A antiga banda de Josh Homme (Queens of the Stone Age), Kyuss voltou à ativa. Formação atual composta pelo vocalista John Garcia, o guitarrista Bruno Fevery, o baixista Nick Oliveri e o baterista Brant Bjork, estão na estrada com o nome de Kyuss Lives!.
Lenda no final dos anos 80, o Kyuss lançou quatro álbuns de estúdio com relativo sucesso, porém terminaram as atividades em 1995. Existe a possibilidade do lançamento de um novo material, é torcer e esperar.
A antiga banda de Josh Homme (Queens of the Stone Age), Kyuss voltou à ativa. Formação atual composta pelo vocalista John Garcia, o guitarrista Bruno Fevery, o baixista Nick Oliveri e o baterista Brant Bjork, estão na estrada com o nome de Kyuss Lives!.
Lenda no final dos anos 80, o Kyuss lançou quatro álbuns de estúdio com relativo sucesso, porém terminaram as atividades em 1995. Existe a possibilidade do lançamento de um novo material, é torcer e esperar.
Conforme prometido retorno hoje com a segunda parte das minhas impressões sobre o festival SWU. Hoje abordando os shows, razão principal de tudo. Ou você acha que algum fórum sobre sustentabilidade vai levar uma galera para Itú?
Segue então meu relato sobre o que vi (mesmo que não seja o show inteiro). No final deixei uns vídeos como momentos lindos para ilustrar o texto.
Dia 9 de outubro (sábado)
Infectious Grooves - Assisti somente a metade do show devido a fila para entrar que eu citei no post anterior. Fiquei com a sensação de não ter perdido grande coisa. Até comentei com o Pancho que fazia uns 10 anos que eu não escutava nada deles, apesar de ser grande entusiasta quando o grupo foi formado. A banda me pareceu datada e o show não foi nada demais. Mike Muir até chamou uma molecada para subir no palco enquanto eles tiravam um cover do Suicidal Tendencies (banda principal do Muir), mas definitivamente eles não conseguiram empolgar e para mim será aquele típico show apenas para engrossar a lista dos já vistos.
Mutantes - Confesso que não tive paciência para a chatice do Sergio Dias. Enquanto íamos dar uma volta de reconhecimento do local, as primeiras músicas ficaram para trás e eu nem senti remorso.
The Apples in Stereo - Este eu queria ver desde o começo. E não me decepcionei. Com um visual que me lembrou os shows que assisti do Man Or Astro Man num passado remoto devido a extravagância das roupas, que lembravam um pouco o visual do Devo também. O líder Robert Schneider é bem simpático e pareceu estar se divertindo o tempo todo. Não conheço o suficiente sobre a banda para saber se a frase: "Olá, nós somos o Apples in Stereo e nós viemos do futuro!" era séria (e o cara é meio pinel) ou apenas uma brincadeira repetida diversas vezes durante o show. O fato é que suas leves canções são tão agradáveis e funcionam tão bem ao vivo que o resultado foi excelente. Um show muito, mas muito bom mesmo. Uma pena que foi visto por pouca gente (umas 500 / 600 pessoas) em razão da concorrência de MSTRKRFT e Los Hermanos tocando no mesmo horário.
Los Hermanos - Como disse acima eu estava em outro show enquanto eles tocavam. Peguei as duas últimas músicas e tive a impressão de que os caras não estavam tão bem ensaiados. Me perguntei também se o Marcelo Camelo sempre foi assim tão desafinado e eu tinha esquecido ou era só naquela tarde mesmo.
The Mars Volta - Um caso a parte. Esta banda é uma das poucas que eu gosto mesmo gravando músicas longas com uma frequencia mais do que o recomendável. E eles tiveram a manha de tocar várias destas musicas compridas em versões até mais esticadas, sem comprometer o pique do show. Apesar de ser um som para iniciados (é difícil de entender na primeira audição) a performance frenética no palco, o alto gabarito dos músicos e um vocalista que é um show a parte garantiram um ótimo espetáculo para quem estava lá.
Rage Against the Machine - Os gritos de "Rage, Rage, Rage!" vindos da galera antes do começo do show foram retribuidos assim que os quatro revolucionácios (força de expressão) pisaram no palco com a matadora "Testify". A fúria tão característica em seu som e letras estavam ali, explodindo na cara de quem teve o privilégio de assisti-los de perto (e não estava sendo pisoteado...). Se a volta da banda foi por dinheiro, eles não deixam isso transparecer. A performance é raivosa e cheia de vontade e sepulta qualquer clima de "paz e amor" que este tipo de festival deseje suscitar. Show excelente, que não foi ainda melhor porque na minha opinião não cabe numa apesentação com este grau de intensidade as interrupções que acabaram rolando. Isso traz um certo anti-climax e aquela sensação de coito interrompido para o público, o que pode ser bom para esfriar os ânimos, mas atrapalha no resultado final.
Dia 10 de outubro (sábado)
Joss Stone - Vi pela TV. Só queria comentar que achei a artista que mais entrou "louca" no palco, se é que vocês me entendem.
Regina Spektor - Não vi e gostaria muito de ter visto. Alguém podia ter trazido ela sozinha para shows em lugares fechados que ia cair muito melhor.
Dia 11 de outubro (segunda-feira)
Yo La Tengo - Devido a demora para entrar (50 minutos de fila) eu perdi praticamente o show inteiro. Peguei as duas últimas músicas onde eles abusaram da microfonia. Não deu para formar uma opinião sobre a apresentação. Só acho que não é o tipo de banda para um palco principal de festival. Eu os vi no Sesc Pompéia em 2001 e o show funcionou muito bem, parecendo ficar perfeito em lugares fechados e menores.
Cavalera Conspiracy - Só de ver os irmãos Max e Igor Cavalera tocando juntos novamente aqui no Brasil já seria bacana. Mas eles fizeram um show muito competente calcado nas músicas de seu único disco (o Max anunciou um novo para o próximo ano) e com um recheio especial da fase Sepultura, devidamemnte representada por "Refuse/Resist", "Atittude", "Troops of Doom" (esta foi desencavada...) e "Roots Bloody Roots". Clássicos bons de se ouvir de novo.
BNegão e Seletores de Frequencia - Vi só os 10 minutos finais e fiquei com uma sensação de quero mais absurda. Numa tenda OI FM (a mesma onde tocou o Apples in Stereo) totalmente lotada, fiquei de boca aberta com a força dos caras no palco. Preciso ir num show deles com urgência.
Avenged Sevenfold - Depois do BNegão, peguei partes deste show enquanto andava a procura de comida e bebida. Metal cheio de clichês, eu detestei. Achei horroroso e tive a certeza de que eu era feliz e não sabia quando nunca tinha ouvido falar disso aí.
Incubus - Banda que eu nunca tinha parado para ouvir com atenção mas que sempre foi muito bem recomendada por amigos. Tive a boa vontade de assistir o show inteiro e posso dizer. Não gostei. Achei chato demais. Pode até ser o efeito da minha ansiedade pelo QOTSA e Pixies, mas sinceramente, não bateu.
Queens of the Stone Age - Eu já tinha escrito por aqui que este provavelmente seria o show do ano no Brasil. Josh Homme é quase que uma entidade no rock atual, muito também pela sua atuação em diversos projetos de qualidade e pela influência que sua "mão" traz em qualquer coisa que ele toca. Eles abriram o show com o baixo "falando" na sensacional e poderosa "Feel Good Hit of the Summer" e já deram o cartão de visita do que seria um show barulhento e pesado na medida exata. Os caras juntam uma simplicidade a uma gana de tocar que é admirável. Na segunda música quando eles mandaram "The Lost Art of Keeping a Secret", uma de minhas preferidas, percebi que o jogo já estava ganho. Durante o show houve alguns problemas com o som, é verdade, mas nada que impedisse a banda de fazer o melhor show do festival tecnicamente falando. Foi maravilhoso e entra desde já para o time dos mais relevantes já vistos.
Pixies - O amor é cego? Dizem que sim. Os Pixies fizeram um show onde a empolgação e a vontade não foram o ponto alto. Dava para ficar na dúvida se a voz cansada de Frank Black era o peso da idade ou apenas má vontade mesmo. Então por que eu acho que vi um dos melhores shows da minha vida? E por que se eu acho que se o QOTSA fez o melhor show do festival tecnicamente falando, eu preferi o dos Pixies? Simples. É uma questão afetiva. Coisa de amor mesmo. E tenho certeza de que falo pela multidão que se deliciou com os clássicos do rock alternativo que eram enfileirados um atrás do outro por uma das maiores bandas de rock alternativo de todos os tempos. Foi emocionante poder vê-los pela primeira vez e poder cantar, dançar, gritar ao som de "Debaser", "Velouria", Monkey Gone To Heaven", "Waves of Mutilation", "Here Comes Your Man", "Hey", "Gouge Away" "Where Is My Mind" e "Gigantic". Eu anotei o set list no meu celular que eu viria a perder depois e nem vou querer lembrar de tudo na ordem para não escrever besteira. Enfim, eles não são mais os mesmos? Eles não tem mais o vigor de outrora? Foda-se! Para mim o show foi espetacular e fez valer todo o perrengue "chorado" no post sobre a organização. Inesquecível. Mais uma daquelas que eu não poderia morrer sem ssistir.
Linkin Park e Tiesto - Desculpem. Eu sei que estava lá na balada e era só esperar um pouco para acrescentar mais estas duas atrações gringas na minha lista. Só que depois de ver o Queens Of The Stone Age e os Pixies na sequencia eu não precisava ouvir mais nada. Para mim estava bom.
Conforme prometido retorno hoje com a segunda parte das minhas impressões sobre o festival SWU. Hoje abordando os shows, razão principal de tudo. Ou você acha que algum fórum sobre sustentabilidade vai levar uma galera para Itú?
Segue então meu relato sobre o que vi (mesmo que não seja o show inteiro). No final deixei uns vídeos como momentos lindos para ilustrar o texto.
Dia 9 de outubro (sábado)
Infectious Grooves - Assisti somente a metade do show devido a fila para entrar que eu citei no post anterior. Fiquei com a sensação de não ter perdido grande coisa. Até comentei com o Pancho que fazia uns 10 anos que eu não escutava nada deles, apesar de ser grande entusiasta quando o grupo foi formado. A banda me pareceu datada e o show não foi nada demais. Mike Muir até chamou uma molecada para subir no palco enquanto eles tiravam um cover do Suicidal Tendencies (banda principal do Muir), mas definitivamente eles não conseguiram empolgar e para mim será aquele típico show apenas para engrossar a lista dos já vistos.
Mutantes - Confesso que não tive paciência para a chatice do Sergio Dias. Enquanto íamos dar uma volta de reconhecimento do local, as primeiras músicas ficaram para trás e eu nem senti remorso.
The Apples in Stereo - Este eu queria ver desde o começo. E não me decepcionei. Com um visual que me lembrou os shows que assisti do Man Or Astro Man num passado remoto devido a extravagância das roupas, que lembravam um pouco o visual do Devo também. O líder Robert Schneider é bem simpático e pareceu estar se divertindo o tempo todo. Não conheço o suficiente sobre a banda para saber se a frase: "Olá, nós somos o Apples in Stereo e nós viemos do futuro!" era séria (e o cara é meio pinel) ou apenas uma brincadeira repetida diversas vezes durante o show. O fato é que suas leves canções são tão agradáveis e funcionam tão bem ao vivo que o resultado foi excelente. Um show muito, mas muito bom mesmo. Uma pena que foi visto por pouca gente (umas 500 / 600 pessoas) em razão da concorrência de MSTRKRFT e Los Hermanos tocando no mesmo horário.
Los Hermanos - Como disse acima eu estava em outro show enquanto eles tocavam. Peguei as duas últimas músicas e tive a impressão de que os caras não estavam tão bem ensaiados. Me perguntei também se o Marcelo Camelo sempre foi assim tão desafinado e eu tinha esquecido ou era só naquela tarde mesmo.
The Mars Volta - Um caso a parte. Esta banda é uma das poucas que eu gosto mesmo gravando músicas longas com uma frequencia mais do que o recomendável. E eles tiveram a manha de tocar várias destas musicas compridas em versões até mais esticadas, sem comprometer o pique do show. Apesar de ser um som para iniciados (é difícil de entender na primeira audição) a performance frenética no palco, o alto gabarito dos músicos e um vocalista que é um show a parte garantiram um ótimo espetáculo para quem estava lá.
Rage Against the Machine - Os gritos de "Rage, Rage, Rage!" vindos da galera antes do começo do show foram retribuidos assim que os quatro revolucionácios (força de expressão) pisaram no palco com a matadora "Testify". A fúria tão característica em seu som e letras estavam ali, explodindo na cara de quem teve o privilégio de assisti-los de perto (e não estava sendo pisoteado...). Se a volta da banda foi por dinheiro, eles não deixam isso transparecer. A performance é raivosa e cheia de vontade e sepulta qualquer clima de "paz e amor" que este tipo de festival deseje suscitar. Show excelente, que não foi ainda melhor porque na minha opinião não cabe numa apesentação com este grau de intensidade as interrupções que acabaram rolando. Isso traz um certo anti-climax e aquela sensação de coito interrompido para o público, o que pode ser bom para esfriar os ânimos, mas atrapalha no resultado final.
Dia 10 de outubro (sábado)
Joss Stone - Vi pela TV. Só queria comentar que achei a artista que mais entrou "louca" no palco, se é que vocês me entendem.
Regina Spektor - Não vi e gostaria muito de ter visto. Alguém podia ter trazido ela sozinha para shows em lugares fechados que ia cair muito melhor.
Dia 11 de outubro (segunda-feira)
Yo La Tengo - Devido a demora para entrar (50 minutos de fila) eu perdi praticamente o show inteiro. Peguei as duas últimas músicas onde eles abusaram da microfonia. Não deu para formar uma opinião sobre a apresentação. Só acho que não é o tipo de banda para um palco principal de festival. Eu os vi no Sesc Pompéia em 2001 e o show funcionou muito bem, parecendo ficar perfeito em lugares fechados e menores.
Cavalera Conspiracy - Só de ver os irmãos Max e Igor Cavalera tocando juntos novamente aqui no Brasil já seria bacana. Mas eles fizeram um show muito competente calcado nas músicas de seu único disco (o Max anunciou um novo para o próximo ano) e com um recheio especial da fase Sepultura, devidamemnte representada por "Refuse/Resist", "Atittude", "Troops of Doom" (esta foi desencavada...) e "Roots Bloody Roots". Clássicos bons de se ouvir de novo.
BNegão e Seletores de Frequencia - Vi só os 10 minutos finais e fiquei com uma sensação de quero mais absurda. Numa tenda OI FM (a mesma onde tocou o Apples in Stereo) totalmente lotada, fiquei de boca aberta com a força dos caras no palco. Preciso ir num show deles com urgência.
Avenged Sevenfold - Depois do BNegão, peguei partes deste show enquanto andava a procura de comida e bebida. Metal cheio de clichês, eu detestei. Achei horroroso e tive a certeza de que eu era feliz e não sabia quando nunca tinha ouvido falar disso aí.
Incubus - Banda que eu nunca tinha parado para ouvir com atenção mas que sempre foi muito bem recomendada por amigos. Tive a boa vontade de assistir o show inteiro e posso dizer. Não gostei. Achei chato demais. Pode até ser o efeito da minha ansiedade pelo QOTSA e Pixies, mas sinceramente, não bateu.
Queens of the Stone Age - Eu já tinha escrito por aqui que este provavelmente seria o show do ano no Brasil. Josh Homme é quase que uma entidade no rock atual, muito também pela sua atuação em diversos projetos de qualidade e pela influência que sua "mão" traz em qualquer coisa que ele toca. Eles abriram o show com o baixo "falando" na sensacional e poderosa "Feel Good Hit of the Summer" e já deram o cartão de visita do que seria um show barulhento e pesado na medida exata. Os caras juntam uma simplicidade a uma gana de tocar que é admirável. Na segunda música quando eles mandaram "The Lost Art of Keeping a Secret", uma de minhas preferidas, percebi que o jogo já estava ganho. Durante o show houve alguns problemas com o som, é verdade, mas nada que impedisse a banda de fazer o melhor show do festival tecnicamente falando. Foi maravilhoso e entra desde já para o time dos mais relevantes já vistos.
Pixies - O amor é cego? Dizem que sim. Os Pixies fizeram um show onde a empolgação e a vontade não foram o ponto alto. Dava para ficar na dúvida se a voz cansada de Frank Black era o peso da idade ou apenas má vontade mesmo. Então por que eu acho que vi um dos melhores shows da minha vida? E por que se eu acho que se o QOTSA fez o melhor show do festival tecnicamente falando, eu preferi o dos Pixies? Simples. É uma questão afetiva. Coisa de amor mesmo. E tenho certeza de que falo pela multidão que se deliciou com os clássicos do rock alternativo que eram enfileirados um atrás do outro por uma das maiores bandas de rock alternativo de todos os tempos. Foi emocionante poder vê-los pela primeira vez e poder cantar, dançar, gritar ao som de "Debaser", "Velouria", Monkey Gone To Heaven", "Waves of Mutilation", "Here Comes Your Man", "Hey", "Gouge Away" "Where Is My Mind" e "Gigantic". Eu anotei o set list no meu celular que eu viria a perder depois e nem vou querer lembrar de tudo na ordem para não escrever besteira. Enfim, eles não são mais os mesmos? Eles não tem mais o vigor de outrora? Foda-se! Para mim o show foi espetacular e fez valer todo o perrengue "chorado" no post sobre a organização. Inesquecível. Mais uma daquelas que eu não poderia morrer sem ssistir.
Linkin Park e Tiesto - Desculpem. Eu sei que estava lá na balada e era só esperar um pouco para acrescentar mais estas duas atrações gringas na minha lista. Só que depois de ver o Queens Of The Stone Age e os Pixies na sequencia eu não precisava ouvir mais nada. Para mim estava bom.
Sem dúvida alguma este ano ficará marcado para gente que como estes blogueiros adora assistir shows de seus artistas preferidos. A quantidade, variedade e qualidade de atrações que apareceram ou irão aparecer no Brasil em 2010 é impressionante.
Lembrando os mais bacanas que tocaram por nossas terra até agora temos: Coldplay (aqui), Franz Ferdinand (aqui), Social Distortion (aqui), Placebo (aqui), Moby (aqui), Camera Obscura (aqui), Girls (aqui), Mark Lanegan (aqui), Vive La Fete (aqui), Erykah Badu, Lauryn Hill, She Wants Revenge (aqui), The Adicts, Diana Krall, Supersuckers, New Model Army (aqui) e Dinosaur Jr.
E para continuarmos espertos segue mais uma listinha com o melhor do que ainda está por vir até o final do ano. O último post que eu havia soltado nestes moldes foi em 01 de agosto (leia aqui). Perceba que boas novas surgiram desde então. Por isso fique ligado, faça suas escolhas e garanta seu ingresso.
Por ordem de data dos shows em São Paulo (vários passam por outros Estados):
Dia 9 de outubro (sábado) na Fazenda Maeda em Itú. Festival SWU com The Mars Volta, Infectious Grooves, MSTRKRFT, The Apples in Stereo, Rage Against the Machine entre outros. R$ 210,00 á venda no site da ingresso rápido e no estacionamento do Ginásio do Ibirapuera .
Dia 10 de outubro (domingo). Festival SWU com Sublime with Rome, Joss Stone, Kings of Leon, Regina Spektor, Dave Matthews Band e outros. R$ 210,00 á venda no site da ingresso rápido e no estacionamento do Ginásio do Ibirapuera .
Dia 11 de outubro (segunda-feira). Festival SWU com Cavalera Conspiracy, Incubus, Tiesto, Yo La Tengo, Pixies, Queens of the Stone Age, Linkin Park e outros. R$ 210,00 á venda no site ingressorápido e no estacionamento do Ginásio do Ibirapuera .
Dia 11 de outubro (segunda-feira) no Credicard Hall. Echo and The Bunnymen. R$ 120,00 á venda na bilheteria da casa ou no site da ticketmaster.
Dia 16 de outubro (sábado) na Chácara do Jóckey. Festival Natura About Us com Jamiroquai, Snow Patrol e Air. R$ 190,00 á venda no posto do Shopping Morumbi ou no site livepass .
Dia 20 de outubro (quarta-feira) na Arena Anhembi. Green Day. R$ 180,00 á venda em postos nos shoppings Anália Franco e Morumbi, além do site livepass.
Dia 04 de novembro (quinta-feira) na Via Funchal. Corinne Bailey Rae. R$ 300,00 á venda na bilheteria da casa ou no site da Via Funchal.
Dia 05 e 06 de novembro (sexta e sábado) no Hangar 110. Jello Biafra and The Guantamo School of Medicine. R$ 70,00 á venda na Flame ou no site ticketbrasil.
Dia 10 de novembro (quarta-feira) na Via Funchal. Belle and Sebastian. R$ 180,00 á venda na bilheteria da casa ou no site deles.
Dia 16 de novembro (terça-feira) no HSBC Brasil. Massive Attack. R$ 120,00 á venda no site da ingressorápido.
Dia 18 de novembro (quinta-feira) no Citibank Hall. Stereophonics. R$ 140,00 á venda na bilheteria da casa ou no site da ticketmaster.
Dia 20 de novembro (sábado) no Playcenter. Planeta Terra Festival com Smashing Pumpkins, Pavement, Phoenix, Hot Chip, Passion Pit, Of Montreal, Mika e outros. Ingressos esgotados.
Dia 21 de novembro (domingo) no estádio do Morumbi. Paul McCartney. Informações sobre os ingressos durante sta semana.
Dia 22 de novembro (segunda-feira) na Via Funchal. Scissor Sisters. R$ 200,00 á venda na bilheteria da casa.
Dia 25 de novembro (quinta-feira) no Clash Club. Buzzcocks e Adolescentes. R$ 60,00 á venda na London Calling ou no site ticketbrasil.
Dia 03 de dezembro (sexta-feira) na Via Funchal. Pennywise. R$ 120,00 aá venda na bilheteria da casa.
Dia 14 de dezembro (terça-feira) na Via Funchal. Stone Temple Pilots. Ainda não tenho informações sobre os ingressos.
Abaixo selecionei vídeos com apresentações recentes dos shows que eu não perderei por nada. Pixies, Queens Of The Stone Age, Belle and Sebastian e The Buzzcocks.
Sem dúvida alguma este ano ficará marcado para gente que como estes blogueiros adora assistir shows de seus artistas preferidos. A quantidade, variedade e qualidade de atrações que apareceram ou irão aparecer no Brasil em 2010 é impressionante.
Lembrando os mais bacanas que tocaram por nossas terra até agora temos:
Coldplay (aqui), Franz Ferdinand (aqui), Social Distortion (aqui), Placebo (aqui), Moby (aqui), Camera Obscura (aqui), Girls (aqui), Mark Lanegan (aqui), Vive La Fete (aqui), Erykah Badu, Lauryn Hill, She Wants Revenge (aqui), The Adicts, Diana Krall, Supersuckers, New Model Army (aqui) e Dinosaur Jr.
E para continuarmos espertos segue mais uma listinha com o melhor do que ainda está por vir até o final do ano. O último post que eu havia soltado nestes moldes foi em 01 de agosto (leia aqui).
Perceba que boas novas surgiram desde então. Por isso fique ligado, faça suas escolhas e garanta seu ingresso.
Por ordem de data dos shows em São Paulo (vários passam por outros Estados):
Dia 9 de outubro (sábado) na Fazenda Maeda em Itú. Festival SWU com The Mars Volta, Infectious Grooves, MSTRKRFT, The Apples in Stereo, Rage Against the Machine entre outros. R$ 210,00 á venda no site da ingresso rápido e no estacionamento do Ginásio do Ibirapuera .
Dia 10 de outubro (domingo). Festival SWU com Sublime with Rome, Joss Stone, Kings of Leon, Regina Spektor, Dave Matthews Band e outros. R$ 210,00 á venda no site da ingresso rápido e no estacionamento do Ginásio do Ibirapuera .
Dia 11 de outubro (segunda-feira). Festival SWU com Cavalera Conspiracy, Incubus, Tiesto, Yo La Tengo, Pixies, Queens of the Stone Age, Linkin Park e outros. R$ 210,00 á venda no site ingressorápido e no estacionamento do Ginásio do Ibirapuera .
Dia 11 de outubro (segunda-feira) no Credicard Hall. Echo and The Bunnymen. R$ 120,00 á venda na bilheteria da casa ou no site da ticketmaster.
Dia 16 de outubro (sábado) na Chácara do Jóckey. Festival Natura About Us com Jamiroquai, Snow Patrol e Air. R$ 190,00 á venda no posto do Shopping Morumbi ou no site livepass .
Dia 20 de outubro (quarta-feira) na Arena Anhembi. Green Day. R$ 180,00 á venda em postos nos shoppings Anália Franco e Morumbi, além do site livepass.
Dia 04 de novembro (quinta-feira) na Via Funchal. Corinne Bailey Rae. R$ 300,00 á venda na bilheteria da casa ou no site da Via Funchal.
Dia 05 e 06 de novembro (sexta e sábado) no Hangar 110. Jello Biafra and The Guantamo School of Medicine. R$ 70,00 á venda na Flame ou no site ticketbrasil.
Dia 10 de novembro (quarta-feira) na Via Funchal. Belle and Sebastian. R$ 180,00 á venda na bilheteria da casa ou no site deles.
Dia 16 de novembro (terça-feira) no HSBC Brasil. Massive Attack. R$ 120,00 á venda no site da ingressorápido.
Dia 18 de novembro (quinta-feira) no Citibank Hall. Stereophonics. R$ 140,00 á venda na bilheteria da casa ou no site da ticketmaster.
Dia 20 de novembro (sábado) no Playcenter. Planeta Terra Festival com Smashing Pumpkins, Pavement, Phoenix, Hot Chip, Passion Pit, Of Montreal, Mika e outros. Ingressos esgotados.
Dia 21 de novembro (domingo) no estádio do Morumbi. Paul McCartney. Informações sobre os ingressos durante sta semana.
Dia 22 de novembro (segunda-feira) na Via Funchal. Scissor Sisters. R$ 200,00 á venda na bilheteria da casa.
Dia 25 de novembro (quinta-feira) no Clash Club. Buzzcocks e Adolescentes. R$ 60,00 á venda na London Calling ou no site ticketbrasil.
Dia 03 de dezembro (sexta-feira) na Via Funchal. Pennywise. R$ 120,00 aá venda na bilheteria da casa.
Dia 14 de dezembro (terça-feira) na Via Funchal. Stone Temple Pilots. Ainda não tenho informações sobre os ingressos.
Abaixo selecionei vídeos com apresentações recentes dos shows que eu não perderei por nada. Pixies, Queens Of The Stone Age, Belle and Sebastian e The Buzzcocks.
Este aqui é daqueles posts cujo prazer em escrever fica acima da média. Um prazer de compartilhar coisas que considero realmente especiais.
Faz tempo que estou para soltar um texto sobre o cantor e compositor norte-americano Mark Lanegan, do qual sou profundo admirador. Com a notícia de que este maravilhoso vocalista se apresentará em São Paulo agora em junho, virou obrigação.
Você que gosta de boa música não pode perder a chance de assistir esta fera ao vivo no próximo dia 24, ainda como parte do festival POPLOAD GIG (escrevi sobre o que é no post anterior). O show será no Comitê Club, local que está sendo inaugurado na rua Augusta. Esta apresentação faz parte de uma turnê que Lanegan está fazendo ao lado do guitarrista David Rosser (do Twilight Singers) e passará ainda pela Argentina, Chile (ambos em junho), Nova Zelândia e Austrália (Oceania em julho). A pegada desta tour é acústica, portanto serão só os dois, sem banda de apoio.
Mais um pouco e a coisa fica ainda mais perfeita, já que em Setembro o cara tem shows marcados na Europa com uma de suas melhores parceiras, Isobel Campbell.
Mas vamos por partes. Nem sei se todos vocês tem o prazer de conhecer o Mark Lanegan. Pois bem, na década de 80, o cara foi um dos fundadores da cultuada banda Screaming Trees. Juntos eles lançaram "Clairvoyance" em 1986, "Even If And Especially When" em 1987, "Invisible Lantern" em 1988 e "Buzz Factory" em 1989. Nesta época, o esquema ainda era underground e praticamente não havia mídia em cima. As coisas começaram a mudar com o lançamento de "Uncle Anesthesia" em 1991 (já numa gravadora maior) e guinaram para o alto definitivamente com "Sweet Oblivion" em 1992. Era o auge do chamado movimento grunge de Seattle e apesar do Screaming Trees não ser da cidade, o bom relacionamento de Mark com as bandas locais como Soundgarden, Alice in Chains e Nirvana, fez com que o grupo estivesse inserido dentro da mesma onda. O sucesso não atingiu o mesmo patamar destas outras bandas, mas os caras ficaram bem conhecidos na época. Porém depois deste, só saiu mais um disco, que foi "Dust" de 1996. Lanegan que já tinha iniciado uma carreira solo em paralelo desde de 1990, passou a dedicar menos tempo a banda e em 2000 o Screaming Trees encerrou de vez as atividades.
A discografia impecável de Mark Lanegan começou com "The Winding Sheet" de 1990 e "Whiskey For The Holy Ghost" (maravilhoso) de 1994, ambos ainda fazendo parte do Screaming Trees e se consolidou com "Scraps At Midnight" (meu preferido) de 1998, "I'll Take Care Of You" (só de covers das antigas) de 1999, "Field Songs" de 2001, "Here Comes That Weird Chill" de 2003 e "Bubblegum" de 2004.
Nos anos 2000, Lanegan intensificou sua colaboração em discos de outros artistas, prática que vem desde o começo de sua carreira. Em 2000, iniciou sua parceria com a excelente banda Queens Of The Stone Age com o disco "R" e de lá para cá, ele participa de todos os trabalhos deste grupo, tendo inclusive uma boa dose de contribuição dentro de um dos melhores discos da década passada, na minha opinião, que é o "Songs For The Deaf".
Junto com Josh Homme (líder do QOSA) gravou para o projeto Desert Sessions (com um monte de fera). Gravou vocal para a musa Melissa Auf Der Maur. Iniciou e mantem uma parceria que já rendeu dois ótimos discos com a vocalista Isobel Campbell (do lindo Belle and Sebastian). Fez o vocal de algumas músicas para a também cultuada banda Eagles Of Death Metal. Desenvolveu um trabalho junto de Greg Dulli (da indie Afghan Whigs) chamado de The Gutter Twins, sendo que este último projeto trouxe os dois para o Brasil numa excelente apresentação no Bourboon Street ano passado. Fora isso, tem mais uma série de participações em vários outros trabalhos por aí.
Finalizando, independente de você poder ou não ir a este show, não deixe de conhecer o máximo das vertentes do Mark Lanegan. A palavra mais utilizada para descrever seu estilo vocal é único. Mas podemos usar também sombrio ou soturno, que cairia bem. Uma voz que parece ser tratada com muito whisky e traz uma vontade de tomar um porre... Recomendo muito.
Abaixo, deixei diferentes momentos do cantor, já citados acima. O último som (é vídeo mas tem somente o áudio) traz a música "Hanging Tree" numa versão suave, gravada ao vivo em abril de 2010, junto com o David Rosser, para sentir o que veremos semana que vem.
Sandro
Screaming Trees - "Nearly Lost You"
Various Artists - Screaming Trees - Nearly Lost You
Este aqui é daqueles posts cujo prazer em escrever fica acima da média. Um prazer de compartilhar coisas que considero realmente especiais.
Faz tempo que estou para soltar um texto sobre o cantor e compositor norte-americano Mark Lanegan, do qual sou profundo admirador. Com a notícia de que este maravilhoso vocalista se apresentará em São Paulo agora em junho, virou obrigação.
Você que gosta de boa música não pode perder a chance de assistir esta fera ao vivo no próximo dia 24, ainda como parte do festival POPLOAD GIG (escrevi sobre o que é no post anterior). O show será no Comitê Club, local que está sendo inaugurado na rua Augusta. Esta apresentação faz parte de uma turnê que Lanegan está fazendo ao lado do guitarrista David Rosser (do Twilight Singers) e passará ainda pela Argentina, Chile (ambos em junho), Nova Zelândia e Austrália (Oceania em julho). A pegada desta tour é acústica, portanto serão só os dois, sem banda de apoio.
Mais um pouco e a coisa fica ainda mais perfeita, já que em Setembro o cara tem shows marcados na Europa com uma de suas melhores parceiras, Isobel Campbell.
Mas vamos por partes. Nem sei se todos vocês tem o prazer de conhecer o Mark Lanegan. Pois bem, na década de 80, o cara foi um dos fundadores da cultuada banda Screaming Trees. Juntos eles lançaram "Clairvoyance" em 1986, "Even If And Especially When" em 1987, "Invisible Lantern" em 1988 e "Buzz Factory" em 1989. Nesta época, o esquema ainda era underground e praticamente não havia mídia em cima. As coisas começaram a mudar com o lançamento de "Uncle Anesthesia" em 1991 (já numa gravadora maior) e guinaram para o alto definitivamente com "Sweet Oblivion" em 1992. Era o auge do chamado movimento grunge de Seattle e apesar do Screaming Trees não ser da cidade, o bom relacionamento de Mark com as bandas locais como Soundgarden, Alice in Chains e Nirvana, fez com que o grupo estivesse inserido dentro da mesma onda. O sucesso não atingiu o mesmo patamar destas outras bandas, mas os caras ficaram bem conhecidos na época. Porém depois deste, só saiu mais um disco, que foi "Dust" de 1996. Lanegan que já tinha iniciado uma carreira solo em paralelo desde de 1990, passou a dedicar menos tempo a banda e em 2000 o Screaming Trees encerrou de vez as atividades.
A discografia impecável de Mark Lanegan começou com "The Winding Sheet" de 1990 e "Whiskey For The Holy Ghost" (maravilhoso) de 1994, ambos ainda fazendo parte do Screaming Trees e se consolidou com "Scraps At Midnight" (meu preferido) de 1998, "I'll Take Care Of You" (só de covers das antigas) de 1999, "Field Songs" de 2001, "Here Comes That Weird Chill" de 2003 e "Bubblegum" de 2004.
Nos anos 2000, Lanegan intensificou sua colaboração em discos de outros artistas, prática que vem desde o começo de sua carreira. Em 2000, iniciou sua parceria com a excelente banda Queens Of The Stone Age com o disco "R" e de lá para cá, ele participa de todos os trabalhos deste grupo, tendo inclusive uma boa dose de contribuição dentro de um dos melhores discos da década passada, na minha opinião, que é o "Songs For The Deaf".
Junto com Josh Homme (líder do QOSA) gravou para o projeto Desert Sessions (com um monte de fera). Gravou vocal para a musa Melissa Auf Der Maur. Iniciou e mantem uma parceria que já rendeu dois ótimos discos com a vocalista Isobel Campbell (do lindo Belle and Sebastian). Fez o vocal de algumas músicas para a também cultuada banda Eagles Of Death Metal. Desenvolveu um trabalho junto de Greg Dulli (da indie Afghan Whigs) chamado de The Gutter Twins, sendo que este último projeto trouxe os dois para o Brasil numa excelente apresentação no Bourboon Street ano passado. Fora isso, tem mais uma série de participações em vários outros trabalhos por aí.
Finalizando, independente de você poder ou não ir a este show, não deixe de conhecer o máximo das vertentes do Mark Lanegan. A palavra mais utilizada para descrever seu estilo vocal é único. Mas podemos usar também sombrio ou soturno, que cairia bem. Uma voz que parece ser tratada com muito whisky e traz uma vontade de tomar um porre... Recomendo muito.
Abaixo, deixei diferentes momentos do cantor, já citados acima. O último som (é vídeo mas tem somente o áudio) traz a música "Hanging Tree" numa versão suave, gravada ao vivo em abril de 2010, junto com o David Rosser, para sentir o que veremos semana que vem.
Sandro
Screaming Trees - "Nearly Lost You"
Various Artists - Screaming Trees - Nearly Lost You