “Os Sete Magníficos” (1960) do diretor americano John Sturghes. Temos num passado mais recente, os argumentos e referencias utilizadas em Kill Bill por Tarantino. E também no simples e crescente consumo de Sushi e Sashimi por todos nós.

Nessa conversa ele me perguntou: “- Você conhece Takashi Miike?” Eu respondi que não, que iria procurar.
Takashi Miike (24 agosto 1960 - japão) trabalhou , desde 1991, em mais de sessenta filmes . Em 1999 começou a chamar a atenção mundial com Audition. Mas o que assisti e achei absurdamente sangrento, emocionante, bizarro, até cômico em alguns momentos é “Ichi – The Killer”(2001). Baseado no Mangá de Hideo Yamamoto.

Sinopse: No Japão, Anjo, um chefe da máfia japonesa, desaparece com três milhões de yens. Membros de sua gangue , liderados pelo doentio Kakihara (interpretado pelo bom ator Tadanobu Asano) iniciam uma busca, porém a selvageria de seus métodos sangrentos não são bem vistos por membros da Yakuza. Kakihara , acredita que Anjo tenha sido sequestrado ou assassinado por rivais. Ao presenciar uma das torturas de Kakihara, Jiji, ex-policia envolvido com a Yakuza, resolve contratar Ichi, um exímio e problemático assassino, para dar fim aos planos de Kakihara.

Ichi – The Killer não é um filme fácil. Pesado, forte, violento ao extremo (violencia em todas suas formas) , mas que apesar de tudo, demonstra toda a força de seu idealizador.

Anselmo


domingo, 26 de julho de 2009

STEPHEN KING

Certamente eu citarei Stephen King com frequência aqui neste blog. Não só quando for escrever sobre algum livro seu, mas também quando for falar sobre os vários filmes baseados em sua obra, sem contar ainda sobre séries e músicas inspiradas também no que ele escreveu.

Então decidi fazer um post introdutório sobre minha relação com o homem conhecido como mestre do horror. Stephen King é um escritor americano que publicou seu primeiro livro chamado "Carrie" (filmado depois por Brian de Palma) em 1974. No início dos anos 80 ele já era um sucesso e nos anos seguintes tornou-se um best seller absoluto não só nos EUA como em vários outros países. Hoje tem mais de 40 livros publicados.

Por ser muito popular e ser um escritor de terror e ficção, King nunca teve muita moral com a crítica literária. Muitos o consideram um escritor menor, o que na minha opinião é um erro, pois acho que ele tem alguns livros realmente muito bons, que transcedem o rótulo de horror.

Mas o que eu queria mesmo falar sobre o Stephen King é bem pessoal. Eu tenho uma dívida de gratidão com o cara. Influenciado por bandas de rock que citavam King em várias entrevistas, decidi comprar um livro seu numa banca de jornal. O livro era "O Iluminado" publicado numa edição especial pela editora Nova Cultural. Eu tinha 13 anos. Li e aquilo mudou minha vida. Descobri o prazer da leitura e assim que terminei já emendei com "A Hora do Vampiro". Depois disso passei os próximos anos da minha adolescência lendo Stephen KIng.

De lá para cá, tornei-me um leitor compulsivo de livros e fui abrindo cada vez mais a mente para outros escritores e gêneros. Para mim, Stephen King foi o responsável por eu ter conhecido posteriormente obras primas escritas por Dostoiévski, Jane Austen, Cervantes, Orwel, Conrad, Kafka, Saramago e outros.

É isso. Obrigado Stephen King. Agora a relação dos meus 10 favoritos:
Carrie (1974), A Hora do Vampiro (1975), O Iluminado (1977), A Zona Morta (1979), Quatro estações (1982), O Cemitério (1983), Christine (1983), Angústia (1987), Trocas Macabras (1991) e Desespero (1996).

Para finalizar, abaixo deixei o Vídeo de Pet Sematary com minha banda predileta, Os Ramones. Esta música é baseada no livro o Cemitério e fez parte da trilha sonora do filme Cemitério Maldito (baseada na mesma obra). King sempre foi fã dos Ramones, citando-os em vários livros.


Sandro



sexta-feira, 24 de julho de 2009

A VOLTA (?) DO BLUR

Já estava planejando faz tempo escrever sobre a volta da fantástica banda inglesa Blur. Eles se reuniram com a formação clássica, colocando novamente lado a lado o vocalista Damon Albarn (também "dono" do Gorillaz para quem não sabe) e o guitarista Graham Coxon. Foram sete anos separados.

Eles fizeram uns dois shows pequenos de aquecimento e depois tocaram em dois festivais (Hyde Park e Glastonbury). Toda imprenssa inglesa adorou as apresentações e a volta do Blur foi assunto mais quente do verão europeu. A partir daí esperava-se que fosse anunciada oficialmente a retomada das atividades da banda, com a continuidade da turnê e quem sabe gravação de disco novo.

Pois bem, agora a pouco, navegando na internet, no site da agência de notícias EFE, li uma matéria em que o Damon Albarn diz o seguinte:

"Acho que é ótimo o que fizemos e não quero arruiná-lo. Não posso voltar a fazê-lo, porque o cinismo voltará. Com as turnês, voltará a repetição e eu sempre preciso fazer coisas novas. O que queria fazer era nos curar até o ponto que sei que posso ligar para Graham no futuro e tudo estará bem. Isso é tudo o que queria fazer, e fizemos, definitivamente."

Segundo o site, esta declaração faz parte de uma entrevista que o cara deu para a revista "Q". Ele ainda diz que fazer novas apresentações após a do festival, o qual descreve como um dos pontos altos de sua carreira, faria ressurgir velhos problemas.

Esta notícia é um balde de água fria. Eu que adoro a banda, já estava empolgado imaginando que logo teríamos coisas novas dos caras e quem sabe voltaríamos a recebê-los aqui no Brasil (o show em 1999 foi lindo). Na minha opinião o ego dos caras não deixa eles perceberem que juntos fazem canções maravilhosas.

Abaixo um vídeo gravado num destes shows em 2009. A música é o hit "Girls and Boys".


Sandro

MAR DE GENTE - O PÚBLICO QUE UMA BANDA ESPERA

Eu já vi muitos shows ao vivo. Já vi muitos vídeos de shows também, é claro. Mas tem um vídeo em especial que me impressiona.

Eu piro num gravado no festival Glastonbury em 1999. É com a banda americana Fun Lovin' Criminals tocando o hit "Scooby Snacks" (grande música).

As ondas humanas formadas quando a galera pula durante a música é de arrepiar. Parece uma coreografia com a batida contagiante do som. Dá para perceber os caras se olhando e ficando meio pasmos com a reação do público.

Só não devia estar fácil ficar ali no meio.

Dá uma sacada.


Sandro
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quinta-feira, 23 de julho de 2009

TARANTINO APROVOU - OLD BOY



Aeh galera do Blog, tô na Bahia mas não poderia deixar de postar alguma tema.

Como todos podem perceber, estamos cada vez mais focados em cinema e literatura, por isso vou comentar sobre uma , não tão nova, revelação do cinema coreano, o diretor Chan-wook Park. Dentre seus trabalhos está a “trilogia da vingança” , que teve início com Mr. Vingança (2002) , Oldboy (2004) e terminado com Lady Vingança (2005). Pra mim, a porrada é Oldboy.

O filme é baseado numa antiga história em quadrinhos japonesa, de Minegishi Nobuaki e Tsuchiya Garon, e traz um excelente ator no papel central (Choi Min- Sik).

Resumindo, um cara é pego depois de uma noite de bebedeira e preso num quarto durante 15 anos. Depois desse período ele é libertado e a busca frenética por vingança tem início. Nada é previsível e cada minuto da película guarda uma surpresa, com um final fudidamente surpreendente. É ver pra crer!

Ah! O Tarantino é admirador do trabalho do cara.

Anselmo

DEPECHE MODE NO BRASIL 2 - O CANCELAMENTO

Juro que não fui eu que chamei a "zica".

Lá no post em que eu escrevi sobre a vinda da banda, eu havia comentado sobre alguns shows cancelados por conta da doença do Dave Gahan. Aí eu emendei com a seguinte opinião (não era informação): "Se a banda ficasse muito tempo parada, corria-se o risco da parte sul-americana da tour dançar".

O que aconteceu é que agora em julho, num show em Bilbao, o cara teve uma contusão muscular na perna e mais alguns shows que viriam na sequencia também foram cancelados.

O que aconteceu? Por uma questão de logística, os caras alteraram a agenda dos próximos shows e acabou sobrando para o Brasil. É oficial. Ontem foi publicada a seguinte nota no site da banda:
"Due to the logistics of the recently rescheduled European dates, Depeche Mode regret that the shows scheduled for Rio de Janeiro, Brazil and Sao Paulo, Brazil will not be taking place.
Depeche Mode wishes to sincerely apologize to their Brazilian fans for this news".

Simples assim.

Por enquanto o resto dos shows agendados para a América do Sul ainda estão de pé. Em outubro eles devem passar por: Colômbia (dia 10), Peru (dia 13), Chile (dia 15) e Argentina (dia 17).

Só de raiva vou deixar a música "Enjoy the Silence" numa versão remixada pelo Mike Shinoda do Linkin Park. A música é ótima, mas na boa, na minha opinião este remix ficou matador e melhor que a original. Obrigatório em qualquer pista de dança.


PS: Antes que eu esqueça, quem leu os comentários do post original sobre o show já ficou sabendo da notícia do cancelamento hoje cedo. Cortesia do camarada Ivan que colocou a informação lá.


Sandro


Enjoy the Silence(Mike Shinoda remix)

DILBERT


Está tarde. Estava escrevendo sobre "o Nevoeiro", mas deixa para amanhã. Fecho o dia com uma tira em quadrinhos do sensacional personagem Dilbert. Dê um toque em cima da figura que ela abre na tela num formato maior.

Vou falar mais sobre ele no futuro. Na mesma linha tem a série de TV "The Office", que também abordarei em breve.

Sandro

CANSADO? NERVOSO? MÚSICA PARA RELAXAR

Relaxar ouvindo música nem sempre é fácil. Cada um tem seu estilo preferido para as horas de paz e tranquilidade. Baladas de rock, soul music, jazz, música erudita, ópera, Enya (argh!),etc.

Não sei se vocês concordam mas tem certos tipos de música que ao invés de acalmar dão nos nervos. Hoje, aproveitando a deixa do último post, onde escrevi sobre um livro ambientado na Escócia e escrito por um escocês, quero dar uma dica de relaxamento através da música.

E música da melhor qualidade. Falo da banda escocesa Belle and Sebastian. A formação do grupo varia de 7 a 10 pessoas, com instrumentos que fogem da tradição guitarra, baixo e bateria. Tem violino, teclado, piano, cello, trompete. E o resultado é fantástico.

Esta excelente banda cai como uma luva para mim quando quero descansar a cabeça. É terapia pura. Músicas simples e belas, daquela de acompanhar lentamente com a cabeça ou pés e de forma tranquila esquecer do resto do mundo. Para mim, funcionam como canções de ninar.

Vou deixar aqui as músicas "Expectations" e "We Rule the School" ambas do primeiro disco da banda lançado em 1996 chamado Tigermilk. Não sei se este ainda está em catálogo, mas a gravadora Trama tem uma série de discos deles lançados aqui no Brasil.

Quem conhece, curte aí, quem não conhece tenta que vale a pena.


Sandro

We Rule The School

Expectations

terça-feira, 21 de julho de 2009

IRVINE WELSH - AS REVELAÇÕES PICANTES DOS GRANDES CHEFS


Sempre tive vontade de ler Irvine Welsh. Na verdade, para mim era quase como se eu tivesse a obrigação de ler ao menos um livro deste cultuado escritor, que iniciou a carreira logo de cara com um clássico dos anos 90, Trainspotting (só vi o filme).

Assim como Nick Hornby (vou falar muito dele ainda neste blog) o cara é praticamente uma referência quando se pensa na chamada literatura pop. São livros que trazem como característica narrativa dramas essencialmente urbanos, com uma linguagem muito atual e antenada aos dias de hoje.

Pois bem. Ontem eu terminei de ler "As Revelações Picantes dos Grandes Chefs". Tenho que admitir que o título não atrai muito e que eu comprei o livro mais pela "dívida" citada acima. Mas o negócio é bom! Muito bom!

Apesar do nome do livro sugerir uma trama baseada na gastronomia, o que temos é a deliciosa história de um inspetor sanitário chamado Danny Skinner cuja vida é regada a visitas diárias de bar em bar na cidade de Edimburgo com muita bebida e drogas. O cara ainda é briguento e tem uma sorte imensa com as mulheres. Este estilo está nitidamente atrapalhando Danny em sua vida profissional e amorosa. Para completar ele entra na encanação de descobrir quem era seu pai, fato escondido a sete chaves por sua mãe (uma ex-punk), enquanto cai sua ficha de que ele realmente se tornou um alcólotra.

Como antagonista nesta trama, está o introvertido Kibby, rapaz que aos 21 anos ainda é virgem e tem como principais baladas congressos de Star Trek, passeios na montanha e brincar com sua ferrovia em miniatura. É o típico "criado com os avós" com se diria aqui no Brasil. Tem ainda o fato dele perder seu pai doente logo no início da história.

O bicho começa a pegar quando Kibby entra para trabalhar na mesma repartição de Skinner, que sem uma explicação lógica começa a detestar o garoto. Porém este sentimento de repulsa passa para o ódio completo quando os dois passam a disputar uma vaga de chefe do departamento. Numa noite de bebedeira, sem perceber, só com o poder de seus pensamentos negativos, Skinner lança um feitiço em Kibby.

O próprio Skinner demora para atentar que isso aconteceu, mas o que ocorre é que a partir de então, o pobre garoto que nunca havia bebido, passa a sentir todos os efeitos colaterais das pesadas baladas de Skinner.

Quando o cara percebe isso, se vê indestrutível e aí é que ele enfia o pé na jaca mesmo. Dá-se uma sequencia de experiências abusivas com alcool, drogas e sexo. A vida de Kibby começa a ser destruida.

Muito tempo depois, Kibby saca isso e aí o desfecho é sensacional.

E o nome do livro? Onde entra? É apenas um pano de fundo na procura de Skinner por seu pai, além do fato de que grande parte das situações do livro ocorrem em restaurantes ou bares (muitos bares).

Enfim, é um livro saboroso, fácil de ler, sem a necessidade de muita concentração e que pode ter suas 427 páginas degustadas num curto espaço de tempo. Recomendo.

Sandro

PEARL JAM - MÚSICA NOVA

É isso aí meus amigos. Aqui há sempre a mescla de velharias com novidades. Mas hoje a novidade é bem nova mesmo.

Começou a tocar ontem (eu disse ontem) nos EUA a música The Fixer, primeiro single do disco novo do Pearl Jam que será lançado em 20 de setembro com o nome de Backspacer. E como nosso blog está sempre antenado com as novidades, já deixei a música aqui para vocês.

Ouçam e tirem suas conclusões.


Sandro

The Fixer

segunda-feira, 20 de julho de 2009

OS MELHORES FILMES NOVOS



No mês de Julho foi lançado, pela editora Contexto, o livro Os Melhores Filmes Novos (290 filmes comentados), de Luciano Ramos. O Livro é um bom guia para quem gosta de cinema e quer ter uma lista para checar alguns bons filmes lançados recentemente.
O autor comenta sobre Blockbusters e Produções independentes. Aqui o leitor encontrará a seleção de filmes disponíveis em locadoras, divididos nas categorias: Aventura, brasileiros, comédia, documentário, drama, fantasia, história e infantil. Cada filme recebe uma ficha técnica, uma análise curta e clara e uma foto.
Luciano Ramos trabalhou no Jornal da Tarde, na Folha de São Paulo, TV Cultura, Rede Globo e TV Bandeirantes , sempre em temas de Cinema,Cultura e Dramaturgia. Atualmente ensina nos cursos de pós-graduação em Jornalismo Cultural e Crítica de Cinema na Fundação Armando Álvares Penteado.

Anselmo

domingo, 19 de julho de 2009

JOÃO RUBINATO

Como muitos de vocês já devem ter percebido, a MPB não é o ponto forte do nosso BLOG. Porém, a opinião e os assuntos abordados pelos amigos que nos prestigiam, entrando no Blog e deixando suas mensagens, é sim nosso objetivo maior e nossa satisfação. A exemplo do meu querido amigo Leonardo, grande músico e violonista, que pediu para escrever sobre Samba. Quero deixar claro, Samba de Raiz, de qualidade, legítimo produto nacional.
Porém, confesso que não sou especialista no assunto, mas para atender o pedido do meu prezado amigo, vou comentar sobre um artista paulistano, que dentre outras coisas, foi um excelente sambista: Adoniran Barbosa.

Adoniran Barbosa, nome artístico de João Rubinato, (Valinhos, 06 de agosto de 1910 — São Paulo, 23 de novembro de 1982) foi um compositor, cantor,humorista e ator brasileiro. Rubinato representava em programas de rádio diversos personagens, entre os quais, Adoniran Barbosa, o qual acabou por se confundir com seu criador, dada a sua popularidade frente aos demais.

Adoniran é filho de imigrantes italianos, começou a trabalhar desde cedo para ajudar a família (seu primeiro trabalho foi de entregador de marmita), e por ter origem humilde batalhou demais buscando uma chance em programas de rádio, onde trabalhou como cantor e ator. No decorrer de sua carreira foi acompanhado pelo grupo Demônios da Garoa (em atividade até hoje).
Adoniran Barbosa morre em 1982, aos 72 anos de idade.

Adoniran foi, em minha opinião, o maior expoente do Samba Paulista de todos os tempos, abrindo caminho para toda uma geração. Principais Composições: Saudosa maloca,Samba do Arnesto, As mariposas, Iracema, Bom-dia tristeza, Tiro ao Álvaro,Trem das onze.
Anselmo

DEPECHE MODE NO BRASIL

Bom, a esta altura do campeonato todo mundo já sabe que o Depeche Mode tocará no Brasil em 2009. O boato já corria desde o início do ano e poucas semanas atrás deu-se a confirmação via o site oficial da banda.


Serão duas datas no mês de outubro. Dia 22 no Rio deJaneiro (Citibank Hall) e dia 24, um sabadão, em São Paulo (Arena Anhembi). Os ingressos começarão a ser vendidos no próximo 14 de agosto. Assim que eu ficar sabendo dos preços eu divulgo aqui no blog.


Para quem estava esperando este show e dava com o certa a apresentação, esta confirmação via site oficial é muito importante, visto que recentemente a banda cancelou / adiou uma série de shows na Europa devido a problemas de saúde com o vocalista Dave Gahan.


Em maio, Gahan, de 47 anos, teve uma crise no meio da turnê e teve que ser hospitalizado as pressas. Durante esta internação, foi constatado pelos médicos que Dave Gahan estava com um tumor maligno na bexiga. Fizeram uma cirurgia para a remoção deste tumor e parece que tudo correu bem e o cara já se recuperou. A banda retornou com a agenda de shows no mês de junho.


Se a banda ficasse muito tempo parada, corria-se o risco da parte sul-americana da tour dançar.


Esta turnê é para promover o mais recente disco da banda chamado Sounds of the Universe. Disco bom diga-se de passagem. Deixei aqui o clip de uma música deste album chamada Wrong.


Um ótimo vídeo para uma ótima música. Até o show vai ter muito mais de Depeche Mode aqui no blog.


Sandro


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CAT POWER EM SP



Foi ontem. A cantora e compositora norte-americana Chan Marshall de nome artístico Cat Power se apresentou ontem a noite no Via Funchal.

Eu particularmente não sou um fã ardoroso, acho bem legal o trabalho dela, mas não cai bem em todas as horas. Mesmo assim queria ter ido ao show, mas acabou não rolando.

Pelo que li na internet (os grandes portais deram destaque de primeira página) foi um bom show, dentro do que se esperava, ou seja, não decepcionou mas também não surpeendeu.

Para quem não conhece o som, eu recomendo. Apesar de se considerada uma musa indie, grande parte do seu repertório é composto de músicas mais introspectivas com bastante uso do piano nas canções. Ela também gosta muito de covers e as faz transformando por completo a música original, fazendo uma releitura mesmo.

Abaixo deixei as músicas The Greatest do disco com o mesmo nome lançado em 2008 (no show de ontem foi o que mais teve músicas tocadas) e Sea of Love com exemplo de um cover com outra leitura.

Sandro

The Greatest

Sea of Love

sábado, 18 de julho de 2009

TAKEN (Busca Implacável)



Devo confessar que não me interesso por filmes de ação “hollywoodianos”, porém já á algum tempo venho ensaiando para assistir TAKEN (Busca Implacável) com LIAM NEESON e roteiro de LUC BESSON.
O grande motivo é conferir o resultado da química de Liam Neeson, um ator o qual acompanho os trabalhos há bastante tempo (A Lista de Schlinder, Batman Begins, Rob Roy) junto com a produção e o roteiro de Luc Besson (considerando um dos grandes nomes do cinema francês) que só por ter lançado Milla Jovovich no cinema já merece meu agradecimento eterno. A direção fica a cargo do também francês Pierre Morel.
No filme, Liam Neeson (Bryan Mills) tem que resgatar a filha de 17 anos, Kim (Maggie Grace, da série "Lost") de traficantes de mulheres albaneses em Paris. O filme é um suspense de ação interessante, e emocionante. Ok, tem alguns clichês como Albaneses sem coração, franceses frios e corruptos, árabes maldosos, ex-agentes da CIA implacáveis e infalíveis, mas o toque dramático da busca da filha pelo pai é bem legal, vale a pena conferir.
O sucesso de bilheteria nos cinemas americanos foi tão bom e inesperado que um inevitável “Part 2” está a caminho. É ver pra crer.
Ano de produção: 2008
Direção: Pierre Morel
Roteiro: Luc Besson,Robert Mark Kamen
Elenco: Maggie Grace, Xander Berkeley (Stuart), Famke Janssen, Liam Neeson, Katie Cassidy (Amanda), Jon Gries (Casey)

Anselmo

quarta-feira, 15 de julho de 2009

ERA UMA VEZ NA AMÉRICA

Num post anterior eu escrevi sobre listas. E lá eu citei sobre a quase obrigatoriedade de ao fazer uma lista com os melhores filmes de todos os tempos, colocar Cidadão Kane no topo.

É um filme maravilhoso, claro. Totalmente inovador para a época e marco absoluto da história do cinema.Mas como eu disse naquele mesmo post minhas listas serão sempre pautadas pela preferência pessoal, sem se importar se é o melhor para o resto do mundo ou não.

Pois bem. Vou falar sobre meu filme preferido. Era Uma Vez na América, do cinesta italiano Sergio Leone. Diretor que diga-se de passagem não está entre os meus favoritos. Teve a filmografia marcada por épicos (no início) e ótimos westerns, sendo o criador do gênero "spaguetti-western", que era o típico filme de bang bang ambientado na Italia e melhor que os americanos.

O fato é que em 1984, em seu último filme, Leone fez uma obra prima. Rodado nos EUA, com dinheiro de Hollywood, foi originalmente concebido para ter quase quatro horas de duração e consumiu cerca de trinta milhões de dólares (um mega orçamento para a época).

Os produtores acharam que por ser muito longo, o filme não teria uma boa bilheteria e decidiram editá-lo para duas horas e vinte minutos. Não adiantou, o fime foi mesmo um fracasso de bilheteria e crítica. Como a versão dos produtores não havia dado certo, Leone conseguiu lançar o filme na Europa com a versão original e aí para surpresa dos financiadores, o resultado foi totamente o oposto. Boa bilheteria e elogios da crítica. Posteriormente, o filme voltou aos EUA nesta versão longa e apagou a má impressão inicial.

Mas do que fala este filme? Basicamente é um filme de gangster. Conta 50 anos de um grupo de judeus criminosos que formou-se ainda quando eram crianças nas ruas da periferia de Nova Iorque. É narrado em três fases distintas, mostrando a adolescência, a vida adulta e a velhice dos personagens principais, porém não em ordem cronologica, sob a perspectiva de Noodles em sua velhice.

Robert de Niro como Noodles e James Woods como Max têm atuações extraordinarias. Mas o fato é que os personagens é que são fantásticos. Apesar de criminosos, o laço de amizade construido pela gangue é de tal cumplicidade que quem assiste sente-se impelido a torcer para que tudo dê certo para eles.

Mas os anos passam, as coisa mudam, o dinheiro atrapalha e o amor também. Há, o amor. Nesta história de gangster, ele está sempre lá e Noodles com seu jeito tosco consegue estragar as oportunidades que lhe aparecem.

No fim, na cena em que eles se reencontram, confesso que não consigo conter as lagrimas. Apesar de já ter assistido ao filme muitas vezes, é uma cena que emociona sempre.

Não dá para contar muito mais sem estragar a beleza de descobrir o filme, para quem não conhece. Recomendo. Não tenham medo pela duração. Vale a pena!

Abaixo eu deixei um vídeo com algumas cenas do filme e a música feita por Ennio Morricone, que aliás compôs uma trilha absurdamente boa. Triste e bela.


Sandro

video

SONIC YOUTH - DISCO NOVO




Como de costume, não comento álbuns logo quando são lançados, somente depois que os escuto. E não poderia ser diferente com o grande Sonic Youth, que com quase três décadas de estrada lançam seu 16º álbum, The Eternal.
Também não vou comentar cada música, cada um que as ouça e tire suas próprias conclusões. Pra mim música tem a ver com o “estado de espírito” de cada um. O que pode ser em um dia maravilhoso, pode ser um porre no outro.
O álbum The Eternal marca a volta do SY pra uma gravadora independente, a *MATADOR RECORDS.
Interessante a distribuição de vocais entre Kim Gordan, Lee Ranaldo e Thurston Moore, acompanhados de perto por Steve Shelley na bateria. A novidade deste álbum é a participação de Mark Ibold (ex-Pavement) como segundo baixista.
Os integrantes na faixa dos 50 anos de idade (o baixista Mark Ibold tem 47), é mais um motivo pra quem tem quase 40 (assim como eu) conferir o trabalho, e sentir que a geração de 80 está mais viva que nunca.
Faixas: 1º Sacred Trickster, 2º Anti-Orgasm, 3º Leaky Lifeboat(for Gregory Corso), 4º Antenna, 5º What We Know, 6º Calming The Snake, 7º Poison Arrow, 8º Malibu Gas Station, 9º Thunderclap For Bobby Pyn, 10º No Way, 11º Walkin Blue, 12º Massage The History

* A gravadora foi iniciada por Chris Lombardi em 1989 no seu apartamento em Nova Iorque. No ano seguinte, Lombardi juntou-se ao ex-manager da Homestead Records, Gerald Cosloy , e começaram o selo Matador. Em 1993, a gravadora começou uma parceria com a Atlantic Records. Então em 1999, a Capitol Records comprou 49% da gravadora, mas os donos do selo o compraram de volta tempos depois. O selo foi comprado pelo grupo Beggars Group. Desde 2002 e agora opera em Nova Iorque e Londres.
Anselmo


Sacred Trickster

terça-feira, 14 de julho de 2009

A CANÇÃO ROCK DEFINITIVA

Num post escrito alguns dias atrás eu cravei "Be my Baby" das Ronettes como a canção pop definitiva.

Agora no 13 de julho, considerado o dia do rock, fiquei pensando em uma música que resumisse este estilo tão amplo.

Mas afinal o que é rock? Beatles? Rolling Stones? Ramones? Pink Floyd? Led Zeppelin? U2?Metallica?

Lembro das vezes em que algumas pessoas ao me ouvirem dizer que gostava de rock já emendavam: "Então você gosta de Iron Maiden!" ou "Então você gosta de Pink Floyd!" e achavam meio estranho eu responder que não.

São tantas as possibilidades de estilos dentro do rock que eu sempre preferi dividir em bom e ruim (pelo menos para o meu gosto). Aliás eu divido a música em geral nestes termos, seja ela pop, eletrônica, soul, etc.

Mas voltando a escolha de uma única música, meu raciocínio foi o seguinte. Imaginei um encontro com uma pessoa que tivesse ficado em coma durante os últimos 60 anos (isso existe?). Diante de tantas possibilidades, como eu responderia a pergunta: O que é rock?

Optando por uma explicação bem objetiva, mostraria a ela a música "I Wanna Be Your Dog" dos Stooges.

Os Stooges foram uma banda americana formada no final dos anos 60, que tinha como vocalista o sensacional Iggy Pop, mas que na verdade nunca vingou comercialmente. Seu legado foi ter influenciado quase todas as boas bandas que surgiram dos anos 70 para frente. É difícil achar quem não ao menos respeite a importância dos caras para a história do rock.

Abaixo está a música. Se você conhece, curta este clássico. Se não conhece, veja se com este som "o cara do coma" não ia entender do que eu estava falando.


Sandro

I Wanna Be Your Dog


The Stooges - I Wanna Be Your Dog
Found at skreemr.org

quinta-feira, 9 de julho de 2009

Está chegando a hora! O negócio vai começar a ficar sério!

É isso. Faz quase um mês que a gente colocou este blog no ar. De lá para cá, fomos brincando e se habituando a mexer no negócio.

Fomos aprendendo a deixar figuras, vídeos, músicas (dá um trabalho!). Mas principamente descobrindo que é divertido. Que esta atividade pode funcionar como terapia para um workaholic desiludido como eu.

Falta ainda a importante entrada do brother Pancho, que em breve vai estar na área e certamente pegar a manha rapidinho.

A idéia de criar um blog surgiu para que pudessemos compartilhar nosso estranho (nem tanto) gosto sobre música, cinema, televisão, literatura, quadrinhos,etc, com outras pessoas, conhecidas ou não.

Talvez acrescentar algo, talvez aprender algo. Sem muitas pretensões.

O ponto é que nos próximos dias vamos efetivamente entrar na chamada blogsfera. Vamos divulgar oficialmente a empreitada para os amigos e ver no que vai dar. A idéia é deixarmos posts diários mais ou menos na linha do que se viu até agora.

De qualquer forma, sinto que ao menos como canal para limpeza mental própria o Minerva Pop vai funcionar.




É isso. Boa sorte para a gente!

Sandro

JACK WHITE - SUPERGRUPO



Novo projeto de Jack White que merece nossa atenção: The Dead Weather.
Supergrupo formado pela vocalista Alison Mosshart (The Kills), o guitarrista Dean Fertita (Queens of the Stone Age), o baixista Jack Lawrence (The Raconteurs e The Greenhornes) e na guitarra/vocal/bateria Jack White (The White Stripes).

O álbum de estréia da banda está previsto para Julho/09 e tem o título Horehound, o single de estréia é "Hang You from the Heavens".
Confira o set List :

1. "60 Feet Tall"
2. "Hang You from the Heavens"
3. "I Cut Like a Buffalo"
4. "So Far from Your Weapon"
5. "Treat Me Like Your Mother"
6. "Rocking Horse"
7. "New Pony" (Bob Dylan)
8. "Bone House"
9. "3 Birds"
10. "No Hassle Night"
11. "Will There Be Enough Water?"

Bonus Tracks
12. "Outside (iTunes pre-order only)"


B-Sides
"Are Friends Electric?" (Gary Numan cover)
"You Just Can't Win" (Them cover)

Anselmo

Treat Me Like Your Mother

100 BALAS



Infelizmente, como nessa porra tudo que é bom duro pouco (desculpa meu desabafo), as edições da Pixel no Brasil foram suspensas por tempo indeterminado, e uma das publicações mais legais era a cultuada HQ policial 100 Balas, obra do escritor Brian Azzarello e o ilustrador Eduardo Risso.

Em abril último, nos EUA, a DC/Vertigo organizou uma festa comemorando as cem edições publicadas e o fim da série. Na festa de encerramento, Azzarelo falou com a MTV e deu a dica que a série teria uma versão para TV, o palpite é que seja pela HBO.

Acredito que com o fim da série LOST, a adaptação de 100 Balas para a TV será a nova febre dos seriados cultuados. É esperar pra ver.

O enredo tem como base uma situação no mínimo peculiar: o Agente Graves oferece a um estranho qualquer a oportunidade de se vingar e não sofrer punição da lei. Para isso, oferece-lhe 100 balas irrastreáveis e um certo período para que a vingança se concretize.

Anselmo

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