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terça-feira, 26 de outubro de 2010

O CORAÇÃO DAS TREVAS

Hoje retorno aos livros. E como já faz um tempo que não escrevo nada sobre literatura clássica, vamos de um "classudo" de primeira qualidade.

A dica que eu vou deixar aqui é "O Coração das Trevas" de Joseph Conrad, publicado em 1902.

O escritor polonês naturalizado britânico é tido por muitos como um dos maiores autores da lingua inglesa em todos os tempos. Mas não chega a ser uma unanimidade e nem é tão badalado como outros escritores que também influenciaram gerações.

Conrad trabalhou por quase 20 anos como marinheiro e usou muito de suas experiências na construção das histórias. Muitas delas inclusive tiveram o mar como pano de fundo, mas o que eu mais admiro nele é a profundidade de seus personagens.

Em "O Coração das Trevas" viajamos na companhia do marinheiro Marley que numa jornada rio adentro do coração da África vai em busca do atormentado e misterioso Kurtz enquanto se depara tanto com a barbárie praticada pelo colonizadores europeus (que deveriam representar a civilização) quanto pelos nativos africanos (que seriam os primitivos indefesos).

Quanto mais longe chega o barco, mais ficamos perto de descobrir os mistérios da "lenda" Kurz. Tudo narrado de forma densa e profunda cujo aspecto principal reside nas cosntantes reflexões dos personagens a respeito dos nossos valores e dos desvios inerentes a natureza humana. Uma viagem interna mais intensa do que a física que se passa no meio do nada. Não há ninguém totalmente bondoso e não há ninguém totalmente maldoso.

Esta obra-prima merece ser lida. E não pensem que trata-se de uma narrativa pesada e cansativa. Nada disso. O livro traz prazer e cativa facilmente o leitor.

Se você gostar, recomendo outras obras de Conrad que também são referência: "Lord Jim" de 1900, "Nostromo" de 1904 (considerada por especialistas como seu melhor texto) e "Os Duelistas" de 1908 (que muitos anos depois viraria filme nas mãos de Ridley Scott).

Para fechar, uma informação adicional e de fundamental importância. Em 1979 "O Coração das Trevas" foi adaptado para o cinema pelo excelente Francis Ford Coppola. Esta adaptação gerou outra obra-prima, desta vez cinematográfica, chamada "Apocalipse Now". Copolla teve a manha de mudar o cenário da história para a Guerra do Vietnã. O filme, um de meus preferidos, merece post específico que eu prometo para um futuro próximo.

"O Horror! O Horror!"


Sandro

O CORAÇÃO DAS TREVAS

Hoje retorno aos livros. E como já faz um tempo que não escrevo nada sobre literatura clássica, vamos de um "classudo" de primeira qualidade.

A dica que eu vou deixar aqui é "O Coração das Trevas" de Joseph Conrad, publicado em 1902.

O escritor polonês naturalizado britânico é tido por muitos como um dos maiores autores da lingua inglesa em todos os tempos. Mas não chega a ser uma unanimidade e nem é tão badalado como outros escritores que também influenciaram gerações.

Conrad trabalhou por quase 20 anos como marinheiro e usou muito de suas experiências na construção das histórias. Muitas delas inclusive tiveram o mar como pano de fundo, mas o que eu mais admiro nele é a profundidade de seus personagens.

Em "O Coração das Trevas" viajamos na companhia do marinheiro Marley que numa jornada rio adentro do coração da África vai em busca do atormentado e misterioso Kurtz enquanto se depara tanto com a barbárie praticada pelo colonizadores europeus (que deveriam representar a civilização) quanto pelos nativos africanos (que seriam os primitivos indefesos).

Quanto mais longe chega o barco, mais ficamos perto de descobrir os mistérios da "lenda" Kurz. Tudo narrado de forma densa e profunda cujo aspecto principal reside nas cosntantes reflexões dos personagens a respeito dos nossos valores e dos desvios inerentes a natureza humana. Uma viagem interna mais intensa do que a física que se passa no meio do nada. Não há ninguém totalmente bondoso e não há ninguém totalmente maldoso.

Esta obra-prima merece ser lida. E não pensem que trata-se de uma narrativa pesada e cansativa. Nada disso. O livro traz prazer e cativa facilmente o leitor.

Se você gostar, recomendo outras obras de Conrad que também são referência: "Lord Jim" de 1900, "Nostromo" de 1904 (considerada por especialistas como seu melhor texto) e "Os Duelistas" de 1908 (que muitos anos depois viraria filme nas mãos de Ridley Scott).

Para fechar, uma informação adicional e de fundamental importância. Em 1979 "O Coração das Trevas" foi adaptado para o cinema pelo excelente Francis Ford Coppola. Esta adaptação gerou outra obra-prima, desta vez cinematográfica, chamada "Apocalipse Now". Copolla teve a manha de mudar o cenário da história para a Guerra do Vietnã. O filme, um de meus preferidos, merece post específico que eu prometo para um futuro próximo.

"O Horror! O Horror!"


Sandro

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

LOURENÇO MUTARELLI - Um Cara Inteligente

Gostaria de pedir permissão para escrever sobre um artista o qual tenho profunda admiração e respeito, Lourenço Mutarelli.

Meus contatos com sua arte sempre foram como o enredo de suas “Histórias em Quadrinhos” e “Romances”, inusitadas e inesperadas. Na verdade, nunca as procurei, simplesmente me deparei com elas, como se fossem uma placa de aviso dizendo: “Atenção essa é uma Obra do Mutarelli”.

No início de minha "maioridade" caiu em minhas mãos (não me lembro ao certo de que forma ) a obra “Transubstanciação” de 1991. Confesso que não sei onde foi parar, com certeza no fundo de algum baú de um de meus amigos da época.

A partir daí, sempre que identifico uma obra de Mutarelli certifico de que estou preparado para o que está por vir. Não durante a leitura, mas ao final dela. Quero ter certeza de que vou entender a idéia e a mensagem da forma correta, e saber conviver com isso.

Não sigo nenhuma ordem cronológica, nem me preocupo com os lançamentos, quando chega a hora simplesmente leio. Por isso só recentemente comprei a História em Quadrinhos de “O Dobro de Cinco”, lançada originalmente em 1999 pela Devir.

O “Dobro de Cinco” é primeiro volume da trilogia do detetive Diomedes, o qual é contratado por um homem chamado Hermes para encontrar um antigo mágico Enigmo. A narrativa foge de todos os clichês de histórias de detetive clássicas.

Como sempre, depois de alguns anos de seu lançamento, e de forma inesperada, encontrei a HQ numa banca de jornal, comprei, e acabei de ler hoje.

Na seqüência da trilogia temos “O Rei do Ponto” e a “Soma de Tudo” (dividido em duas partes). Que espero encontrar algum dia desses.

A história do detetive Diomedes teve até de início de produção para o cinema, com direção de Dennison Ramalho, produção de Paulo Schmidt, Tadeu Jungle, Rodrigo Teixeira e Cacá Carvalho ( o Jamanta, lembra?) que faz o papel do Detetive Diomedes.(Mas parece que segue engavetado o projeto, se alguém tem alguma informação por favor, comente).

A contribuição de Mutarelli para com cinema brasileiro começou com as “passagens animadas” do filme “Nina” de 2004, e posteriormente com “O Cheiro do Ralo” de 2006, baseado em seu romance do mesmo nome. Ambos dirigidos por Heitor Dhalia. É explicito a inspiração e influencia de “Crime e Castigo” de Fiodór Dostoiévski nesses dois trabalhos (a admiração por Dostoiévski sempre foi enfatizada por Mutarelli).

No último Festival de Cinema do Rio foi lançado mais um filme adaptado de uma obra de Mutarelli, o romance “O Natimorto” , com direção de Paulo Machline. O filme conta a história de um agente artístico que traz uma cantora a São Paulo para apresentá-la a um maestro. Nesse período ficam num quarto de hotel onde, ele lê o futuro da cantora nas advertências dos maços de cigarro como se fossem lâminas de tarô. (Essa obra já havia sido produzida para o teatro).

Certa vez um filósofo amigo meu disse que “as pessoas inteligentes sofrem mais que as medíocres”. Por isso acho que Mutarelli não é nada mais do que um cara muito inteligente.

Segue abaixo relação das obras de Lourenço Mutarelli, as quais espero ler e apreciar no momento certo ( e também o trailer de alguns filmes):

Livros/Romances:
A Arte de Produzir Efeito Sem Causa
O Cheiro do Ralo
O Natimorto
Jesus Kid
Miguel e os Demônios
Quadrinhos:
A Caixa de Areia
Transubstanciação
Sequelas
A Confluência da Forquilha
Mundo Pet
O Dobro de Cinco
O Rei do Ponto
A Soma de Tudo 1
A Soma de Tudo 2






LOURENÇO MUTARELLI - Um Cara Inteligente

Gostaria de pedir permissão para escrever sobre um artista o qual tenho profunda admiração e respeito, Lourenço Mutarelli.

Meus contatos com sua arte sempre foram como o enredo de suas “Histórias em Quadrinhos” e “Romances”, inusitadas e inesperadas. Na verdade, nunca as procurei, simplesmente me deparei com elas, como se fossem uma placa de aviso dizendo: “Atenção essa é uma Obra do Mutarelli”.

No início de minha "maioridade" caiu em minhas mãos (não me lembro ao certo de que forma ) a obra “Transubstanciação” de 1991. Confesso que não sei onde foi parar, com certeza no fundo de algum baú de um de meus amigos da época.

A partir daí, sempre que identifico uma obra de Mutarelli certifico de que estou preparado para o que está por vir. Não durante a leitura, mas ao final dela. Quero ter certeza de que vou entender a idéia e a mensagem da forma correta, e saber conviver com isso.

Não sigo nenhuma ordem cronológica, nem me preocupo com os lançamentos, quando chega a hora simplesmente leio. Por isso só recentemente comprei a História em Quadrinhos de “O Dobro de Cinco”, lançada originalmente em 1999 pela Devir.

O “Dobro de Cinco” é primeiro volume da trilogia do detetive Diomedes, o qual é contratado por um homem chamado Hermes para encontrar um antigo mágico Enigmo. A narrativa foge de todos os clichês de histórias de detetive clássicas.

Como sempre, depois de alguns anos de seu lançamento, e de forma inesperada, encontrei a HQ numa banca de jornal, comprei, e acabei de ler hoje.

Na seqüência da trilogia temos “O Rei do Ponto” e a “Soma de Tudo” (dividido em duas partes). Que espero encontrar algum dia desses.

A história do detetive Diomedes teve até de início de produção para o cinema, com direção de Dennison Ramalho, produção de Paulo Schmidt, Tadeu Jungle, Rodrigo Teixeira e Cacá Carvalho ( o Jamanta, lembra?) que faz o papel do Detetive Diomedes.(Mas parece que segue engavetado o projeto, se alguém tem alguma informação por favor, comente).

A contribuição de Mutarelli para com cinema brasileiro começou com as “passagens animadas” do filme “Nina” de 2004, e posteriormente com “O Cheiro do Ralo” de 2006, baseado em seu romance do mesmo nome. Ambos dirigidos por Heitor Dhalia. É explicito a inspiração e influencia de “Crime e Castigo” de Fiodór Dostoiévski nesses dois trabalhos (a admiração por Dostoiévski sempre foi enfatizada por Mutarelli).

No último Festival de Cinema do Rio foi lançado mais um filme adaptado de uma obra de Mutarelli, o romance “O Natimorto” , com direção de Paulo Machline. O filme conta a história de um agente artístico que traz uma cantora a São Paulo para apresentá-la a um maestro. Nesse período ficam num quarto de hotel onde, ele lê o futuro da cantora nas advertências dos maços de cigarro como se fossem lâminas de tarô. (Essa obra já havia sido produzida para o teatro).

Certa vez um filósofo amigo meu disse que “as pessoas inteligentes sofrem mais que as medíocres”. Por isso acho que Mutarelli não é nada mais do que um cara muito inteligente.

Segue abaixo relação das obras de Lourenço Mutarelli, as quais espero ler e apreciar no momento certo ( e também o trailer de alguns filmes):

Livros/Romances:
A Arte de Produzir Efeito Sem Causa
O Cheiro do Ralo
O Natimorto
Jesus Kid
Miguel e os Demônios
Quadrinhos:
A Caixa de Areia
Transubstanciação
Sequelas
A Confluência da Forquilha
Mundo Pet
O Dobro de Cinco
O Rei do Ponto
A Soma de Tudo 1
A Soma de Tudo 2






terça-feira, 28 de julho de 2009

O NEVOEIRO


Como eu disse no post sobre o Stephen King, existe uma série de filmes adaptados de suas obras. Tem filme que é obra-prima, tem filme que é ótimo, tem filme que é bom e tem filme que é ruim.
Na categoria dos ótimos estão os dirigidos pelo cineasta francês Frank Darabont. O cara tem a manha de adaptar histórias do Stephen King.

Em 1994 ele filmou “Um Sonho de Liberdade” com Tim Robbins e Morgan Freeman e em 1999 “A Espera de um Milagre” com Tom Hanks. Ambos dispensam comentários. Se você não viu,
tem que ver. Não são os melhores filmes já feitos, mas são obrigatórios.

O post de hoje é sobre o último filme de Darabont filmado em 2007, lançado nos cinemas aqui no Brasil em 2008 e disponível em DVD a partir deste ano. Chama-se "O Nevoeiro" e também é uma adaptação de Stephen King.

O filme é baseado no conto de mesmo nome publicado no livro Tripulação de Esqueletos. Como fã, considero King um escritor muito melhor quando escreve romances/novelas do que quando escreve contos. Mas este O Nevoeiro é o melhor de sua carreira (talvez porque seja um conto com 134 páginas, rsrsrs)

Trata-se da história de um artista que mora numa casa de campo na cidade de Maine (sempre ela) com a mulher e o filho pequeno. Certo dia, após uma pesada tempestade na noite anterior ter causado vários danos materiais nas redondezas (sua casa incluída) ele sai para ir ao supermercado com o filho comprar algumas coisas para a casa. Insiste para que sua mulher os acompanhe, mas ela prefere ficar.

Já no caminho ao mercado, ele percebe uma densa névoa na região. Acha meio anormal, mas pensa que é por causa do tempo. Com eles dentro do mercado, ruídos estranhos são ouvidos lá fora enquanto o nevoeiro toma conta de vez das ruas. Pessoas saem do meio desta névoa tentando desesperadamente entrar no mercado, sendo que algumas conseguem, outras não, pois são arrastadas não se sabe pelo que.

A partir deste momento todos no mercado passam a se tornar reféns da situação, já que cada pessoa que tenta sair é atacada pelo que está no meio do nevoeiro. A tensão aumenta a cada hora que eles ficam lá dentro e devido a forte pressão psicológica imposta a todos, diferentes reações vão ocorrendo e a incapacidade de uma convivência harmoniosa fica latente. Chega-se ao ponto de algumas pessoas lá dentro se tornarem tão ameaçadoras quanto o que está lá fora.

O resto, só assistindo. O que posso dizer mais é que Frank Darabont mudou o final da história, que passou de um original sem muita esperança (apesar desta ser a última palavra do conto) para um que mexe com nossos sentimentos e inevitavelmente nos faz refletir e pensar que devemos acreditar sempre e nunca perder a esperança.

Abaixo o trailer. Pode parecer um simples filme de terror, mas é muito mais que isso. Assistam, vale a pena.


Sandro

O NEVOEIRO


Como eu disse no post sobre o Stephen King, existe uma série de filmes adaptados de suas obras. Tem filme que é obra-prima, tem filme que é ótimo, tem filme que é bom e tem filme que é ruim.
Na categoria dos ótimos estão os dirigidos pelo cineasta francês Frank Darabont. O cara tem a manha de adaptar histórias do Stephen King.

Em 1994 ele filmou “Um Sonho de Liberdade” com Tim Robbins e Morgan Freeman e em 1999 “A Espera de um Milagre” com Tom Hanks. Ambos dispensam comentários. Se você não viu,
tem que ver. Não são os melhores filmes já feitos, mas são obrigatórios.

O post de hoje é sobre o último filme de Darabont filmado em 2007, lançado nos cinemas aqui no Brasil em 2008 e disponível em DVD a partir deste ano. Chama-se "O Nevoeiro" e também é uma adaptação de Stephen King.

O filme é baseado no conto de mesmo nome publicado no livro Tripulação de Esqueletos. Como fã, considero King um escritor muito melhor quando escreve romances/novelas do que quando escreve contos. Mas este O Nevoeiro é o melhor de sua carreira (talvez porque seja um conto com 134 páginas, rsrsrs)

Trata-se da história de um artista que mora numa casa de campo na cidade de Maine (sempre ela) com a mulher e o filho pequeno. Certo dia, após uma pesada tempestade na noite anterior ter causado vários danos materiais nas redondezas (sua casa incluída) ele sai para ir ao supermercado com o filho comprar algumas coisas para a casa. Insiste para que sua mulher os acompanhe, mas ela prefere ficar.

Já no caminho ao mercado, ele percebe uma densa névoa na região. Acha meio anormal, mas pensa que é por causa do tempo. Com eles dentro do mercado, ruídos estranhos são ouvidos lá fora enquanto o nevoeiro toma conta de vez das ruas. Pessoas saem do meio desta névoa tentando desesperadamente entrar no mercado, sendo que algumas conseguem, outras não, pois são arrastadas não se sabe pelo que.

A partir deste momento todos no mercado passam a se tornar reféns da situação, já que cada pessoa que tenta sair é atacada pelo que está no meio do nevoeiro. A tensão aumenta a cada hora que eles ficam lá dentro e devido a forte pressão psicológica imposta a todos, diferentes reações vão ocorrendo e a incapacidade de uma convivência harmoniosa fica latente. Chega-se ao ponto de algumas pessoas lá dentro se tornarem tão ameaçadoras quanto o que está lá fora.

O resto, só assistindo. O que posso dizer mais é que Frank Darabont mudou o final da história, que passou de um original sem muita esperança (apesar desta ser a última palavra do conto) para um que mexe com nossos sentimentos e inevitavelmente nos faz refletir e pensar que devemos acreditar sempre e nunca perder a esperança.

Abaixo o trailer. Pode parecer um simples filme de terror, mas é muito mais que isso. Assistam, vale a pena.


Sandro

segunda-feira, 15 de junho de 2009

HORROR OF DRACULA


Pesquisando alguns “Classic Movies” na internet , deparei com o “Horror of Dracula” de 1958 , o primeiro filme de terror que assiti na vida, que além de me remeter a minha mais tenra infância , tem as melhores sequencias de ação entre Conde Dracula (Christopher Lee) e Van Helsing (Peter Cushing).
Feito pela lendária produtora inglesa Hammer (famosa por suas fitas de terror nos anos 50 até meados de 70), o filme é sem dúvida uma das melhores adaptações do romance de Bram Stoker.
Caso voces tenham curiosidade, o filme está disponível no YouTube.
Ficha Técnica: De Terence Fisher, escrito por Bram Stoker (romance) e Jimmy Sangster, com Christopher Lee e Peter Cushing.
Anselmo

HORROR OF DRACULA


Pesquisando alguns “Classic Movies” na internet , deparei com o “Horror of Dracula” de 1958 , o primeiro filme de terror que assiti na vida, que além de me remeter a minha mais tenra infância , tem as melhores sequencias de ação entre Conde Dracula (Christopher Lee) e Van Helsing (Peter Cushing).
Feito pela lendária produtora inglesa Hammer (famosa por suas fitas de terror nos anos 50 até meados de 70), o filme é sem dúvida uma das melhores adaptações do romance de Bram Stoker.
Caso voces tenham curiosidade, o filme está disponível no YouTube.
Ficha Técnica: De Terence Fisher, escrito por Bram Stoker (romance) e Jimmy Sangster, com Christopher Lee e Peter Cushing.
Anselmo

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