Bem, todos sabem o quanto este 2010 foi divertido para aqueles que curtem torrar uma grana em shows de seus artistas preferidos. Para quem gosta, vale a pena, testemunho deste blogueiro que vos escreve.
Depois de tanta coisa (leia aqui) o ano está acabando e restam poucas atrações. Então o post de hoje é uma grande dica.
Se você perdeu este monte de show que já rolou. Se você vacilou e não garantiu lugar para o último festival do ano (Planeta Terra) que acontece no próximo sábado e cujos ingressos estão esgotados faz quase dois meses. Se você não teve tempo, coragem, paciência ou dinheiro para correr atrás dos ingressos para o Paul McCartney. Se você mora em São Paulo. Trago a solução.
Ponha todas suas fichas no show desta quinta-feira no CitiBank Hall. Direto do País de Gales (mais aqui) receberemos pela primeira vez no Brasil: Stereophonics. Na minha opinião a satisfação é garantida.
Originalmente um trio, a banda foi formada em 1992 pelo baterista Stuart Cable, pelo baixista Richard Jones e pelo sensacional vocalista, guitarrista (ocasional piano) Kelly Jones. A voz de Kelly merece uma citação especial. Rouco na medida certa, é um de meus vocalistas preferidos em atividade.
Com esta formação eles lançaram quatro discos. "Word Gets Around" (1997), "Performance and Cocktails" (1999), "Just Enough Education to Perform" (2001) e "You Gotta Go There to Come Back" (2003). Sinceramente não sei dizer qual é o melhor. Depende da época meu gosto muda. Considero todos ótimos.
Ainda em 2003, Stuart Cable saiu da banda e o Stereophonics tornou-se um quarteto com a entrada do argentino Javier Wayler na bateria e Adam Zindani como guitarrista. Seguiram-se o sensacional "Language.Sex.Violence.Other?" (2005), disco que traz o maior sucesso do grupo, "Dakota", depois veio "Pull the Pill" (2007), talvez o trabalho mais fraco e por fim o recente "Keep Calm and Carry On" (2009).
Em tese o show que veremos faz parte do final da turnê de divulgação deste último album. Digo em tese porque pelo que pesquisei nos shows de outubro eles não priorizaram este disco e tocaram muita coisa dos dois primeiros trabalhos.
É esperar para ver. O certo é que eles não usam um setlist padrão e a variação das músicas é uma constante. No show que deve ter entre 20 e 25 músicas eu arricaria nove como certas, pois estiveram em todas as apresentações dos últimos meses.
São elas:
"A Thousand Trees", "More Life in a Tramps Vest" e "Local Boy in the Photograph", "Just Looking", "The Bartender and the Thief", "Pick a Part That's New", "Have a Nice Day", "Maybe Tommorrow" e "Dakota".
Enfim, ainda dá tempo. Apesar de pouco badalada (principalmente no Brasil) e vista por muitos como uma banda de segundo escalão, o Stereophonics com seu rock básico e honesto é muito melhor do que a imensa maioria das "novidades" britânicas que aparecem a cada mês e são pintadas como a salvação da música.
Se não for possível ir ao show, curta as amostras que deixei aí embaixo. São ""A Thousand Trees", "Have a Nice Day", "Maybe Tomorrow" e Dakota". Todas com clipes lindos, outra característica do Stereophonics. Quem sabe não bate uma vontade em cima da hora?
Sandro
minervapop
Mostrando postagens com marcador País de Gales. Mostrar todas as postagens
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quarta-feira, 17 de novembro de 2010
STEREOPHONICS NO BRASIL - Salve seu ano
Bem, todos sabem o quanto este 2010 foi divertido para aqueles que curtem torrar uma grana em shows de seus artistas preferidos. Para quem gosta, vale a pena, testemunho deste blogueiro que vos escreve.
Depois de tanta coisa (leia aqui) o ano está acabando e restam poucas atrações. Então o post de hoje é uma grande dica.
Se você perdeu este monte de show que já rolou. Se você vacilou e não garantiu lugar para o último festival do ano (Planeta Terra) que acontece no próximo sábado e cujos ingressos estão esgotados faz quase dois meses. Se você não teve tempo, coragem, paciência ou dinheiro para correr atrás dos ingressos para o Paul McCartney. Se você mora em São Paulo. Trago a solução.
Ponha todas suas fichas no show desta quinta-feira no CitiBank Hall. Direto do País de Gales (mais aqui) receberemos pela primeira vez no Brasil: Stereophonics. Na minha opinião a satisfação é garantida.
Originalmente um trio, a banda foi formada em 1992 pelo baterista Stuart Cable, pelo baixista Richard Jones e pelo sensacional vocalista, guitarrista (ocasional piano) Kelly Jones. A voz de Kelly merece uma citação especial. Rouco na medida certa, é um de meus vocalistas preferidos em atividade.
Com esta formação eles lançaram quatro discos. "Word Gets Around" (1997), "Performance and Cocktails" (1999), "Just Enough Education to Perform" (2001) e "You Gotta Go There to Come Back" (2003). Sinceramente não sei dizer qual é o melhor. Depende da época meu gosto muda. Considero todos ótimos.
Ainda em 2003, Stuart Cable saiu da banda e o Stereophonics tornou-se um quarteto com a entrada do argentino Javier Wayler na bateria e Adam Zindani como guitarrista. Seguiram-se o sensacional "Language.Sex.Violence.Other?" (2005), disco que traz o maior sucesso do grupo, "Dakota", depois veio "Pull the Pill" (2007), talvez o trabalho mais fraco e por fim o recente "Keep Calm and Carry On" (2009).
Em tese o show que veremos faz parte do final da turnê de divulgação deste último album. Digo em tese porque pelo que pesquisei nos shows de outubro eles não priorizaram este disco e tocaram muita coisa dos dois primeiros trabalhos.
É esperar para ver. O certo é que eles não usam um setlist padrão e a variação das músicas é uma constante. No show que deve ter entre 20 e 25 músicas eu arricaria nove como certas, pois estiveram em todas as apresentações dos últimos meses.
São elas:
"A Thousand Trees", "More Life in a Tramps Vest" e "Local Boy in the Photograph", "Just Looking", "The Bartender and the Thief", "Pick a Part That's New", "Have a Nice Day", "Maybe Tommorrow" e "Dakota".
Enfim, ainda dá tempo. Apesar de pouco badalada (principalmente no Brasil) e vista por muitos como uma banda de segundo escalão, o Stereophonics com seu rock básico e honesto é muito melhor do que a imensa maioria das "novidades" britânicas que aparecem a cada mês e são pintadas como a salvação da música.
Se não for possível ir ao show, curta as amostras que deixei aí embaixo. São ""A Thousand Trees", "Have a Nice Day", "Maybe Tomorrow" e Dakota". Todas com clipes lindos, outra característica do Stereophonics. Quem sabe não bate uma vontade em cima da hora?
Sandro
Depois de tanta coisa (leia aqui) o ano está acabando e restam poucas atrações. Então o post de hoje é uma grande dica.
Se você perdeu este monte de show que já rolou. Se você vacilou e não garantiu lugar para o último festival do ano (Planeta Terra) que acontece no próximo sábado e cujos ingressos estão esgotados faz quase dois meses. Se você não teve tempo, coragem, paciência ou dinheiro para correr atrás dos ingressos para o Paul McCartney. Se você mora em São Paulo. Trago a solução.
Ponha todas suas fichas no show desta quinta-feira no CitiBank Hall. Direto do País de Gales (mais aqui) receberemos pela primeira vez no Brasil: Stereophonics. Na minha opinião a satisfação é garantida.
Originalmente um trio, a banda foi formada em 1992 pelo baterista Stuart Cable, pelo baixista Richard Jones e pelo sensacional vocalista, guitarrista (ocasional piano) Kelly Jones. A voz de Kelly merece uma citação especial. Rouco na medida certa, é um de meus vocalistas preferidos em atividade.
Com esta formação eles lançaram quatro discos. "Word Gets Around" (1997), "Performance and Cocktails" (1999), "Just Enough Education to Perform" (2001) e "You Gotta Go There to Come Back" (2003). Sinceramente não sei dizer qual é o melhor. Depende da época meu gosto muda. Considero todos ótimos.
Ainda em 2003, Stuart Cable saiu da banda e o Stereophonics tornou-se um quarteto com a entrada do argentino Javier Wayler na bateria e Adam Zindani como guitarrista. Seguiram-se o sensacional "Language.Sex.Violence.Other?" (2005), disco que traz o maior sucesso do grupo, "Dakota", depois veio "Pull the Pill" (2007), talvez o trabalho mais fraco e por fim o recente "Keep Calm and Carry On" (2009).
Em tese o show que veremos faz parte do final da turnê de divulgação deste último album. Digo em tese porque pelo que pesquisei nos shows de outubro eles não priorizaram este disco e tocaram muita coisa dos dois primeiros trabalhos.
É esperar para ver. O certo é que eles não usam um setlist padrão e a variação das músicas é uma constante. No show que deve ter entre 20 e 25 músicas eu arricaria nove como certas, pois estiveram em todas as apresentações dos últimos meses.
São elas:
"A Thousand Trees", "More Life in a Tramps Vest" e "Local Boy in the Photograph", "Just Looking", "The Bartender and the Thief", "Pick a Part That's New", "Have a Nice Day", "Maybe Tommorrow" e "Dakota".
Enfim, ainda dá tempo. Apesar de pouco badalada (principalmente no Brasil) e vista por muitos como uma banda de segundo escalão, o Stereophonics com seu rock básico e honesto é muito melhor do que a imensa maioria das "novidades" britânicas que aparecem a cada mês e são pintadas como a salvação da música.
Se não for possível ir ao show, curta as amostras que deixei aí embaixo. São ""A Thousand Trees", "Have a Nice Day", "Maybe Tomorrow" e Dakota". Todas com clipes lindos, outra característica do Stereophonics. Quem sabe não bate uma vontade em cima da hora?
Sandro
domingo, 29 de agosto de 2010
"(IT'S NOT WAR) JUST THE END OF LOVE"
Na semana dedicada exclusivamente a bandas do Reino Unido não tão conhecidas, vou fechar com a nova do Manic Street Preachers, cujo novo disco "Postcards From A Young Man" sairá no próximo dia 13.
Na ocasião do lançamento, certamente eu volto ao assunto desta banda que é minha "queridinha" (mais aqui). Por ora, o aperitivo.
Sandro
Na ocasião do lançamento, certamente eu volto ao assunto desta banda que é minha "queridinha" (mais aqui). Por ora, o aperitivo.
Sandro
"(IT'S NOT WAR) JUST THE END OF LOVE"
Na semana dedicada exclusivamente a bandas do Reino Unido não tão conhecidas, vou fechar com a nova do Manic Street Preachers, cujo novo disco "Postcards From A Young Man" sairá no próximo dia 13.
Na ocasião do lançamento, certamente eu volto ao assunto desta banda que é minha "queridinha" (mais aqui). Por ora, o aperitivo.
Sandro
Na ocasião do lançamento, certamente eu volto ao assunto desta banda que é minha "queridinha" (mais aqui). Por ora, o aperitivo.
Sandro
terça-feira, 24 de agosto de 2010
CATATONIA - Falando em País de Gales...
Dando sequencia na semana País de Gales (hehehe), não pude deixar de pegar a deixa do Anselmo que escreveu sobre a cena rock de lá.
É que além da citada Manic Street Preachers (melhor banda do mundo com posts aqui), tem uma outra que eu sou adoro. Catatonia.
A banda nasceu durante a década de 90 e não durou muito tempo. Foram apenas quatro discos, todos muito bons. "Way Beyond Blue" (1996), "International Velvet" (1998), "Equally Cursed and Blessed" (2000) e "Paper Scissors" (2001) são exemplares de um rock com generosas pitadas de pop e melodias agradáveis cantadas pela voz ligeiramente rouca e sexy (ao menos para mim) de Cerys Mathews.
Não sei se o Catatonia funcionaria bem nos dias de hoje, acho que é daquelas bandas que surgem, cumprem sua missão com bons discos e depois terminam de forma honesta, antes de cair em decadência. Mas ainda que a banda praticamente não seja lembrada nos dias atuais é o tipo de caso que vale a pena conhecer, mesmo que tardiamente. Recomendo muito.
A relação de coisas boas vindas do País de Gales não para por aqui. Dá até vontade de emendar logo um texto sobre o Stereophonics na próxima postagem (se habilita Anselmo?)...
Abaixo deliciosas amostras (o vídeo é ao vivo no Glastonbury).
Sandro
É que além da citada Manic Street Preachers (melhor banda do mundo com posts aqui), tem uma outra que eu sou adoro. Catatonia.
A banda nasceu durante a década de 90 e não durou muito tempo. Foram apenas quatro discos, todos muito bons. "Way Beyond Blue" (1996), "International Velvet" (1998), "Equally Cursed and Blessed" (2000) e "Paper Scissors" (2001) são exemplares de um rock com generosas pitadas de pop e melodias agradáveis cantadas pela voz ligeiramente rouca e sexy (ao menos para mim) de Cerys Mathews.
Não sei se o Catatonia funcionaria bem nos dias de hoje, acho que é daquelas bandas que surgem, cumprem sua missão com bons discos e depois terminam de forma honesta, antes de cair em decadência. Mas ainda que a banda praticamente não seja lembrada nos dias atuais é o tipo de caso que vale a pena conhecer, mesmo que tardiamente. Recomendo muito.
A relação de coisas boas vindas do País de Gales não para por aqui. Dá até vontade de emendar logo um texto sobre o Stereophonics na próxima postagem (se habilita Anselmo?)...
Abaixo deliciosas amostras (o vídeo é ao vivo no Glastonbury).
Sandro
| Catatonia - Mulder And Scully | ||
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| Found at skreemr.org |
| Catatonia - Dazed, Beautiful And Bruised | ||
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| Found at skreemr.org |
CATATONIA - Falando em País de Gales...
Dando sequencia na semana País de Gales (hehehe), não pude deixar de pegar a deixa do Anselmo que escreveu sobre a cena rock de lá.
É que além da citada Manic Street Preachers (melhor banda do mundo com posts aqui), tem uma outra que eu sou adoro. Catatonia.
A banda nasceu durante a década de 90 e não durou muito tempo. Foram apenas quatro discos, todos muito bons. "Way Beyond Blue" (1996), "International Velvet" (1998), "Equally Cursed and Blessed" (2000) e "Paper Scissors" (2001) são exemplares de um rock com generosas pitadas de pop e melodias agradáveis cantadas pela voz ligeiramente rouca e sexy (ao menos para mim) de Cerys Mathews.
Não sei se o Catatonia funcionaria bem nos dias de hoje, acho que é daquelas bandas que surgem, cumprem sua missão com bons discos e depois terminam de forma honesta, antes de cair em decadência. Mas ainda que a banda praticamente não seja lembrada nos dias atuais é o tipo de caso que vale a pena conhecer, mesmo que tardiamente. Recomendo muito.
A relação de coisas boas vindas do País de Gales não para por aqui. Dá até vontade de emendar logo um texto sobre o Stereophonics na próxima postagem (se habilita Anselmo?)...
Abaixo deliciosas amostras (o vídeo é ao vivo no Glastonbury).
Sandro
É que além da citada Manic Street Preachers (melhor banda do mundo com posts aqui), tem uma outra que eu sou adoro. Catatonia.
A banda nasceu durante a década de 90 e não durou muito tempo. Foram apenas quatro discos, todos muito bons. "Way Beyond Blue" (1996), "International Velvet" (1998), "Equally Cursed and Blessed" (2000) e "Paper Scissors" (2001) são exemplares de um rock com generosas pitadas de pop e melodias agradáveis cantadas pela voz ligeiramente rouca e sexy (ao menos para mim) de Cerys Mathews.
Não sei se o Catatonia funcionaria bem nos dias de hoje, acho que é daquelas bandas que surgem, cumprem sua missão com bons discos e depois terminam de forma honesta, antes de cair em decadência. Mas ainda que a banda praticamente não seja lembrada nos dias atuais é o tipo de caso que vale a pena conhecer, mesmo que tardiamente. Recomendo muito.
A relação de coisas boas vindas do País de Gales não para por aqui. Dá até vontade de emendar logo um texto sobre o Stereophonics na próxima postagem (se habilita Anselmo?)...
Abaixo deliciosas amostras (o vídeo é ao vivo no Glastonbury).
Sandro
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segunda-feira, 23 de agosto de 2010
FUTURE OF THE LEFT - Mais uma "porrada" do País de Gales
O Sandro sempre comentou sobre a força da “cena musical” do País de Gales, principalmente por causa de uma de suas bandas preferidas de lá, o Manic Street Preachers. E por causa desse gosto peculiar, comecei a pesquisar sobre algumas bandas dessa região, e com isso descobri o Future of the Left.
O Future of the Left é um “power trio” criada a partir do fim de duas bandas: “Mclusky” ( Andy Falkous –“vocal/guitarra” e Jack Egglestone – “bateria”) e Jarcrew (do baixista e vocalista Kelson Mathias), no ano de 2005. Letras contundentes, senso de humor negro, vocais ríspidos e nervosos, sempre buscando misturas sonoridades, usar sintetizadores, e não ficando presos a guitarra e baixo distorcidos.
Como todo começo de uma banda promissora, lançaram singles e demos, porém foi em 2007 que tiveram seu álbum de estréia “Curses”, que rendeu boa crítica no Reino Unido, inclusive na revista NME.
Em 2009 lançam o segundo trabalho “Travels with Myself”, o qual vazou um mês antes para a internet. O guitarrista Falkous fica furiosos, e deixa explícito sua raiva e indignação em vários blogs e sites na internet. Mas não adianta brigar com a modernidade e tecnologia, não é mesmo?! O disco “ao vivo”, "Last Night I Saved Her From Vampires" (2009) também é excelente, impactante.
O som do Future of the Left é pesado, compassado, quebrado, não é direto. Podemos dizer que os caras “compõem certo por linhas tortas”, lembram bandas como o Fugazi, um pouco de Jesus Lizard. Na verdade, para a moçada “antenada” no movimento alternativo, essa banda não é novidade, porém como sou um simples mortal, achei importante registrar, mesmo que de maneira tardia, esse grupo de rock em nosso blog.
A banda está trabalhando em um terceiro disco (se é que isso ainda existe nos dias de hoje), enquanto aguardamos, seguem alguns vídeos abaixo.
Anselmo
FUTURE OF THE LEFT - Mais uma "porrada" do País de Gales
O Sandro sempre comentou sobre a força da “cena musical” do País de Gales, principalmente por causa de uma de suas bandas preferidas de lá, o Manic Street Preachers. E por causa desse gosto peculiar, comecei a pesquisar sobre algumas bandas dessa região, e com isso descobri o Future of the Left.
O Future of the Left é um “power trio” criada a partir do fim de duas bandas: “Mclusky” ( Andy Falkous –“vocal/guitarra” e Jack Egglestone – “bateria”) e Jarcrew (do baixista e vocalista Kelson Mathias), no ano de 2005. Letras contundentes, senso de humor negro, vocais ríspidos e nervosos, sempre buscando misturas sonoridades, usar sintetizadores, e não ficando presos a guitarra e baixo distorcidos.
Como todo começo de uma banda promissora, lançaram singles e demos, porém foi em 2007 que tiveram seu álbum de estréia “Curses”, que rendeu boa crítica no Reino Unido, inclusive na revista NME.
Em 2009 lançam o segundo trabalho “Travels with Myself”, o qual vazou um mês antes para a internet. O guitarrista Falkous fica furiosos, e deixa explícito sua raiva e indignação em vários blogs e sites na internet. Mas não adianta brigar com a modernidade e tecnologia, não é mesmo?! O disco “ao vivo”, "Last Night I Saved Her From Vampires" (2009) também é excelente, impactante.
O som do Future of the Left é pesado, compassado, quebrado, não é direto. Podemos dizer que os caras “compõem certo por linhas tortas”, lembram bandas como o Fugazi, um pouco de Jesus Lizard. Na verdade, para a moçada “antenada” no movimento alternativo, essa banda não é novidade, porém como sou um simples mortal, achei importante registrar, mesmo que de maneira tardia, esse grupo de rock em nosso blog.
A banda está trabalhando em um terceiro disco (se é que isso ainda existe nos dias de hoje), enquanto aguardamos, seguem alguns vídeos abaixo.
Anselmo
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