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domingo, 8 de novembro de 2009

O QUE ACHAMOS DO PLANETA TERRA FESTIVAL


Na noite de ontem aconteceu aqui em São Paulo o festival Planeta Terra, bastante comentado em outros posts aqui do blog (para ler vá ao ícone "shows no Brasil").

Abaixo as impressões do Minerva Pop sobre o festival.

Local: O que parecia uma escolha inusitada, se mostrou uma grata surpresa. O festival soube aproveitar a estrutura do Playcenter para contrariar o que parece ser uma regra em festivais aqui no Brasil, que é a falta de respeito para com o público. Havia espaço suficente para as mais de 15 mil pessoas que estavam lá. A sinalização era boa, havia filas organizadas para a compra de fichas, os bares eram suficientes, nem a cerveja e nem a água acabaram ou estavam quentes no decorrer da noite. Enfim, local e estrutura aprovados.

Organização: Com exceção do show do Primal Scream, onde o ínicio teve um som meio baixo, a qualidade do som foi satisfatória. Os telões instalados também eram de primeira qualidade, transmitindo uma imagem nítida mesmo a distância. A opção de apresentar um programa num estúdio montado lá dentro, durante os intervalos dos shows também foi interessante. Apesar de opiniões pouco relevantes, serviu para o tempo passar e para gerar algumas boas risadas (a repórter perguntando para o Paulo Ricardo se ele estava com vontade de tocar no festival, por exemplo). A pontualidade, também foi louvável, todos os shows começaram exatamente no horário previsto. Bem que eles poderiam ter descolado um pouco o início das duas últimas atrações (Iggy Pop num palco e Ting Tings no outro), propiciando que ao menos conseguíssemos ver um pedaço do show preterido, o que foi impossível. A única crítica fica por conta da eterna truculência da equipe de seguranças. Mostrando o despreparo de costume, os caras espancaram muita gente que subiu ao palco durante o show do Iggy Pop, mesmo com a autorização do cara. É uma tradição que em determinadas músicas, Iggy incite as pessoas a pularem no palco, com tudo voltado ao normal depois. Além de tentarem impedir a subida (em vão), agrediram covardemente as pessoas quando eles já estavam descendo, na paz.

Shows: Vimos 3 inteiros, 20 minutos do Maximo Park, 30 minutos do N.A.S.A e 10 minutos do Copacabana Club (que apesar da boa impressão, devido ao pouco tempo não vamos comentar). Vamos lá:

Maximo Park: Pegamos os últimos 20 vinutos so show de 1 hora que a banda fez. Foi bacana, bom o suficiente para a tarefa deles na noite. que era a de abrir os shows principais. Estavam animados e tentavam interagir e agradar o público presente a todo momento. Não vimos inteiro, mas achamos ok. Nada demais.

Primal Scream: Se fosse para resumir, eu diria que foi um show em mono. E isto significa muito para uma banda totalmente stereo como o Primal Scream. Uma banda com músicas que caem bem quando tocadas em alto volume. A verdade é que faltou massa sonora ao show, já que na nossa opinião, a opção de contar com apenas um guitarrista não funcionou ao vivo. Mesmo com teclados e alguns samples ajudando a base, a potência das músicas foi perdida. Soma-se a isso a ausência de backing vocals (presença constante nas versões de estúdio) e uma frieza acima da média. O Primal Scream parecia incomodado, parecia que os caras estavam brigados entre si. Alguns ingredientes fazem parte da receita certa para um grande show. A atitude da banda em cima do palco, a competência dos integrantes e o repertório. Sabidamente competentes e com um set list de primeira, faltou tesão para que eles fizessem o grande show que todo mundo esperava. Foi um desperdício ver a sequência inicial ("Can't Go Back", "Miss Lucifer", "Country Girl" e "Jailbird") ser tocada de forma quase burocrática. Decepção foi a impressão final, principalmente por termos assistido ao show deles aqui no Brasil em 2004 e sentido do que a banda é capaz. Naquela ocasião, 3 guitarras e uma atitude rock proporcionaram uma apresentação impecável.

Sonic Youth: Apesar de "Eternal", o último disco da banda ser muito bom e de sabermos que a turnê atual dos caras está calcada neste trabalho, havia uma torcida particular nossa para que surpreendentemente, eles alterassem o padrão do set list e fizessem um autêntico desfile de clássicos num show especial para o Brasil. Obviamente, isso não aconteceu e o que vimos foi um show muito bom, com a banda em grande noite, transpirando energia em cima do palco, mas com um repertório baseado no "Eternal" (tocaram alguma coisa do DayDream Nation). Tendo como base comparativa os dois shows que vimos da banda, dá para dizer que foi muito melhor do que o de 2005, mas não tão bom quanto o de 2000. De qualquer forma, não dá para reclamar, pois o Sonic Youth mostrou que está em grande forma e fez, sim, um belo show.

Iggy Pop and The Stooges: O rei da noite. Para começar, qualquer músico que inicie um show tendo a oportunidade de mandar "Raw Power" já está com meio caminho andado. Sinceramente não dá para acreditar que o Iggy Pop tenha mais de 60 anos. Sua energia e sua vitalidade são de fazer inveja a qualquer um. Diferente da passagem anterior aqui pelo Brasil em 2005, onde o show foi todo composto por músicas dos dois primeiros albuns dos Stooges (não que isso seja pouca coisa), desta vez com o guitarrista James Willianson substituindo o falecido Ron Ashenton (Iggy dedicou "I Wanna Be Your Dog" para ele), o repertório foi mais eclético, predominando músicas do maravilhoso disco "Raw Power" mas com espaço para clássicos da carreira solo de Iggy como "The Passenger" e "Lust For Life". Para resumir, poderíamos dizer apenas que foi sensacional.

Abaixo alguns momentos do que vimos ontem, em vídeos de boa qualidade que eu encontrei hoje na internet. Um momento antológico, é quando Iggy pede para alguns garotos subirem com ele no palco, e acabam subindo mais de uma centena para curtir "Shake Appeal" junto ao ídolo. Têm ainda a entrevista que uma das repórteres fez com os Stooges depois do show (daquelas que rendiam boas risadas). Dá para ficar com vergonha pela mina, pois sua falta de informação é constrangedora, mas vale para dar uma sacada nos tiozinhos.

Sandro e Anselmo








O QUE ACHAMOS DO PLANETA TERRA FESTIVAL


Na noite de ontem aconteceu aqui em São Paulo o festival Planeta Terra, bastante comentado em outros posts aqui do blog (para ler vá ao ícone "shows no Brasil").

Abaixo as impressões do Minerva Pop sobre o festival.

Local: O que parecia uma escolha inusitada, se mostrou uma grata surpresa. O festival soube aproveitar a estrutura do Playcenter para contrariar o que parece ser uma regra em festivais aqui no Brasil, que é a falta de respeito para com o público. Havia espaço suficente para as mais de 15 mil pessoas que estavam lá. A sinalização era boa, havia filas organizadas para a compra de fichas, os bares eram suficientes, nem a cerveja e nem a água acabaram ou estavam quentes no decorrer da noite. Enfim, local e estrutura aprovados.

Organização: Com exceção do show do Primal Scream, onde o ínicio teve um som meio baixo, a qualidade do som foi satisfatória. Os telões instalados também eram de primeira qualidade, transmitindo uma imagem nítida mesmo a distância. A opção de apresentar um programa num estúdio montado lá dentro, durante os intervalos dos shows também foi interessante. Apesar de opiniões pouco relevantes, serviu para o tempo passar e para gerar algumas boas risadas (a repórter perguntando para o Paulo Ricardo se ele estava com vontade de tocar no festival, por exemplo). A pontualidade, também foi louvável, todos os shows começaram exatamente no horário previsto. Bem que eles poderiam ter descolado um pouco o início das duas últimas atrações (Iggy Pop num palco e Ting Tings no outro), propiciando que ao menos conseguíssemos ver um pedaço do show preterido, o que foi impossível. A única crítica fica por conta da eterna truculência da equipe de seguranças. Mostrando o despreparo de costume, os caras espancaram muita gente que subiu ao palco durante o show do Iggy Pop, mesmo com a autorização do cara. É uma tradição que em determinadas músicas, Iggy incite as pessoas a pularem no palco, com tudo voltado ao normal depois. Além de tentarem impedir a subida (em vão), agrediram covardemente as pessoas quando eles já estavam descendo, na paz.

Shows: Vimos 3 inteiros, 20 minutos do Maximo Park, 30 minutos do N.A.S.A e 10 minutos do Copacabana Club (que apesar da boa impressão, devido ao pouco tempo não vamos comentar). Vamos lá:

Maximo Park: Pegamos os últimos 20 vinutos so show de 1 hora que a banda fez. Foi bacana, bom o suficiente para a tarefa deles na noite. que era a de abrir os shows principais. Estavam animados e tentavam interagir e agradar o público presente a todo momento. Não vimos inteiro, mas achamos ok. Nada demais.

Primal Scream: Se fosse para resumir, eu diria que foi um show em mono. E isto significa muito para uma banda totalmente stereo como o Primal Scream. Uma banda com músicas que caem bem quando tocadas em alto volume. A verdade é que faltou massa sonora ao show, já que na nossa opinião, a opção de contar com apenas um guitarrista não funcionou ao vivo. Mesmo com teclados e alguns samples ajudando a base, a potência das músicas foi perdida. Soma-se a isso a ausência de backing vocals (presença constante nas versões de estúdio) e uma frieza acima da média. O Primal Scream parecia incomodado, parecia que os caras estavam brigados entre si. Alguns ingredientes fazem parte da receita certa para um grande show. A atitude da banda em cima do palco, a competência dos integrantes e o repertório. Sabidamente competentes e com um set list de primeira, faltou tesão para que eles fizessem o grande show que todo mundo esperava. Foi um desperdício ver a sequência inicial ("Can't Go Back", "Miss Lucifer", "Country Girl" e "Jailbird") ser tocada de forma quase burocrática. Decepção foi a impressão final, principalmente por termos assistido ao show deles aqui no Brasil em 2004 e sentido do que a banda é capaz. Naquela ocasião, 3 guitarras e uma atitude rock proporcionaram uma apresentação impecável.

Sonic Youth: Apesar de "Eternal", o último disco da banda ser muito bom e de sabermos que a turnê atual dos caras está calcada neste trabalho, havia uma torcida particular nossa para que surpreendentemente, eles alterassem o padrão do set list e fizessem um autêntico desfile de clássicos num show especial para o Brasil. Obviamente, isso não aconteceu e o que vimos foi um show muito bom, com a banda em grande noite, transpirando energia em cima do palco, mas com um repertório baseado no "Eternal" (tocaram alguma coisa do DayDream Nation). Tendo como base comparativa os dois shows que vimos da banda, dá para dizer que foi muito melhor do que o de 2005, mas não tão bom quanto o de 2000. De qualquer forma, não dá para reclamar, pois o Sonic Youth mostrou que está em grande forma e fez, sim, um belo show.

Iggy Pop and The Stooges: O rei da noite. Para começar, qualquer músico que inicie um show tendo a oportunidade de mandar "Raw Power" já está com meio caminho andado. Sinceramente não dá para acreditar que o Iggy Pop tenha mais de 60 anos. Sua energia e sua vitalidade são de fazer inveja a qualquer um. Diferente da passagem anterior aqui pelo Brasil em 2005, onde o show foi todo composto por músicas dos dois primeiros albuns dos Stooges (não que isso seja pouca coisa), desta vez com o guitarrista James Willianson substituindo o falecido Ron Ashenton (Iggy dedicou "I Wanna Be Your Dog" para ele), o repertório foi mais eclético, predominando músicas do maravilhoso disco "Raw Power" mas com espaço para clássicos da carreira solo de Iggy como "The Passenger" e "Lust For Life". Para resumir, poderíamos dizer apenas que foi sensacional.

Abaixo alguns momentos do que vimos ontem, em vídeos de boa qualidade que eu encontrei hoje na internet. Um momento antológico, é quando Iggy pede para alguns garotos subirem com ele no palco, e acabam subindo mais de uma centena para curtir "Shake Appeal" junto ao ídolo. Têm ainda a entrevista que uma das repórteres fez com os Stooges depois do show (daquelas que rendiam boas risadas). Dá para ficar com vergonha pela mina, pois sua falta de informação é constrangedora, mas vale para dar uma sacada nos tiozinhos.

Sandro e Anselmo








sexta-feira, 6 de novembro de 2009

PRIMAL SCREAM, SONIC YOUTH E IGGY POP - PROVÁVEL SET LIST

Faz tempo que venho falando sobre o que vai acontecer no próximo dia 7 aqui no blog. Quem ainda não leu nada é só dar uma olhada no ícone "shows no Brasil".

Como parte dos preparativos, dei uma pesquisada no que as principais bandas do Planeta Terra (festival escolhido pelo Minerva Pop) andam tocando por aí em shows recentes.

Para quem vai, serve para dar uma aquecida, para quem não vai e gosta (tem gente que prefere correr maratona....) ainda dá tempo e para quem não vai porque está longe ou não curte muito o som, serve apenas como informação.
Desculpem o egoismo, mas eu não procurei nada sobre o Faith no More e Jane´s Addiction que tocam no mesmo dia no Maquinaria Festival. Prefiro esquecer para não passar mais raiva com a situação.

Vamos lá.

Primal Scream:
1. Kill All Hippies
2. Can't Go Back (pode ser que esta abra)
3. Miss Lucifer
4. Suicide Sally and Johnny Guitar (pelo show ser mais curto pode ficar de fora)
5. Jailbird
6. Burning Wheel (pelo show ser mais curto pode ficar de fora)
7. Beautiful Future
8. Higher Than The Sun (pelo show ser mais curto pode ficar de fora)
9. Deep Hit of Morning Sun
10. Exterminator
11. Suicide Bomb
12. City
13. Shoot Speed/Kill Light
14. Swastika Eyes
15. Country Girl (as vezes rola no começo)
16. Movin' On Up
Bis:
17. Damaged (pelo show ser mais curto pode ficar de fora)
18. Necro Hex Blues (pelo show ser mais curto pode ficar de fora)
19. Rocks
20. Accelerator

Sonic Youth. Não estão fazendo mais a turnê tocando o lendário disco Daydream Nation. O foco deve estar no disco novo (leia aqui). Tomara que eles mudem tudo e insiram mais clássicos aqui para o Brasil:
1. No Way
2. Sacred Trickster
3. Calming The Snake
4. Walkin Blue
5. Stereo Sanctity (pode ficar de fora)
6. Anti-Orgasm
7. Poison Arrow
8. Antenna
9. Leaky Lifeboat (for Gregory Corso)
10. Silver Rocket
11. Malibu Gas Station
12. What We Know
13. Massage The History
Bis;
14. Tom Violence (nem sempre rola)
15. Cross The Breeze

Iggy and The Stooges. Li em algum lugar que eles iriam tocar o "Raw Power" (leia aqui) na íntegra. Não é o que está rolando lá fora:
1. Loose
2. Down on the street
3. 1969
4. I Wanna Be Your Dog
5. TV Eye
6. Real Cool Time
7. No Fun
8. L.A. Blues
9. Fun House
10. Skull Ring
11. My Idea of Fun
12. Search and Destroy
13. I’ve Got A Right
14. Little Electric Chair

Agora mídia para ilustrar o post. O áudio não está dos dos melhores,porque eu preferi colocar versões ao vivo:



MusicPlaylistRingtones
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PRIMAL SCREAM, SONIC YOUTH E IGGY POP - PROVÁVEL SET LIST

Faz tempo que venho falando sobre o que vai acontecer no próximo dia 7 aqui no blog. Quem ainda não leu nada é só dar uma olhada no ícone "shows no Brasil".

Como parte dos preparativos, dei uma pesquisada no que as principais bandas do Planeta Terra (festival escolhido pelo Minerva Pop) andam tocando por aí em shows recentes.

Para quem vai, serve para dar uma aquecida, para quem não vai e gosta (tem gente que prefere correr maratona....) ainda dá tempo e para quem não vai porque está longe ou não curte muito o som, serve apenas como informação.
Desculpem o egoismo, mas eu não procurei nada sobre o Faith no More e Jane´s Addiction que tocam no mesmo dia no Maquinaria Festival. Prefiro esquecer para não passar mais raiva com a situação.

Vamos lá.

Primal Scream:
1. Kill All Hippies
2. Can't Go Back (pode ser que esta abra)
3. Miss Lucifer
4. Suicide Sally and Johnny Guitar (pelo show ser mais curto pode ficar de fora)
5. Jailbird
6. Burning Wheel (pelo show ser mais curto pode ficar de fora)
7. Beautiful Future
8. Higher Than The Sun (pelo show ser mais curto pode ficar de fora)
9. Deep Hit of Morning Sun
10. Exterminator
11. Suicide Bomb
12. City
13. Shoot Speed/Kill Light
14. Swastika Eyes
15. Country Girl (as vezes rola no começo)
16. Movin' On Up
Bis:
17. Damaged (pelo show ser mais curto pode ficar de fora)
18. Necro Hex Blues (pelo show ser mais curto pode ficar de fora)
19. Rocks
20. Accelerator

Sonic Youth. Não estão fazendo mais a turnê tocando o lendário disco Daydream Nation. O foco deve estar no disco novo (leia aqui). Tomara que eles mudem tudo e insiram mais clássicos aqui para o Brasil:
1. No Way
2. Sacred Trickster
3. Calming The Snake
4. Walkin Blue
5. Stereo Sanctity (pode ficar de fora)
6. Anti-Orgasm
7. Poison Arrow
8. Antenna
9. Leaky Lifeboat (for Gregory Corso)
10. Silver Rocket
11. Malibu Gas Station
12. What We Know
13. Massage The History
Bis;
14. Tom Violence (nem sempre rola)
15. Cross The Breeze

Iggy and The Stooges. Li em algum lugar que eles iriam tocar o "Raw Power" (leia aqui) na íntegra. Não é o que está rolando lá fora:
1. Loose
2. Down on the street
3. 1969
4. I Wanna Be Your Dog
5. TV Eye
6. Real Cool Time
7. No Fun
8. L.A. Blues
9. Fun House
10. Skull Ring
11. My Idea of Fun
12. Search and Destroy
13. I’ve Got A Right
14. Little Electric Chair

Agora mídia para ilustrar o post. O áudio não está dos dos melhores,porque eu preferi colocar versões ao vivo:



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sábado, 26 de setembro de 2009

IGGY POP NO BRASIL - PLANETA TERRA FESTIVAL FECHA A ESCALAÇÃO


Amigos, agora já dá para definir o que fazer no próximo dia 07 de novembro. Escrevi sobre o assunto diversas vezes (aqui, aqui e aqui), mas é que realmente fica difícil de acreditar que num país tão carente de shows gringos, São Paulo tenha num mesmo dia dois festivais de música acontecendo e ambos com escalações de primeiro nível.

Então, eu estava numa dúvida danada qual deles escolher e na verdade estava esperando o anúncio da última atração do Planeta Terra. Esta confirmação aconteceu na quinta-feira e trata-se "apenas" de Iggy Pop and The Stooges.

Se ele viesse sozinho, já seria muito legal. Porém Iggy virá ao Brasil com os Stooges, o que é sensacional. Ele já tocou aqui com a banda em 2005 e foi fantástico. Um show incrível, com uma puta energia, culminando com o chamado (atendido) para que a galera subisse no palco no meio de "No Fun". A diferença é que o guitarrista não será mais Ron Asheton que morreu este ano. Para seu lugar entrou James Williamson (o Anselmo fez um post específico sobre esta troca aqui). O bacana é que eles vão tocar músicas do album Raw Power (leia sobre o disco aqui), o que não rolou na última apresentação. Li inclusive que com esta volta do Williamson, a idéia era tocar o disco todo nos shows onde Iggy estivesse com os Stooges. Vamos aguardar.

Bom, com tudo isso, minha dúvidas acabaram. Vou no Planeta Terra com certeza e deixo de rever o Faith No More e assistir ao nunca visto Jane's Addiction. Me acreditem, Primal Scream, Sonic Youth e Iggy Pop farão shows memoráveis.
Ainda não conversei com meu parcerio de blog sobre o assunto, mas mesmo sabendo que o apressado já comprou o ingresso para o Maquinaria, eu me lembro muito bem da reação dele quando o Iggy Pop apareceu com os Stooges no Claro que é Rock em 2005.

O festival vai ser no dia 07 de novembro no Playcenter (brinquedos liberados para quem estiver lá) e os ingressos estão à venda por R$ 170,00. A programação oficial divulgada ontem é essa aqui:
Palco principal:
16h00 - 17h00 - Macaco Bong
17h30 - 18h30 - Móveis Coloniais de Acaju
19h00 - 20h00 - Maximo Park
20h30 - 21h45 - Primal Scream
22h15 - 23h45 - Sonic Youth
00h15 - 01h30 - Iggy Pop and The Stooges
02h00 - 03h00 - Etienne de Crecy (live act)

Palco 2:
18h00 - 19h00 - Ex!
19h30 - 20h30 - Copacabana Club
21h00 - 22h00 - Patrick Wolf
22h30 - 23h40 - Metronomy
00h00 - 01h00 - The Ting Tings
01h30 - 02h30 - N.A.S.A.
03h00 - 04h00 - Anthony Rother (live act)

Abaixo vídeos da passagem do Iggy Pop no Brasil em 2005. O primeiro muito bem gravado pelo ótimo site showlivre.com, o outro mostra o momento em que a galera atende o chamado do cara e começa subir no palco para "No Fun".


Sandro



IGGY POP NO BRASIL - PLANETA TERRA FESTIVAL FECHA A ESCALAÇÃO


Amigos, agora já dá para definir o que fazer no próximo dia 07 de novembro. Escrevi sobre o assunto diversas vezes (aqui, aqui e aqui), mas é que realmente fica difícil de acreditar que num país tão carente de shows gringos, São Paulo tenha num mesmo dia dois festivais de música acontecendo e ambos com escalações de primeiro nível.

Então, eu estava numa dúvida danada qual deles escolher e na verdade estava esperando o anúncio da última atração do Planeta Terra. Esta confirmação aconteceu na quinta-feira e trata-se "apenas" de Iggy Pop and The Stooges.

Se ele viesse sozinho, já seria muito legal. Porém Iggy virá ao Brasil com os Stooges, o que é sensacional. Ele já tocou aqui com a banda em 2005 e foi fantástico. Um show incrível, com uma puta energia, culminando com o chamado (atendido) para que a galera subisse no palco no meio de "No Fun". A diferença é que o guitarrista não será mais Ron Asheton que morreu este ano. Para seu lugar entrou James Williamson (o Anselmo fez um post específico sobre esta troca aqui). O bacana é que eles vão tocar músicas do album Raw Power (leia sobre o disco aqui), o que não rolou na última apresentação. Li inclusive que com esta volta do Williamson, a idéia era tocar o disco todo nos shows onde Iggy estivesse com os Stooges. Vamos aguardar.

Bom, com tudo isso, minha dúvidas acabaram. Vou no Planeta Terra com certeza e deixo de rever o Faith No More e assistir ao nunca visto Jane's Addiction. Me acreditem, Primal Scream, Sonic Youth e Iggy Pop farão shows memoráveis.
Ainda não conversei com meu parcerio de blog sobre o assunto, mas mesmo sabendo que o apressado já comprou o ingresso para o Maquinaria, eu me lembro muito bem da reação dele quando o Iggy Pop apareceu com os Stooges no Claro que é Rock em 2005.

O festival vai ser no dia 07 de novembro no Playcenter (brinquedos liberados para quem estiver lá) e os ingressos estão à venda por R$ 170,00. A programação oficial divulgada ontem é essa aqui:
Palco principal:
16h00 - 17h00 - Macaco Bong
17h30 - 18h30 - Móveis Coloniais de Acaju
19h00 - 20h00 - Maximo Park
20h30 - 21h45 - Primal Scream
22h15 - 23h45 - Sonic Youth
00h15 - 01h30 - Iggy Pop and The Stooges
02h00 - 03h00 - Etienne de Crecy (live act)

Palco 2:
18h00 - 19h00 - Ex!
19h30 - 20h30 - Copacabana Club
21h00 - 22h00 - Patrick Wolf
22h30 - 23h40 - Metronomy
00h00 - 01h00 - The Ting Tings
01h30 - 02h30 - N.A.S.A.
03h00 - 04h00 - Anthony Rother (live act)

Abaixo vídeos da passagem do Iggy Pop no Brasil em 2005. O primeiro muito bem gravado pelo ótimo site showlivre.com, o outro mostra o momento em que a galera atende o chamado do cara e começa subir no palco para "No Fun".


Sandro



sexta-feira, 11 de setembro de 2009

RAW POWER - ESTÁ DE VOLTA!

Tem algum tempo que o mercado da música está cheio de “Reunion” por aí. Black Sabbath, Kiss, Sex Pistols, Led Zeppelin, The Doors. Shows com superprodução, DVD´s, re-lançamentos de CD´s, etc.

Perto do que temos hoje em dia, até que não é ruim, porém sabemos que é só pelo dinheiro. Vamos reconhecer, os caras nem devem mais aguentar ficar olhando um para a cara do outro. Deve ser o mesmo que ter que conviver com a ex-mulher , só serve pra “Revival”, não espere nada de novo.

Mas eis que surge no meio dessa onda de arrecadação em massa do show business uma novidade boa, os Stooges se reúnem com o guitarrista James Williamson depois de mais de 30 anos.

O guitarrista da célebre formação que gravou um dos maiores álbuns de Rock de todos os tempos, a trilha sonora do fim do mundo – “Raw Power” (1973), volta à banda depois do falecimento de Ron Asheton.

Williansom trabalhou com Iggy Pop no disco Kill City (1977) na produção do álbum New Values(1979) e pré-produziu o álbum seguinte Soldier (1980). Porém, estava à bastante tempo longe da cena roqueira, trabalhando na área de eletrônica desde que deixou a produção musical.
Por isso, fico imaginando a conversa de Iggy Pop convidando o cara pra reintegrar a banda:

- E aí cara, tá de bobeira? Estamos precisando de guitarrista, topa?

A nova formação tem Iggy Pop, James Williamson, Scott Asheton, Steve Mackaye e Mike Watt.

Muitos não aceitam essa formação do Raw Power como sendo o Stooges originais, nem mesmo os irmãos Asheton até pouco tempo. Pode não ser, mas pra mim o que vale é “Iggy Pop mais tres”.

Anselmo



RAW POWER - ESTÁ DE VOLTA!

Tem algum tempo que o mercado da música está cheio de “Reunion” por aí. Black Sabbath, Kiss, Sex Pistols, Led Zeppelin, The Doors. Shows com superprodução, DVD´s, re-lançamentos de CD´s, etc.

Perto do que temos hoje em dia, até que não é ruim, porém sabemos que é só pelo dinheiro. Vamos reconhecer, os caras nem devem mais aguentar ficar olhando um para a cara do outro. Deve ser o mesmo que ter que conviver com a ex-mulher , só serve pra “Revival”, não espere nada de novo.

Mas eis que surge no meio dessa onda de arrecadação em massa do show business uma novidade boa, os Stooges se reúnem com o guitarrista James Williamson depois de mais de 30 anos.

O guitarrista da célebre formação que gravou um dos maiores álbuns de Rock de todos os tempos, a trilha sonora do fim do mundo – “Raw Power” (1973), volta à banda depois do falecimento de Ron Asheton.

Williansom trabalhou com Iggy Pop no disco Kill City (1977) na produção do álbum New Values(1979) e pré-produziu o álbum seguinte Soldier (1980). Porém, estava à bastante tempo longe da cena roqueira, trabalhando na área de eletrônica desde que deixou a produção musical.
Por isso, fico imaginando a conversa de Iggy Pop convidando o cara pra reintegrar a banda:

- E aí cara, tá de bobeira? Estamos precisando de guitarrista, topa?

A nova formação tem Iggy Pop, James Williamson, Scott Asheton, Steve Mackaye e Mike Watt.

Muitos não aceitam essa formação do Raw Power como sendo o Stooges originais, nem mesmo os irmãos Asheton até pouco tempo. Pode não ser, mas pra mim o que vale é “Iggy Pop mais tres”.

Anselmo



sexta-feira, 31 de julho de 2009

PETE DOHERTY - De novo Não!!!!!!!!


Caramba moçada, voces viram que o Pete Doherty tá cogitando uma reunião com o Carl Barat para um possível novo disco e uma turne com os Libertines? Eu sinceramente , não me importo. Pra falar a verdade acho ele meio mala. Nem a produção Up the Bracket, de 2002, e The Libertines, de 2004 por Mick Jones fizeram eu mudar de idéia. E vamos ser honestos, fora do Clash o Mick Jones fez o que ? o BAD?
O pior é que se não for o Libertines, é o Babyshambles, e se não for isso podemos ter outro album solo do Pete Doherty. Acho que não temos escapatória.
Desculpem o desabafo, mas fico desolado quando tem tanta gente boa por aí sem oportunidade e o cara não para de passar na MTV.
Respeito quem gosta, mas essa é minha opinião, incisiva reconheço, mas precisava expressá-la.
Anselmo


PETE DOHERTY - De novo Não!!!!!!!!


Caramba moçada, voces viram que o Pete Doherty tá cogitando uma reunião com o Carl Barat para um possível novo disco e uma turne com os Libertines? Eu sinceramente , não me importo. Pra falar a verdade acho ele meio mala. Nem a produção Up the Bracket, de 2002, e The Libertines, de 2004 por Mick Jones fizeram eu mudar de idéia. E vamos ser honestos, fora do Clash o Mick Jones fez o que ? o BAD?
O pior é que se não for o Libertines, é o Babyshambles, e se não for isso podemos ter outro album solo do Pete Doherty. Acho que não temos escapatória.
Desculpem o desabafo, mas fico desolado quando tem tanta gente boa por aí sem oportunidade e o cara não para de passar na MTV.
Respeito quem gosta, mas essa é minha opinião, incisiva reconheço, mas precisava expressá-la.
Anselmo


MATE-ME POR FAVOR

Hoje estava decidido a escrever sobre um livro, mas não sobre um lançamento, mas sim sobre um que funciona como um oráculo de pesquisa sobre a cultura pop. Procurei no armário, onde guardo meus exemplares, e me deparei com “Mate-me por Favor, (Please Kill Me)" , escrito por Legs McNeil e Gillian McCain.

Bom, para falar um pouco sobre os autores , Legs McNeil batizou o movimento de “punk” em 1975 , com a revista Punk Magazine. Também trabalhou na Revista Spin e na Nerve . Por sua vez, Gillian McCain era coordenadora de programação do Poetry Project na St. Mark´s Church. Foi autora de Tilt, uma coleção de poemas.

O nome do livro foi tirado de uma camiseta de Richard Hell (Television) , e o livro é composto de uma série de entrevistas e depoimentos de artistas como Lou Reed, Iggy Pop, Ramones, Patti Smith, Debbie Harry, Wayne Krammer, Jayne County, Mick Jones, dentre outros.

Basicamente são testemunhos condensados e diretos , que atingem o leitor como um choque elétrico inesperado, um escorregão, um susto que dá aquele frio no estomago. Muito dinâmico, voce pode testemunhar as loucuras e excessos de Iggy Pop, a Ironia ácida de Lou Reed, a irreverência e a tragédia dos New York Dolls. Além de ter um descrição de lugares onde ocorreram os primeiros shows de bandas e artistas, como o CBGB´s e o Max´s Kansas City.

Recentemente li um texto onde uma pessoa reclamava: “ O cara acha que pode ler Mate-me Por favor, e sair falando que sabe tudo da história do movimento Punk , da Blanc Generation, das raízes do Rock´n´Roll moderno, está enganado, é absurdo” . Bom, eu diria que realmente não se pode dizer que após ler o livro a pessoa é uma assumidade no assunto, mas que é um grande começo para quem quer saber onde esta pisando, sem dúvida nenhuma é.

O livro saiu numa edição dupla (vol.I e Vol.II) pela L&PM Pocket, com preço bem acessível.

Anselmo

MATE-ME POR FAVOR

Hoje estava decidido a escrever sobre um livro, mas não sobre um lançamento, mas sim sobre um que funciona como um oráculo de pesquisa sobre a cultura pop. Procurei no armário, onde guardo meus exemplares, e me deparei com “Mate-me por Favor, (Please Kill Me)" , escrito por Legs McNeil e Gillian McCain.

Bom, para falar um pouco sobre os autores , Legs McNeil batizou o movimento de “punk” em 1975 , com a revista Punk Magazine. Também trabalhou na Revista Spin e na Nerve . Por sua vez, Gillian McCain era coordenadora de programação do Poetry Project na St. Mark´s Church. Foi autora de Tilt, uma coleção de poemas.

O nome do livro foi tirado de uma camiseta de Richard Hell (Television) , e o livro é composto de uma série de entrevistas e depoimentos de artistas como Lou Reed, Iggy Pop, Ramones, Patti Smith, Debbie Harry, Wayne Krammer, Jayne County, Mick Jones, dentre outros.

Basicamente são testemunhos condensados e diretos , que atingem o leitor como um choque elétrico inesperado, um escorregão, um susto que dá aquele frio no estomago. Muito dinâmico, voce pode testemunhar as loucuras e excessos de Iggy Pop, a Ironia ácida de Lou Reed, a irreverência e a tragédia dos New York Dolls. Além de ter um descrição de lugares onde ocorreram os primeiros shows de bandas e artistas, como o CBGB´s e o Max´s Kansas City.

Recentemente li um texto onde uma pessoa reclamava: “ O cara acha que pode ler Mate-me Por favor, e sair falando que sabe tudo da história do movimento Punk , da Blanc Generation, das raízes do Rock´n´Roll moderno, está enganado, é absurdo” . Bom, eu diria que realmente não se pode dizer que após ler o livro a pessoa é uma assumidade no assunto, mas que é um grande começo para quem quer saber onde esta pisando, sem dúvida nenhuma é.

O livro saiu numa edição dupla (vol.I e Vol.II) pela L&PM Pocket, com preço bem acessível.

Anselmo

terça-feira, 14 de julho de 2009

A CANÇÃO ROCK DEFINITIVA

Num post escrito alguns dias atrás eu cravei "Be my Baby" das Ronettes como a canção pop definitiva.

Agora no 13 de julho, considerado o dia do rock, fiquei pensando em uma música que resumisse este estilo tão amplo.

Mas afinal o que é rock? Beatles? Rolling Stones? Ramones? Pink Floyd? Led Zeppelin? U2?Metallica?

Lembro das vezes em que algumas pessoas ao me ouvirem dizer que gostava de rock já emendavam: "Então você gosta de Iron Maiden!" ou "Então você gosta de Pink Floyd!" e achavam meio estranho eu responder que não.

São tantas as possibilidades de estilos dentro do rock que eu sempre preferi dividir em bom e ruim (pelo menos para o meu gosto). Aliás eu divido a música em geral nestes termos, seja ela pop, eletrônica, soul, etc.

Mas voltando a escolha de uma única música, meu raciocínio foi o seguinte. Imaginei um encontro com uma pessoa que tivesse ficado em coma durante os últimos 60 anos (isso existe?). Diante de tantas possibilidades, como eu responderia a pergunta: O que é rock?

Optando por uma explicação bem objetiva, mostraria a ela a música "I Wanna Be Your Dog" dos Stooges.

Os Stooges foram uma banda americana formada no final dos anos 60, que tinha como vocalista o sensacional Iggy Pop, mas que na verdade nunca vingou comercialmente. Seu legado foi ter influenciado quase todas as boas bandas que surgiram dos anos 70 para frente. É difícil achar quem não ao menos respeite a importância dos caras para a história do rock.

Abaixo está a música. Se você conhece, curta este clássico. Se não conhece, veja se com este som "o cara do coma" não ia entender do que eu estava falando.


Sandro

I Wanna Be Your Dog


The Stooges - I Wanna Be Your Dog
Found at skreemr.org

A CANÇÃO ROCK DEFINITIVA

Num post escrito alguns dias atrás eu cravei "Be my Baby" das Ronettes como a canção pop definitiva.

Agora no 13 de julho, considerado o dia do rock, fiquei pensando em uma música que resumisse este estilo tão amplo.

Mas afinal o que é rock? Beatles? Rolling Stones? Ramones? Pink Floyd? Led Zeppelin? U2?Metallica?

Lembro das vezes em que algumas pessoas ao me ouvirem dizer que gostava de rock já emendavam: "Então você gosta de Iron Maiden!" ou "Então você gosta de Pink Floyd!" e achavam meio estranho eu responder que não.

São tantas as possibilidades de estilos dentro do rock que eu sempre preferi dividir em bom e ruim (pelo menos para o meu gosto). Aliás eu divido a música em geral nestes termos, seja ela pop, eletrônica, soul, etc.

Mas voltando a escolha de uma única música, meu raciocínio foi o seguinte. Imaginei um encontro com uma pessoa que tivesse ficado em coma durante os últimos 60 anos (isso existe?). Diante de tantas possibilidades, como eu responderia a pergunta: O que é rock?

Optando por uma explicação bem objetiva, mostraria a ela a música "I Wanna Be Your Dog" dos Stooges.

Os Stooges foram uma banda americana formada no final dos anos 60, que tinha como vocalista o sensacional Iggy Pop, mas que na verdade nunca vingou comercialmente. Seu legado foi ter influenciado quase todas as boas bandas que surgiram dos anos 70 para frente. É difícil achar quem não ao menos respeite a importância dos caras para a história do rock.

Abaixo está a música. Se você conhece, curta este clássico. Se não conhece, veja se com este som "o cara do coma" não ia entender do que eu estava falando.


Sandro

I Wanna Be Your Dog


The Stooges - I Wanna Be Your Dog
Found at skreemr.org

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