minervapop

sexta-feira, 30 de abril de 2010

O DIA DAS LISTAS...

Amigos, com este post iremos inaugurar um espaço dedicado a listas aqui no Minerva Pop. Todo final de semana deixaremos um post com uma lista minha e outra do Anselmo sobre determinado assunto. Se vierem opiniões dos nossos amigos e parceiros serão muito bem aceitas, claro.

Para começar em grande estilo, o primeiro post será sobre a minha banda de rock favorita, os Ramones. Amanhã cedo listaremos nossas 10 músicas prediletas deste grande grupo.

Até lá.


Sandro 

O DIA DAS LISTAS...

Amigos, com este post iremos inaugurar um espaço dedicado a listas aqui no Minerva Pop. Todo final de semana deixaremos um post com uma lista minha e outra do Anselmo sobre determinado assunto. Se vierem opiniões dos nossos amigos e parceiros serão muito bem aceitas, claro.

Para começar em grande estilo, o primeiro post será sobre a minha banda de rock favorita, os Ramones. Amanhã cedo listaremos nossas 10 músicas prediletas deste grande grupo.

Até lá.


Sandro 

THE BIRD AND THE BEE - Diamond Dave


Continuando a comentar sobre artistas dos anos 80, pra hoje pensei no grande “frontman” "Dave Lee Roth", e mais precisamente no show que esse cara fez no Brasil em 14 de Outubro de 2006, no Live´n´Louder festival em São Paulo. Além de uma presença de palco “matadora”, Dave conversava com a platéia em português. Sim pessoal, em português! Mas não era só “boa noite!” ou “ e aí galera!”, o cara falava, contava histórias. A mãe foi professora de espanhol, e como ele prestava serviços voluntários de resgate, aprendeu  ajudando o “povo carente” de seu país. A carreira desse artista você pode pesquisar desde a época do Van Halen, e os trabalhos solo.

Ele também tem fãs inusitados, como o grupo musical “The Bird and the Bee”.

“The Bird and The Bee” é um grupo do sul da Califórnia, formado em 2006 pela cantora Inara George e pelo multi-instrumentista Greg Kurstin (produtor e tecladista, trabalhou com asrtistas como Lily Allen, Beck, The Flaming Lips, Red Hot Chili Peppers, e também membro da banda Geggy Tah). Com um gosto comum pelo jazz e pop music, iniciaram seus trabalhos em 2006, quando lançam seu EP “ Again and Again and Again and Again”, que abriu caminho à ao disco de estreia “The Bird and The Bee”. Na sequencia mandaram dois EP’s, “Please Clap Your Hands (2007) e One Too Many Hearts (2008). Em 2009 sai “Ray Guns Are Not Just The Future” , e para 2010 temos o tributo “Interpreting the Masters Volume 1: A Tribute to Daryl Hall and John Oates”.

E para "linkar" com o assunto do início do "post", este talentoso grupo tem um canção chamada “Diamond Dave” (faixa do “Ray Guns Are Not Just The Future”), que é um hilário tributo a Dave Lee Roth.

Confira abaixo, vídeos desses dois grandes artistas.


Anselmo


"Infelizmente, este vídeo está desabilitado no YouTube. Confira o original, é muito bom"!



Dave Lee (e Van Halen), Pretty Woman (de Roy Orbison)

THE BIRD AND THE BEE - Diamond Dave


Continuando a comentar sobre artistas dos anos 80, pra hoje pensei no grande “frontman” "Dave Lee Roth", e mais precisamente no show que esse cara fez no Brasil em 14 de Outubro de 2006, no Live´n´Louder festival em São Paulo. Além de uma presença de palco “matadora”, Dave conversava com a platéia em português. Sim pessoal, em português! Mas não era só “boa noite!” ou “ e aí galera!”, o cara falava, contava histórias. A mãe foi professora de espanhol, e como ele prestava serviços voluntários de resgate, aprendeu  ajudando o “povo carente” de seu país. A carreira desse artista você pode pesquisar desde a época do Van Halen, e os trabalhos solo.

Ele também tem fãs inusitados, como o grupo musical “The Bird and the Bee”.

“The Bird and The Bee” é um grupo do sul da Califórnia, formado em 2006 pela cantora Inara George e pelo multi-instrumentista Greg Kurstin (produtor e tecladista, trabalhou com asrtistas como Lily Allen, Beck, The Flaming Lips, Red Hot Chili Peppers, e também membro da banda Geggy Tah). Com um gosto comum pelo jazz e pop music, iniciaram seus trabalhos em 2006, quando lançam seu EP “ Again and Again and Again and Again”, que abriu caminho à ao disco de estreia “The Bird and The Bee”. Na sequencia mandaram dois EP’s, “Please Clap Your Hands (2007) e One Too Many Hearts (2008). Em 2009 sai “Ray Guns Are Not Just The Future” , e para 2010 temos o tributo “Interpreting the Masters Volume 1: A Tribute to Daryl Hall and John Oates”.

E para "linkar" com o assunto do início do "post", este talentoso grupo tem um canção chamada “Diamond Dave” (faixa do “Ray Guns Are Not Just The Future”), que é um hilário tributo a Dave Lee Roth.

Confira abaixo, vídeos desses dois grandes artistas.


Anselmo


"Infelizmente, este vídeo está desabilitado no YouTube. Confira o original, é muito bom"!



Dave Lee (e Van Halen), Pretty Woman (de Roy Orbison)

quinta-feira, 29 de abril de 2010

BILLY IDOL - In Super Overdrive Live

Ontem de manhã, a caminho do trabalho, estava pensando em escrever sobre alguma coisa dos anos 80, que eu havia “curtido” bastante naquela época. Lembrei do “Billy Idol” e o “Generation X”.

Não vou ser hipócrita, nem mentir, digo sem culpa nenhuma que conheci “Dancing with Myself” antes de tudo.

William Albert Michael Broad, conhecido como Billy Idol, nasceu na Inglaterra (Middlesex), em 30 de novembro de 1955. Começou a carreira musical com o “Bromley Contingent”, um grupo de fãs dos Sex Pistols (tinha até a Siouxsie Sioux). Mas foi com Tony James que formaram o “Chelsea” e na seqüência o “Generation X” com Tony e o baterista John Towe (Daí surgiu o hit “Dancing With Myself”, re-editada em seu primeiro álbum solo). Após 3 discos, o grupo termina em 1980, e Billy Idol parte pra carreira solo nos EUA.

Nos Estados Unidos, faz parceria com o excelente guitarrista Steve Stevens, lançou 3 bons álbuns, “Billy Idol”(1982), “Rebel Yell” (1983) e “Whiplash Smile” (1986), contendo hits como "To be a Lover”, "Mony Mony", "White Wedding", "Rebel Yell", "Eyes Without a Face", "Flesh For Fantasy", "Sweet Sixteen", "Don't Need a Gun" e "(Do not) Stand in The Shadows".

Ano passado lançou o DVD ‘In Super Overdrive Live’, que traz um show realizado em julho de 2009, em Chicago (EUA). O mais importante é que a banda conta com Steve Stevens na guitarra, e o cara é um show á parte. O legal desse guitarrista é que ele consegue ser “virtuoso” sem sem “chato”, basta conferir seus trabalhos solo, “Atomic Playboys” (1989), “Flamenco a Go Go” (1999) e “Memory Crash” (2008).

Bom, continuando com o DVD, deixo abaixo uma musica que não saiu no “In Super Overdrive”, mas é da mesma turne, e foi disponibilizado no YouTube por um fã, “Jump” do Van Halen.....poxa , hoje estou tão feliz, que vai "White Wedding" também.....!

Anselmo




BILLY IDOL - In Super Overdrive Live

Ontem de manhã, a caminho do trabalho, estava pensando em escrever sobre alguma coisa dos anos 80, que eu havia “curtido” bastante naquela época. Lembrei do “Billy Idol” e o “Generation X”.

Não vou ser hipócrita, nem mentir, digo sem culpa nenhuma que conheci “Dancing with Myself” antes de tudo.

William Albert Michael Broad, conhecido como Billy Idol, nasceu na Inglaterra (Middlesex), em 30 de novembro de 1955. Começou a carreira musical com o “Bromley Contingent”, um grupo de fãs dos Sex Pistols (tinha até a Siouxsie Sioux). Mas foi com Tony James que formaram o “Chelsea” e na seqüência o “Generation X” com Tony e o baterista John Towe (Daí surgiu o hit “Dancing With Myself”, re-editada em seu primeiro álbum solo). Após 3 discos, o grupo termina em 1980, e Billy Idol parte pra carreira solo nos EUA.

Nos Estados Unidos, faz parceria com o excelente guitarrista Steve Stevens, lançou 3 bons álbuns, “Billy Idol”(1982), “Rebel Yell” (1983) e “Whiplash Smile” (1986), contendo hits como "To be a Lover”, "Mony Mony", "White Wedding", "Rebel Yell", "Eyes Without a Face", "Flesh For Fantasy", "Sweet Sixteen", "Don't Need a Gun" e "(Do not) Stand in The Shadows".

Ano passado lançou o DVD ‘In Super Overdrive Live’, que traz um show realizado em julho de 2009, em Chicago (EUA). O mais importante é que a banda conta com Steve Stevens na guitarra, e o cara é um show á parte. O legal desse guitarrista é que ele consegue ser “virtuoso” sem sem “chato”, basta conferir seus trabalhos solo, “Atomic Playboys” (1989), “Flamenco a Go Go” (1999) e “Memory Crash” (2008).

Bom, continuando com o DVD, deixo abaixo uma musica que não saiu no “In Super Overdrive”, mas é da mesma turne, e foi disponibilizado no YouTube por um fã, “Jump” do Van Halen.....poxa , hoje estou tão feliz, que vai "White Wedding" também.....!

Anselmo




quarta-feira, 28 de abril de 2010

QUEM AINDA NÃO CONHECE ZOOEY DESCHANEL?

Na semana passada via um link da amiga Ana Praconi lá no twitter, li uma matéria sobre a atriz e cantora Zooey Deschanel que me chamou a atenção. O texto comentava que numa pesquisa feita pela revista norte-americana Esquire que perguntou para 10.000 mulheres com quem elas transariam se fossem lésbicas, a nova musa indie foi a mais citada com 31% dos votos.

Fiquei meio chocado, pensando na minha alienação. Para mim, a garota ainda era para poucos. Pelo menos no campo musical, que é o seu lado mais interessante na minha opinião.

Se por acaso, você que lê estas linhas não a conhece. Prepare-se. Acho que Zooey ganhará um destaque maior em breve.

Sua carreira no cinema ainda não é sólida, contando com uma série de papéis secundários. Na linha de frente mesmo, só em três filmes. A bobagem "Sim, Senhor", "Fim dos Tempos" do ótimo diretor Shyamalan e o belíssimo "500 Dias com Ela", lançado no ano passado, com uma repercussão muito boa.

Vejo qualidades em seus trabalhos com atriz, mas sou fã é do seu lado musical, exposto na dupla formada com M. Ward e chamada singelamente de She & Him. Neste projeto Zooey é responsável pelos principais vocais, tocando teclados e compondo as músicas. Seu parceiro fica com a base de violão e guitarra.
Eles se conheceram através do cinema, quando fizeram um dueto especialmente para a trilha sonora do filme "The Go-Getter". Ficou bom, rolou uma química e eles decidiram trabalhar algumas composições que a Zooey já tinha. Um ano depois, em 2008, saiu o primeiro album que levou o nome de "Volume One". Disco este que foi muito bem recebido pela crítica em geral (a Paste Magazine o elegeu o melhor do ano), com méritos, diga-se de passagem, porque o disco é realmente muito bom.

Agora em março de 2010 lançaram o segundo trabalho, intitulado "Volume Two". Achei este ainda melhor que o primeiro. É o típico disco que bate bem já de primeira. Recomendo muito.

É isso. Além da dica sobre a qualidade musical da dupla She & Him, fica a sugestão para prestarem atenção na Zooey Deschanel. Atriz, compositora, música e cantora, ela vai longe.

Abaixo os vídeos de "Why Do You Let Me Stay Here/" do primeiro disco, depois "In The Sun" do segundo e uma linda versão para "You Really Got a Hold On Me", também gravada no disco de estréia.


Sandro






QUEM AINDA NÃO CONHECE ZOOEY DESCHANEL?

Na semana passada via um link da amiga Ana Praconi lá no twitter, li uma matéria sobre a atriz e cantora Zooey Deschanel que me chamou a atenção. O texto comentava que numa pesquisa feita pela revista norte-americana Esquire que perguntou para 10.000 mulheres com quem elas transariam se fossem lésbicas, a nova musa indie foi a mais citada com 31% dos votos.

Fiquei meio chocado, pensando na minha alienação. Para mim, a garota ainda era para poucos. Pelo menos no campo musical, que é o seu lado mais interessante na minha opinião.

Se por acaso, você que lê estas linhas não a conhece. Prepare-se. Acho que Zooey ganhará um destaque maior em breve.

Sua carreira no cinema ainda não é sólida, contando com uma série de papéis secundários. Na linha de frente mesmo, só em três filmes. A bobagem "Sim, Senhor", "Fim dos Tempos" do ótimo diretor Shyamalan e o belíssimo "500 Dias com Ela", lançado no ano passado, com uma repercussão muito boa.

Vejo qualidades em seus trabalhos com atriz, mas sou fã é do seu lado musical, exposto na dupla formada com M. Ward e chamada singelamente de She & Him. Neste projeto Zooey é responsável pelos principais vocais, tocando teclados e compondo as músicas. Seu parceiro fica com a base de violão e guitarra.
Eles se conheceram através do cinema, quando fizeram um dueto especialmente para a trilha sonora do filme "The Go-Getter". Ficou bom, rolou uma química e eles decidiram trabalhar algumas composições que a Zooey já tinha. Um ano depois, em 2008, saiu o primeiro album que levou o nome de "Volume One". Disco este que foi muito bem recebido pela crítica em geral (a Paste Magazine o elegeu o melhor do ano), com méritos, diga-se de passagem, porque o disco é realmente muito bom.

Agora em março de 2010 lançaram o segundo trabalho, intitulado "Volume Two". Achei este ainda melhor que o primeiro. É o típico disco que bate bem já de primeira. Recomendo muito.

É isso. Além da dica sobre a qualidade musical da dupla She & Him, fica a sugestão para prestarem atenção na Zooey Deschanel. Atriz, compositora, música e cantora, ela vai longe.

Abaixo os vídeos de "Why Do You Let Me Stay Here/" do primeiro disco, depois "In The Sun" do segundo e uma linda versão para "You Really Got a Hold On Me", também gravada no disco de estréia.


Sandro






terça-feira, 27 de abril de 2010

ALISON BECHDEL - Fun Home


Alison Bechdel é uma cartunista americana, nascida em 1960, na cidade de Lock Haven, Pennsylvania.

Conhecida pelas “tiras” excelentes de “Dykes To Watch Out For” (uma versão HQ do L Word), escritas desde 1983, e que foram publicadas em diversos jornais alternativos, traduzidas para várias línguas e compiladas em forma de livros, conseguiu o reconhecimento internacional com “Fun Home - Uma Tragicomédia em Família”, uma Graphic Novel Autobiográfica, lançada no Brasil pela Conrad Editora (2006).


O título do livro “Fun Home” (casa da diversão), é uma abreviação usada pelas crianças para “ funeral home”- (casa funerária), a qual a família de Alison Bechdel era proprietária de um desses estabelecimentos.

Em "fun Home", a autora revisita sua infância e adolescência, e conta a descoberta de sua homossexualidade e a relação complicada com o pai, Bruce Bechdel, que era homossexual não-assumido, e passava mais tempo longe da família  como professor de literatura em Beech Creek. Contrário do relacionamento com a mãe, uma atriz amadora.

O “Time Magazine” considerou “Fun House” uma das “10 melhores livros do Ano” (2006).

A última informação que tenho, é de que “Dykes to Watch Out For” foi suspenso em 2008 para que Bechdel possa trabalhar em outra “graphic memoir”, que tem o título de trabalho “Love Life: A Case Study”, que foca os relacionamentos da autora. (Parece que já está pronto, quem tiver informação, mande pra gente).

"Dykes to Watch Out For":
 
"Fun Home":
 


Anselmo

ALISON BECHDEL - Fun Home


Alison Bechdel é uma cartunista americana, nascida em 1960, na cidade de Lock Haven, Pennsylvania.

Conhecida pelas “tiras” excelentes de “Dykes To Watch Out For” (uma versão HQ do L Word), escritas desde 1983, e que foram publicadas em diversos jornais alternativos, traduzidas para várias línguas e compiladas em forma de livros, conseguiu o reconhecimento internacional com “Fun Home - Uma Tragicomédia em Família”, uma Graphic Novel Autobiográfica, lançada no Brasil pela Conrad Editora (2006).


O título do livro “Fun Home” (casa da diversão), é uma abreviação usada pelas crianças para “ funeral home”- (casa funerária), a qual a família de Alison Bechdel era proprietária de um desses estabelecimentos.

Em "fun Home", a autora revisita sua infância e adolescência, e conta a descoberta de sua homossexualidade e a relação complicada com o pai, Bruce Bechdel, que era homossexual não-assumido, e passava mais tempo longe da família  como professor de literatura em Beech Creek. Contrário do relacionamento com a mãe, uma atriz amadora.

O “Time Magazine” considerou “Fun House” uma das “10 melhores livros do Ano” (2006).

A última informação que tenho, é de que “Dykes to Watch Out For” foi suspenso em 2008 para que Bechdel possa trabalhar em outra “graphic memoir”, que tem o título de trabalho “Love Life: A Case Study”, que foca os relacionamentos da autora. (Parece que já está pronto, quem tiver informação, mande pra gente).

"Dykes to Watch Out For":
 
"Fun Home":
 


Anselmo

domingo, 25 de abril de 2010

MOBY - SATISFAÇÃO GARANTIDA

Na noite da última sexta-feira tive o prazer de assistir a mais um show do Moby. Já escrevi sobre o cara antes (leia o post aqui), justamente na ocasião da divulgação de sua vinda para o Brasil.

Apesar de naquele texto eu ter citado que suas apresentações acontecem com banda completa e são cheias de energia (acho que foi mais ou menos isso), na verdade minha opinião estava baseada mais na experiência que tive em 2005 quando vi seu show pela primeira vez, do que em informações sobre a nova turnê.

Por esta razão, eu não sabia ao certo o que me aguardava no Credicard Hall. Não tinha ido atrás de vídeos da tour atual e nem imaginava como seria o set list. O certo é que se Moby fizesse a opção pela divulgação de seu último disco, "Wait For Me", priorizando músicas deste album, a "pegada" da balada seria bem mais devagar, já que este trabalho possui músicas bem mais "calmas", o que não quer dizer que seria ruim.

Na entrada vi que a composição do palco era a mesma do show anterior, ou seja, banda completa. O próprio Moby empunhando uma guitarra, um baterista "de verdade" (nada de bateria eletronica), uma baixista (muito segura), uma violonista (com participações essenciais), uma tecladista que também atua como excelente backing vocal e uma vocalista jamaicana com uma voz simplesmente maravilhosa.

Mas o início com a música "A Seated Night" (do último disco) foi meio sombrio, apesar de bom. A segunda foi "Extreme Ways" (do disco "18"), mantendo a calmaria (?) mas com um astral melhor. Na terceira, ele tocou "Mistake", outra do disco novo e eu ainda não sabia o que me esperava.

Aí, entra a quarta música, o hit "In My Heart" e o bicho começou mesmo a pegar. Moby jogou longe o pedestal de sua cantora e a junto com toda a banda soltou uma energia incrível, emendando este som com "Bodyrock" tocada de forma realmente intensa. As cartas estavam na mesa e para minha sorte e de todos que estavam na casa, Moby optou por fazer uma mescla de sua excelente carreira, transformando o set list numa sequencia invejável de hits (ao menos para seus fãs).

A extrema competênca da banda no palco e a forma com que Moby soube intercalar momentos mais calmos com picos de agitação máxima, ganharam o público que praticamente lotou o lugar.

Nem dá para destacar nada em especial, pois achei tudo bom. O show foi distribuido de forma regular, quase metódica. Como inusitado, tivemos a execução de duas covers. A primeira quando disse que tocaria uma música que fala sobre a cidade onde cresceu e vive até hoje, mandando "Walk on the Wild Side" do Lou Reed. A segunda, enfiando "Whole Lotta Love", do Led Zeppelin, cantada de forma veemente pela tecladista, entre o início e o fim da ótima música "Honey".

Enfim, foram quase duas horas de um espetáculo convincente e revigorante, como devem ser os bons shows. No final do post, dois vídeos com amostras para quem perdeu (ou para quem quer lembrar).

Abaixo o set list completo:
"A Seated Night"
"Extreme Ways"
"Mistake"
"In My Heart"
"Bodyrock"
"Go"
"Why Does My Heart Feel So Bad?"
"Pale Horses"
"Porcelain"
"We Are All Made Of Stars"
"Flower"
"Walk On The Wild Side"
"Natural Blues"
"Raining Again"
"Disco Lies"
"The Stars"
"In This World"
"Lift Me Up"
"Honey"
"Whole Lotta Love"
"Feeling So Real"


Sandro



MOBY - SATISFAÇÃO GARANTIDA

Na noite da última sexta-feira tive o prazer de assistir a mais um show do Moby. Já escrevi sobre o cara antes (leia o post aqui), justamente na ocasião da divulgação de sua vinda para o Brasil.

Apesar de naquele texto eu ter citado que suas apresentações acontecem com banda completa e são cheias de energia (acho que foi mais ou menos isso), na verdade minha opinião estava baseada mais na experiência que tive em 2005 quando vi seu show pela primeira vez, do que em informações sobre a nova turnê.

Por esta razão, eu não sabia ao certo o que me aguardava no Credicard Hall. Não tinha ido atrás de vídeos da tour atual e nem imaginava como seria o set list. O certo é que se Moby fizesse a opção pela divulgação de seu último disco, "Wait For Me", priorizando músicas deste album, a "pegada" da balada seria bem mais devagar, já que este trabalho possui músicas bem mais "calmas", o que não quer dizer que seria ruim.

Na entrada vi que a composição do palco era a mesma do show anterior, ou seja, banda completa. O próprio Moby empunhando uma guitarra, um baterista "de verdade" (nada de bateria eletronica), uma baixista (muito segura), uma violonista (com participações essenciais), uma tecladista que também atua como excelente backing vocal e uma vocalista jamaicana com uma voz simplesmente maravilhosa.

Mas o início com a música "A Seated Night" (do último disco) foi meio sombrio, apesar de bom. A segunda foi "Extreme Ways" (do disco "18"), mantendo a calmaria (?) mas com um astral melhor. Na terceira, ele tocou "Mistake", outra do disco novo e eu ainda não sabia o que me esperava.

Aí, entra a quarta música, o hit "In My Heart" e o bicho começou mesmo a pegar. Moby jogou longe o pedestal de sua cantora e a junto com toda a banda soltou uma energia incrível, emendando este som com "Bodyrock" tocada de forma realmente intensa. As cartas estavam na mesa e para minha sorte e de todos que estavam na casa, Moby optou por fazer uma mescla de sua excelente carreira, transformando o set list numa sequencia invejável de hits (ao menos para seus fãs).

A extrema competênca da banda no palco e a forma com que Moby soube intercalar momentos mais calmos com picos de agitação máxima, ganharam o público que praticamente lotou o lugar.

Nem dá para destacar nada em especial, pois achei tudo bom. O show foi distribuido de forma regular, quase metódica. Como inusitado, tivemos a execução de duas covers. A primeira quando disse que tocaria uma música que fala sobre a cidade onde cresceu e vive até hoje, mandando "Walk on the Wild Side" do Lou Reed. A segunda, enfiando "Whole Lotta Love", do Led Zeppelin, cantada de forma veemente pela tecladista, entre o início e o fim da ótima música "Honey".

Enfim, foram quase duas horas de um espetáculo convincente e revigorante, como devem ser os bons shows. No final do post, dois vídeos com amostras para quem perdeu (ou para quem quer lembrar).

Abaixo o set list completo:
"A Seated Night"
"Extreme Ways"
"Mistake"
"In My Heart"
"Bodyrock"
"Go"
"Why Does My Heart Feel So Bad?"
"Pale Horses"
"Porcelain"
"We Are All Made Of Stars"
"Flower"
"Walk On The Wild Side"
"Natural Blues"
"Raining Again"
"Disco Lies"
"The Stars"
"In This World"
"Lift Me Up"
"Honey"
"Whole Lotta Love"
"Feeling So Real"


Sandro



sábado, 24 de abril de 2010

MÚSICA POP - No YouTube

Estava lendo no jornal, desse sábado de manhã, uma matéria sobre os vídeos musicais mais acessados no YouTube. Resolvi deixá-los disponíveis no Minerva Pop. Segue:

LCD Soundsystem - "Drunk Girls".


Atoms for Peace - Nova turnê da banda de Thom Yorke com participação do baixista Flea.


Blur - Fool´s Day. Novo single após 7 anos.


Passion Pit -sensação no Coachella Festival.



Ouçam, e tirem suas próprias conclusões.

Anselmo

MÚSICA POP - No YouTube

Estava lendo no jornal, desse sábado de manhã, uma matéria sobre os vídeos musicais mais acessados no YouTube. Resolvi deixá-los disponíveis no Minerva Pop. Segue:

LCD Soundsystem - "Drunk Girls".


Atoms for Peace - Nova turnê da banda de Thom Yorke com participação do baixista Flea.


Blur - Fool´s Day. Novo single após 7 anos.


Passion Pit -sensação no Coachella Festival.



Ouçam, e tirem suas próprias conclusões.

Anselmo

sexta-feira, 23 de abril de 2010

DESMOND DEKKER - O rei do Reggae ( e do Ska também!)

Bom, antes de mais nada, preciso deixar claro que não sou um profundo conhecedor de reggae. Dentro do meu ecletismo musical (leia sobre isso aqui), aprecio o estilo, mas confesso que não está entre os meus preferidos e não são muitos os artistas desta vertente que me tocam. Quanto ao ska (já esbarrei no tema no post do Operation Ivy, aqui), este já me atrai mais.

Até por esta razão, o título do post busca na verdade, um tom provocativo. A grande maioria certamente considera o grande Bob Marley, do qual gosto muito diga-se, como o verdadeiro rei do Reggae, assim como os mais puristas podem citar outras referências. Questão de gosto, claro. 

De qualquer forma, sem me ater a gêneros musicais, eu quero hoje escrever sobre um jamaicano que ajudou a revolucionar um pouco a música. Ele também pode ser considerado uma lenda dos dois estilos citados acima e certamente abriu as portas do mundo para a música feita na Jamaica. Falo de Desmond Dekker

O cantor e compositor começou a desbravar outros mundos em 1967, quando a música "007 (Shanty Town)" tornou-se um hit em seu país e um verdadeiro hino para os chamados "rude boys" (denominação que os delinquentes juvenis daquele país recebiam). Dekker era um ícone para estes jovens rebeldes. Esta mesma música atravessou o oceano para chegar aos top 15 da parada inglesa e Desmond Dekker foi junto.

Já em 1968, atingiu o topo das paradas britanicas com o hit absoluto "Israelites". Este som também foi responsável pela quebra de uma antiga barreira que os músicos jamaicanos tinham dentro do mercado dos EUA e "Israelites" chegou no top ten de lá. Porém, o mercado que realmente o adotou foi o britânico, fazendo com que mantivesse residência fixa em Londres.

Desmond Dekker manteve-se na ativa, sempre fazendo boa música e nunca aposentou-se. Até seus 64 anos, quando morreu de ataque cardíaco em maio de 2006, ainda fazia shows normalmente.

O fato é que o cara colaborou muito para que outros artistas jamaicanos fossem reconhecidos e com o passar do tempo, foi se tornando uma referência e influência para uma série de músicos em todo o mundo. Se você não conhece, sem preconceito preste atenção.

Abaixo, para ilustrar o post, deixo a citada "Israelites" numa versão mais antiga e "007 (Shanty Town)" numa versão sensacional ao vivo no programa Later da BBC, com ele já mais veterano. De quebra ainda tem "Rude Boy Train", também numa fase mais "madura".


Sandro






DESMOND DEKKER - O rei do Reggae ( e do Ska também!)

Bom, antes de mais nada, preciso deixar claro que não sou um profundo conhecedor de reggae. Dentro do meu ecletismo musical (leia sobre isso aqui), aprecio o estilo, mas confesso que não está entre os meus preferidos e não são muitos os artistas desta vertente que me tocam. Quanto ao ska (já esbarrei no tema no post do Operation Ivy, aqui), este já me atrai mais.

Até por esta razão, o título do post busca na verdade, um tom provocativo. A grande maioria certamente considera o grande Bob Marley, do qual gosto muito diga-se, como o verdadeiro rei do Reggae, assim como os mais puristas podem citar outras referências. Questão de gosto, claro. 

De qualquer forma, sem me ater a gêneros musicais, eu quero hoje escrever sobre um jamaicano que ajudou a revolucionar um pouco a música. Ele também pode ser considerado uma lenda dos dois estilos citados acima e certamente abriu as portas do mundo para a música feita na Jamaica. Falo de Desmond Dekker

O cantor e compositor começou a desbravar outros mundos em 1967, quando a música "007 (Shanty Town)" tornou-se um hit em seu país e um verdadeiro hino para os chamados "rude boys" (denominação que os delinquentes juvenis daquele país recebiam). Dekker era um ícone para estes jovens rebeldes. Esta mesma música atravessou o oceano para chegar aos top 15 da parada inglesa e Desmond Dekker foi junto.

Já em 1968, atingiu o topo das paradas britanicas com o hit absoluto "Israelites". Este som também foi responsável pela quebra de uma antiga barreira que os músicos jamaicanos tinham dentro do mercado dos EUA e "Israelites" chegou no top ten de lá. Porém, o mercado que realmente o adotou foi o britânico, fazendo com que mantivesse residência fixa em Londres.

Desmond Dekker manteve-se na ativa, sempre fazendo boa música e nunca aposentou-se. Até seus 64 anos, quando morreu de ataque cardíaco em maio de 2006, ainda fazia shows normalmente.

O fato é que o cara colaborou muito para que outros artistas jamaicanos fossem reconhecidos e com o passar do tempo, foi se tornando uma referência e influência para uma série de músicos em todo o mundo. Se você não conhece, sem preconceito preste atenção.

Abaixo, para ilustrar o post, deixo a citada "Israelites" numa versão mais antiga e "007 (Shanty Town)" numa versão sensacional ao vivo no programa Later da BBC, com ele já mais veterano. De quebra ainda tem "Rude Boy Train", também numa fase mais "madura".


Sandro






quarta-feira, 21 de abril de 2010

POR TRÁS DO VÉU DE ÍSIS - Marcel Souto Maior

O filme sobre a vida de Chico Xavier é o grande sucesso do cinema nacional nesse ano de 2010, pelo menos até agora. Dirigido e produzido por Daniel Filho, e com as excelentes interpretações de Ângelo Ântonio (Chico Xavier -1931/1959) e Nelson Xavier (Chico Xavier 1969/1975), o longa-metragem está agradando crítica e público.

Porém, eu ainda não assisti ao filme, acho que vou esperar sair em DVD, ou em algum especial de fim-de-ano na TV. Mas é claro, que um assunto tão sério e profundo como esse, merece ser comentado e não pode passar despercebido, afinal o espiritismo é referencia e seguido por milhares de pessoas no mundo.

Aproveitando esse assunto que está em evidência e sendo bem comentado atualmente (acredito que o filme ajudou a trazer essa discussão entre as pessoas), deixo uma dica de leitura para quem quer saber mais sobre o assunto, não sobre os trabalhos sociais e beneficentes em que os grupos espíritas estão sempre tão empenhados, mas sobre a “comunicação entre vivos e mortos” através da psicografia, este sim é um assunto intrigante que todos nós ficamos fascinados e curiosos quando posto em debate.

Em 2004 a editora planeta publicou o livro “Por Trás Do Véu De Ísis”(2004) do jornalista e escritor Marcel Souto Maior (1966). Essa obra é o resultado de uma série de pesquisas feitas pelo autor sobre o assunto, de uma forma imparcial e investigativa, muito interessante.

Marcel escreve sobre experiências pessoais, relatos de amigos próximos a Chico Xavier, testemunho de outros médiuns, o que diz a ciência, os riscos de fraude ou de auto-sugestão. Aborda questões sobre a possibilidade de comprovação científica a vida após a morte. Um verdadeiro diário de busca.

Marcel também escreveu os livros “As Vidas de Chico Xavier (2003)” e “As lições de Chico Xavier (2005)”.

“Um dia o homem vai entender que o espírito é igual a energia, nesse dia a física quântica e o espiritismo vão se encontrar.” – Chico Xavier.

Abaixo deixo um “trecho” de uma participação do autor no programa “Sempre Um Papo” em 11/08/2004. A quem interessar, basta conferir no “You Tube” a palestra na integra.


 Anselmo




POR TRÁS DO VÉU DE ÍSIS - Marcel Souto Maior

O filme sobre a vida de Chico Xavier é o grande sucesso do cinema nacional nesse ano de 2010, pelo menos até agora. Dirigido e produzido por Daniel Filho, e com as excelentes interpretações de Ângelo Ântonio (Chico Xavier -1931/1959) e Nelson Xavier (Chico Xavier 1969/1975), o longa-metragem está agradando crítica e público.

Porém, eu ainda não assisti ao filme, acho que vou esperar sair em DVD, ou em algum especial de fim-de-ano na TV. Mas é claro, que um assunto tão sério e profundo como esse, merece ser comentado e não pode passar despercebido, afinal o espiritismo é referencia e seguido por milhares de pessoas no mundo.

Aproveitando esse assunto que está em evidência e sendo bem comentado atualmente (acredito que o filme ajudou a trazer essa discussão entre as pessoas), deixo uma dica de leitura para quem quer saber mais sobre o assunto, não sobre os trabalhos sociais e beneficentes em que os grupos espíritas estão sempre tão empenhados, mas sobre a “comunicação entre vivos e mortos” através da psicografia, este sim é um assunto intrigante que todos nós ficamos fascinados e curiosos quando posto em debate.

Em 2004 a editora planeta publicou o livro “Por Trás Do Véu De Ísis”(2004) do jornalista e escritor Marcel Souto Maior (1966). Essa obra é o resultado de uma série de pesquisas feitas pelo autor sobre o assunto, de uma forma imparcial e investigativa, muito interessante.

Marcel escreve sobre experiências pessoais, relatos de amigos próximos a Chico Xavier, testemunho de outros médiuns, o que diz a ciência, os riscos de fraude ou de auto-sugestão. Aborda questões sobre a possibilidade de comprovação científica a vida após a morte. Um verdadeiro diário de busca.

Marcel também escreveu os livros “As Vidas de Chico Xavier (2003)” e “As lições de Chico Xavier (2005)”.

“Um dia o homem vai entender que o espírito é igual a energia, nesse dia a física quântica e o espiritismo vão se encontrar.” – Chico Xavier.

Abaixo deixo um “trecho” de uma participação do autor no programa “Sempre Um Papo” em 11/08/2004. A quem interessar, basta conferir no “You Tube” a palestra na integra.


 Anselmo




segunda-feira, 19 de abril de 2010

PLACEBO - Credicard Hall - SP - 17 Abril 2010


Pois é pessoal, como vocês devem ter notado pelo “post” anterior, o Minerva Pop foi ao show do Social Distortion na via Funchal, neste último sábado (17abril). Mas durante uma cerveja e outra, lamentamos que o Placebo havia marcado seu show em São Paulo no mesmo dia, no Credicard Hall, pois era um espetáculo que também gostaríamos de assistir.

Felizmente os leitores do Minerva Pop não vão ficar sem informação, graças a nossa amiga e seguidora do Blog, a querida Ana Praconi, que estava no Credicard Hall e mandou um “post” comentando sobre a apresentação do Placebo, que você confere logo na seqüência (Anselmo / Sandro).


Show:

Sábado, 17/04 e a banda inglesa, Placebo, fechou a sua terceira passagem pelo Brasil com a turnê do seu quinto álbum de estúdio, Battle For The Sun, no Credicard Hall em São Paulo. Com quase duas horas de duração, a banda não decepcionou a platéia de aproximadamente 4 mil pessoas.

Abriu o show logo com três canções do novo álbum, For What It’s Worth, seguida por Ashtray Heart e Battle for the Sun. Entretanto o grupo não se conteve e tocou tudo aquilo que o público queria ouvir, como a indispensável Every You Every Me, Special Needs, Speak In Tongues, Breathe Underwater, Devil In the Details, Meds, Special K, Song to Say Goodbye, a lindíssima Follow The Cops Back Home e fechou a primeira parte do show com Bitter End, voltando para o encore com Trigger Happy, Infra-Red e Taste In Men. (Para mim, particularmente, faltou Black-Eyed, mas… c’est la vie.)

A bateria pesada de recém integrante, Steve Forrest e a afinação impecável do baixo de Stefan Olsdal foram complementos mais que perfeitos para o vocal insano de Brian Molko, que não perde tempo e mostra a que veio. Colocar a galera pra pular! Sem enrolações, diálogos longos (e que venhamos e convenhamos, bastante desnecessários) e divagações em geral, a banda mantém o foco no espetáculo. E que espetáculo!


By Ana Praconi




PLACEBO - Credicard Hall - SP - 17 Abril 2010


Pois é pessoal, como vocês devem ter notado pelo “post” anterior, o Minerva Pop foi ao show do Social Distortion na via Funchal, neste último sábado (17abril). Mas durante uma cerveja e outra, lamentamos que o Placebo havia marcado seu show em São Paulo no mesmo dia, no Credicard Hall, pois era um espetáculo que também gostaríamos de assistir.

Felizmente os leitores do Minerva Pop não vão ficar sem informação, graças a nossa amiga e seguidora do Blog, a querida Ana Praconi, que estava no Credicard Hall e mandou um “post” comentando sobre a apresentação do Placebo, que você confere logo na seqüência (Anselmo / Sandro).


Show:

Sábado, 17/04 e a banda inglesa, Placebo, fechou a sua terceira passagem pelo Brasil com a turnê do seu quinto álbum de estúdio, Battle For The Sun, no Credicard Hall em São Paulo. Com quase duas horas de duração, a banda não decepcionou a platéia de aproximadamente 4 mil pessoas.

Abriu o show logo com três canções do novo álbum, For What It’s Worth, seguida por Ashtray Heart e Battle for the Sun. Entretanto o grupo não se conteve e tocou tudo aquilo que o público queria ouvir, como a indispensável Every You Every Me, Special Needs, Speak In Tongues, Breathe Underwater, Devil In the Details, Meds, Special K, Song to Say Goodbye, a lindíssima Follow The Cops Back Home e fechou a primeira parte do show com Bitter End, voltando para o encore com Trigger Happy, Infra-Red e Taste In Men. (Para mim, particularmente, faltou Black-Eyed, mas… c’est la vie.)

A bateria pesada de recém integrante, Steve Forrest e a afinação impecável do baixo de Stefan Olsdal foram complementos mais que perfeitos para o vocal insano de Brian Molko, que não perde tempo e mostra a que veio. Colocar a galera pra pular! Sem enrolações, diálogos longos (e que venhamos e convenhamos, bastante desnecessários) e divagações em geral, a banda mantém o foco no espetáculo. E que espetáculo!


By Ana Praconi




domingo, 18 de abril de 2010

SOCIAL DISTORTION - Via Funchal - SP - 17 Abril 2010


Social Distortion, ou também chamado de Social D, acabou de se apresentar no palco do Via Funchal em São Paulo.

Social Distortion é uma banda de Rock formada em 1979 pelo guitarrista e líder Mike Ness, um dos responsáveis pelos “hits” com refrões poderosos e bases simples e diretas.

A banda chegou a se separar em 1985 por causa do vício em drogas de Mike Ness, mas se reagruparam em 1987 e estão na estrada até hoje. Em 2000 uma tragédia abalou os integrantes da banda, quando faleceu o guitarrista original Dennis Danell, devido a um aneurisma cerebral. Atualmente a banda conta com Jonny Wickersham na guitarra.

Show:
O show foi impecável, tudo o que se espera de uma banda de rock (apesar de sua origem no Hardcore Californiano, hoje não vejo rótulo pra esses caras).

A banda de abertura foi a argetina “All the Hats”, a qual nós do Minerva Pop não assistimos, porém nosso amigo e colaborador Fabiano “rocker” comentou que o show foi bom, sem comprometer.

Mesmo com o “peso da idade”, logo que as luzes se apagaram o Social Distortion entrou com a “Instrumental - Road Zombie" e já imendou no cover de "Under My Thumb" dos Rolling Stones.

Na sequencia vieram duas de minhas preferidas do álbum “Somewhere Between Heaven and Hell”, as incríveis "Bye Bye Baby" e "Bad Luck" e a poderosa "Don´t Drag Me Down" de “White Light, White Heat, White Trash”.

Quando o público estava começando “curtir” o show, a banda detona três clássicos de um mesmo álbum "Creeps", "Another State of Mind" e "Mommy's Little Monster" (nome que dá título ao disco).

A partir daí, mais clássicos, "Sick Boy" (que Mike Ness canta como se referindo a ele mesmo), "Reach For The Sky", "Ball & Chain", "Still Alive" (som do novo trabalho que será lançado em setembro), essa todo cara com mais de 40 anos sabe o que significa!

Mantém a qualidade com Gotta Know The Rules, Sometimes I Do e fecha o “set list” com Nickles And Dimes.

Mas claro que ninguém nem foi “louco” de sair do lugar, pois o melhor ainda estava por vir no “encore” da noite (que na verdade foram dois).

Primeiro: Make Believe e Cold Feeling.

Segundo: Prison Bound e Ring of Fire (Johnny Cash Cover)

Dá pra criticar? Claro que sim! Cadê "Story Of My Life?" Que falha!

Brincadeiras á parte, não dá pra reclamar de um show desse nível, Rock´n´Roll de primeira linha.

Uma lembrança que vou “guardar” desse show é de quando Mike Ness chamou no palco um garotinho de 11 anos, e disse: “Seja um bom menino, vá a escola, e obedeça seus pais. E quando na segunda-feira a professora perguntar, diga que foi ao show do Social D no sábado”

Como não “rolou” "Story of my Life" no show, deixo pra vocês a música abaixo.

Post atualizado com dois registros da balada. "Cold Feelings" e "Ring of Fire" (com audio não muito bom, mas dá para sentir a vibração).


Anselmo / Sandro









SOCIAL DISTORTION - Via Funchal - SP - 17 Abril 2010


Social Distortion, ou também chamado de Social D, acabou de se apresentar no palco do Via Funchal em São Paulo.

Social Distortion é uma banda de Rock formada em 1979 pelo guitarrista e líder Mike Ness, um dos responsáveis pelos “hits” com refrões poderosos e bases simples e diretas.

A banda chegou a se separar em 1985 por causa do vício em drogas de Mike Ness, mas se reagruparam em 1987 e estão na estrada até hoje. Em 2000 uma tragédia abalou os integrantes da banda, quando faleceu o guitarrista original Dennis Danell, devido a um aneurisma cerebral. Atualmente a banda conta com Jonny Wickersham na guitarra.

Show:
O show foi impecável, tudo o que se espera de uma banda de rock (apesar de sua origem no Hardcore Californiano, hoje não vejo rótulo pra esses caras).

A banda de abertura foi a argetina “All the Hats”, a qual nós do Minerva Pop não assistimos, porém nosso amigo e colaborador Fabiano “rocker” comentou que o show foi bom, sem comprometer.

Mesmo com o “peso da idade”, logo que as luzes se apagaram o Social Distortion entrou com a “Instrumental - Road Zombie" e já imendou no cover de "Under My Thumb" dos Rolling Stones.

Na sequencia vieram duas de minhas preferidas do álbum “Somewhere Between Heaven and Hell”, as incríveis "Bye Bye Baby" e "Bad Luck" e a poderosa "Don´t Drag Me Down" de “White Light, White Heat, White Trash”.

Quando o público estava começando “curtir” o show, a banda detona três clássicos de um mesmo álbum "Creeps", "Another State of Mind" e "Mommy's Little Monster" (nome que dá título ao disco).

A partir daí, mais clássicos, "Sick Boy" (que Mike Ness canta como se referindo a ele mesmo), "Reach For The Sky", "Ball & Chain", "Still Alive" (som do novo trabalho que será lançado em setembro), essa todo cara com mais de 40 anos sabe o que significa!

Mantém a qualidade com Gotta Know The Rules, Sometimes I Do e fecha o “set list” com Nickles And Dimes.

Mas claro que ninguém nem foi “louco” de sair do lugar, pois o melhor ainda estava por vir no “encore” da noite (que na verdade foram dois).

Primeiro: Make Believe e Cold Feeling.

Segundo: Prison Bound e Ring of Fire (Johnny Cash Cover)

Dá pra criticar? Claro que sim! Cadê "Story Of My Life?" Que falha!

Brincadeiras á parte, não dá pra reclamar de um show desse nível, Rock´n´Roll de primeira linha.

Uma lembrança que vou “guardar” desse show é de quando Mike Ness chamou no palco um garotinho de 11 anos, e disse: “Seja um bom menino, vá a escola, e obedeça seus pais. E quando na segunda-feira a professora perguntar, diga que foi ao show do Social D no sábado”

Como não “rolou” "Story of my Life" no show, deixo pra vocês a música abaixo.

Post atualizado com dois registros da balada. "Cold Feelings" e "Ring of Fire" (com audio não muito bom, mas dá para sentir a vibração).


Anselmo / Sandro









sábado, 17 de abril de 2010

REVISTA VERTIGO Nr.5 - "Casa dos Mistérios"

Para quem acompanha o Minerva Pop sabe que sou admirador das publicações da série Vertigo-DC Comics, e desde que foram relançados as edições pela Panini não perco uma, isso vale para as revistas periodicas e as edições especiais.

Para minha surpresa, a revista vai contar com a consagrada “Casa dos Mistérios” para compor o “mix” de sua publicação mensal, já iniciando na edição de nr. 5 desse mês.

A revista “Casa dos Mistérios” teve início nos Estados Unidos em 1951, seguindo o sucesso da legendária e mundialmente conhecida  “Tales From the Crypt” (1950). Os temas abordados por essas revistas, ficção científica, terror e suspense, foram um sucesso para um publico que já estava saturado de heróis com superpoderes e uniformes coloridos que faziam justiça com as próprias mãos.

Durante sua publicação, a  “Casa dos Mistérios” teve que se adaptar as regulações de mercado para sobreviver. Como por exemplo, após a criação da “Comics Code Authority”, que afirmava que esse tipo de leitura poderia causar distúrbios comportamentais nos jovens.

No fim da década de 1960, as histórias da casa foram produzidas por nomes como Sergio Aragonés, Neal Adams, Jack Kirby, Jim Aparo, só como exemplos. A partir da edição 292 (em 1981) Karen Berger se tornou editora do título que futuramente seria responsável por edições similares, como o selo Vertigo, oficialmente criado em 1993.

Infelizmente, e pelo mesmo motivo que foi criada, o interesse popular , a revista foi cancelada na edição 321.´

Talvez como prova de gratidão, ou garantia de sucesso, a revista Vertigo decidiu abrir a casa e invocar seu cínico e irônico guardião Caim para contar suas histórias.

Caim é vizinho de seu irmão Abel que guarda a “Casa dos Segredos”, bem do outro lado da rua, na região do Sonhar. Ambos foram servos de Sandman, mas isso deixamos para outro “post”, pois como disse Caim: “Mesmo que todo mistério contenha segredos, nem todo segredo contém mistérios.”

Boa Leitura.


Nota: A capa acima é a original americana que foi utilizada para a edição da panini desse mês, a diferênça é o nome VERTIGO no topo.

Anselmo

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