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segunda-feira, 16 de maio de 2011

THE CULT - 14 de Maio de 2011 - HSBC SP


Som alto, sem frescuras, nenhum “Mané” metido a “guitar-hero”, somente Rock & Roll, na concepção “literal” da palavra. Esse é o resumo do show do “the Cult” de sábado, dia 14 maio, no HSBC em São Paulo.

Eu fui um dos felizardos que assistiu ao show da “pista VIP”, com certeza outra qualidade, claro que paguei por isso e não foi pouco.

O show tava marcado pra começar as 22:00, e com 30 minutos de atraso a banda entra com “Every Man and Woman is a Star” pra esquentar o público, mas a seqüência que estava por vir, virou o local de “cabeça para baixo”. Rain, Electric Ocean e Sweet Soul Sister já valeram o ingresso.

A apresentação começou a ser “cadenciada” com “White”, Saints Are Down”, e antes do intervalo teve a performance de Li´l Devil, hit dos bons tempos do álbum “Electric”.

Após um intervalo de três minutos a banda voltou com a nova canção “Embers”, seguida de petardos como Phoenix, Spiritwalker, Rise, Dirty Litlle Rock Star, She Sells Sanctuary, sendo o ponto alto antes do “bis” a execução de Love Removal Machine.

Alguns momentos “interessantes” ficaram por conta do vocalista Ian Astbury. Primeiro o visual, calos comprido e barba, junto com bandana, óculos escuros, mais uma jaqueta de exército camuflada, junto com uma roupa preta de ginástica e tênis branco.

Ian completou 49 anos no sábado, talvez essa maturidade foi a responsável pelo “incomodo” que um cara assoviando na platéia causou ao vocalista, e também alguns comentários como: “Vocês estão ouvindo muito U2”.

Para o “bis” tivemos “Fire Woman” e um cover do The Doors, “Break on Through”, sensacional.

Bom, depois dessa aula de Rock&Roll, ficamos na expectativa das palavras de Ian Astbury: “Estamos preparando um novo álbum, Very Dark and Beautfull”. Vamos aguardar.


Anselmo






THE CULT - 14 de Maio de 2011 - HSBC SP


Som alto, sem frescuras, nenhum “Mané” metido a “guitar-hero”, somente Rock & Roll, na concepção “literal” da palavra. Esse é o resumo do show do “the Cult” de sábado, dia 14 maio, no HSBC em São Paulo.

Eu fui um dos felizardos que assistiu ao show da “pista VIP”, com certeza outra qualidade, claro que paguei por isso e não foi pouco.

O show tava marcado pra começar as 22:00, e com 30 minutos de atraso a banda entra com “Every Man and Woman is a Star” pra esquentar o público, mas a seqüência que estava por vir, virou o local de “cabeça para baixo”. Rain, Electric Ocean e Sweet Soul Sister já valeram o ingresso.

A apresentação começou a ser “cadenciada” com “White”, Saints Are Down”, e antes do intervalo teve a performance de Li´l Devil, hit dos bons tempos do álbum “Electric”.

Após um intervalo de três minutos a banda voltou com a nova canção “Embers”, seguida de petardos como Phoenix, Spiritwalker, Rise, Dirty Litlle Rock Star, She Sells Sanctuary, sendo o ponto alto antes do “bis” a execução de Love Removal Machine.

Alguns momentos “interessantes” ficaram por conta do vocalista Ian Astbury. Primeiro o visual, calos comprido e barba, junto com bandana, óculos escuros, mais uma jaqueta de exército camuflada, junto com uma roupa preta de ginástica e tênis branco.

Ian completou 49 anos no sábado, talvez essa maturidade foi a responsável pelo “incomodo” que um cara assoviando na platéia causou ao vocalista, e também alguns comentários como: “Vocês estão ouvindo muito U2”.

Para o “bis” tivemos “Fire Woman” e um cover do The Doors, “Break on Through”, sensacional.

Bom, depois dessa aula de Rock&Roll, ficamos na expectativa das palavras de Ian Astbury: “Estamos preparando um novo álbum, Very Dark and Beautfull”. Vamos aguardar.


Anselmo






quinta-feira, 21 de abril de 2011

SOUTHERN DEATH CULT - O Culto Sulista Da Morte


Conforme havia prometido, segue mais um “post” pré-show do The Cult no Brasil.

Era uma vez uma banda punk inglesa chamada Violation, formada por Aki Nawaz (bateria), Barry Jepson (baixo), Mick (guitarra) e Mick Brady (vocais), que chegaram até a abrir shows para o The Clash nos anos 80. Para por aí um instante.

Continua...em 1981, sem dinheiro ou destino certo, um jovem chamado Ian Astbury mudou-se para Bradford onde recebeu a acolhida ajuda de Joolz (poeta e artista plástica), a qual teria sugerido para Ian tentar assumir uma vaga de vocalista em uma banda que estava ensaiando no porão da casa que ela morava, esses caras eram do antigo Violation. A partir daí Astbury (sob o nome "Ian Lindsay") começou a se apresentar ao lado de David Burrows (guitarra), o baixista Barry Jepson e o baterista Aki Nawaz, formando a banda de “positive punk” (termo cunhado pelo repórter Richard North da revista inglesa NME) Southern Death Cult (culto sulista da morte).

The Southern Death Cult que era o nome pelo qual alguns estudiosos descreviam uma tribo que existiu (entre os séculos XIV e XV) no oeste dos EUA perto do rio Mississippi e foi extinta devido às doenças transmitidas pelos brancos. Mas apesar desse fato, sua religião era baseada na morte, e os relatos de seus rituais necrófilos fizeram-na ser reconhecida como tal. Hoje em dia a região é tecnicamente conhecida também como Southeastern Ceremonial Complex. (O guitarrista Justin Sullivan chegou a participar de algumas apresentações da banda depois da saída de Mike Isles).

Southern Death Cult teve relativo sucesso no Reino Unido , a banda excursionou com Theatre of Hate, sendo que em seguida conseguiu fazer shows de abertura para o Bauhaus no final de 1982. Porém Astbury deixou o grupo depois de um show em 26 de fevereiro de 1983.

Os singles do Southern Death Cult, demos e algumas gravações ao vivo foram mais tarde reunidas em uma coletânea de dez músicas e lançadas pela Beggars Banquet em 1983. Este LP chegou ser lançado no Brasil com quatro anos de atraso, licenciado pela RCA em 1987, ano em que sua primeira versão digital saiu no Japão e em seguida na Inglaterra.

Esssa precursora banda do jovem Ian Astbury, que apesar de nascido na Inglaterra (em 14/05/1962, Heswall, Cheshire), tenha passado maior parte de sua infância no Canadá, onde teve contato o com a cultura indígena na reserva Six Nations, marca a fase mais contundente com inspirações indigenas do cantor. Tanto é verdade que resultou nas duas melhores canções do SDC, sendo MOYA e FATMAN. Confiram alguns vídeos.

Anselmo





SOUTHERN DEATH CULT - O Culto Sulista Da Morte


Conforme havia prometido, segue mais um “post” pré-show do The Cult no Brasil.

Era uma vez uma banda punk inglesa chamada Violation, formada por Aki Nawaz (bateria), Barry Jepson (baixo), Mick (guitarra) e Mick Brady (vocais), que chegaram até a abrir shows para o The Clash nos anos 80. Para por aí um instante.

Continua...em 1981, sem dinheiro ou destino certo, um jovem chamado Ian Astbury mudou-se para Bradford onde recebeu a acolhida ajuda de Joolz (poeta e artista plástica), a qual teria sugerido para Ian tentar assumir uma vaga de vocalista em uma banda que estava ensaiando no porão da casa que ela morava, esses caras eram do antigo Violation. A partir daí Astbury (sob o nome "Ian Lindsay") começou a se apresentar ao lado de David Burrows (guitarra), o baixista Barry Jepson e o baterista Aki Nawaz, formando a banda de “positive punk” (termo cunhado pelo repórter Richard North da revista inglesa NME) Southern Death Cult (culto sulista da morte).

The Southern Death Cult que era o nome pelo qual alguns estudiosos descreviam uma tribo que existiu (entre os séculos XIV e XV) no oeste dos EUA perto do rio Mississippi e foi extinta devido às doenças transmitidas pelos brancos. Mas apesar desse fato, sua religião era baseada na morte, e os relatos de seus rituais necrófilos fizeram-na ser reconhecida como tal. Hoje em dia a região é tecnicamente conhecida também como Southeastern Ceremonial Complex. (O guitarrista Justin Sullivan chegou a participar de algumas apresentações da banda depois da saída de Mike Isles).

Southern Death Cult teve relativo sucesso no Reino Unido , a banda excursionou com Theatre of Hate, sendo que em seguida conseguiu fazer shows de abertura para o Bauhaus no final de 1982. Porém Astbury deixou o grupo depois de um show em 26 de fevereiro de 1983.

Os singles do Southern Death Cult, demos e algumas gravações ao vivo foram mais tarde reunidas em uma coletânea de dez músicas e lançadas pela Beggars Banquet em 1983. Este LP chegou ser lançado no Brasil com quatro anos de atraso, licenciado pela RCA em 1987, ano em que sua primeira versão digital saiu no Japão e em seguida na Inglaterra.

Esssa precursora banda do jovem Ian Astbury, que apesar de nascido na Inglaterra (em 14/05/1962, Heswall, Cheshire), tenha passado maior parte de sua infância no Canadá, onde teve contato o com a cultura indígena na reserva Six Nations, marca a fase mais contundente com inspirações indigenas do cantor. Tanto é verdade que resultou nas duas melhores canções do SDC, sendo MOYA e FATMAN. Confiram alguns vídeos.

Anselmo





terça-feira, 19 de abril de 2011

THE CULT NO BRASIL - Vídeo 1


Em 14 de maio teremos “The Cult” em São Paulo, no HSBC Brasil. Depois de AC/DC e Ramones, pra mim são eles os caras. Por isso, até o dia do show, vou postar minhas músicas/vídeos preferidos e “raros” aqui no blog, como essa versão de “Love Removal Machine” que aposto que muitos nunca viram, com “arranjos” da época do LOVE (1985), e a nova “Embers”.

“Vou encher o saco”, tô nem aí!

Anselmo



THE CULT NO BRASIL - Vídeo 1


Em 14 de maio teremos “The Cult” em São Paulo, no HSBC Brasil. Depois de AC/DC e Ramones, pra mim são eles os caras. Por isso, até o dia do show, vou postar minhas músicas/vídeos preferidos e “raros” aqui no blog, como essa versão de “Love Removal Machine” que aposto que muitos nunca viram, com “arranjos” da época do LOVE (1985), e a nova “Embers”.

“Vou encher o saco”, tô nem aí!

Anselmo



terça-feira, 4 de agosto de 2009

LOVE LIVE TOUR - THE CULT

A banda The Cult está pra iniciar nesse mês de agosto nos Estados Unidos a Love Live Tour, apresentando todas as canções do álbum “Love” (1985) ao vivo.

Love foi o disco que lançou o The Cult na cena internacional, com os hits Rain, She Sells Sanctuary, Nirvana, etc. O álbum é marcado por psicodelia, sonoridade pós-punk, e letras que misturam mantra e non-sense com Rock´n´Roll, além dos surtos “xamanísticos” do Ian Astbury.
Existe no YouTube um show na Finlandia de 1986 onde o The Cult executa as músicas , até então inéditas, do álbum ELECTRIC (1987) no estilo do LOVE, é muito interessante. Curiosidade: Na gravação do ELECTRIC o produtor Rick Rubin deu o Back in Black (AC/DC) pros caras e disse: “Façam Igual, ou tentem pelo menos”.

A turnê passará por Estados Unidos, Canadá e Europa. Pra nós aqui da América do Sul resta aguardar.

Ian Astbury disse recentemente que o The Cult não grava mais CD, que essa é uma mídia ultrapassada, e que somente vão trabalhar com som digital, via Internet, etc. Bom caro Ian Astbury, sua banda não grava NADA desde 1991, Ceremony foi o último que vocês gravaram. Tá, até que o Born Into This (2007) é legalzinho.


Anselmo

LOVE LIVE TOUR - THE CULT

A banda The Cult está pra iniciar nesse mês de agosto nos Estados Unidos a Love Live Tour, apresentando todas as canções do álbum “Love” (1985) ao vivo.

Love foi o disco que lançou o The Cult na cena internacional, com os hits Rain, She Sells Sanctuary, Nirvana, etc. O álbum é marcado por psicodelia, sonoridade pós-punk, e letras que misturam mantra e non-sense com Rock´n´Roll, além dos surtos “xamanísticos” do Ian Astbury.
Existe no YouTube um show na Finlandia de 1986 onde o The Cult executa as músicas , até então inéditas, do álbum ELECTRIC (1987) no estilo do LOVE, é muito interessante. Curiosidade: Na gravação do ELECTRIC o produtor Rick Rubin deu o Back in Black (AC/DC) pros caras e disse: “Façam Igual, ou tentem pelo menos”.

A turnê passará por Estados Unidos, Canadá e Europa. Pra nós aqui da América do Sul resta aguardar.

Ian Astbury disse recentemente que o The Cult não grava mais CD, que essa é uma mídia ultrapassada, e que somente vão trabalhar com som digital, via Internet, etc. Bom caro Ian Astbury, sua banda não grava NADA desde 1991, Ceremony foi o último que vocês gravaram. Tá, até que o Born Into This (2007) é legalzinho.


Anselmo

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