Acho que foi no final dos anos 80, assisti a um show dos “Cascavelletes” na antiga casa de entretenimento “Rose Bom Bom”, localizado no bairo dos Jardins em São Paulo. Lembro que foi um programa totalmente “sem querer”. Mas ver Flávio Basso e Nei Van Soria ao vivo, naquela época, e de forma desavisada, foi muito foda.
O tempo passou e Flávio Basso se tornou Jupiter Maçã, Jupiter Apple, e Jupiter Maçã novamente.
Quando decidou trabalhar solo, seu trabalho de músico sofisticado rendeu A Sétima Efervescência (1997), inspirado no Rock Psicodélico e Lisergico do final dos anos 60 , as canções desse disco são grandes referências do rock gaúcho e nacional, não podemos deixar de citar a mandatória "Um Lugar do Caralho".
A fase Jupiter Apple tem como resultado composições em inglês e decide cair de cabeça em elementos que parecem inspirados em bossa-nova e música de vanguarda. Os discos foram Plastic Soda (1999) e Hisscivilization (2002). Muitos não entenderam essa fase de Jupiter, inclusive eu, prefiro os rocks de Sétima Efervescência.
Em 2006 sai o disco Uma Tarde na Fruteira. Quando Jupiter volta a ser “Maçã”, e mantém as influências e uma linha experimental". Um álbum mais acessível as pessoas “comuns”, com canções sessentistas, jazz, baladas e levadas eletrônicas.
A última informação que tenho é que Jupiter em 2009, lança o single “Modern Kid”, com sua banda composta por (Thunderbird/baixo, Dustan Galas/guitarra, Astronauta Pinguim/piano e órgão, Felipe Maia/bateria) . Quem tiver mais informações, manda pra gente.
Abaixo, gostaria de deixar alguns vídeos “impagaveis” de Jupiter Maçã, principalmente de seu programa de entrevistas na MTV. Sensacional os momentos com Rogério Skylab e Wander Wildner. Confiram.
Acho que foi no final dos anos 80, assisti a um show dos “Cascavelletes” na antiga casa de entretenimento “Rose Bom Bom”, localizado no bairo dos Jardins em São Paulo. Lembro que foi um programa totalmente “sem querer”. Mas ver Flávio Basso e Nei Van Soria ao vivo, naquela época, e de forma desavisada, foi muito foda.
O tempo passou e Flávio Basso se tornou Jupiter Maçã, Jupiter Apple, e Jupiter Maçã novamente.
Quando decidou trabalhar solo, seu trabalho de músico sofisticado rendeu A Sétima Efervescência (1997), inspirado no Rock Psicodélico e Lisergico do final dos anos 60 , as canções desse disco são grandes referências do rock gaúcho e nacional, não podemos deixar de citar a mandatória "Um Lugar do Caralho".
A fase Jupiter Apple tem como resultado composições em inglês e decide cair de cabeça em elementos que parecem inspirados em bossa-nova e música de vanguarda. Os discos foram Plastic Soda (1999) e Hisscivilization (2002). Muitos não entenderam essa fase de Jupiter, inclusive eu, prefiro os rocks de Sétima Efervescência.
Em 2006 sai o disco Uma Tarde na Fruteira. Quando Jupiter volta a ser “Maçã”, e mantém as influências e uma linha experimental". Um álbum mais acessível as pessoas “comuns”, com canções sessentistas, jazz, baladas e levadas eletrônicas.
A última informação que tenho é que Jupiter em 2009, lança o single “Modern Kid”, com sua banda composta por (Thunderbird/baixo, Dustan Galas/guitarra, Astronauta Pinguim/piano e órgão, Felipe Maia/bateria) . Quem tiver mais informações, manda pra gente.
Abaixo, gostaria de deixar alguns vídeos “impagaveis” de Jupiter Maçã, principalmente de seu programa de entrevistas na MTV. Sensacional os momentos com Rogério Skylab e Wander Wildner. Confiram.
O Post hoje é curto e importante. É só pra dizer que conferimos o disco “Caminando Y Cantando” de Wander Wildner, o sexto da carreira do cantor, lançado pelo selo “Fora da Lei”, com distribuição pela Unimar Music. Composto de 11 faixas, com regravações de canções de cantores como Julio Reny, Sérgio Sampaio, Belchior e também inéditas. Seguem faixas: 1- “As Coisa Mudam” 2- “Dani” 3- “Boas Noticias” 4- “A Palo Seco” 5- “A Razão do Meu Viver” 6- “Puertas y Puertos” 7- “Amor e Morte” 8- “Viajei de Trem” 9- “Pra Ti Juana” 10- “Clo” 11- “Calles de Buenos Aires”
O Post hoje é curto e importante. É só pra dizer que conferimos o disco “Caminando Y Cantando” de Wander Wildner, o sexto da carreira do cantor, lançado pelo selo “Fora da Lei”, com distribuição pela Unimar Music. Composto de 11 faixas, com regravações de canções de cantores como Julio Reny, Sérgio Sampaio, Belchior e também inéditas. Seguem faixas: 1- “As Coisa Mudam” 2- “Dani” 3- “Boas Noticias” 4- “A Palo Seco” 5- “A Razão do Meu Viver” 6- “Puertas y Puertos” 7- “Amor e Morte” 8- “Viajei de Trem” 9- “Pra Ti Juana” 10- “Clo” 11- “Calles de Buenos Aires”
Prezados leitores, seguidores, amigos do Minerva Pop, depois do “post provocação”(muito bom, hahaha!) do meu parceiro de blog Sandro, não poderia deixar de comentar e esclarecer meus pontos quanto ao Rock´n´Roll cantado em português.
No alto dos meus 40 anos de idade, sendo que quase 30 deles somente ouvindo Rock, seria uma falta com a verdade , eu não reconhecer o quanto curti/ouvi as bandas nacionais dos anos 80 como IRA! (a melhor), Barão Vermelho, Camisa de Venus, Maria Angélica, Garotos Podres, Inocentes, Titãs, Lobão, Ultraje a Rigor, etc.
Cansei de “matar” a última aula de sexta-feira na faculdade pra ir até o Aeroanta (no largo da Batata) pra assistir show do Ira, fui testemunha dos shows do Camisa de Vênus na Adrenalina-SP, curti muito os shows do Lobão no Olímpia (SP), cantei com os Titãs no Aramaçãn (ABC), e se vocês um dia ouvirem o disco “VIVO” gravado pelo Barão Vermelho em 1989 no Dama Xoc (SP), prestem atenção na faixa “Não Amo Ninguém” que o cara gritando/cantando ao fundo sou eu (mala pra caramba). Por isso e outras, me sinto muito a vontade pra falar sobre o Rock Nacional.
Só que naquela época, sem a facilidade de informações da internet, e com uma escassez tremenda de shows internacionais no Brasil, não tínhamos muitas referências, e esse pessoal eram os nossos ídolos sim, e faziam seu trabalho muito bem. Porém, com o passar do tempo, você vai notando que a influencia/referencia das bandas “gringas” é enorme, não só no Brasil como em outros países. Vejam alguns exemplos abaixo:
Die Toten Hosen, banda punk de Düsseldorf, Alemanha. Traduzindo literalmente seria “Os Calças Mortas”, mas se procurarmos um sentido mais correto poderíamos dizer “As Batidas Mortas”, é uma banda legal , que tem uma influência de Sex Pistols muito forte, vide Never mind the Hosen - Here's Die Roten Rosen (1987).
Attaque 77, outra banda punk argentina, formada em 1987, no início tocavam Ramones, e tinham The Clash, Bad Religion, como fortes influências em suas composições.
Guitar Wolf, banda japonesa de Rock´n´Roll formada em 1987 por Seiji (Guitar Wolf), Billy (Bass Wolf) e Narita (Drum Wolf). Por que será que todos usam o mesmo sobrenome? Seria influência de alguma banda famosa que todo mundo gosta? (Ramones). E os singles? Somethin´Else (1994), Bad reputation (1997), não são referencias a nenhuma conjunto milenar da música oriental, não é?
Trust, banda formada por Bernie Bonvoisin em 1977, famosa por sua amizade com o pessoal do AC/DC, sendo que o Antrahx gravou um cover da música “Antisocial” em seu álbum "Estate of Euphoria" (1988). O baterista Nicko McBrain também teve sua passagem com a banda francesa.
Manu Chao, nascido José-Manuel Thomas Arthur Chao, é um músico francês sensacional. Esse cara consegue jogar minha “ressalva” no lixo. As canções, as músicas, o show, um artista ímpar. Formou a Mano Negra, que acabou em 1995, porém mantem uma carreira solo de extremo bom gosto e criatividade. Essa prova que “toda regra tem sua excessão”.
Subsonica, formada em 1996, esses italianos brilharam no Sanremo Music Festival de 2000, tem vários sucessos na Italia, e seu último trabalho “L'Eclissi” (2007) foi bem recebido pelo público e crítica.
Lógico, que essas são algumas das mais famosas que me recordo no momento, mas outras centenas poderiam serem citadas.
O que quero deixar claro pessoal é que não tenho nada contra o Rock cantando por outros idiomas, respeito e ouvi muito também, mas tem que ser bem feito e adequado a língua e cultura de cada país.
Agora, só pra finalizar, se o Sandro prefere “Ira!” ao invés do “Who”, eu respeito, pois também admiro as duas bandas. Mas eu duvido que ele prefira Renato Russo em detrimento do Morrisey.
Prezados leitores, seguidores, amigos do Minerva Pop, depois do “post provocação”(muito bom, hahaha!) do meu parceiro de blog Sandro, não poderia deixar de comentar e esclarecer meus pontos quanto ao Rock´n´Roll cantado em português.
No alto dos meus 40 anos de idade, sendo que quase 30 deles somente ouvindo Rock, seria uma falta com a verdade , eu não reconhecer o quanto curti/ouvi as bandas nacionais dos anos 80 como IRA! (a melhor), Barão Vermelho, Camisa de Venus, Maria Angélica, Garotos Podres, Inocentes, Titãs, Lobão, Ultraje a Rigor, etc.
Cansei de “matar” a última aula de sexta-feira na faculdade pra ir até o Aeroanta (no largo da Batata) pra assistir show do Ira, fui testemunha dos shows do Camisa de Vênus na Adrenalina-SP, curti muito os shows do Lobão no Olímpia (SP), cantei com os Titãs no Aramaçãn (ABC), e se vocês um dia ouvirem o disco “VIVO” gravado pelo Barão Vermelho em 1989 no Dama Xoc (SP), prestem atenção na faixa “Não Amo Ninguém” que o cara gritando/cantando ao fundo sou eu (mala pra caramba). Por isso e outras, me sinto muito a vontade pra falar sobre o Rock Nacional.
Só que naquela época, sem a facilidade de informações da internet, e com uma escassez tremenda de shows internacionais no Brasil, não tínhamos muitas referências, e esse pessoal eram os nossos ídolos sim, e faziam seu trabalho muito bem. Porém, com o passar do tempo, você vai notando que a influencia/referencia das bandas “gringas” é enorme, não só no Brasil como em outros países. Vejam alguns exemplos abaixo:
Die Toten Hosen, banda punk de Düsseldorf, Alemanha. Traduzindo literalmente seria “Os Calças Mortas”, mas se procurarmos um sentido mais correto poderíamos dizer “As Batidas Mortas”, é uma banda legal , que tem uma influência de Sex Pistols muito forte, vide Never mind the Hosen - Here's Die Roten Rosen (1987).
Attaque 77, outra banda punk argentina, formada em 1987, no início tocavam Ramones, e tinham The Clash, Bad Religion, como fortes influências em suas composições.
Guitar Wolf, banda japonesa de Rock´n´Roll formada em 1987 por Seiji (Guitar Wolf), Billy (Bass Wolf) e Narita (Drum Wolf). Por que será que todos usam o mesmo sobrenome? Seria influência de alguma banda famosa que todo mundo gosta? (Ramones). E os singles? Somethin´Else (1994), Bad reputation (1997), não são referencias a nenhuma conjunto milenar da música oriental, não é?
Trust, banda formada por Bernie Bonvoisin em 1977, famosa por sua amizade com o pessoal do AC/DC, sendo que o Antrahx gravou um cover da música “Antisocial” em seu álbum "Estate of Euphoria" (1988). O baterista Nicko McBrain também teve sua passagem com a banda francesa.
Manu Chao, nascido José-Manuel Thomas Arthur Chao, é um músico francês sensacional. Esse cara consegue jogar minha “ressalva” no lixo. As canções, as músicas, o show, um artista ímpar. Formou a Mano Negra, que acabou em 1995, porém mantem uma carreira solo de extremo bom gosto e criatividade. Essa prova que “toda regra tem sua excessão”.
Subsonica, formada em 1996, esses italianos brilharam no Sanremo Music Festival de 2000, tem vários sucessos na Italia, e seu último trabalho “L'Eclissi” (2007) foi bem recebido pelo público e crítica.
Lógico, que essas são algumas das mais famosas que me recordo no momento, mas outras centenas poderiam serem citadas.
O que quero deixar claro pessoal é que não tenho nada contra o Rock cantando por outros idiomas, respeito e ouvi muito também, mas tem que ser bem feito e adequado a língua e cultura de cada país.
Agora, só pra finalizar, se o Sandro prefere “Ira!” ao invés do “Who”, eu respeito, pois também admiro as duas bandas. Mas eu duvido que ele prefira Renato Russo em detrimento do Morrisey.
Este post dedicado a uma banda brasileira de que gosto muito, também é uma pequena provocação ao parceiro de blog Anselmo. É que em seu post intitulado "Brasileiro é papagaio de americano" (leia aqui) e nos comentários do post sobre o futuro do rock brasileiro (leia aqui), o Ira! foi citado como uma mera cópia do The Who.
Não concordo. O The Who é sim, uma influência assumida pela banda paulistana, mas entendo que não dá para cravar como uma cópia, principalmente analisando toda a carreira dos caras. Isso não quer dizer que o grupo tenha sido inovador (poucos o são), pois sua sonoridade sempre foi calcada num rock simples e belas baladas, mas na minha opinião a banda evoluiu num sentido que trouxe uma maturidade e identidade própria a sua música.
Apesar de gostar muito de seus primeiros trabalhos na década de 80 ("Mudança de Comportamento" de 1985, "Vivendo e não Aprendendo" de 1986 e "Psicoacústica" de 1988) prefiro a fase da década de 90, onde discos não tão inspirados ("Meninos da Rua Paulo" de 1991 e "Música Calma para Pessoas Nervosas" de 1993) são intercalados com discos muito bons ("Clandestino" de 1990, "7" de 1996, "Você Não Sabe Quem Eu Sou" de 1998 e o disco de covers "Isso é Amor" de 1999), com a diferença que a pegada ao vivo da banda tornou-se ainda mais vigorosa. A categoria de Edgard Scandurra, o carisma absurdo do vocalista Nasi e a segurança do baixista Ricardo Gaspa e do baterista André Jung amadureceu com o tempo e eles passaram a dar ainda mais vida as canções clássicas do início de carreira.
Só que nesta época o Ira! já estava fora do mainstream brasileiro, (chegaram a ter a música "Flores em Você" como tema de novela), queda que teve início com o lançamento do excelente album "Psicoacústica", incompreendido pelo grande público.
Com o ostracismo, foram algumas tentativas da volta por cima, que só ocorreu com o lançamento em 2004 de um disco acústivo gravado para a MTV numa manjada fórmula de sucesso garantido pela gravadora (deu certo até com a droga dos Titãs).
Em 2007, saiu o último trabalho da banda, chamado "Invisível DJ", que eu gostei bastante e recomendo. Neste mesmo ano, sérios desentendimentos entre os integrantes levaram o Ira! a encerrar as atividades (houve uma tentativa de levarem um trio sem o Nasi prontamente renegada pelos fãs).
Enfim, acho gostoso poder ouvir música que gostamos em nossa língua natal, poder cantar durante um show inteiro sem precisar decorar as letras gringas. E convenhamos que isso não é lá tarefa fácil aqui no Brasil, principalmente se você não gosta (detesta?) de mpb ou outros "preciosos" estilos musicais oriundos destas terras.
Abaixo os vídeos com as músicas "Flerte Fatal" (versão do "Acustico MTV"), "Eu vou tentar" (do disco "Invisível DJ") e "Milhas e Milhas" (do regular "Entre seus Rins" de 2001). Peço atenção especial aos dois primeiros, dirigidos brilhantemente pelo Selton Melo.
Este post dedicado a uma banda brasileira de que gosto muito, também é uma pequena provocação ao parceiro de blog Anselmo. É que em seu post intitulado "Brasileiro é papagaio de americano" (leia aqui) e nos comentários do post sobre o futuro do rock brasileiro (leia aqui), o Ira! foi citado como uma mera cópia do The Who.
Não concordo. O The Who é sim, uma influência assumida pela banda paulistana, mas entendo que não dá para cravar como uma cópia, principalmente analisando toda a carreira dos caras. Isso não quer dizer que o grupo tenha sido inovador (poucos o são), pois sua sonoridade sempre foi calcada num rock simples e belas baladas, mas na minha opinião a banda evoluiu num sentido que trouxe uma maturidade e identidade própria a sua música.
Apesar de gostar muito de seus primeiros trabalhos na década de 80 ("Mudança de Comportamento" de 1985, "Vivendo e não Aprendendo" de 1986 e "Psicoacústica" de 1988) prefiro a fase da década de 90, onde discos não tão inspirados ("Meninos da Rua Paulo" de 1991 e "Música Calma para Pessoas Nervosas" de 1993) são intercalados com discos muito bons ("Clandestino" de 1990, "7" de 1996, "Você Não Sabe Quem Eu Sou" de 1998 e o disco de covers "Isso é Amor" de 1999), com a diferença que a pegada ao vivo da banda tornou-se ainda mais vigorosa. A categoria de Edgard Scandurra, o carisma absurdo do vocalista Nasi e a segurança do baixista Ricardo Gaspa e do baterista André Jung amadureceu com o tempo e eles passaram a dar ainda mais vida as canções clássicas do início de carreira.
Só que nesta época o Ira! já estava fora do mainstream brasileiro, (chegaram a ter a música "Flores em Você" como tema de novela), queda que teve início com o lançamento do excelente album "Psicoacústica", incompreendido pelo grande público.
Com o ostracismo, foram algumas tentativas da volta por cima, que só ocorreu com o lançamento em 2004 de um disco acústivo gravado para a MTV numa manjada fórmula de sucesso garantido pela gravadora (deu certo até com a droga dos Titãs).
Em 2007, saiu o último trabalho da banda, chamado "Invisível DJ", que eu gostei bastante e recomendo. Neste mesmo ano, sérios desentendimentos entre os integrantes levaram o Ira! a encerrar as atividades (houve uma tentativa de levarem um trio sem o Nasi prontamente renegada pelos fãs).
Enfim, acho gostoso poder ouvir música que gostamos em nossa língua natal, poder cantar durante um show inteiro sem precisar decorar as letras gringas. E convenhamos que isso não é lá tarefa fácil aqui no Brasil, principalmente se você não gosta (detesta?) de mpb ou outros "preciosos" estilos musicais oriundos destas terras.
Abaixo os vídeos com as músicas "Flerte Fatal" (versão do "Acustico MTV"), "Eu vou tentar" (do disco "Invisível DJ") e "Milhas e Milhas" (do regular "Entre seus Rins" de 2001). Peço atenção especial aos dois primeiros, dirigidos brilhantemente pelo Selton Melo.
Antes de mais nada quero salientar que é política do blog não gerar postagens com críticas negativas. Preferimos escrever sobre o que gostamos, compartilhando dicas e paixões por artistas, discos, filmes, livros, etc. Uma exceção talvez seja o post do Anselmo intitulado "Brasileiro é papagaio de americano!" (leia aqui), onde ele comenta o documentário sobre o Waldick Soriano. Vale a pena ler.
Só que hoje eu quero ser um pouco ranzinza e expressar minha preocupação com o rock brasileiro atual. Não falo sobre as boas bandas independentes (novas ou velhas) ou sobre as bandas outrora pertencentes ao mainstrem brasileiro, hoje decadentes. Quero escrever sobre o rock mais acessível a grande massa, aquele que chega facilmente aos ouvidos da garotada. Aquilo que a maioria ouve.
Amante de rock como sou, acho o tipo de som certo para a juventude. O mais apropriado para servir de trilha sonora na importante fase de formação que é a adolescência. E por conta disso, sempre achei válido a entrada neste estilo musical, independente da forma. Seja através de influências de amigos, indicações de parentes, internet, MTV, rádio, etc.
Também não me importava muito com a qualidade. Minha opinião era de que com o tempo, a pessoa ia direcionando seu gosto e aprendendo a separar o joio do trigo, virando fã de alguma banda porque realmente gosta do som e não porque é moda.
Nesta linha de raciocínio, sempre repeti: "Melhor a garotada começar ouvindo Charlie Brown Jr., Pitty, Fresno e outras, do que partir para a axé music, pagode, sertanejo."
Porém, de uns tempos para cá comecei a repensar. Muita coisa ruim surgindo e tal, até que um dia, zapeando de canais e passando pelo Multishow, eu me deparei com um clipe que me chamou a atenção. Fiquei impressionado como aquela música era ruim. Para piorar, o vídeo parecia os Menudos (alguém lembra?) tentando cantar rock. Clichê do clichê. Assisti até o final para ver do que se tratava e aparece lá: Banda Cine. Nunca tinha ouvido falar e pensei que fosse uma banda iniciante sem importância alguma. Esqueci.
O que aconteceu nos meses seguintes, foi que mais e mais vezes, eu topei com aquele vídeo. Intrigado, fui pesquisar sobre os caras. Para minha surpresa vi que a banda era cultuada por uma grande parcela de adolescentes, bombada na internet, ganharam um prêmio de revelação e tudo. Ou seja, aquele arremedo de banda de rock era uma realidade. Dizem que era uma banda independente que foi contratada pela Universal. Eles eram assim antes? Não sei dizer.
Foi aí que eu revisei meu conceito. Este tipo de som pode ser realmente uma porta de entrada para o rock? Para a maioria das pessoas, será este o rock brasileiro em 2010? Se for, socorro! É preocupante.
Abaixo coloquei o tal vídeo, que será disponibilizado aqui no blog somente por alguns dias, pois não quero (sei que o Anselmo também não pemitiria) manchar o rico arquivo disponível no Minerva Pop até o momento. Pirem no visual "maneiro" dos garotos, na poesia da letra e nas interpretações ao estilo Malhação.
Para fechar, quero frisar que este tipo de ruindade não é privilégio de uma única banda. Sei que há outros representantes deste "novo" rock nacional que estão num nível parecido. E antes que algum fã (?) da banda Cine se revolte, ressalto que esta é apenas uma opinião pessoal (aliás do que é feito um blog?) e que a existência do Cine não trará consequências para a minha vida. Posso conviver com este rock brasileiro, simplesmente o ignorando...
Sandro
"VÍDEO RETIRADO EM RESPEITO AO BOM GOSTO DOS FREQUENTADORES DESTE BLOG" "SE VOCÊ AINDA NÃO VIU E QUER TIRAR A PROVA DE QUANTO O NEGÓCIO É RUIM, VÁ ATÉ O YOU TUBE E PROCURE POR banda cine garota radical"
Antes de mais nada quero salientar que é política do blog não gerar postagens com críticas negativas. Preferimos escrever sobre o que gostamos, compartilhando dicas e paixões por artistas, discos, filmes, livros, etc. Uma exceção talvez seja o post do Anselmo intitulado "Brasileiro é papagaio de americano!" (leia aqui), onde ele comenta o documentário sobre o Waldick Soriano. Vale a pena ler.
Só que hoje eu quero ser um pouco ranzinza e expressar minha preocupação com o rock brasileiro atual. Não falo sobre as boas bandas independentes (novas ou velhas) ou sobre as bandas outrora pertencentes ao mainstrem brasileiro, hoje decadentes. Quero escrever sobre o rock mais acessível a grande massa, aquele que chega facilmente aos ouvidos da garotada. Aquilo que a maioria ouve.
Amante de rock como sou, acho o tipo de som certo para a juventude. O mais apropriado para servir de trilha sonora na importante fase de formação que é a adolescência. E por conta disso, sempre achei válido a entrada neste estilo musical, independente da forma. Seja através de influências de amigos, indicações de parentes, internet, MTV, rádio, etc.
Também não me importava muito com a qualidade. Minha opinião era de que com o tempo, a pessoa ia direcionando seu gosto e aprendendo a separar o joio do trigo, virando fã de alguma banda porque realmente gosta do som e não porque é moda.
Nesta linha de raciocínio, sempre repeti: "Melhor a garotada começar ouvindo Charlie Brown Jr., Pitty, Fresno e outras, do que partir para a axé music, pagode, sertanejo."
Porém, de uns tempos para cá comecei a repensar. Muita coisa ruim surgindo e tal, até que um dia, zapeando de canais e passando pelo Multishow, eu me deparei com um clipe que me chamou a atenção. Fiquei impressionado como aquela música era ruim. Para piorar, o vídeo parecia os Menudos (alguém lembra?) tentando cantar rock. Clichê do clichê. Assisti até o final para ver do que se tratava e aparece lá: Banda Cine. Nunca tinha ouvido falar e pensei que fosse uma banda iniciante sem importância alguma. Esqueci.
O que aconteceu nos meses seguintes, foi que mais e mais vezes, eu topei com aquele vídeo. Intrigado, fui pesquisar sobre os caras. Para minha surpresa vi que a banda era cultuada por uma grande parcela de adolescentes, bombada na internet, ganharam um prêmio de revelação e tudo. Ou seja, aquele arremedo de banda de rock era uma realidade. Dizem que era uma banda independente que foi contratada pela Universal. Eles eram assim antes? Não sei dizer.
Foi aí que eu revisei meu conceito. Este tipo de som pode ser realmente uma porta de entrada para o rock? Para a maioria das pessoas, será este o rock brasileiro em 2010? Se for, socorro!
É preocupante.
Abaixo coloquei o tal vídeo, que será disponibilizado aqui no blog somente por alguns dias, pois não quero (sei que o Anselmo também não pemitiria) manchar o rico arquivo disponível no Minerva Pop até o momento. Pirem no visual "maneiro" dos garotos, na poesia da letra e nas interpretações ao estilo Malhação.
Para fechar, quero frisar que este tipo de ruindade não é privilégio de uma única banda. Sei que há outros representantes deste "novo" rock nacional que estão num nível parecido. E antes que algum fã (?) da banda Cine se revolte, ressalto que esta é apenas uma opinião pessoal (aliás do que é feito um blog?) e que a existência do Cine não trará consequências para a minha vida. Posso conviver com este rock brasileiro, simplesmente o ignorando...
Sandro
"VÍDEO RETIRADO EM RESPEITO AO BOM GOSTO DOS FREQUENTADORES DESTE BLOG" "SE VOCÊ AINDA NÃO VIU E QUER TIRAR A PROVA DE QUANTO O NEGÓCIO É RUIM, VÁ ATÉ O YOU TUBE E PROCURE POR banda cine garota radical"
Depois de muito tempo a frente do grupo “Penélope”, a cantora Érika Martins lança seu primeiro trabalho solo pela Toca Discos/Warner Music. Gravado no lendário estúdio "Toca Do Bandido", a produção ficou por conta de Carlos Eduardo Miranda, de sua ex-companheira de Penélope, Constança Scofield e Tomás Magno.
O disco tem canções interessantes com “pegada Rock´n´Roll”, mas conduzidas pela voz suave e precisa de Érika. Músicas como “Sacarina”, “Ainda Queima a Esperança”, “Quando Sim Quer Dizer Não”, “Você Tem Muito Que Aprender Sobre As Mulheres”, e a versão da balada “Lento” da cantora mexicana Julieta Venegas, que faz uma participação especial dividindo os vocais com a Érika no CD.
Destaque da parceria com Gabriel Thomaz na composição de várias canções do álbum.
Depois de muito tempo a frente do grupo “Penélope”, a cantora Érika Martins lança seu primeiro trabalho solo pela Toca Discos/Warner Music. Gravado no lendário estúdio "Toca Do Bandido", a produção ficou por conta de Carlos Eduardo Miranda, de sua ex-companheira de Penélope, Constança Scofield e Tomás Magno.
O disco tem canções interessantes com “pegada Rock´n´Roll”, mas conduzidas pela voz suave e precisa de Érika. Músicas como “Sacarina”, “Ainda Queima a Esperança”, “Quando Sim Quer Dizer Não”, “Você Tem Muito Que Aprender Sobre As Mulheres”, e a versão da balada “Lento” da cantora mexicana Julieta Venegas, que faz uma participação especial dividindo os vocais com a Érika no CD.
Destaque da parceria com Gabriel Thomaz na composição de várias canções do álbum.
Estava eu assistindo o documentário “Waldick, Sempre no Meu Coração”(2007), dirigido por Patrícia Pillar , sobre a vida do cantor Waldick Soriano.
E um dos trechos do filme Waldick , ligeiramente embriagado, olha pra canera e diz: “Brasileiro é Papagaio de Americano”. Aquilo me atingiu em cheio, anos de terapia que foram economizados em uma só frase.
Será que é isso mesmo? Será que não somos capazes de ter nossa própria e original inspiração pro Rock´n´Roll e música Pop, vamos sempre esbarrar na supremacia americana e inglesa? Ou estou exagerando? Por favor, não venham com aquela conversa de que a música brasileira é muito rica, Viva a Bossa Nova!....Pra quem acompanha o blog, nem preciso ficar explicando nossa posição aqui né?!
Lembro bem nos anos 80 que algumas bandas e compositores eram e (ainda são) tidos como herois, líderes de uma geração. Mas será isso mesmo, ou foram apenas filhos de Generais, Brigadeiros, Diplomatas, Políticos, os quais os pais traziam do exterior (em primeira mão) os álbuns do The Clash, Joy Division, Smiths, Police, Sex Pistols, Ramones , e na mais natural empolgação juvenil , esses “garotos afortunados” “imitavam” os ídolos com suas bandas de garagem. Consequência disso,a “mulecada comum” (que na época nem sonhava com internet) achava que os caras eram os “fodões” e “poetas”.
Até parece que “descobri a América”! Basta olhar o visual e a linha sonora das bandas dos anos 80.
Os Paralamas do Sucesso eram The Police descarado, a forma de tocar bateria João Barone era inspirada no Stewart Copeland. O Reggae , o Ska, são matéria-prima básica. Um verdadeiro “Reggatta de Blanc”.
O Ira , na minha opinião era The Who no melhor dos sentidos. Riffs poderosos e cozinha pesada. Tinha pitadas de The Clash e The Jam (vide Start e Londe de Tudo).
O Legião Urbana tinha um pouco de tudo. Smiths, Morrison. Trecho de Velvet Underground de Waiting for the Man (hey white boy/what are you doin´in the town?) em “Mais do Mesmo” ("hey menino branco/ o que você faz aqui?"). Além da semelhança de “Que país e esse” com “I don´t Care” dos Ramones. A habilidade com as palavras do "garoto enxaqueca" era notória, mas o trecho "Tire suas mãos de mim/ eu não pertenço a você" usado na canção " Será" , que vem de "Take your hands off me/ I don't belong to you", de "Say Hello Wave Goodbye do Soft Cell" é descarado.
Os Paulistas Titãs traduzem “Your kiss so sweet/ Your sweat so sour/ Sometimes I think I love you/ But I know it's only lust” de "Damaged Goods"em “Coração e Mentes”: "Seu beijo é tão doce, seu suor é tão salgado... Às vezes acho que te amo, às vezes acho que é só sexo". Sem contar a admiração de Arnaldo Antunes por David Byrne .
O Camisa de Venus foi o mais peculiar, e divertido. "Controle total" (versão para o português, de "Complete control", do Clash). "Sílvia" ("inspirada" em "Sorrow", do David Bowie), "Passa tempo" ( de "That´s entertainment", do Jam), "O adventista" ( "I believe", dos Buzzcocks) e "Só o fim" ("Gimme shelter" dos Stones). Tem também "Meu Primo Zé"("My Perfect Cousin", do Undertones).
Pra falar também da "Jovem Guarda", eu particularmente notei grande semelhança com "Eu sou terrível" do Rei Roberto com "From a Buick 6" do Bob Dylan (será delírio da minha parte?).
Claro que as vezes os “gringos” se inspiram nos cantores brasileiros, como foi o caso do empréstimo do Rod Stewart da canção do Jorge Benjor (Taj Mahal), para o Refrão "Do You Think I'm Sexy?". Sem contar a “pagação de pau” do Sting pro Tom Jobim.
Me lembro também de uma entrevista concedida pelo Mutante Sergio Dias , onde ele contou de quando se encontrou com Sean Lennon(Filho de John) e este perguntou: Cara sou seu fã! De onde vem sua inspiração? Sergio respondeu: Do seu pai, porra! (Não sei se foi exatamente assim , mas ficou legal!)
Não estou aqui dizendo o que é certo ou errado, acusando este ou aquele, no final o que vale é a diversão, e fazer pessoal cantar as canções. Sempre vão haver as comparações e similaridades, afinal são canções POP de base simples. Como diria Stravinsky: "os bons compositores não pedem emprestado, eles roubam". (Eu também pesquisei um monte blog e artigos pra ter matéria pra esse post!)
E afinal , o Waldick Soriano não lembra o Johnny Cash? (ou será o contrário?!)
Seguem abaixo, o trailer do filme do Waldick, e algumas "inspirações" hilárias, veja se voces identificam.
Estava eu assistindo o documentário “Waldick, Sempre no Meu Coração”(2007), dirigido por Patrícia Pillar , sobre a vida do cantor Waldick Soriano.
E um dos trechos do filme Waldick , ligeiramente embriagado, olha pra canera e diz: “Brasileiro é Papagaio de Americano”. Aquilo me atingiu em cheio, anos de terapia que foram economizados em uma só frase.
Será que é isso mesmo? Será que não somos capazes de ter nossa própria e original inspiração pro Rock´n´Roll e música Pop, vamos sempre esbarrar na supremacia americana e inglesa? Ou estou exagerando? Por favor, não venham com aquela conversa de que a música brasileira é muito rica, Viva a Bossa Nova!....Pra quem acompanha o blog, nem preciso ficar explicando nossa posição aqui né?!
Lembro bem nos anos 80 que algumas bandas e compositores eram e (ainda são) tidos como herois, líderes de uma geração. Mas será isso mesmo, ou foram apenas filhos de Generais, Brigadeiros, Diplomatas, Políticos, os quais os pais traziam do exterior (em primeira mão) os álbuns do The Clash, Joy Division, Smiths, Police, Sex Pistols, Ramones , e na mais natural empolgação juvenil , esses “garotos afortunados” “imitavam” os ídolos com suas bandas de garagem. Consequência disso,a “mulecada comum” (que na época nem sonhava com internet) achava que os caras eram os “fodões” e “poetas”.
Até parece que “descobri a América”! Basta olhar o visual e a linha sonora das bandas dos anos 80.
Os Paralamas do Sucesso eram The Police descarado, a forma de tocar bateria João Barone era inspirada no Stewart Copeland. O Reggae , o Ska, são matéria-prima básica. Um verdadeiro “Reggatta de Blanc”.
O Ira , na minha opinião era The Who no melhor dos sentidos. Riffs poderosos e cozinha pesada. Tinha pitadas de The Clash e The Jam (vide Start e Londe de Tudo).
O Legião Urbana tinha um pouco de tudo. Smiths, Morrison. Trecho de Velvet Underground de Waiting for the Man (hey white boy/what are you doin´in the town?) em “Mais do Mesmo” ("hey menino branco/ o que você faz aqui?"). Além da semelhança de “Que país e esse” com “I don´t Care” dos Ramones. A habilidade com as palavras do "garoto enxaqueca" era notória, mas o trecho "Tire suas mãos de mim/ eu não pertenço a você" usado na canção " Será" , que vem de "Take your hands off me/ I don't belong to you", de "Say Hello Wave Goodbye do Soft Cell" é descarado.
Os Paulistas Titãs traduzem “Your kiss so sweet/ Your sweat so sour/ Sometimes I think I love you/ But I know it's only lust” de "Damaged Goods"em “Coração e Mentes”: "Seu beijo é tão doce, seu suor é tão salgado... Às vezes acho que te amo, às vezes acho que é só sexo". Sem contar a admiração de Arnaldo Antunes por David Byrne .
O Camisa de Venus foi o mais peculiar, e divertido. "Controle total" (versão para o português, de "Complete control", do Clash). "Sílvia" ("inspirada" em "Sorrow", do David Bowie), "Passa tempo" ( de "That´s entertainment", do Jam), "O adventista" ( "I believe", dos Buzzcocks) e "Só o fim" ("Gimme shelter" dos Stones). Tem também "Meu Primo Zé"("My Perfect Cousin", do Undertones).
Pra falar também da "Jovem Guarda", eu particularmente notei grande semelhança com "Eu sou terrível" do Rei Roberto com "From a Buick 6" do Bob Dylan (será delírio da minha parte?).
Claro que as vezes os “gringos” se inspiram nos cantores brasileiros, como foi o caso do empréstimo do Rod Stewart da canção do Jorge Benjor (Taj Mahal), para o Refrão "Do You Think I'm Sexy?". Sem contar a “pagação de pau” do Sting pro Tom Jobim.
Me lembro também de uma entrevista concedida pelo Mutante Sergio Dias , onde ele contou de quando se encontrou com Sean Lennon(Filho de John) e este perguntou: Cara sou seu fã! De onde vem sua inspiração? Sergio respondeu: Do seu pai, porra! (Não sei se foi exatamente assim , mas ficou legal!)
Não estou aqui dizendo o que é certo ou errado, acusando este ou aquele, no final o que vale é a diversão, e fazer pessoal cantar as canções. Sempre vão haver as comparações e similaridades, afinal são canções POP de base simples. Como diria Stravinsky: "os bons compositores não pedem emprestado, eles roubam". (Eu também pesquisei um monte blog e artigos pra ter matéria pra esse post!)
E afinal , o Waldick Soriano não lembra o Johnny Cash? (ou será o contrário?!)
Seguem abaixo, o trailer do filme do Waldick, e algumas "inspirações" hilárias, veja se voces identificam.
Gostaria de relatar que sempre fui fã de “Filme B”, Punk Rock, Rockabilly e Johnny Cash. Nem precisa falar de tudo isso envolto na grande “aura” americana. Mas as vezes pensava: “Poxa, bem que podia haver uma banda nacional que tivesse todos esses ingredientes em seu som, com letras em português”. E não é que tem?! Estou falando dos Zumbis do Espaço.
A trajetória da carreira do Zumbis é bem legal, um dia, que sabe,a gente não faz uma entrevista com os caras e colocamos no blog.
O último trabalho é DESTRUCTUS MAXIMUS, ouvi algumas músicas no MySpace dos caras e achei bem legal. Vale a pena também acessar e verificar a agenda de shows da “Destructour”.
Uma mudança aconteceu na banda, Hank Alien saiu e foi substituído pelo novo guitarrista Machado. Boa sorte para os dois.
Um CD que curto muito e recomendo dos Zumbis é “Aqui Começa o Inferno” (2005).
Gostaria de relatar que sempre fui fã de “Filme B”, Punk Rock, Rockabilly e Johnny Cash. Nem precisa falar de tudo isso envolto na grande “aura” americana. Mas as vezes pensava: “Poxa, bem que podia haver uma banda nacional que tivesse todos esses ingredientes em seu som, com letras em português”. E não é que tem?! Estou falando dos Zumbis do Espaço.
A trajetória da carreira do Zumbis é bem legal, um dia, que sabe,a gente não faz uma entrevista com os caras e colocamos no blog.
O último trabalho é DESTRUCTUS MAXIMUS, ouvi algumas músicas no MySpace dos caras e achei bem legal. Vale a pena também acessar e verificar a agenda de shows da “Destructour”.
Uma mudança aconteceu na banda, Hank Alien saiu e foi substituído pelo novo guitarrista Machado. Boa sorte para os dois.
Um CD que curto muito e recomendo dos Zumbis é “Aqui Começa o Inferno” (2005).
Que som!!! Que atitude!!!! Isso é nacional??De goiania?? Pois é colegas, essa foram as palavras que saíram de minha boca quando ouvi o Bang Bang Babies , mais precisamente o CD Love and Bullets , lançado pela Mostro Discos. A banda foi formada em 2005 por Pedrim (vocal-guitarra), Vital (guitarra), Pintin (baixo) e Hélio (bateria). Preciso pesquisar mais sobre os meninos, porém fica clara a influência por bandas como MC5, Stoogies, Cramps....Surf Music....Spaghetti Westerns e Quadrinhos. CDs : EP Bang Bang Babies (Fósforo Records, 2006) e Love and Bullets (Monstro discos, 2008/2009). Vale a pena conferir.
Que som!!! Que atitude!!!! Isso é nacional??De goiania?? Pois é colegas, essa foram as palavras que saíram de minha boca quando ouvi o Bang Bang Babies , mais precisamente o CD Love and Bullets , lançado pela Mostro Discos. A banda foi formada em 2005 por Pedrim (vocal-guitarra), Vital (guitarra), Pintin (baixo) e Hélio (bateria). Preciso pesquisar mais sobre os meninos, porém fica clara a influência por bandas como MC5, Stoogies, Cramps....Surf Music....Spaghetti Westerns e Quadrinhos. CDs : EP Bang Bang Babies (Fósforo Records, 2006) e Love and Bullets (Monstro discos, 2008/2009). Vale a pena conferir.