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quinta-feira, 24 de março de 2011

ROCK IN RIO 2011 - Enquanto não formo minha opinião, relembro outras edições

O título deste post é meio mentiroso...

Na verdade já formei minha opinião sobre a badalada quarta edição do Rock in Rio Festival á ser realizada este ano entre os dias 23 de setembro e 01 de outubro. Mas quero esperar a organização apresentar todo o line up para eu escrever aqui.

Por ora, vou relembrar um pouco minha experiência particular com o festival.

Na primeira edição realizada em 1985 eu era apenas um garoto, mas assisti tudo o que a tv Globo passou. Me lembro que fiquei fascinado com as apresentações do AC/DC e do Ozzy. Curti bastante o B-52's. Lembro que o festival teve ainda Iron Maiden, Scorpions, Queen e o chatíssimo James Taylor. Menção "honrosa" para os brasucas Pepeu Gomes, Elba Ramalho e Moraes Moreira (para quem reclamou de Claudia Leite em 2011).

Na segunda edição, em 1991, eu já estava mais grandinho e com 16 anos fui de onibus para o Maracanâ, assistir ao vivo a noite do Metal. Lembro que foi numa quarta-feira e quem abriu foi o Lobâo (!!!), que inventou de levar a bateria da Mangueira para o palco e foi saudado com uma chuva de latas de cerveja. O cara não aguentou a rejeição e teve que se mandar. Depois veio o esperadíssimo Sepultura (vídeo de Orgasmatron abaixo) que estava bombando na época, próximo do auge mesmo. Fizeram um bom show. Em seguida entrou o Megadeth, que eu confesso, gostava bastante. Hoje, me desculpem mas não dá para ouvir. O Queensryche (argh!) veio na sequencia e eu que já detestava a banda, confirmei que era ruim mesmo. A penúltima banda foi o Judas Priest e eu que nem curtia muito o som deles fiquei passado. Os caras apavoraram. Roubaram a noite sem dó. Para encerrar a atração mega foi o Guns N' Roses. Banda com sua melhor formação e numa época em que não causavam no palco. Foi bacana. Lembro ainda que fiquei chateado de não poder ir ao show do Faith No More, que seria no domingo e curto (eles ainda não haviam estourado geral), então não valia a pena. A menção "honrosa" para os brasucas fica por conta de Alçeu Valença, Gal Costa e Laura Finokiaro (hahaha).

Em 2001, já acostumado a frequentar shows decidi ir em dois dias. Num sábado, pude presenciar a melhor sequencia de bandas ao vivo que vi na vida dentro dos vários festivais que já fui. Beck, seguido de Foo Fighters (vídeo de "Breakout" abaixo) e REM (vídeo de "What's The Frequency Kenneth?" abaixo). Para melhorar ainda mais não tinha tanta gente e deu para ver lá na frente. Lindo. O outro dia que escolhi foi o do Red Hot Chili Peppers, banda que adoro desde sempre. As outras atrações não me agradavam e tive que aguentar shows muito chatos de Deftones e Silverchair. Fora isso, mais doi aspectos negativos. O lugar estava completamente lotado, com umas 200 mil pessoas, sei lá e foi um sufoco. Para completar os Chili Peppers, que estava encerrando o festival, entram muito loucos me fazem um show curto e burocrático, de longe o mais fraco do 4 que assisti da banda até hoje. Ainda nesta edição, lembro que perdi a chance de ver o Queens Of The Stone Age (saldei esta dívida o ano passado) e o grande Neil Young, que assisti pela tv e pirei. Na seção brasucas do ano podemos "destacar" Daniela Mercury, Zé Ramalho e Carlinhos Brown. Sobre este último, umas das figuras mais horrorosas da música nacional, deixei um vídeo onde aparece ele tomando aquela famosa chuva de garrafas de água. Preferi um que tinha uma música de sátira do que outro com o dito falando um monte de asneira.

É isso. Ao que tudo indica, em 2011 meu relato será com base do que assistirei direto do meu sofá...


Sandro








ROCK IN RIO 2011 - Enquanto não formo minha opinião, relembro outras edições

O título deste post é meio mentiroso...

Na verdade já formei minha opinião sobre a badalada quarta edição do Rock in Rio Festival á ser realizada este ano entre os dias 23 de setembro e 01 de outubro. Mas quero esperar a organização apresentar todo o line up para eu escrever aqui.

Por ora, vou relembrar um pouco minha experiência particular com o festival.

Na primeira edição realizada em 1985 eu era apenas um garoto, mas assisti tudo o que a tv Globo passou. Me lembro que fiquei fascinado com as apresentações do AC/DC e do Ozzy. Curti bastante o B-52's. Lembro que o festival teve ainda Iron Maiden, Scorpions, Queen e o chatíssimo James Taylor. Menção "honrosa" para os brasucas Pepeu Gomes, Elba Ramalho e Moraes Moreira (para quem reclamou de Claudia Leite em 2011).

Na segunda edição, em 1991, eu já estava mais grandinho e com 16 anos fui de onibus para o Maracanâ, assistir ao vivo a noite do Metal. Lembro que foi numa quarta-feira e quem abriu foi o Lobâo (!!!), que inventou de levar a bateria da Mangueira para o palco e foi saudado com uma chuva de latas de cerveja. O cara não aguentou a rejeição e teve que se mandar. Depois veio o esperadíssimo Sepultura (vídeo de Orgasmatron abaixo) que estava bombando na época, próximo do auge mesmo. Fizeram um bom show. Em seguida entrou o Megadeth, que eu confesso, gostava bastante. Hoje, me desculpem mas não dá para ouvir. O Queensryche (argh!) veio na sequencia e eu que já detestava a banda, confirmei que era ruim mesmo. A penúltima banda foi o Judas Priest e eu que nem curtia muito o som deles fiquei passado. Os caras apavoraram. Roubaram a noite sem dó. Para encerrar a atração mega foi o Guns N' Roses. Banda com sua melhor formação e numa época em que não causavam no palco. Foi bacana. Lembro ainda que fiquei chateado de não poder ir ao show do Faith No More, que seria no domingo e curto (eles ainda não haviam estourado geral), então não valia a pena. A menção "honrosa" para os brasucas fica por conta de Alçeu Valença, Gal Costa e Laura Finokiaro (hahaha).

Em 2001, já acostumado a frequentar shows decidi ir em dois dias. Num sábado, pude presenciar a melhor sequencia de bandas ao vivo que vi na vida dentro dos vários festivais que já fui. Beck, seguido de Foo Fighters (vídeo de "Breakout" abaixo) e REM (vídeo de "What's The Frequency Kenneth?" abaixo). Para melhorar ainda mais não tinha tanta gente e deu para ver lá na frente. Lindo. O outro dia que escolhi foi o do Red Hot Chili Peppers, banda que adoro desde sempre. As outras atrações não me agradavam e tive que aguentar shows muito chatos de Deftones e Silverchair. Fora isso, mais doi aspectos negativos. O lugar estava completamente lotado, com umas 200 mil pessoas, sei lá e foi um sufoco. Para completar os Chili Peppers, que estava encerrando o festival, entram muito loucos me fazem um show curto e burocrático, de longe o mais fraco do 4 que assisti da banda até hoje. Ainda nesta edição, lembro que perdi a chance de ver o Queens Of The Stone Age (saldei esta dívida o ano passado) e o grande Neil Young, que assisti pela tv e pirei. Na seção brasucas do ano podemos "destacar" Daniela Mercury, Zé Ramalho e Carlinhos Brown. Sobre este último, umas das figuras mais horrorosas da música nacional, deixei um vídeo onde aparece ele tomando aquela famosa chuva de garrafas de água. Preferi um que tinha uma música de sátira do que outro com o dito falando um monte de asneira.

É isso. Ao que tudo indica, em 2011 meu relato será com base do que assistirei direto do meu sofá...


Sandro








terça-feira, 8 de setembro de 2009

WILCO, THE VIRGINS, KILLSWITCH ENGAGE - Antes tarde Que Nunca

Apesar de já terem sido lançados “na gringa”, e por causa disso não serem mais nenhuma novidade para o pessoal “antenado” que curte música alternativa, eu gostaria de comentar sobre três bons álbuns lançados no Brasil em 2009 pela Warner Music.

Wilco (The Álbum), sétimo álbum da banda de Jeff Tweedy, que da formação original restou o baixista John Stirratt. Esse trabalho não tem o mesmo impacto de A Ghost Is Born (2004), mas também é muito bom, pronto para se ouvir a qualquer hora do dia. Destaque para as faixas “Wilco (the song)”, “You Never Know”, “Sonny Feeling”.

The Virgins – formada em 2006 no apartamento do vocalista Donald Cumming, esse é o primero trabalho oficial da banda de Nova York. Indie dançante, com fortes influências de Talking Heads, Modern Lovers, Elvis Costelo, 70´s - 80’s na veia. Destaque para “One Week Danger”, “Rich Girls”, “Radio Christiane”.

Killswitch Engage – desde 2000 tem o som moldado pelo Metalcore, com guitarras afinadas em “Drop C” (quase em sua maioria), linha de dois bumbos, e vocais limpos, porém alternando para momentos de fúria. Uma das inspirações para as melodias da banda é o falecido Charles Michael "Chuck" Schuldiner (Death). No trabalho de 2009 lançado no Brasil , destaque para “Starting Over”, “A Light In A Darkned World”.

A maior dica que fica pra moçada é “Comprem o CD”, o grande “barato” é ter o produto original em sua coleção, ou você baixa livros da net também?

Anselmo








WILCO, THE VIRGINS, KILLSWITCH ENGAGE - Antes tarde Que Nunca

Apesar de já terem sido lançados “na gringa”, e por causa disso não serem mais nenhuma novidade para o pessoal “antenado” que curte música alternativa, eu gostaria de comentar sobre três bons álbuns lançados no Brasil em 2009 pela Warner Music.

Wilco (The Álbum), sétimo álbum da banda de Jeff Tweedy, que da formação original restou o baixista John Stirratt. Esse trabalho não tem o mesmo impacto de A Ghost Is Born (2004), mas também é muito bom, pronto para se ouvir a qualquer hora do dia. Destaque para as faixas “Wilco (the song)”, “You Never Know”, “Sonny Feeling”.

The Virgins – formada em 2006 no apartamento do vocalista Donald Cumming, esse é o primero trabalho oficial da banda de Nova York. Indie dançante, com fortes influências de Talking Heads, Modern Lovers, Elvis Costelo, 70´s - 80’s na veia. Destaque para “One Week Danger”, “Rich Girls”, “Radio Christiane”.

Killswitch Engage – desde 2000 tem o som moldado pelo Metalcore, com guitarras afinadas em “Drop C” (quase em sua maioria), linha de dois bumbos, e vocais limpos, porém alternando para momentos de fúria. Uma das inspirações para as melodias da banda é o falecido Charles Michael "Chuck" Schuldiner (Death). No trabalho de 2009 lançado no Brasil , destaque para “Starting Over”, “A Light In A Darkned World”.

A maior dica que fica pra moçada é “Comprem o CD”, o grande “barato” é ter o produto original em sua coleção, ou você baixa livros da net também?

Anselmo








sexta-feira, 31 de julho de 2009

WORSHIP MUSIC - ANTHRAX

Cara, uma coisa que sempre digo quando estou tomando uma cerveja com os amigos é que respeito muito as bandas de Heavy Metal, porque foram elas as precursoras do meu ingresso no mundo da música. Principalmente no período do New Wave of British Heavy Metal (NWOBHM). Nessa época acompanhávamos os lançamentos do Iron Maiden , Def Leppard, Motörhead, Saxon, Raven, Anvil, Venom, era foda! Mas quero deixar bem claro, isso foi até os meus 16 e 17 anos, depois comecei a me interessar por outros sons e tendências musicais. Naquela período surgiu o chamado BIG FOUR, que era um grupo de bandas composto por Metallica, Slayer, Megadeth e Anthrax (tem gente que coloca o Exodus, mas pra mim essa é uma banda de um disco só). Artistas que no decorrer da carreira, e até hoje,tentam evoluir e modernizar o som, pra desespero de muito Headbanger. Na minha humilde opinião, dessa leva toda, a banda que sempre agradou “gregos e troianos” foi o Anthrax. Originários de New York City, sempre tiveram relação com a cena Punk e Hardcore da cidade, o que contribuiu para conquistar o respeito de várias tribos e satisfazer vários gostos musicais. Como sempre, nunca vou atrás de informações “frescas”, não tenho nenhum interesse de ser o primeiro a divulgar. Gosto de comentar depois que todo mundo já deu palpite. Bom, a informação que tava “bombando “ nos últimos meses na Net sobre o Anthrax , era o lançamento do novo disco “Worship Music”. Com a participação de Scott Ian (guitarra) , Frankie Bello (Baixo) , Charlie Benante (Bateria), Rob Caggiano (Guitarra), e Dan Nelson (vocais).....Dan Nelson?????? Olha, na boa, não estou aqui para julgar a capacidade nem integridade de ninguém pelo nome, pois seria ignorância, mas vocalista de banda de rock com nome de Dan Nelson?????? Para já!!!!! Na mídia americana, o visual e nome contam mais até que o som. Querem exemplos? O DIO, vocês acham que ele se chama assim por que? O nome de batismo do cara é Ronald Padavona....fala sério....imaginem a notícia : “Black Sabbath anuncia novo vocalista,Ronald Padavona”. E o Freddie Mercury? Realiza o cara sendo anunciado pelo Brian May, durante um show, no Estádio dos Yankees, em New York: “nos vocais Farokh Bommi Bulsara”....os americanos são capazes de jogar uma bomba no palco. E o Tom Araya???? Já pensou aquele fã do Slayer até o osso, dizendo: “Vamos ouvir a musica nova composta por Tomás Enrique”. Meu, não funciona. Resultado, as vésperas de lançarem o disco novo, mandam o cara embora, e já tão cogitando chamar o John Bush de volta. Alias, o melhor vocalista que já passou pelo Anthrax , disparado. E no fim, quem leva a culpa é sempre o coitado do Frankie Bello. (Bello????, xiiiiii!!!!!)

Anselmo

WORSHIP MUSIC - ANTHRAX

Cara, uma coisa que sempre digo quando estou tomando uma cerveja com os amigos é que respeito muito as bandas de Heavy Metal, porque foram elas as precursoras do meu ingresso no mundo da música. Principalmente no período do New Wave of British Heavy Metal (NWOBHM). Nessa época acompanhávamos os lançamentos do Iron Maiden , Def Leppard, Motörhead, Saxon, Raven, Anvil, Venom, era foda! Mas quero deixar bem claro, isso foi até os meus 16 e 17 anos, depois comecei a me interessar por outros sons e tendências musicais. Naquela período surgiu o chamado BIG FOUR, que era um grupo de bandas composto por Metallica, Slayer, Megadeth e Anthrax (tem gente que coloca o Exodus, mas pra mim essa é uma banda de um disco só). Artistas que no decorrer da carreira, e até hoje,tentam evoluir e modernizar o som, pra desespero de muito Headbanger. Na minha humilde opinião, dessa leva toda, a banda que sempre agradou “gregos e troianos” foi o Anthrax. Originários de New York City, sempre tiveram relação com a cena Punk e Hardcore da cidade, o que contribuiu para conquistar o respeito de várias tribos e satisfazer vários gostos musicais. Como sempre, nunca vou atrás de informações “frescas”, não tenho nenhum interesse de ser o primeiro a divulgar. Gosto de comentar depois que todo mundo já deu palpite. Bom, a informação que tava “bombando “ nos últimos meses na Net sobre o Anthrax , era o lançamento do novo disco “Worship Music”. Com a participação de Scott Ian (guitarra) , Frankie Bello (Baixo) , Charlie Benante (Bateria), Rob Caggiano (Guitarra), e Dan Nelson (vocais).....Dan Nelson?????? Olha, na boa, não estou aqui para julgar a capacidade nem integridade de ninguém pelo nome, pois seria ignorância, mas vocalista de banda de rock com nome de Dan Nelson?????? Para já!!!!! Na mídia americana, o visual e nome contam mais até que o som. Querem exemplos? O DIO, vocês acham que ele se chama assim por que? O nome de batismo do cara é Ronald Padavona....fala sério....imaginem a notícia : “Black Sabbath anuncia novo vocalista,Ronald Padavona”. E o Freddie Mercury? Realiza o cara sendo anunciado pelo Brian May, durante um show, no Estádio dos Yankees, em New York: “nos vocais Farokh Bommi Bulsara”....os americanos são capazes de jogar uma bomba no palco. E o Tom Araya???? Já pensou aquele fã do Slayer até o osso, dizendo: “Vamos ouvir a musica nova composta por Tomás Enrique”. Meu, não funciona. Resultado, as vésperas de lançarem o disco novo, mandam o cara embora, e já tão cogitando chamar o John Bush de volta. Alias, o melhor vocalista que já passou pelo Anthrax , disparado. E no fim, quem leva a culpa é sempre o coitado do Frankie Bello. (Bello????, xiiiiii!!!!!)

Anselmo

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