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terça-feira, 19 de julho de 2011
quinta-feira, 24 de março de 2011
ROCK IN RIO 2011 - Enquanto não formo minha opinião, relembro outras edições
O título deste post é meio mentiroso...
Na verdade já formei minha opinião sobre a badalada quarta edição do Rock in Rio Festival á ser realizada este ano entre os dias 23 de setembro e 01 de outubro. Mas quero esperar a organização apresentar todo o line up para eu escrever aqui.
Por ora, vou relembrar um pouco minha experiência particular com o festival.
Na primeira edição realizada em 1985 eu era apenas um garoto, mas assisti tudo o que a tv Globo passou. Me lembro que fiquei fascinado com as apresentações do AC/DC e do Ozzy. Curti bastante o B-52's. Lembro que o festival teve ainda Iron Maiden, Scorpions, Queen e o chatíssimo James Taylor. Menção "honrosa" para os brasucas Pepeu Gomes, Elba Ramalho e Moraes Moreira (para quem reclamou de Claudia Leite em 2011).
Na segunda edição, em 1991, eu já estava mais grandinho e com 16 anos fui de onibus para o Maracanâ, assistir ao vivo a noite do Metal. Lembro que foi numa quarta-feira e quem abriu foi o Lobâo (!!!), que inventou de levar a bateria da Mangueira para o palco e foi saudado com uma chuva de latas de cerveja. O cara não aguentou a rejeição e teve que se mandar. Depois veio o esperadíssimo Sepultura (vídeo de Orgasmatron abaixo) que estava bombando na época, próximo do auge mesmo. Fizeram um bom show. Em seguida entrou o Megadeth, que eu confesso, gostava bastante. Hoje, me desculpem mas não dá para ouvir. O Queensryche (argh!) veio na sequencia e eu que já detestava a banda, confirmei que era ruim mesmo. A penúltima banda foi o Judas Priest e eu que nem curtia muito o som deles fiquei passado. Os caras apavoraram. Roubaram a noite sem dó. Para encerrar a atração mega foi o Guns N' Roses. Banda com sua melhor formação e numa época em que não causavam no palco. Foi bacana. Lembro ainda que fiquei chateado de não poder ir ao show do Faith No More, que seria no domingo e curto (eles ainda não haviam estourado geral), então não valia a pena. A menção "honrosa" para os brasucas fica por conta de Alçeu Valença, Gal Costa e Laura Finokiaro (hahaha).
Em 2001, já acostumado a frequentar shows decidi ir em dois dias. Num sábado, pude presenciar a melhor sequencia de bandas ao vivo que vi na vida dentro dos vários festivais que já fui. Beck, seguido de Foo Fighters (vídeo de "Breakout" abaixo) e REM (vídeo de "What's The Frequency Kenneth?" abaixo). Para melhorar ainda mais não tinha tanta gente e deu para ver lá na frente. Lindo. O outro dia que escolhi foi o do Red Hot Chili Peppers, banda que adoro desde sempre. As outras atrações não me agradavam e tive que aguentar shows muito chatos de Deftones e Silverchair. Fora isso, mais doi aspectos negativos. O lugar estava completamente lotado, com umas 200 mil pessoas, sei lá e foi um sufoco. Para completar os Chili Peppers, que estava encerrando o festival, entram muito loucos me fazem um show curto e burocrático, de longe o mais fraco do 4 que assisti da banda até hoje. Ainda nesta edição, lembro que perdi a chance de ver o Queens Of The Stone Age (saldei esta dívida o ano passado) e o grande Neil Young, que assisti pela tv e pirei. Na seção brasucas do ano podemos "destacar" Daniela Mercury, Zé Ramalho e Carlinhos Brown. Sobre este último, umas das figuras mais horrorosas da música nacional, deixei um vídeo onde aparece ele tomando aquela famosa chuva de garrafas de água. Preferi um que tinha uma música de sátira do que outro com o dito falando um monte de asneira.
É isso. Ao que tudo indica, em 2011 meu relato será com base do que assistirei direto do meu sofá...
Sandro
Na verdade já formei minha opinião sobre a badalada quarta edição do Rock in Rio Festival á ser realizada este ano entre os dias 23 de setembro e 01 de outubro. Mas quero esperar a organização apresentar todo o line up para eu escrever aqui.
Por ora, vou relembrar um pouco minha experiência particular com o festival.
Na primeira edição realizada em 1985 eu era apenas um garoto, mas assisti tudo o que a tv Globo passou. Me lembro que fiquei fascinado com as apresentações do AC/DC e do Ozzy. Curti bastante o B-52's. Lembro que o festival teve ainda Iron Maiden, Scorpions, Queen e o chatíssimo James Taylor. Menção "honrosa" para os brasucas Pepeu Gomes, Elba Ramalho e Moraes Moreira (para quem reclamou de Claudia Leite em 2011).
Na segunda edição, em 1991, eu já estava mais grandinho e com 16 anos fui de onibus para o Maracanâ, assistir ao vivo a noite do Metal. Lembro que foi numa quarta-feira e quem abriu foi o Lobâo (!!!), que inventou de levar a bateria da Mangueira para o palco e foi saudado com uma chuva de latas de cerveja. O cara não aguentou a rejeição e teve que se mandar. Depois veio o esperadíssimo Sepultura (vídeo de Orgasmatron abaixo) que estava bombando na época, próximo do auge mesmo. Fizeram um bom show. Em seguida entrou o Megadeth, que eu confesso, gostava bastante. Hoje, me desculpem mas não dá para ouvir. O Queensryche (argh!) veio na sequencia e eu que já detestava a banda, confirmei que era ruim mesmo. A penúltima banda foi o Judas Priest e eu que nem curtia muito o som deles fiquei passado. Os caras apavoraram. Roubaram a noite sem dó. Para encerrar a atração mega foi o Guns N' Roses. Banda com sua melhor formação e numa época em que não causavam no palco. Foi bacana. Lembro ainda que fiquei chateado de não poder ir ao show do Faith No More, que seria no domingo e curto (eles ainda não haviam estourado geral), então não valia a pena. A menção "honrosa" para os brasucas fica por conta de Alçeu Valença, Gal Costa e Laura Finokiaro (hahaha).
Em 2001, já acostumado a frequentar shows decidi ir em dois dias. Num sábado, pude presenciar a melhor sequencia de bandas ao vivo que vi na vida dentro dos vários festivais que já fui. Beck, seguido de Foo Fighters (vídeo de "Breakout" abaixo) e REM (vídeo de "What's The Frequency Kenneth?" abaixo). Para melhorar ainda mais não tinha tanta gente e deu para ver lá na frente. Lindo. O outro dia que escolhi foi o do Red Hot Chili Peppers, banda que adoro desde sempre. As outras atrações não me agradavam e tive que aguentar shows muito chatos de Deftones e Silverchair. Fora isso, mais doi aspectos negativos. O lugar estava completamente lotado, com umas 200 mil pessoas, sei lá e foi um sufoco. Para completar os Chili Peppers, que estava encerrando o festival, entram muito loucos me fazem um show curto e burocrático, de longe o mais fraco do 4 que assisti da banda até hoje. Ainda nesta edição, lembro que perdi a chance de ver o Queens Of The Stone Age (saldei esta dívida o ano passado) e o grande Neil Young, que assisti pela tv e pirei. Na seção brasucas do ano podemos "destacar" Daniela Mercury, Zé Ramalho e Carlinhos Brown. Sobre este último, umas das figuras mais horrorosas da música nacional, deixei um vídeo onde aparece ele tomando aquela famosa chuva de garrafas de água. Preferi um que tinha uma música de sátira do que outro com o dito falando um monte de asneira.
É isso. Ao que tudo indica, em 2011 meu relato será com base do que assistirei direto do meu sofá...
Sandro
ROCK IN RIO 2011 - Enquanto não formo minha opinião, relembro outras edições
O título deste post é meio mentiroso...
Na verdade já formei minha opinião sobre a badalada quarta edição do Rock in Rio Festival á ser realizada este ano entre os dias 23 de setembro e 01 de outubro. Mas quero esperar a organização apresentar todo o line up para eu escrever aqui.
Por ora, vou relembrar um pouco minha experiência particular com o festival.
Na primeira edição realizada em 1985 eu era apenas um garoto, mas assisti tudo o que a tv Globo passou. Me lembro que fiquei fascinado com as apresentações do AC/DC e do Ozzy. Curti bastante o B-52's. Lembro que o festival teve ainda Iron Maiden, Scorpions, Queen e o chatíssimo James Taylor. Menção "honrosa" para os brasucas Pepeu Gomes, Elba Ramalho e Moraes Moreira (para quem reclamou de Claudia Leite em 2011).
Na segunda edição, em 1991, eu já estava mais grandinho e com 16 anos fui de onibus para o Maracanâ, assistir ao vivo a noite do Metal. Lembro que foi numa quarta-feira e quem abriu foi o Lobâo (!!!), que inventou de levar a bateria da Mangueira para o palco e foi saudado com uma chuva de latas de cerveja. O cara não aguentou a rejeição e teve que se mandar. Depois veio o esperadíssimo Sepultura (vídeo de Orgasmatron abaixo) que estava bombando na época, próximo do auge mesmo. Fizeram um bom show. Em seguida entrou o Megadeth, que eu confesso, gostava bastante. Hoje, me desculpem mas não dá para ouvir. O Queensryche (argh!) veio na sequencia e eu que já detestava a banda, confirmei que era ruim mesmo. A penúltima banda foi o Judas Priest e eu que nem curtia muito o som deles fiquei passado. Os caras apavoraram. Roubaram a noite sem dó. Para encerrar a atração mega foi o Guns N' Roses. Banda com sua melhor formação e numa época em que não causavam no palco. Foi bacana. Lembro ainda que fiquei chateado de não poder ir ao show do Faith No More, que seria no domingo e curto (eles ainda não haviam estourado geral), então não valia a pena. A menção "honrosa" para os brasucas fica por conta de Alçeu Valença, Gal Costa e Laura Finokiaro (hahaha).
Em 2001, já acostumado a frequentar shows decidi ir em dois dias. Num sábado, pude presenciar a melhor sequencia de bandas ao vivo que vi na vida dentro dos vários festivais que já fui. Beck, seguido de Foo Fighters (vídeo de "Breakout" abaixo) e REM (vídeo de "What's The Frequency Kenneth?" abaixo). Para melhorar ainda mais não tinha tanta gente e deu para ver lá na frente. Lindo. O outro dia que escolhi foi o do Red Hot Chili Peppers, banda que adoro desde sempre. As outras atrações não me agradavam e tive que aguentar shows muito chatos de Deftones e Silverchair. Fora isso, mais doi aspectos negativos. O lugar estava completamente lotado, com umas 200 mil pessoas, sei lá e foi um sufoco. Para completar os Chili Peppers, que estava encerrando o festival, entram muito loucos me fazem um show curto e burocrático, de longe o mais fraco do 4 que assisti da banda até hoje. Ainda nesta edição, lembro que perdi a chance de ver o Queens Of The Stone Age (saldei esta dívida o ano passado) e o grande Neil Young, que assisti pela tv e pirei. Na seção brasucas do ano podemos "destacar" Daniela Mercury, Zé Ramalho e Carlinhos Brown. Sobre este último, umas das figuras mais horrorosas da música nacional, deixei um vídeo onde aparece ele tomando aquela famosa chuva de garrafas de água. Preferi um que tinha uma música de sátira do que outro com o dito falando um monte de asneira.
É isso. Ao que tudo indica, em 2011 meu relato será com base do que assistirei direto do meu sofá...
Sandro
Na verdade já formei minha opinião sobre a badalada quarta edição do Rock in Rio Festival á ser realizada este ano entre os dias 23 de setembro e 01 de outubro. Mas quero esperar a organização apresentar todo o line up para eu escrever aqui.
Por ora, vou relembrar um pouco minha experiência particular com o festival.
Na primeira edição realizada em 1985 eu era apenas um garoto, mas assisti tudo o que a tv Globo passou. Me lembro que fiquei fascinado com as apresentações do AC/DC e do Ozzy. Curti bastante o B-52's. Lembro que o festival teve ainda Iron Maiden, Scorpions, Queen e o chatíssimo James Taylor. Menção "honrosa" para os brasucas Pepeu Gomes, Elba Ramalho e Moraes Moreira (para quem reclamou de Claudia Leite em 2011).
Na segunda edição, em 1991, eu já estava mais grandinho e com 16 anos fui de onibus para o Maracanâ, assistir ao vivo a noite do Metal. Lembro que foi numa quarta-feira e quem abriu foi o Lobâo (!!!), que inventou de levar a bateria da Mangueira para o palco e foi saudado com uma chuva de latas de cerveja. O cara não aguentou a rejeição e teve que se mandar. Depois veio o esperadíssimo Sepultura (vídeo de Orgasmatron abaixo) que estava bombando na época, próximo do auge mesmo. Fizeram um bom show. Em seguida entrou o Megadeth, que eu confesso, gostava bastante. Hoje, me desculpem mas não dá para ouvir. O Queensryche (argh!) veio na sequencia e eu que já detestava a banda, confirmei que era ruim mesmo. A penúltima banda foi o Judas Priest e eu que nem curtia muito o som deles fiquei passado. Os caras apavoraram. Roubaram a noite sem dó. Para encerrar a atração mega foi o Guns N' Roses. Banda com sua melhor formação e numa época em que não causavam no palco. Foi bacana. Lembro ainda que fiquei chateado de não poder ir ao show do Faith No More, que seria no domingo e curto (eles ainda não haviam estourado geral), então não valia a pena. A menção "honrosa" para os brasucas fica por conta de Alçeu Valença, Gal Costa e Laura Finokiaro (hahaha).
Em 2001, já acostumado a frequentar shows decidi ir em dois dias. Num sábado, pude presenciar a melhor sequencia de bandas ao vivo que vi na vida dentro dos vários festivais que já fui. Beck, seguido de Foo Fighters (vídeo de "Breakout" abaixo) e REM (vídeo de "What's The Frequency Kenneth?" abaixo). Para melhorar ainda mais não tinha tanta gente e deu para ver lá na frente. Lindo. O outro dia que escolhi foi o do Red Hot Chili Peppers, banda que adoro desde sempre. As outras atrações não me agradavam e tive que aguentar shows muito chatos de Deftones e Silverchair. Fora isso, mais doi aspectos negativos. O lugar estava completamente lotado, com umas 200 mil pessoas, sei lá e foi um sufoco. Para completar os Chili Peppers, que estava encerrando o festival, entram muito loucos me fazem um show curto e burocrático, de longe o mais fraco do 4 que assisti da banda até hoje. Ainda nesta edição, lembro que perdi a chance de ver o Queens Of The Stone Age (saldei esta dívida o ano passado) e o grande Neil Young, que assisti pela tv e pirei. Na seção brasucas do ano podemos "destacar" Daniela Mercury, Zé Ramalho e Carlinhos Brown. Sobre este último, umas das figuras mais horrorosas da música nacional, deixei um vídeo onde aparece ele tomando aquela famosa chuva de garrafas de água. Preferi um que tinha uma música de sátira do que outro com o dito falando um monte de asneira.
É isso. Ao que tudo indica, em 2011 meu relato será com base do que assistirei direto do meu sofá...
Sandro
terça-feira, 15 de dezembro de 2009
JOHN FRUSCIANTE - Até Mais, Peppers!
Que o guitarrista Hillel Slovak foi um grande amigo, contribuiu para a composição de um dos álbuns mais “cool” dos Red Hot Chili Peppers (The Uplift Mofo Party Plan) e sua conturbada morte é sentida até hoje por Anthony Kiedis e Flea , é indiscutível. Porém, também é inegável que John Frusciante ajudou a colocar os Peppers no topo do pop.Em 1988, aos 18 anos, enquanto ensaiava com o baterista dos Dead Kennedys (D.H. Peligro), John foi descoberto por Flea e convidado a se juntar a banda. O resultado foi o álbum que chamou a atenção do mundo para os Peppers, Mother´s Milk (1989).
A partir daí somente clássicos como Blood Sugar Sex Magic (1991) e após uma longa pausa, devido a sua primeira saída da banda, vem o Californication (1999), seguido por By The Way (2002) e Stadium Arcadium (2006).
Seus trabalhos paralelos renderam a banda Ataxia, seus 13 álbuns solos, dentre eles “The Empyream” lançado no início de 2009.
Infelizmente John Frusciante anunciou sua saída dos Red Hot Chili Peppers em 14 dezembro 2009, o provável substitudo será o parceiro de Ataxia, Josh Klinghoffer.
Vamos aguardar o que reserva 2010 para esse grande músico e compositor.
Seguem vídeos que mostram que o cara sabia o que é Rock´n´Roll.
AnselmoJOHN FRUSCIANTE - Até Mais, Peppers!
Que o guitarrista Hillel Slovak foi um grande amigo, contribuiu para a composição de um dos álbuns mais “cool” dos Red Hot Chili Peppers (The Uplift Mofo Party Plan) e sua conturbada morte é sentida até hoje por Anthony Kiedis e Flea , é indiscutível. Porém, também é inegável que John Frusciante ajudou a colocar os Peppers no topo do pop.Em 1988, aos 18 anos, enquanto ensaiava com o baterista dos Dead Kennedys (D.H. Peligro), John foi descoberto por Flea e convidado a se juntar a banda. O resultado foi o álbum que chamou a atenção do mundo para os Peppers, Mother´s Milk (1989).
A partir daí somente clássicos como Blood Sugar Sex Magic (1991) e após uma longa pausa, devido a sua primeira saída da banda, vem o Californication (1999), seguido por By The Way (2002) e Stadium Arcadium (2006).
Seus trabalhos paralelos renderam a banda Ataxia, seus 13 álbuns solos, dentre eles “The Empyream” lançado no início de 2009.
Infelizmente John Frusciante anunciou sua saída dos Red Hot Chili Peppers em 14 dezembro 2009, o provável substitudo será o parceiro de Ataxia, Josh Klinghoffer.
Vamos aguardar o que reserva 2010 para esse grande músico e compositor.
Seguem vídeos que mostram que o cara sabia o que é Rock´n´Roll.
Anselmosegunda-feira, 3 de agosto de 2009
RED HOT CHILI PEPPERS - DE VOLTA
Saiu na imprensa que os Red Hot Chili Peppers vão se reunir para trabalhar em um material novo a partir de Outubro. Os caras estão parados tem quase dois anos, a banda é claro, porque os trabalhos paralelos nunca cessam. Que o diga o baterista Chad Smith, que em 15 de setembro lança Meet the Meatbats, o primeiro disco da banda Chad Smith's Bombastic Meatbats. Sem contar sua participação no projeto de “superbanda” Chickenfoot, com Joe Satriani, Michael Anthony, e Sammy Hagar, que rendeu o álbum homônimo que saiu em junho. (Não gosto muito dessas influências externas, mas dinheiro é dinheiro, só espero que não contamine os Peppers).
Tem gente apostanto que a produção do novo trabalho dos Peppers ficará por conta de Rick Rubin.
Mas aí eu pergunto, será que vem coisa boa, ou só mais um caça níqueis sem graça? Depois de “Blood Sugar Sex Magic”, o que fizeram? O Californication (1999) foi bom, mas One Hot Minute(1995) foi um “furo na água” , o Dave Navarro quase acabou com a banda. By The Way (2002) “sem sal nem açúcar”, no Stadium Arcadium (2006) tiveram que plagiar o Tom Petty pra conseguir um hit, pode até não ter sido de propósito, mas....
Quero deixar claro uma coisa, gosto muito to Red Hot Chili Peppers, acho os caras bons e inovadores. Mas depois que li o livro autobiográfico do Anthony Kiedis (Scar Tissue de 2004), acho que os integrantes entraram numa fase de desgaste natural , que acontece com qualquer um, o que reflete na vida pessoal e profissional.
Por isso, respondendo a minha própria indagação não espero outro “The Uplfit Mofo Party Plan”(1987) ou “Mother´s Milk” (1989), mas que seja um trabalho digno de se ouvir no carro e curtir bastante.
Anselmo
RED HOT CHILI PEPPERS - DE VOLTA
Saiu na imprensa que os Red Hot Chili Peppers vão se reunir para trabalhar em um material novo a partir de Outubro. Os caras estão parados tem quase dois anos, a banda é claro, porque os trabalhos paralelos nunca cessam. Que o diga o baterista Chad Smith, que em 15 de setembro lança Meet the Meatbats, o primeiro disco da banda Chad Smith's Bombastic Meatbats. Sem contar sua participação no projeto de “superbanda” Chickenfoot, com Joe Satriani, Michael Anthony, e Sammy Hagar, que rendeu o álbum homônimo que saiu em junho. (Não gosto muito dessas influências externas, mas dinheiro é dinheiro, só espero que não contamine os Peppers).
Tem gente apostanto que a produção do novo trabalho dos Peppers ficará por conta de Rick Rubin.
Mas aí eu pergunto, será que vem coisa boa, ou só mais um caça níqueis sem graça? Depois de “Blood Sugar Sex Magic”, o que fizeram? O Californication (1999) foi bom, mas One Hot Minute(1995) foi um “furo na água” , o Dave Navarro quase acabou com a banda. By The Way (2002) “sem sal nem açúcar”, no Stadium Arcadium (2006) tiveram que plagiar o Tom Petty pra conseguir um hit, pode até não ter sido de propósito, mas....
Quero deixar claro uma coisa, gosto muito to Red Hot Chili Peppers, acho os caras bons e inovadores. Mas depois que li o livro autobiográfico do Anthony Kiedis (Scar Tissue de 2004), acho que os integrantes entraram numa fase de desgaste natural , que acontece com qualquer um, o que reflete na vida pessoal e profissional.
Por isso, respondendo a minha própria indagação não espero outro “The Uplfit Mofo Party Plan”(1987) ou “Mother´s Milk” (1989), mas que seja um trabalho digno de se ouvir no carro e curtir bastante.
Anselmo
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