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sábado, 1 de maio de 2010

RAMONES - Inauguração do dia das listas


Conforme combinamos no post de ontem, todo final de semana deixaremos uma listinha sobre nossos gostos por aqui. A idéia é antiga (post sobre isso aqui), mas nunca tínhamos colocado em prática.

Abriremos com os Ramones. Já citamos esta maravilhosa (minha preferida) banda algumas vezes (leia aqui), mas hoje a difícil missão, foi a de escolher nossas músicas preferidas dos caras. Absolutamente pessoal, como deve ser toda a lista, não busca concordância (apesar de 6 terem se repetido), mas sim a exposição do gosto. E claro, refletem o dia de hoje, como toda lista também...
É isso. Ao melhor estilo Alta Fidelidade (post aqui), segue.


RAMONES - MÚSICAS PREFERIDAS:

Sandro:
01) I Wanna Live
02) The KKK Took My Baby Away
03) I Believe in Miracles
04) Blitzkrieg Bop
05) I Wanna Be Sedated
06) Judy is a Punk
07) Commando
08) Garden of Serenity
09) Here Today, Gone Tomorrow
10) Sheena Is a Punk Rocker

Anselmo:
01) Blitzkrieg Bop
02) Gimme Gimme Shock Treatment
03) Rockaway Beach
04) Sheena Is a Punk Rocker
05) I Just Want to Have Something to Do
06) I Wanna Be Sedated
07) Do You Remember Rock 'N' Roll Radio?
08) The KKK Took My Baby Away
09) I Wanna Live
10) I Believe in Miracles


Sandro


















RAMONES - Inauguração do dia das listas


Conforme combinamos no post de ontem, todo final de semana deixaremos uma listinha sobre nossos gostos por aqui. A idéia é antiga (post sobre isso aqui), mas nunca tínhamos colocado em prática.

Abriremos com os Ramones. Já citamos esta maravilhosa (minha preferida) banda algumas vezes (leia aqui), mas hoje a difícil missão, foi a de escolher nossas músicas preferidas dos caras. Absolutamente pessoal, como deve ser toda a lista, não busca concordância (apesar de 6 terem se repetido), mas sim a exposição do gosto. E claro, refletem o dia de hoje, como toda lista também...
É isso. Ao melhor estilo Alta Fidelidade (post aqui), segue.


RAMONES - MÚSICAS PREFERIDAS:

Sandro:
01) I Wanna Live
02) The KKK Took My Baby Away
03) I Believe in Miracles
04) Blitzkrieg Bop
05) I Wanna Be Sedated
06) Judy is a Punk
07) Commando
08) Garden of Serenity
09) Here Today, Gone Tomorrow
10) Sheena Is a Punk Rocker

Anselmo:
01) Blitzkrieg Bop
02) Gimme Gimme Shock Treatment
03) Rockaway Beach
04) Sheena Is a Punk Rocker
05) I Just Want to Have Something to Do
06) I Wanna Be Sedated
07) Do You Remember Rock 'N' Roll Radio?
08) The KKK Took My Baby Away
09) I Wanna Live
10) I Believe in Miracles


Sandro


















sexta-feira, 30 de abril de 2010

O DIA DAS LISTAS...

Amigos, com este post iremos inaugurar um espaço dedicado a listas aqui no Minerva Pop. Todo final de semana deixaremos um post com uma lista minha e outra do Anselmo sobre determinado assunto. Se vierem opiniões dos nossos amigos e parceiros serão muito bem aceitas, claro.

Para começar em grande estilo, o primeiro post será sobre a minha banda de rock favorita, os Ramones. Amanhã cedo listaremos nossas 10 músicas prediletas deste grande grupo.

Até lá.


Sandro 

O DIA DAS LISTAS...

Amigos, com este post iremos inaugurar um espaço dedicado a listas aqui no Minerva Pop. Todo final de semana deixaremos um post com uma lista minha e outra do Anselmo sobre determinado assunto. Se vierem opiniões dos nossos amigos e parceiros serão muito bem aceitas, claro.

Para começar em grande estilo, o primeiro post será sobre a minha banda de rock favorita, os Ramones. Amanhã cedo listaremos nossas 10 músicas prediletas deste grande grupo.

Até lá.


Sandro 

quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

MERRY CHRISTMAS FROM RAMONES


Bom, para não sair da "semana de Natal" proposta pelo parceiro de blog, que está sendo muito bem sucedida por sinal, contribuo com minha música natalina preferida. Trata-se de "Merry Christmas (I don't Want Fight Tonigth)" gravada pela minha banda de rock predileta, os Ramones, no disco "Brain Drain".

Longe de ser uma das melhores performances da banda, pelo menos traz uma doce mensagem de feliz natal aos fãs no final do vídeo.

Fora isso, deixo também mais dois sons gravados pelo vocalista dos Ramones, o Joey Ramone, em um EP lançado em 2002 especialmente para esta singela época. Trata-se de "Christmas Spirit...In My House".
A primeira música é "Christmas (Baby Please Come Home)" e a outra "What A Wonderful World" (é aquela mesmo!), também gravada em seu único disco solo chamado "Don't Worry About Me".

É isso. Espero ansioso o post que o Anselmo está preparando para fechar a semana (antes acho que ainda sai um sobre a música dos Garotos Podres).
Este clímax é sobre um livro que conta a verdadeira história do Papai Noel. Estou torcendo para que ele faça um postagem longa, porque pelo que ele me adiantou é sensacional.

Sandro






MERRY CHRISTMAS FROM RAMONES


Bom, para não sair da "semana de Natal" proposta pelo parceiro de blog, que está sendo muito bem sucedida por sinal, contribuo com minha música natalina preferida. Trata-se de "Merry Christmas (I don't Want Fight Tonigth)" gravada pela minha banda de rock predileta, os Ramones, no disco "Brain Drain".

Longe de ser uma das melhores performances da banda, pelo menos traz uma doce mensagem de feliz natal aos fãs no final do vídeo.

Fora isso, deixo também mais dois sons gravados pelo vocalista dos Ramones, o Joey Ramone, em um EP lançado em 2002 especialmente para esta singela época. Trata-se de "Christmas Spirit...In My House".
A primeira música é "Christmas (Baby Please Come Home)" e a outra "What A Wonderful World" (é aquela mesmo!), também gravada em seu único disco solo chamado "Don't Worry About Me".

É isso. Espero ansioso o post que o Anselmo está preparando para fechar a semana (antes acho que ainda sai um sobre a música dos Garotos Podres).
Este clímax é sobre um livro que conta a verdadeira história do Papai Noel. Estou torcendo para que ele faça um postagem longa, porque pelo que ele me adiantou é sensacional.

Sandro






domingo, 13 de dezembro de 2009

CORAÇÃO ENVENENADO - Dee Dee Ramone

Faz tempo que estou "ensaiando" pra escrever sobre esse livro, mas lá vai.....
“Em respeito à memória de Dee Dee, dedico está edição de seu livro à legião de fãs brasileiros. Espero que vocês apreciem a leitura de sua história e que continuem a adorar a música por aí. Que o legado de Dee Dee esteja sempre com vocês.” – Veronica Kofman.

Com esse “adendo à edição brasileira”, começa a viagem avassaladora pela biografia de Dee Dee Ramone, com Coração Envenenado – Minha Vida Com Os Ramones.

É muito difícil escrever qualquer coisa relacionada aos Ramones, porque você está mexendo com a paixão de milhares de fãs do Brasil e do mundo. Qualquer palavra errada, ou expressão mal pensada podem gerar protestos, discordâncias, reclamações. Mas vou tentar assim mesmo, e como a própria narrativa do livro, vou ser simples e direto no meu relato.

A edição brasileira tem o prefácio primoroso de André Barcinski, admirador declarado da música dos Ramones, que descreve quão peculiar foi à experiência de entrevistar Dee Dee, e de relatos bombásticos do tipo: “Não foi Sid que matou Nancy, todo mundo sabe que foi o traficante dela.” E a “Introdução” da co-autora Veronica Kofman, contanto que Dee Dee demorou cinco anos para escrever a história, e que recebeu dele o primeiro manuscrito.

Eu li ao livro, e decididamente esse não é somente uma narrativa sobre uma banda de rock, na verdade conta a história de um homem, de vida sofrida, amargurada, dura, desafiadora, e que por acaso também fez parte de uma das maiores bandas Rock´n´Roll do Mundo!

O livro começa contando como os pais de Douglas Glen Colvin se conheceram em Berlim após a segunda guerra mundial. O pai com 38 anos e a mãe com dezessete anos. As lembranças de sua infância em Munique, na Alemanha em reconstrução, e de seu primeiro contato com o Rock por intermédio sua mãe.

Segue com a chegada de Dee Dee com a família aos EUA, aos 14 anos de idade. Passa pelo início dos anos 70 em Nova York, com aqueles garotos incorporando o Rock Glitter e Glam. Inclusive havia um em particular, alto e magro, que usava penteado afro vermelho inspirado em Jimi Hendrix, chamado explosion. Seu nome era Joey.

Conforme vai sendo envolvido na história, o leitor se torna testemunha ocular de como é “entrar de cabeça” no excesso, na experiência alucinante do consumo gradativo e evolutivo das drogas, e percebe qual o momento das composições de clássicos como “Questioningly”, 53rd And 3rd”, Loudmouth”, I Don´t Wanna Go Down to the Basement”, “Now I Wanna Sniff Some Glue".

Até a formação do grupo não foi fácil, “foi um parto” esses caras se reunirem de fato pra tocar e tirar um som, no começo era Dee Dee no baixo, John na guitarra e Joey na bateria. Demorou até caírem na real e encontrarem Tommy para a função de baterista. Somente depois dos primeiros ensaios, numa conversa com Tommy, que DeeDee sugeriu o nome Ramones. A partir daí aconteceram os primeiros shows no CBGB´s.

Continua com a saga da saída dos Ramones para a Inglaterra de Sex Pistols e do Clash. O passeio por Londres com o co-empresário Danny Fields. A realização juvenil de Dee Dee em comprar os compactos do Dr.Feelgood e do Eddie and the Hot Rods no Camden Market. O encontro com Mick Jones e Paul Simonon, Johnny Rotten e Sid Vicious no primeiro show no pequeno clube Dingwalls. (Percebemos de onde veio a inspiração de jeans sujos e rasgados e a jaqueta de couro preta usada por Sid Vicious).

A experiência de gravar com Phil Spector, a era com a Beggars Banquet, a viagem a America do Sul, a saga da canção “Poison Heart”, a morte do amigo Johnny Thunders, o difícil convívio com os membros da banda, a decadência, a separação e a superação, está tudo registrado, tudo ali NU e CRU.

A última apresentação de Dee Dee com os Ramones foi em 06 de agosto de 1996. Morreu de overdose em 06 de junho de 2002.

O livro conta a história dos Ramones e, portanto, como disse o próprio Dee Dee, não podia haver final feliz.

Pra fechar o post, deixo as palavras de Dee Dee ao no discurso de agradecimento ao entrar para o Rock´n´Roll Hall of Fame em março de 2002:“Eu gostaria de me parabenizar, e agradecer a mim mesmo e dar uns tapinhas nas minhas costas. Valeu, Dee Dee, você é demais."

Para todos aqueles que gostam dos Ramones, que tiveram o privilegio de vê-los em ação ao vivo, ou para as novas gerações que não tiveram essa oportunidade, eu insistentemente recomendo que comprem o livro “Coração Envenenado” lançado pela Editora Barracuda.

Abaixo duas canções compostas por Dee Dee, que falam por sí.


Anselmo







CORAÇÃO ENVENENADO - Dee Dee Ramone

Faz tempo que estou "ensaiando" pra escrever sobre esse livro, mas lá vai.....
“Em respeito à memória de Dee Dee, dedico está edição de seu livro à legião de fãs brasileiros. Espero que vocês apreciem a leitura de sua história e que continuem a adorar a música por aí. Que o legado de Dee Dee esteja sempre com vocês.” – Veronica Kofman.

Com esse “adendo à edição brasileira”, começa a viagem avassaladora pela biografia de Dee Dee Ramone, com Coração Envenenado – Minha Vida Com Os Ramones.

É muito difícil escrever qualquer coisa relacionada aos Ramones, porque você está mexendo com a paixão de milhares de fãs do Brasil e do mundo. Qualquer palavra errada, ou expressão mal pensada podem gerar protestos, discordâncias, reclamações. Mas vou tentar assim mesmo, e como a própria narrativa do livro, vou ser simples e direto no meu relato.

A edição brasileira tem o prefácio primoroso de André Barcinski, admirador declarado da música dos Ramones, que descreve quão peculiar foi à experiência de entrevistar Dee Dee, e de relatos bombásticos do tipo: “Não foi Sid que matou Nancy, todo mundo sabe que foi o traficante dela.” E a “Introdução” da co-autora Veronica Kofman, contanto que Dee Dee demorou cinco anos para escrever a história, e que recebeu dele o primeiro manuscrito.

Eu li ao livro, e decididamente esse não é somente uma narrativa sobre uma banda de rock, na verdade conta a história de um homem, de vida sofrida, amargurada, dura, desafiadora, e que por acaso também fez parte de uma das maiores bandas Rock´n´Roll do Mundo!

O livro começa contando como os pais de Douglas Glen Colvin se conheceram em Berlim após a segunda guerra mundial. O pai com 38 anos e a mãe com dezessete anos. As lembranças de sua infância em Munique, na Alemanha em reconstrução, e de seu primeiro contato com o Rock por intermédio sua mãe.

Segue com a chegada de Dee Dee com a família aos EUA, aos 14 anos de idade. Passa pelo início dos anos 70 em Nova York, com aqueles garotos incorporando o Rock Glitter e Glam. Inclusive havia um em particular, alto e magro, que usava penteado afro vermelho inspirado em Jimi Hendrix, chamado explosion. Seu nome era Joey.

Conforme vai sendo envolvido na história, o leitor se torna testemunha ocular de como é “entrar de cabeça” no excesso, na experiência alucinante do consumo gradativo e evolutivo das drogas, e percebe qual o momento das composições de clássicos como “Questioningly”, 53rd And 3rd”, Loudmouth”, I Don´t Wanna Go Down to the Basement”, “Now I Wanna Sniff Some Glue".

Até a formação do grupo não foi fácil, “foi um parto” esses caras se reunirem de fato pra tocar e tirar um som, no começo era Dee Dee no baixo, John na guitarra e Joey na bateria. Demorou até caírem na real e encontrarem Tommy para a função de baterista. Somente depois dos primeiros ensaios, numa conversa com Tommy, que DeeDee sugeriu o nome Ramones. A partir daí aconteceram os primeiros shows no CBGB´s.

Continua com a saga da saída dos Ramones para a Inglaterra de Sex Pistols e do Clash. O passeio por Londres com o co-empresário Danny Fields. A realização juvenil de Dee Dee em comprar os compactos do Dr.Feelgood e do Eddie and the Hot Rods no Camden Market. O encontro com Mick Jones e Paul Simonon, Johnny Rotten e Sid Vicious no primeiro show no pequeno clube Dingwalls. (Percebemos de onde veio a inspiração de jeans sujos e rasgados e a jaqueta de couro preta usada por Sid Vicious).

A experiência de gravar com Phil Spector, a era com a Beggars Banquet, a viagem a America do Sul, a saga da canção “Poison Heart”, a morte do amigo Johnny Thunders, o difícil convívio com os membros da banda, a decadência, a separação e a superação, está tudo registrado, tudo ali NU e CRU.

A última apresentação de Dee Dee com os Ramones foi em 06 de agosto de 1996. Morreu de overdose em 06 de junho de 2002.

O livro conta a história dos Ramones e, portanto, como disse o próprio Dee Dee, não podia haver final feliz.

Pra fechar o post, deixo as palavras de Dee Dee ao no discurso de agradecimento ao entrar para o Rock´n´Roll Hall of Fame em março de 2002:“Eu gostaria de me parabenizar, e agradecer a mim mesmo e dar uns tapinhas nas minhas costas. Valeu, Dee Dee, você é demais."

Para todos aqueles que gostam dos Ramones, que tiveram o privilegio de vê-los em ação ao vivo, ou para as novas gerações que não tiveram essa oportunidade, eu insistentemente recomendo que comprem o livro “Coração Envenenado” lançado pela Editora Barracuda.

Abaixo duas canções compostas por Dee Dee, que falam por sí.


Anselmo







segunda-feira, 3 de agosto de 2009

RED HOT CHILI PEPPERS - DE VOLTA

Saiu na imprensa que os Red Hot Chili Peppers vão se reunir para trabalhar em um material novo a partir de Outubro. Os caras estão parados tem quase dois anos, a banda é claro, porque os trabalhos paralelos nunca cessam.
Que o diga o baterista Chad Smith, que em 15 de setembro lança Meet the Meatbats, o primeiro disco da banda Chad Smith's Bombastic Meatbats. Sem contar sua participação no projeto de “superbanda” Chickenfoot, com Joe Satriani, Michael Anthony, e Sammy Hagar, que rendeu o álbum homônimo que saiu em junho. (Não gosto muito dessas influências externas, mas dinheiro é dinheiro, só espero que não contamine os Peppers).

Tem gente apostanto que a produção do novo trabalho dos Peppers ficará por conta de Rick Rubin.

Mas aí eu pergunto, será que vem coisa boa, ou só mais um caça níqueis sem graça? Depois de “Blood Sugar Sex Magic”, o que fizeram? O Californication (1999) foi bom, mas One Hot Minute(1995) foi um “furo na água” , o Dave Navarro quase acabou com a banda. By The Way (2002) “sem sal nem açúcar”, no Stadium Arcadium (2006) tiveram que plagiar o Tom Petty pra conseguir um hit, pode até não ter sido de propósito, mas....

Quero deixar claro uma coisa, gosto muito to Red Hot Chili Peppers, acho os caras bons e inovadores. Mas depois que li o livro autobiográfico do Anthony Kiedis (Scar Tissue de 2004), acho que os integrantes entraram numa fase de desgaste natural , que acontece com qualquer um, o que reflete na vida pessoal e profissional.

Por isso, respondendo a minha própria indagação não espero outro “The Uplfit Mofo Party Plan”(1987) ou “Mother´s Milk” (1989), mas que seja um trabalho digno de se ouvir no carro e curtir bastante.

Anselmo



RED HOT CHILI PEPPERS - DE VOLTA

Saiu na imprensa que os Red Hot Chili Peppers vão se reunir para trabalhar em um material novo a partir de Outubro. Os caras estão parados tem quase dois anos, a banda é claro, porque os trabalhos paralelos nunca cessam.
Que o diga o baterista Chad Smith, que em 15 de setembro lança Meet the Meatbats, o primeiro disco da banda Chad Smith's Bombastic Meatbats. Sem contar sua participação no projeto de “superbanda” Chickenfoot, com Joe Satriani, Michael Anthony, e Sammy Hagar, que rendeu o álbum homônimo que saiu em junho. (Não gosto muito dessas influências externas, mas dinheiro é dinheiro, só espero que não contamine os Peppers).

Tem gente apostanto que a produção do novo trabalho dos Peppers ficará por conta de Rick Rubin.

Mas aí eu pergunto, será que vem coisa boa, ou só mais um caça níqueis sem graça? Depois de “Blood Sugar Sex Magic”, o que fizeram? O Californication (1999) foi bom, mas One Hot Minute(1995) foi um “furo na água” , o Dave Navarro quase acabou com a banda. By The Way (2002) “sem sal nem açúcar”, no Stadium Arcadium (2006) tiveram que plagiar o Tom Petty pra conseguir um hit, pode até não ter sido de propósito, mas....

Quero deixar claro uma coisa, gosto muito to Red Hot Chili Peppers, acho os caras bons e inovadores. Mas depois que li o livro autobiográfico do Anthony Kiedis (Scar Tissue de 2004), acho que os integrantes entraram numa fase de desgaste natural , que acontece com qualquer um, o que reflete na vida pessoal e profissional.

Por isso, respondendo a minha própria indagação não espero outro “The Uplfit Mofo Party Plan”(1987) ou “Mother´s Milk” (1989), mas que seja um trabalho digno de se ouvir no carro e curtir bastante.

Anselmo



terça-feira, 14 de julho de 2009

A CANÇÃO ROCK DEFINITIVA

Num post escrito alguns dias atrás eu cravei "Be my Baby" das Ronettes como a canção pop definitiva.

Agora no 13 de julho, considerado o dia do rock, fiquei pensando em uma música que resumisse este estilo tão amplo.

Mas afinal o que é rock? Beatles? Rolling Stones? Ramones? Pink Floyd? Led Zeppelin? U2?Metallica?

Lembro das vezes em que algumas pessoas ao me ouvirem dizer que gostava de rock já emendavam: "Então você gosta de Iron Maiden!" ou "Então você gosta de Pink Floyd!" e achavam meio estranho eu responder que não.

São tantas as possibilidades de estilos dentro do rock que eu sempre preferi dividir em bom e ruim (pelo menos para o meu gosto). Aliás eu divido a música em geral nestes termos, seja ela pop, eletrônica, soul, etc.

Mas voltando a escolha de uma única música, meu raciocínio foi o seguinte. Imaginei um encontro com uma pessoa que tivesse ficado em coma durante os últimos 60 anos (isso existe?). Diante de tantas possibilidades, como eu responderia a pergunta: O que é rock?

Optando por uma explicação bem objetiva, mostraria a ela a música "I Wanna Be Your Dog" dos Stooges.

Os Stooges foram uma banda americana formada no final dos anos 60, que tinha como vocalista o sensacional Iggy Pop, mas que na verdade nunca vingou comercialmente. Seu legado foi ter influenciado quase todas as boas bandas que surgiram dos anos 70 para frente. É difícil achar quem não ao menos respeite a importância dos caras para a história do rock.

Abaixo está a música. Se você conhece, curta este clássico. Se não conhece, veja se com este som "o cara do coma" não ia entender do que eu estava falando.


Sandro

I Wanna Be Your Dog


The Stooges - I Wanna Be Your Dog
Found at skreemr.org

A CANÇÃO ROCK DEFINITIVA

Num post escrito alguns dias atrás eu cravei "Be my Baby" das Ronettes como a canção pop definitiva.

Agora no 13 de julho, considerado o dia do rock, fiquei pensando em uma música que resumisse este estilo tão amplo.

Mas afinal o que é rock? Beatles? Rolling Stones? Ramones? Pink Floyd? Led Zeppelin? U2?Metallica?

Lembro das vezes em que algumas pessoas ao me ouvirem dizer que gostava de rock já emendavam: "Então você gosta de Iron Maiden!" ou "Então você gosta de Pink Floyd!" e achavam meio estranho eu responder que não.

São tantas as possibilidades de estilos dentro do rock que eu sempre preferi dividir em bom e ruim (pelo menos para o meu gosto). Aliás eu divido a música em geral nestes termos, seja ela pop, eletrônica, soul, etc.

Mas voltando a escolha de uma única música, meu raciocínio foi o seguinte. Imaginei um encontro com uma pessoa que tivesse ficado em coma durante os últimos 60 anos (isso existe?). Diante de tantas possibilidades, como eu responderia a pergunta: O que é rock?

Optando por uma explicação bem objetiva, mostraria a ela a música "I Wanna Be Your Dog" dos Stooges.

Os Stooges foram uma banda americana formada no final dos anos 60, que tinha como vocalista o sensacional Iggy Pop, mas que na verdade nunca vingou comercialmente. Seu legado foi ter influenciado quase todas as boas bandas que surgiram dos anos 70 para frente. É difícil achar quem não ao menos respeite a importância dos caras para a história do rock.

Abaixo está a música. Se você conhece, curta este clássico. Se não conhece, veja se com este som "o cara do coma" não ia entender do que eu estava falando.


Sandro

I Wanna Be Your Dog


The Stooges - I Wanna Be Your Dog
Found at skreemr.org

sexta-feira, 12 de junho de 2009

MORRISSEY E JOHNNY RAMONE JUNTOS


É isso aí. Sensacional a capa do single lançado pelo grande Morrissey, “Something Is Squeezing My Skull”. Trata-se da primeira música de seu último disco "Years of Refusal" e tem uma foto do inglês posando ao lado da estátua do falecido Johnny Ramone em seu túmulo nos EUA.

Além disso, este single ainda têm uma versão ao vivo de "This Charming Man”, dos Smiths, música que o distinto Morrissey nunca mais tinha tocado desde o fim de sua antiga banda.

Vale dizer que este novo disco é muito bom e já tem edição nacional. Ele continua em grande forma. Dê uma conferida!

Aqui, a música em questão. Rock.
Something is Squeezing my Skull



Sandro

MORRISSEY E JOHNNY RAMONE JUNTOS


É isso aí. Sensacional a capa do single lançado pelo grande Morrissey, “Something Is Squeezing My Skull”. Trata-se da primeira música de seu último disco "Years of Refusal" e tem uma foto do inglês posando ao lado da estátua do falecido Johnny Ramone em seu túmulo nos EUA.

Além disso, este single ainda têm uma versão ao vivo de "This Charming Man”, dos Smiths, música que o distinto Morrissey nunca mais tinha tocado desde o fim de sua antiga banda.

Vale dizer que este novo disco é muito bom e já tem edição nacional. Ele continua em grande forma. Dê uma conferida!

Aqui, a música em questão. Rock.
Something is Squeezing my Skull



Sandro

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