Depois de oito anos o Jane's Addiction está trabalhando em um novo álbum de estúdio , que tem o título de “The Great Escape Artist”, com lançamento previsto para agosto. A formação conta com o vocalista Perry Farrell, o guitarrista Dave Navarro e o baterista Stephen Perkins. Na turne de 2010 o baixista Duff McKagan (Guns 'N Roses, Velvet Revolver) trabalhou com a banda, o que poderá ser conferido no DVD “Sunset Strip – At The Roxy Theatre”.
Depois de oito anos o Jane's Addiction está trabalhando em um novo álbum de estúdio , que tem o título de “The Great Escape Artist”, com lançamento previsto para agosto. A formação conta com o vocalista Perry Farrell, o guitarrista Dave Navarro e o baterista Stephen Perkins. Na turne de 2010 o baixista Duff McKagan (Guns 'N Roses, Velvet Revolver) trabalhou com a banda, o que poderá ser conferido no DVD “Sunset Strip – At The Roxy Theatre”.
Pegando um “gancho” dos “posts” sobre música pop, muito bem elaborados pelo meu parceiro de blog Sandro, gostaria de comentar sobre outro tipo de entretenimento pop, nesse caso os musicais.
Claro que, para o agrado de muitos que acompanham o cenário alternativo, inclusive o meu, esse tipo de espetáculo tem que apresentar algo peculiar, impactante. Talvez o fato desse musical, que estreou em Londres em 1973, ainda estivesse ainda em cartaz na Cidade de Berlin? Ou que mantivesse um público fanático e interativo ainda em suas apresentações? Estou falando de “The Rocky Horror Picture Show”.
RHPS é uma comédia musical de horror , com canções de Richard O’Brien e direção de Jim Sharmam, que apesar de estrear no Royal Court Theatre em 1973 na cidade de Londres, foi a versão do cinema de 14 de agosto de 1975 com Tim Curry e Susan Sarandon que “explodiu” mundialmente (claro que lançado com 5 anos de atraso no Brasil, passou desapercebido pelo grande público).
O Filme é a uma adaptação cinematográfica de 1975 do “stageplay musical britânico” The Rocky Horror Picture Show. Podemos classificar como uma paródia de ficção científica e filmes de terror B. O diretor Jim Sharman junto com o roteiro original de Richard O'Brien trouxeram um impacto colorido para a telona. É um primeiros filmes terem suas sessões a partir da meia-noite, e ainda o primeiro a contar com a interação da platéia, isso nos anos 70.
A sinópse é “simples , ingenua e inusitada” como todo filme de terror que se preze: Após o casamento , os noivos saem em “lua-de-mel”, mas infelizmente no meio do caminho tem um problema com o carro. Nesse momento o casal de noivos se vêem obrigados a pedir ajuda aos moradores de um estranho castelo, sem saber que lá moram seres do planeta Transexual da Galáxia Transilvânia, onde o anfitrião é um cientista louco, travesti e bissexual conhecido como Dr. Frank-N-Furter, que pretende criar um homem especial em seu laboratório para uso “pessoal”.
Na verdade, apesar do entusiasmo com o qual escrevo esse “post”, o filme nunca foi um sucesso de público, mas é sim um marco “Cult” do cinema mundial, o qual rendeu algumas sequelas.
Dentre elas o álbum-tributo “The Rocky Horror Punk Rock Show”, onde várias bandas punk interpretam as músicas que fizeram parte da trilha sonora do filme, como "Science Fiction/Double Feature" (Me First and the Gimme Gimmes), "Sweet Transvestite" (Apocalypse Hoboken), "Planet, Schmanet, Janet" (Tsunami Bomb), dentre outros.
Também vale comentar que foi filmado em 1981 o filme “Shock-Treatment”, com direção de Jim Sharman, que de certa forma tentou ser uma continuação de RHPS, mas claro nem sequer teve a mesma repercusão e importancia.
Bom pessoal, abaixo deixo o “trailer” do filme, e a versão punk the "Sweet Transvistite" Pra quem nunca viu, divirta-se. Pra quem conhece, vale a pena relembrar.
Pegando um “gancho” dos “posts” sobre música pop, muito bem elaborados pelo meu parceiro de blog Sandro, gostaria de comentar sobre outro tipo de entretenimento pop, nesse caso os musicais.
Claro que, para o agrado de muitos que acompanham o cenário alternativo, inclusive o meu, esse tipo de espetáculo tem que apresentar algo peculiar, impactante. Talvez o fato desse musical, que estreou em Londres em 1973, ainda estivesse ainda em cartaz na Cidade de Berlin? Ou que mantivesse um público fanático e interativo ainda em suas apresentações? Estou falando de “The Rocky Horror Picture Show”.
RHPS é uma comédia musical de horror , com canções de Richard O’Brien e direção de Jim Sharmam, que apesar de estrear no Royal Court Theatre em 1973 na cidade de Londres, foi a versão do cinema de 14 de agosto de 1975 com Tim Curry e Susan Sarandon que “explodiu” mundialmente (claro que lançado com 5 anos de atraso no Brasil, passou desapercebido pelo grande público).
O Filme é a uma adaptação cinematográfica de 1975 do “stageplay musical britânico” The Rocky Horror Picture Show. Podemos classificar como uma paródia de ficção científica e filmes de terror B. O diretor Jim Sharman junto com o roteiro original de Richard O'Brien trouxeram um impacto colorido para a telona. É um primeiros filmes terem suas sessões a partir da meia-noite, e ainda o primeiro a contar com a interação da platéia, isso nos anos 70.
A sinópse é “simples , ingenua e inusitada” como todo filme de terror que se preze: Após o casamento , os noivos saem em “lua-de-mel”, mas infelizmente no meio do caminho tem um problema com o carro. Nesse momento o casal de noivos se vêem obrigados a pedir ajuda aos moradores de um estranho castelo, sem saber que lá moram seres do planeta Transexual da Galáxia Transilvânia, onde o anfitrião é um cientista louco, travesti e bissexual conhecido como Dr. Frank-N-Furter, que pretende criar um homem especial em seu laboratório para uso “pessoal”.
Na verdade, apesar do entusiasmo com o qual escrevo esse “post”, o filme nunca foi um sucesso de público, mas é sim um marco “Cult” do cinema mundial, o qual rendeu algumas sequelas.
Dentre elas o álbum-tributo “The Rocky Horror Punk Rock Show”, onde várias bandas punk interpretam as músicas que fizeram parte da trilha sonora do filme, como "Science Fiction/Double Feature" (Me First and the Gimme Gimmes), "Sweet Transvestite" (Apocalypse Hoboken), "Planet, Schmanet, Janet" (Tsunami Bomb), dentre outros.
Também vale comentar que foi filmado em 1981 o filme “Shock-Treatment”, com direção de Jim Sharman, que de certa forma tentou ser uma continuação de RHPS, mas claro nem sequer teve a mesma repercusão e importancia.
Bom pessoal, abaixo deixo o “trailer” do filme, e a versão punk the "Sweet Transvistite" Pra quem nunca viu, divirta-se. Pra quem conhece, vale a pena relembrar.
Em 1994 fiz a minha primeira viagem internacional, e o destino escolhido foi Nova York, nos Estados Unidos da America. Os motivos que me levaram a escolher esta cidade? Rock´n´Roll, CBGB´s, Cultura, Literatura, etc. E foi nessa oportunidade que conheci a “Broadway”, no Theater District da ilha de Manhattan.
Lembro que quando estava lá, no verão de julho de 1994, o guia do hotel disse: “Rapaz, se pretende assistir a alguma peça da Broadway, deixe o Fantasma por último”.
Naquela época, conhecia o romance gótico do francês Gaston Leroux (Paris, 6 de maio de 1868 – 15 de abril de 1927) chamado “O Fantasma da Opera”. A história tem como pano de fundo a Paris do século XIX, em uma Ópera da cidade, a qual fora construída sobre um enorme rio subterrâneo, e que tinha a fama de ser assombrada por um misterioso fantasma.
Na trama a jovem bailarina Christine Daaé, ajudada pelo que acredita ser um “Anjo da Música” (o fantasma), desenvolve sua técnica de canto de tal maneira, que é requisitada para substituir a Diva arrogante do espetáculo, Carlotta.
Suas performances cativam e conquistam a audiência da Opera, principalmente uma antiga paixão, Visconde Raoul de Chagny. O que causa o ciume de Erik, o fantasma. A partir daí , uma série de acidentes trágicos, fuga e romance vão aparecendo no texto de Leroux.
A primeira e mais famosa versão de “O fantasmada ópera” para o cinema, foi o filme estrelado por Lon Chaney (fantasma) em 1925 pelos estúdios da Universal. A mais recente versão foi dirigida por Joel Schumacher em 2004, dessa vez com Gerard Butler no papel do “fantasma”.
Voltando á “Broadway”, seguindo o conselho do guia turístico fui assistir ao musical do “fantasma da ópera”, com canções compostas pelo britânico Andrew Lloyd Webber (22 de março de 1948). O musical original estreou no West End de Londres em 1986, sendo até hoje um dos maiores espetáculos ainda em atividade.
Caso voce somente conheça algumas “versões” das canções desse musical na voz de cantores brasileiros do Programa do Raul Gil (com todo respeito), quero afirmar que não “tem nada a ver” com o espetáculo original. Assistir ao musical na integra é uma experiência única.
Algumas figuras “pitorescas” já se arriscaram em interpretar o “fantasma” no musical, dentre elas o Paul Stanley do KISS.
A qualidade visual, integração com a platéia, ambiente, orquestra, até o “livreto” para acompanhar as músicas, tudo de ótima qualidade.
Por isso leiam o livro, e quando forem para Nova York, não percam a chance de assistir a esse musical. Mas deixem por último, senão os próximos não terão graça.
Em 1994 fiz a minha primeira viagem internacional, e o destino escolhido foi Nova York, nos Estados Unidos da America. Os motivos que me levaram a escolher esta cidade? Rock´n´Roll, CBGB´s, Cultura, Literatura, etc. E foi nessa oportunidade que conheci a “Broadway”, no Theater District da ilha de Manhattan.
Lembro que quando estava lá, no verão de julho de 1994, o guia do hotel disse: “Rapaz, se pretende assistir a alguma peça da Broadway, deixe o Fantasma por último”.
Naquela época, conhecia o romance gótico do francês Gaston Leroux (Paris, 6 de maio de 1868 – 15 de abril de 1927) chamado “O Fantasma da Opera”. A história tem como pano de fundo a Paris do século XIX, em uma Ópera da cidade, a qual fora construída sobre um enorme rio subterrâneo, e que tinha a fama de ser assombrada por um misterioso fantasma.
Na trama a jovem bailarina Christine Daaé, ajudada pelo que acredita ser um “Anjo da Música” (o fantasma), desenvolve sua técnica de canto de tal maneira, que é requisitada para substituir a Diva arrogante do espetáculo, Carlotta.
Suas performances cativam e conquistam a audiência da Opera, principalmente uma antiga paixão, Visconde Raoul de Chagny. O que causa o ciume de Erik, o fantasma. A partir daí , uma série de acidentes trágicos, fuga e romance vão aparecendo no texto de Leroux.
A primeira e mais famosa versão de “O fantasmada ópera” para o cinema, foi o filme estrelado por Lon Chaney (fantasma) em 1925 pelos estúdios da Universal. A mais recente versão foi dirigida por Joel Schumacher em 2004, dessa vez com Gerard Butler no papel do “fantasma”.
Voltando á “Broadway”, seguindo o conselho do guia turístico fui assistir ao musical do “fantasma da ópera”, com canções compostas pelo britânico Andrew Lloyd Webber (22 de março de 1948). O musical original estreou no West End de Londres em 1986, sendo até hoje um dos maiores espetáculos ainda em atividade.
Caso voce somente conheça algumas “versões” das canções desse musical na voz de cantores brasileiros do Programa do Raul Gil (com todo respeito), quero afirmar que não “tem nada a ver” com o espetáculo original. Assistir ao musical na integra é uma experiência única.
Algumas figuras “pitorescas” já se arriscaram em interpretar o “fantasma” no musical, dentre elas o Paul Stanley do KISS.
A qualidade visual, integração com a platéia, ambiente, orquestra, até o “livreto” para acompanhar as músicas, tudo de ótima qualidade.
Por isso leiam o livro, e quando forem para Nova York, não percam a chance de assistir a esse musical. Mas deixem por último, senão os próximos não terão graça.