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sexta-feira, 2 de abril de 2010

A PAIXÃO DE CRISTO

O post de hoje é clichê. Num dia considerado santo pelos cristãos de todo o mundo (onde leio também que Israel intensifica os ataques a faixa de Gaza), escrevo sobre um filme de 2004, onde o diretor Mel Gibson nos mostra sua visão sobre as últimas 12 horas de vida de Jesus de Nazaré.

Como vocês já leram várias vezes por aqui, na criação do blog fizemos um acordo de não escrever sobre política, futebol e religião e seguindo esta orientação alguns de nossos posts apenas "esbarram" nos temas, falando sobre obras que contenham estes assuntos, mas sem gerar polemicas com opiniões pessoais.

Portanto vou me ater ao filme e recomendá-lo a quem ainda não o tenha visto. Não preciso falar sobre a história, pois creio que de uma forma ou outra, todos a conheçam.
Como eu disse no primeiro parágrafo, esta é a versão de Mel Gibson e obviamente houve muita gente que discordou, como teve os que concordaram. O diretor, um católico tradicionalista fervoroso, utilizou-se não só de passagens da bíblia, mas também de antigas tradições católicas para contar a saga do sofrimento de Jesus.

É um filme cru, no sentido de não haver disfarçe, de ser áspero, ofensivo. As cenas de violência são realmente pesadas e atingem em cheio pessoas mais sensíveis. A fotografia é muito sóbria, tornando o filme ainda mais soturno. As línguas utilizadas são o aramaico e o latin, o que nos obriga a prestar ainda mais atenção nas legendas (apesar de que a idéia original de Gibson era de não utilizá-las).

Ou seja não é um filme fácil, de aventura. Mas é bem filmado e na minha opinião deveria ser conferido ao menos uma vez, independente do grau de religiosidade de cada um, pois a experiência é válida.

Sandro


A PAIXÃO DE CRISTO

O post de hoje é clichê. Num dia considerado santo pelos cristãos de todo o mundo (onde leio também que Israel intensifica os ataques a faixa de Gaza), escrevo sobre um filme de 2004, onde o diretor Mel Gibson nos mostra sua visão sobre as últimas 12 horas de vida de Jesus de Nazaré.

Como vocês já leram várias vezes por aqui, na criação do blog fizemos um acordo de não escrever sobre política, futebol e religião e seguindo esta orientação alguns de nossos posts apenas "esbarram" nos temas, falando sobre obras que contenham estes assuntos, mas sem gerar polemicas com opiniões pessoais.

Portanto vou me ater ao filme e recomendá-lo a quem ainda não o tenha visto. Não preciso falar sobre a história, pois creio que de uma forma ou outra, todos a conheçam.
Como eu disse no primeiro parágrafo, esta é a versão de Mel Gibson e obviamente houve muita gente que discordou, como teve os que concordaram. O diretor, um católico tradicionalista fervoroso, utilizou-se não só de passagens da bíblia, mas também de antigas tradições católicas para contar a saga do sofrimento de Jesus.

É um filme cru, no sentido de não haver disfarçe, de ser áspero, ofensivo. As cenas de violência são realmente pesadas e atingem em cheio pessoas mais sensíveis. A fotografia é muito sóbria, tornando o filme ainda mais soturno. As línguas utilizadas são o aramaico e o latin, o que nos obriga a prestar ainda mais atenção nas legendas (apesar de que a idéia original de Gibson era de não utilizá-las).

Ou seja não é um filme fácil, de aventura. Mas é bem filmado e na minha opinião deveria ser conferido ao menos uma vez, independente do grau de religiosidade de cada um, pois a experiência é válida.

Sandro


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