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terça-feira, 7 de dezembro de 2010

A REDE SOCIAL - A SENSACIONAL HISTÓRIA DO FACEBOOK

Este blog não tem muita vocação para escrever sobre o que está na grande mídia. Nada de preconceito tolo ou vontade de ser underground, o fato é quando determinado assunto já esta devidamente esmiuçado por veículos profissionais, não vale a pena escrever mais do mesmo por aqui.

Claro que temos exceções, a maioria relacionadas a cinema e elas geralmente aparecem quando me deparo com obras em que sinto a obrigação de recomendar. Portanto, não é uma resenha. Apenas uma recomendação.

Você que está lendo estas linhas sabe muito bem da importância que as redes sociais adquiriram na nossa rotina diária. Seja o "tosco e brasileiro" Orkut, o "networking" Linkedin, o "velho" My Space, a "febre" Twitter ou o gigante Facebook. E justamente sobre este último, tivemos a estréia sexta-feira passada de "A Rede Social".

O filme tem a assinatura de David Fincher, diretor de "O Curioso Caso de Benjamin Button", "Zodíaco", "Clube da Luta" (incrivelmente ainda sem um post por aqui) e "Seven". Considero Fincher um ótimo cineasta, daqueles que merecem uma ida ao cinema independente do trabalho, porque geralmente vem coisa boa. Este caso confirma esta impressão.

Baseado no livro "Bilionários por Acaso" de Ben Mezrich, o filme narra a história do mais relevante site de relacionamentos do mundo desde o momento de sua criação até o embate judicial enfrentado pelo seu presidente Mark Zuckerberg (o bilionário mais jovem do planeta) em dois processos buscando gordas indenizações que correram em paralelo, sendo uma movida pelo seu ex-sócio Eduardo Saverin que alegava ter sido passado para trás durante o crescimento do negócio e outra por três estudantes da mesma faculdade (Harvard) que alegavam que Mark roubou deles a ideia do site.

Não espere ação nenhuma no filme. O que segura a obra é o roteiro primoroso de diálogos rápidos e muito bem escritos. Conhecemos os extremos da falta de ambição e da megalomania de Zuckerberg. Numa visão mais simplista, podemos considerá-lo extremamente frio e calculista, mas acho que muito do que se transformou sua vida deve-se justamente a sua dificuldade em se relacionar com as pessoas e este é um dos granes pontos do filme na minha opinião. Não dá para sair odiando o cara, até porque os argumentos dos caras que o processam ora parecem sólidos e ora muito frágeis, dependendo do ponto de vista de cada um que assiste.

Vale um destaque para o personagem Sean Parker, co-fundador do Napster e que ajudou na explosão do Facebook tendo participação nas ações do site até hoje. Em certo momento Justin Timberlake que interpreta Sean (corretamente, diga-se) manda algo assim: "Eu estou falido, mas acabei com a indústria fonográfica". Muito bom.

Outra curiosidade interessante é que o responsável pela trilha sonora foi ninguém menos que Trent Reznor (vocalista do Nine Inch Nails), o que dispensa mais comentários sobre esta parte.

Também ressalto a excelente atuação de Jesse Eisenberg como Mark Zuckerberg.

Enfim, este post é mais para dizer que você ligado em Internet e em cinema não deve perder este filme por nada. Grande obra que relata um período fundamental desta constante revolução digital que vivemos diariamente.


Sandro



A REDE SOCIAL - A SENSACIONAL HISTÓRIA DO FACEBOOK

Este blog não tem muita vocação para escrever sobre o que está na grande mídia. Nada de preconceito tolo ou vontade de ser underground, o fato é quando determinado assunto já esta devidamente esmiuçado por veículos profissionais, não vale a pena escrever mais do mesmo por aqui.

Claro que temos exceções, a maioria relacionadas a cinema e elas geralmente aparecem quando me deparo com obras em que sinto a obrigação de recomendar. Portanto, não é uma resenha. Apenas uma recomendação.

Você que está lendo estas linhas sabe muito bem da importância que as redes sociais adquiriram na nossa rotina diária. Seja o "tosco e brasileiro" Orkut, o "networking" Linkedin, o "velho" My Space, a "febre" Twitter ou o gigante Facebook. E justamente sobre este último, tivemos a estréia sexta-feira passada de "A Rede Social".

O filme tem a assinatura de David Fincher, diretor de "O Curioso Caso de Benjamin Button", "Zodíaco", "Clube da Luta" (incrivelmente ainda sem um post por aqui) e "Seven". Considero Fincher um ótimo cineasta, daqueles que merecem uma ida ao cinema independente do trabalho, porque geralmente vem coisa boa. Este caso confirma esta impressão.

Baseado no livro "Bilionários por Acaso" de Ben Mezrich, o filme narra a história do mais relevante site de relacionamentos do mundo desde o momento de sua criação até o embate judicial enfrentado pelo seu presidente Mark Zuckerberg (o bilionário mais jovem do planeta) em dois processos buscando gordas indenizações que correram em paralelo, sendo uma movida pelo seu ex-sócio Eduardo Saverin que alegava ter sido passado para trás durante o crescimento do negócio e outra por três estudantes da mesma faculdade (Harvard) que alegavam que Mark roubou deles a ideia do site.

Não espere ação nenhuma no filme. O que segura a obra é o roteiro primoroso de diálogos rápidos e muito bem escritos. Conhecemos os extremos da falta de ambição e da megalomania de Zuckerberg. Numa visão mais simplista, podemos considerá-lo extremamente frio e calculista, mas acho que muito do que se transformou sua vida deve-se justamente a sua dificuldade em se relacionar com as pessoas e este é um dos granes pontos do filme na minha opinião. Não dá para sair odiando o cara, até porque os argumentos dos caras que o processam ora parecem sólidos e ora muito frágeis, dependendo do ponto de vista de cada um que assiste.

Vale um destaque para o personagem Sean Parker, co-fundador do Napster e que ajudou na explosão do Facebook tendo participação nas ações do site até hoje. Em certo momento Justin Timberlake que interpreta Sean (corretamente, diga-se) manda algo assim: "Eu estou falido, mas acabei com a indústria fonográfica". Muito bom.

Outra curiosidade interessante é que o responsável pela trilha sonora foi ninguém menos que Trent Reznor (vocalista do Nine Inch Nails), o que dispensa mais comentários sobre esta parte.

Também ressalto a excelente atuação de Jesse Eisenberg como Mark Zuckerberg.

Enfim, este post é mais para dizer que você ligado em Internet e em cinema não deve perder este filme por nada. Grande obra que relata um período fundamental desta constante revolução digital que vivemos diariamente.


Sandro



quarta-feira, 20 de outubro de 2010

SKRreemR com problemas...

"SkreemR is taking a long nap...please check out"

Pois é. Ao entrarmos no sensacional (ex?) site SKReemR.org é a triste frase acima que nos espera. Fiz um post específico sobre este serviço (leia aqui) no dia 18 de maio deste ano. O lugar era uma espécie de YouTube de áudio, inclusive com a opção de incorporar a música em qualquer site, blog, página do orkut, facebook, etc.

Desde então utilizei este tocador de MP3 para ilustrar um monte de posts aqui do Minerva Pop. O que ocorre agora é que todos estes links estão "quebrados" e as músicas obviamente desabilitadas. Ainda tenho esperança que o site volte a funcionar e por esta razão não vou retirar os arquivos incorporados na expectativa que a coisa retome no futuro.

Por ora, peço desculpas aos amigos que ao navegar pelo blog venham a se deparar com estes problemas. Prometo que vou pesquisar uma nova ferramenta de mídia para fazer companhia ao citado You Tube e ao Mixpod, ambos presentes em muitos outros posts e funcionando muito bem.


Sandro

SKRreemR com problemas...

"SkreemR is taking a long nap...please check out"

Pois é. Ao entrarmos no sensacional (ex?) site SKReemR.org é a triste frase acima que nos espera. Fiz um post específico sobre este serviço (leia aqui) no dia 18 de maio deste ano. O lugar era uma espécie de YouTube de áudio, inclusive com a opção de incorporar a música em qualquer site, blog, página do orkut, facebook, etc.

Desde então utilizei este tocador de MP3 para ilustrar um monte de posts aqui do Minerva Pop. O que ocorre agora é que todos estes links estão "quebrados" e as músicas obviamente desabilitadas. Ainda tenho esperança que o site volte a funcionar e por esta razão não vou retirar os arquivos incorporados na expectativa que a coisa retome no futuro.

Por ora, peço desculpas aos amigos que ao navegar pelo blog venham a se deparar com estes problemas. Prometo que vou pesquisar uma nova ferramenta de mídia para fazer companhia ao citado You Tube e ao Mixpod, ambos presentes em muitos outros posts e funcionando muito bem.


Sandro

quinta-feira, 4 de março de 2010

REDES SOCIAIS - "BRINCADEIRA DE CRIANÇA OU ESTRATÉGIA DE GENTE GRANDE?"

Amigos, hoje eu e o Anselmo vamos deixar de escrever algumas das nossas viagens para divulgar na íntegra um artigo escrito por um terceiro (terceiros, no caso).

Falo do grande amigo Claudio Barbosa, um expert em TI, que junto com um parceiro escreveu um texto muito bacana sobre a febre das redes sociais na internet.

O artigo foi publicado na edição de hoje do jornal Diário do Grande ABC (comente aqui) e também no site da revista on line Making Of (comente aqui). Estamos divulgando pelo fato de ter sido escrito por um amigo, pelo fato de ser bom (mais importante) e que para vocês possam repercutir nos locais onde o texto foi publicado e colaborar para que outros artigos possam ser publicados. Segue:


Brincadeira de criança ou estratégia de gente grande?

Há uma ideia generalizada de que as redes sociais são puro passatempo, coisa de desocupado e, pra ir mais fundo, que não passam de diversão de criança. Afinal, qual adulto do mundo real teria tempo para joguinhos divertidos? Para comprar moedinhas e melhorar a infraestrutura de uma fazenda virtual? Pois é, como trata-se de um fenômeno ainda muito recente, talvez haja um preconceito natural com essas redes, assim como aconteceu com a internet quando ela passou a estar à disposição das empresas e do público. A rede mundial de computadores era coisa pra fazer torcer o nariz, pois tudo que é novo assusta e dá espaço para achismos que podem falsear conceitos e objetivos. Então, é possível que as redes sociais recebam o mesmo tratamento dado à internet. É só o acúmulo de conhecimento sobre o assunto, somado à disponibilidade de tempo para explorar seus recursos, o que vai provar, passo a passo, o valor dessa ferramenta. Acreditamos que seja possível chegar, então, à conclusão de que ela pode ser muito útil para a sociedade, desde que sua utilização seja bem dosada, é claro.
Para começar, vale desmistificar um conceito sobre o público que acessa essas redes. Já se sabe, por exemplo, que a média de idade do usuário de rede social é de 37 anos. O usuário do Twitter tem, em média, 39, enquanto o do LinkedIn tem 44, o do Facebook, 38 e do MySpace, 31. O cenário foi traçado por um estudo feito pelo site de tecnologia Royal Pingdom.

Também vale ressaltar alguns dados que ajudam traçar um panorama do mundo virtual hoje. Só no Brasil, do total de pessoas que acessam a internet, 79% fazem parte de alguma rede social. E o número não é pequeno. Segundo relatório da Akamai Techologies, o Brasil é o 9º país que mais acessa a internet no mundo. São quase 70 milhões de brasileiros conectados à rede, segundo Ibope Mídia. Números que podem aumentar com a chegada da banda larga popular, que prevê mais de 90 milhões de acessos até 2014.

E os brasileiros adoram as redes. Em outubro de 2009, o Twitter tinha 8,7 milhões de brasileiros. Só em 2008, o microblog cresceu 1.382%. Aliás, a Língua Portuguesa é a terceira língua mais usada no Twitter, segundo a consultoria francesa Semiocast.
Desenvolvimento de habilidades

Muito além de divertimento, as fazendas virtuais, lanchonetes e aquários apresentam a possibilidade de desenvolver habilidades de gente grande. Só a Farm Ville, jogo acessado dentro da rede social Facebook, tem mais de 80 milhões de usuários e exige boa administração e relacionamento, fatores que são fundamentais para fazer girar qualquer negócio na atualidade, principalmente os não virtuais.

Este cenário nos oferece a possibilidade de um novo olhar sobre as redes sociais, pois elas, as redes, representam mudanças de comportamento na sociedade, proporcionam mais interação entre os públicos e estreitamento das relações. No universo corporativo, as empresas precisam estar preparadas para agregar esses novos canais à estratégia de comunicação tradicional. A utilização das redes e dos jogos sociais será cada vez mais constante, assim como acontece com o correio eletrônico hoje: quase todo mundo tem pelo menos um e-mail. E não é para brincar.

Por Valdirlei Soares – Publicitário e diretor de planejamento da Ascentbrand e Claudio Barbosa Santos – Professor e gestor de projetos online da Ascentbrand

REDES SOCIAIS - "BRINCADEIRA DE CRIANÇA OU ESTRATÉGIA DE GENTE GRANDE?"

Amigos, hoje eu e o Anselmo vamos deixar de escrever algumas das nossas viagens para divulgar na íntegra um artigo escrito por um terceiro (terceiros, no caso).

Falo do grande amigo Claudio Barbosa, um expert em TI, que junto com um parceiro escreveu um texto muito bacana sobre a febre das redes sociais na internet.

O artigo foi publicado na edição de hoje do jornal Diário do Grande ABC (comente aqui) e também no site da revista on line Making Of (comente aqui). Estamos divulgando pelo fato de ter sido escrito por um amigo, pelo fato de ser bom (mais importante) e que para vocês possam repercutir nos locais onde o texto foi publicado e colaborar para que outros artigos possam ser publicados. Segue:


Brincadeira de criança ou estratégia de gente grande?

Há uma ideia generalizada de que as redes sociais são puro passatempo, coisa de desocupado e, pra ir mais fundo, que não passam de diversão de criança. Afinal, qual adulto do mundo real teria tempo para joguinhos divertidos? Para comprar moedinhas e melhorar a infraestrutura de uma fazenda virtual? Pois é, como trata-se de um fenômeno ainda muito recente, talvez haja um preconceito natural com essas redes, assim como aconteceu com a internet quando ela passou a estar à disposição das empresas e do público. A rede mundial de computadores era coisa pra fazer torcer o nariz, pois tudo que é novo assusta e dá espaço para achismos que podem falsear conceitos e objetivos. Então, é possível que as redes sociais recebam o mesmo tratamento dado à internet. É só o acúmulo de conhecimento sobre o assunto, somado à disponibilidade de tempo para explorar seus recursos, o que vai provar, passo a passo, o valor dessa ferramenta. Acreditamos que seja possível chegar, então, à conclusão de que ela pode ser muito útil para a sociedade, desde que sua utilização seja bem dosada, é claro.
Para começar, vale desmistificar um conceito sobre o público que acessa essas redes. Já se sabe, por exemplo, que a média de idade do usuário de rede social é de 37 anos. O usuário do Twitter tem, em média, 39, enquanto o do LinkedIn tem 44, o do Facebook, 38 e do MySpace, 31. O cenário foi traçado por um estudo feito pelo site de tecnologia Royal Pingdom.

Também vale ressaltar alguns dados que ajudam traçar um panorama do mundo virtual hoje. Só no Brasil, do total de pessoas que acessam a internet, 79% fazem parte de alguma rede social. E o número não é pequeno. Segundo relatório da Akamai Techologies, o Brasil é o 9º país que mais acessa a internet no mundo. São quase 70 milhões de brasileiros conectados à rede, segundo Ibope Mídia. Números que podem aumentar com a chegada da banda larga popular, que prevê mais de 90 milhões de acessos até 2014.

E os brasileiros adoram as redes. Em outubro de 2009, o Twitter tinha 8,7 milhões de brasileiros. Só em 2008, o microblog cresceu 1.382%. Aliás, a Língua Portuguesa é a terceira língua mais usada no Twitter, segundo a consultoria francesa Semiocast.
Desenvolvimento de habilidades

Muito além de divertimento, as fazendas virtuais, lanchonetes e aquários apresentam a possibilidade de desenvolver habilidades de gente grande. Só a Farm Ville, jogo acessado dentro da rede social Facebook, tem mais de 80 milhões de usuários e exige boa administração e relacionamento, fatores que são fundamentais para fazer girar qualquer negócio na atualidade, principalmente os não virtuais.

Este cenário nos oferece a possibilidade de um novo olhar sobre as redes sociais, pois elas, as redes, representam mudanças de comportamento na sociedade, proporcionam mais interação entre os públicos e estreitamento das relações. No universo corporativo, as empresas precisam estar preparadas para agregar esses novos canais à estratégia de comunicação tradicional. A utilização das redes e dos jogos sociais será cada vez mais constante, assim como acontece com o correio eletrônico hoje: quase todo mundo tem pelo menos um e-mail. E não é para brincar.

Por Valdirlei Soares – Publicitário e diretor de planejamento da Ascentbrand e Claudio Barbosa Santos – Professor e gestor de projetos online da Ascentbrand

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