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sábado, 10 de abril de 2010

É TUDO VERDADE 2010 - Karl Max Way


Estava ouvindo pela Rádio CBN uma entrevista com a repórter do Estadão Flavia Guerra sobre seu filme (curta) Karl Max Way, que conta a história de um motoboy chamado Karl Max que trabalha e vive na ilegalidade em Londres.

Esse trabalho de Flavia Guerra será exibido no 15º. Festival Internacional de Documentários “É Tudo Verdade-(It´s All True) 2010”, de 8 a 18 de Abril em São Paulo, 09 a 18 de Abril no Rio de Janeiro.

Criado pelo crítico Amir Labaki em 1996, o festival tem edição anual com intuíto de solidificar a cultura de documentários (obras não-ficcionais brasileiras e internacionais) na América do Sul.

Em São Paulo as salas de exibição são: Espaço Unibanco de Cinema, Centro Cultural do Banco do Brasil, Cinemateca, Reserva Cultural, Cinemark Eldorado, Cinusp Paulo Emílio. A entrada é franca, mas os ingressos devem ser retirados antecipadamente.

O festival tem longas, médias e curtas-metragens como atrações, mas eu confesso que ultimamente estou bem interessado em “curtas”, pois acho que com a rapidez e agilidade no acesso as informações no mundo todo, essa é uma forma de cinema que será extremamente abordada num futuro bem próximo.

Segue abaixo o “promo” de Karl Max Way.

Anselmo

É TUDO VERDADE 2010 - Karl Max Way


Estava ouvindo pela Rádio CBN uma entrevista com a repórter do Estadão Flavia Guerra sobre seu filme (curta) Karl Max Way, que conta a história de um motoboy chamado Karl Max que trabalha e vive na ilegalidade em Londres.

Esse trabalho de Flavia Guerra será exibido no 15º. Festival Internacional de Documentários “É Tudo Verdade-(It´s All True) 2010”, de 8 a 18 de Abril em São Paulo, 09 a 18 de Abril no Rio de Janeiro.

Criado pelo crítico Amir Labaki em 1996, o festival tem edição anual com intuíto de solidificar a cultura de documentários (obras não-ficcionais brasileiras e internacionais) na América do Sul.

Em São Paulo as salas de exibição são: Espaço Unibanco de Cinema, Centro Cultural do Banco do Brasil, Cinemateca, Reserva Cultural, Cinemark Eldorado, Cinusp Paulo Emílio. A entrada é franca, mas os ingressos devem ser retirados antecipadamente.

O festival tem longas, médias e curtas-metragens como atrações, mas eu confesso que ultimamente estou bem interessado em “curtas”, pois acho que com a rapidez e agilidade no acesso as informações no mundo todo, essa é uma forma de cinema que será extremamente abordada num futuro bem próximo.

Segue abaixo o “promo” de Karl Max Way.

Anselmo

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

BOTINADA - A Origem Do Punk no Brasil

Acabei de assistir ao documentário "Botinada: a origem do punk no Brasil", produzido por Gastão Moreira e lançado pela ST2 em 2006, e como diz o próprio idealizador: “Foram quatro anos de pesquisa, 77 pessoas entrevistadas, milhares de horas nas ilhas de edição, 200 horas de vídeo e muitas imagens raras e inéditas compiladas pela primeira vez.”

O documentário conta com imagens raras de apresentações inusitadas do Cólera tocando em um programa da TV Tupi, os Inocentes anarquizando o Gallery em 1982, e entrevistas mostrando como estão os protagonistas nos dias de hoje, jornalistas, escritores, e pessoas em geral que apoiaram o movimento Punk.

Mostra as diferenças que haviam, e talvez permaneçam até hoje, entre o pessoal de São Paulo e do Grande ABC, além do pessoal de Brasília que reividica o pioneirismo do movimento. (Desculpe, mas ver o pessoal do Aborto Elétrico falar isso parece piada!)

As festas na Carolina, reunião no Largo São Bento, na Galeria do Rock, shows históricos em porões de padaria e as “Festas Punk das fitas K-7”,o famoso show “Começo do Fim do Mundo”, tá tudo lá, é só conferir.

Na minha opinião esse movimento nada mais era do que um grupo de garotos de periferia que no fundo queriam mostrar pra sociedade que existiam, que tinham necessidades, e dentre elas a diversão, mas descobriram que só isso não era o suficiente, precisavam ir além.

Eram meninos e meninas que não entendiam e nem se importavam que o Sex Pistols, os Ramones, o Clash, atrás de toda aquele discurso de “movimento” e “revolta” tinham um empresário, uma gravadora, e precisavam girar a máquina do show business, ganhar dinheiro e se firmarem na mídia, porém e isso poucos “sacaram”. Talvez só os mais espertos e talentosos, como o Clemente e o João Gordo.

O documentário é bom e recomendo.


Anselmo





BOTINADA - A Origem Do Punk no Brasil

Acabei de assistir ao documentário "Botinada: a origem do punk no Brasil", produzido por Gastão Moreira e lançado pela ST2 em 2006, e como diz o próprio idealizador: “Foram quatro anos de pesquisa, 77 pessoas entrevistadas, milhares de horas nas ilhas de edição, 200 horas de vídeo e muitas imagens raras e inéditas compiladas pela primeira vez.”

O documentário conta com imagens raras de apresentações inusitadas do Cólera tocando em um programa da TV Tupi, os Inocentes anarquizando o Gallery em 1982, e entrevistas mostrando como estão os protagonistas nos dias de hoje, jornalistas, escritores, e pessoas em geral que apoiaram o movimento Punk.

Mostra as diferenças que haviam, e talvez permaneçam até hoje, entre o pessoal de São Paulo e do Grande ABC, além do pessoal de Brasília que reividica o pioneirismo do movimento. (Desculpe, mas ver o pessoal do Aborto Elétrico falar isso parece piada!)

As festas na Carolina, reunião no Largo São Bento, na Galeria do Rock, shows históricos em porões de padaria e as “Festas Punk das fitas K-7”,o famoso show “Começo do Fim do Mundo”, tá tudo lá, é só conferir.

Na minha opinião esse movimento nada mais era do que um grupo de garotos de periferia que no fundo queriam mostrar pra sociedade que existiam, que tinham necessidades, e dentre elas a diversão, mas descobriram que só isso não era o suficiente, precisavam ir além.

Eram meninos e meninas que não entendiam e nem se importavam que o Sex Pistols, os Ramones, o Clash, atrás de toda aquele discurso de “movimento” e “revolta” tinham um empresário, uma gravadora, e precisavam girar a máquina do show business, ganhar dinheiro e se firmarem na mídia, porém e isso poucos “sacaram”. Talvez só os mais espertos e talentosos, como o Clemente e o João Gordo.

O documentário é bom e recomendo.


Anselmo





quinta-feira, 8 de outubro de 2009

A TODO VOLUME

Mesmo sendo um fã incondicional da musica Rock, tem um fator que eu particularmente sempre “abominei” nesse estilo musical: “Pagar Pau” pra guitarrista “virtuose”.

Pra mim o maior guitarrista de Rock´n´Roll é Chuck Berry, e se for pra escutar os “mala-mor”, prefiro acompanhar as obras dos grandes músicos clássicos. Desculpem, mas essa é minha opinião.

Porém, também não posso deixar de reconhecer que, temos sim, guitarristas que fizeram a diferença com um talento e criatividade peculiares, e por coincidência ou não, o Festival de Cinema do Rio apresentou um filme que tem como coadjuvantes três músicos que admiro muito: Jimmy Page, The Edge e Jack White.

It Might Get Loud (A Todo Volume), do diretor Davis Guggenheim, nos apresenta em seu pouco tempo (1h 38 min.) artistas emblemáticos para três gerações diferentes, contando a historia de cada um, seus estilos, suas personalidades , seus conceitos de instrumento e produção.

Ainda não assisti ao filme, mas pelo que pude pesquisar , o filme mostra todo o processo técnico e de criação de cada guitarrista, sem deixar o assunto desinteressante ou cansativo para o espectador.

A vida e trajetória dos guitarristas são abordadas com, Jimmy Page e os conturbados anos 60 e 70, a influência Punk para The Edge, a criação de Jack White em Detroit no meio da cultura "black" e dos "latinos".

Davis Guggenheim já havia demonstrado seu talento com o filme "Uma Verdade Inconveniente" (2006), ganhador de Oscar. Vamos ver se repete a dose com "A Todo Volume".

Dá uma "sacada" na guitarra que o Jack White constrói no Trailer abaixo, melhor que qualquer uma do Steve Vai ou do Satriani , ha ha!


Anselmo


A TODO VOLUME

Mesmo sendo um fã incondicional da musica Rock, tem um fator que eu particularmente sempre “abominei” nesse estilo musical: “Pagar Pau” pra guitarrista “virtuose”.

Pra mim o maior guitarrista de Rock´n´Roll é Chuck Berry, e se for pra escutar os “mala-mor”, prefiro acompanhar as obras dos grandes músicos clássicos. Desculpem, mas essa é minha opinião.

Porém, também não posso deixar de reconhecer que, temos sim, guitarristas que fizeram a diferença com um talento e criatividade peculiares, e por coincidência ou não, o Festival de Cinema do Rio apresentou um filme que tem como coadjuvantes três músicos que admiro muito: Jimmy Page, The Edge e Jack White.

It Might Get Loud (A Todo Volume), do diretor Davis Guggenheim, nos apresenta em seu pouco tempo (1h 38 min.) artistas emblemáticos para três gerações diferentes, contando a historia de cada um, seus estilos, suas personalidades , seus conceitos de instrumento e produção.

Ainda não assisti ao filme, mas pelo que pude pesquisar , o filme mostra todo o processo técnico e de criação de cada guitarrista, sem deixar o assunto desinteressante ou cansativo para o espectador.

A vida e trajetória dos guitarristas são abordadas com, Jimmy Page e os conturbados anos 60 e 70, a influência Punk para The Edge, a criação de Jack White em Detroit no meio da cultura "black" e dos "latinos".

Davis Guggenheim já havia demonstrado seu talento com o filme "Uma Verdade Inconveniente" (2006), ganhador de Oscar. Vamos ver se repete a dose com "A Todo Volume".

Dá uma "sacada" na guitarra que o Jack White constrói no Trailer abaixo, melhor que qualquer uma do Steve Vai ou do Satriani , ha ha!


Anselmo


quarta-feira, 17 de junho de 2009

CONTROL - A Vida de Ian Curtis



Finalmente pude assistir ao filme CONTROL , baseado na vida de Ian Curtis , lendário vocalista do Joy Division. Não sou critico de cinema, nem tenho a pretensão de avaliar nada. Porém, como espectador achei bem legal. Produzido em “preto & branco” tem uma narrativa e fotografia bem legais, que reforçam a melancolia e o drama da vida de Ian Curtis. Tem momentos interessantes como o show do Sex Pistols, e peculiaridades da concepção e gravação de algumas canções como “She Lost Control”, e “Love Will Tear Us Apart”. Produzido e dirigido por Anton Corbijn (que já havia dirigido o clip póstumo de “Atmosphere”). Agora um comentário bem pessoal, esse Ian Curtis foi F..., imaginem vocês caros leitores, as vésperas da primeira turnê da banda nos EUA, o cara comete suicídio!!!! Vai pra PQP!!!!
Gênero: Drama
Tempo: 121 min.
Lançamento: 22 de Mai, 2008
Lançamento DVD: Dez de 2008
Distribuidora: Daylight Films

Estrelando: Sam Riley, Samantha Morton, Craig Parkinson, Joe Anderson, Nigel Harris, Nicola Harrison, Toby Kebbell, Alexandra Maria Lara, Matthew McNulty.

Dirigido por: Anton Corbijn


Produzido por: Anton Corbijn, Todd Eckert, Orian Williams
Anselmo

CONTROL - A Vida de Ian Curtis



Finalmente pude assistir ao filme CONTROL , baseado na vida de Ian Curtis , lendário vocalista do Joy Division. Não sou critico de cinema, nem tenho a pretensão de avaliar nada. Porém, como espectador achei bem legal. Produzido em “preto & branco” tem uma narrativa e fotografia bem legais, que reforçam a melancolia e o drama da vida de Ian Curtis. Tem momentos interessantes como o show do Sex Pistols, e peculiaridades da concepção e gravação de algumas canções como “She Lost Control”, e “Love Will Tear Us Apart”. Produzido e dirigido por Anton Corbijn (que já havia dirigido o clip póstumo de “Atmosphere”). Agora um comentário bem pessoal, esse Ian Curtis foi F..., imaginem vocês caros leitores, as vésperas da primeira turnê da banda nos EUA, o cara comete suicídio!!!! Vai pra PQP!!!!
Gênero: Drama
Tempo: 121 min.
Lançamento: 22 de Mai, 2008
Lançamento DVD: Dez de 2008
Distribuidora: Daylight Films

Estrelando: Sam Riley, Samantha Morton, Craig Parkinson, Joe Anderson, Nigel Harris, Nicola Harrison, Toby Kebbell, Alexandra Maria Lara, Matthew McNulty.

Dirigido por: Anton Corbijn


Produzido por: Anton Corbijn, Todd Eckert, Orian Williams
Anselmo

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