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sábado, 28 de novembro de 2009

AC/DC NO BRASIL - Black Ice Tour - Estádio do Morumbi - São Paulo, 27 de Novembro de 2009


Desde a confirmação de que o AC/DC viria ao Brasil com sua turnê mundial “Black Ice”, nós do Minerva Pop vínhamos acompanhando e mantendo o Blog atualizado com as informações referentes ao Show. Pois bem, ontem a apresentação aconteceu e estávamos lá para conferir.

Quem acompanha esse tipo de evento sabe que existe toda uma preparação e longa jornada até chegarmos ao local do show. Ainda mais no Brasil e especialmente na cidade de São Paulo, que o trânsito numa sexta-feira á tarde não é nada fácil (ainda mais em época de chuva).

Para evitarmos os potenciais problemas com o trânsito, segurança e excessos com bebidas alcoólicas, eu junto com um grupo de amigos decidimos alugar uma “van” e irmos juntos ao estádio. Infelizmente a cidade de São Paulo, salvo algumas exceções, não tem ainda uma boa estrutura de “acesso” para Mega-Concertos, quem saiu tarde de casa ou do trabalho “sofreu” para chegar ao local do show e encontrar um bom lugar para estacionar o carro. Por isso, tenho certeza que contratar um transporte coletivo para ir até o show, foi a melhor decisão.

O show pra nós começou mais cedo, pois como decidimos entrar no estádio somente quando o show estivesse próximo para começar, pudemos ser testemunhas da chegada da banda ao estádio com os batedores da policia militar.

Depois de toda essa “estratégia logística”, quando entramos no estádio do Morumbi, aí a coisa mudou de figura, coisa de primeiro mundo. Indicação de acesso, posto médico, posto de venda de “merchandise” da banda, banheiros, e bebida. Claro que quando se tem um aglomerado com Ca. 30.000 pessoas numa área equivalente a um “campo de futebol”, a educação e paciência das pessoas tem que prevalecer, caso contrário a coisa não funciona.

Outra fato que chamou a atenção foi à média de idade do público, em torno de 25 anos. Deve ser essa explicação dos ingressos terem acabado tão rápido na sexta-feira do dia 01 de outubro, o pessoal mais velho que estava trabalhando só podia comprar no final de semana, e no sábado dia 2, os ingressos já haviam esgotado (claro que também tem o fator das vendas terem ocorrido em todo o Brasil).

A produção e toda a estrutura de palco foram impecáveis, tudo exatamente igual ao que foi feito na turnê americana. Iluminação, telão digital, efeitos especiais, e a qualidade de som impecável (teve um pequeno deslize no começo, o qual foi logo corrigido).

Assitimos a parte do show de abertura do Nasi (ex-Ira!), onde pudemos ouvir as versões de Raul Seixas de “Mosca na Sopa” e “Sociedade Alternativa” e ao cover dos Stooges “I Wanna Be Your Dog”, esses dois últimos com Andreas Kisser nas guitarras.

O show do AC/DC tem início com uma introdução de quase 3 minutos (vide abaixo), onde uma “locomotiva desgovernada” faz seu trajeto em direção ao local do show. No clímax da animação a banda começa detonando com “Rock´n´Roll Train”, com Angus usando seu uniforme escolar na cor verde e gravata com tons de amarelo.

Na seqüência Brian Johnson anunciou: “Essa é da época de Bon Scott”. Mandaram “Hell ain´t a Bad Place to Be”. Música que faz uma alusão do inferno com uma mulher problemática.

Back in Black, Dirty Deeds Done Dirty Cheap, Shot Down In Flames, Big Jack, Thunderstruck, Black Ice, até o curto ritual de “streap-tease” de Angus Young em “The Jack”.

Não havia tempo nem pra respirar, a porradaria continuou com a hipnótica “Hells Bells”, ganharam ainda mais o público com “Shot to Thrill”, o telão mostrou mais uma animação com “War Machine”, e a partir daí só foi “Som Pra Gente Grande”, “Dog Eat Dog”, “You Shock Me All Night Long, o trem pegou fogo novamente em “T.N.T.”, a Rosie gigante subiu ao palco em “Whole Lotta Rosie”. Desse momento em diante o show chegou ao seu ápice.

Durante a canção “Let There Be Rock”, o telão foi passando um filme com a capa de todos os álbuns do AC/DC, com Bon Scott em várias delas, o que se tornou em uma homenagem “silenciosa” ao primeiro “frontman” da banda (Dave Evans não vale).

O “encore” contou com “Highway To Hell” e a avassaladora “For Those About To Rock (We Salute You), com os canhões saudando a platéia.

Assim que a banda deixou o palco, uma queima de fogos de artifício iluminou o céu e todo o estádio do Morumbi, fechando a noite.

Quando o show acabou, e as luzes do estádio acenderam, eu estava com um corte na testa, dor nas pernas e nos joelhos, e um torcicolo de tanto agitar a cabeça. A idade chega e vai pesando, fazer o que?!

O show foi demais, realizei mais um sonho como grande admirador da banda que sou, foram duas horas “cravadas” do mais puro e honesto Rock´n´Roll.

Não há mais nada a dizer. We Salute You!

Anselmo





AC/DC NO BRASIL - Black Ice Tour - Estádio do Morumbi - São Paulo, 27 de Novembro de 2009


Desde a confirmação de que o AC/DC viria ao Brasil com sua turnê mundial “Black Ice”, nós do Minerva Pop vínhamos acompanhando e mantendo o Blog atualizado com as informações referentes ao Show. Pois bem, ontem a apresentação aconteceu e estávamos lá para conferir.

Quem acompanha esse tipo de evento sabe que existe toda uma preparação e longa jornada até chegarmos ao local do show. Ainda mais no Brasil e especialmente na cidade de São Paulo, que o trânsito numa sexta-feira á tarde não é nada fácil (ainda mais em época de chuva).

Para evitarmos os potenciais problemas com o trânsito, segurança e excessos com bebidas alcoólicas, eu junto com um grupo de amigos decidimos alugar uma “van” e irmos juntos ao estádio. Infelizmente a cidade de São Paulo, salvo algumas exceções, não tem ainda uma boa estrutura de “acesso” para Mega-Concertos, quem saiu tarde de casa ou do trabalho “sofreu” para chegar ao local do show e encontrar um bom lugar para estacionar o carro. Por isso, tenho certeza que contratar um transporte coletivo para ir até o show, foi a melhor decisão.

O show pra nós começou mais cedo, pois como decidimos entrar no estádio somente quando o show estivesse próximo para começar, pudemos ser testemunhas da chegada da banda ao estádio com os batedores da policia militar.

Depois de toda essa “estratégia logística”, quando entramos no estádio do Morumbi, aí a coisa mudou de figura, coisa de primeiro mundo. Indicação de acesso, posto médico, posto de venda de “merchandise” da banda, banheiros, e bebida. Claro que quando se tem um aglomerado com Ca. 30.000 pessoas numa área equivalente a um “campo de futebol”, a educação e paciência das pessoas tem que prevalecer, caso contrário a coisa não funciona.

Outra fato que chamou a atenção foi à média de idade do público, em torno de 25 anos. Deve ser essa explicação dos ingressos terem acabado tão rápido na sexta-feira do dia 01 de outubro, o pessoal mais velho que estava trabalhando só podia comprar no final de semana, e no sábado dia 2, os ingressos já haviam esgotado (claro que também tem o fator das vendas terem ocorrido em todo o Brasil).

A produção e toda a estrutura de palco foram impecáveis, tudo exatamente igual ao que foi feito na turnê americana. Iluminação, telão digital, efeitos especiais, e a qualidade de som impecável (teve um pequeno deslize no começo, o qual foi logo corrigido).

Assitimos a parte do show de abertura do Nasi (ex-Ira!), onde pudemos ouvir as versões de Raul Seixas de “Mosca na Sopa” e “Sociedade Alternativa” e ao cover dos Stooges “I Wanna Be Your Dog”, esses dois últimos com Andreas Kisser nas guitarras.

O show do AC/DC tem início com uma introdução de quase 3 minutos (vide abaixo), onde uma “locomotiva desgovernada” faz seu trajeto em direção ao local do show. No clímax da animação a banda começa detonando com “Rock´n´Roll Train”, com Angus usando seu uniforme escolar na cor verde e gravata com tons de amarelo.

Na seqüência Brian Johnson anunciou: “Essa é da época de Bon Scott”. Mandaram “Hell ain´t a Bad Place to Be”. Música que faz uma alusão do inferno com uma mulher problemática.

Back in Black, Dirty Deeds Done Dirty Cheap, Shot Down In Flames, Big Jack, Thunderstruck, Black Ice, até o curto ritual de “streap-tease” de Angus Young em “The Jack”.

Não havia tempo nem pra respirar, a porradaria continuou com a hipnótica “Hells Bells”, ganharam ainda mais o público com “Shot to Thrill”, o telão mostrou mais uma animação com “War Machine”, e a partir daí só foi “Som Pra Gente Grande”, “Dog Eat Dog”, “You Shock Me All Night Long, o trem pegou fogo novamente em “T.N.T.”, a Rosie gigante subiu ao palco em “Whole Lotta Rosie”. Desse momento em diante o show chegou ao seu ápice.

Durante a canção “Let There Be Rock”, o telão foi passando um filme com a capa de todos os álbuns do AC/DC, com Bon Scott em várias delas, o que se tornou em uma homenagem “silenciosa” ao primeiro “frontman” da banda (Dave Evans não vale).

O “encore” contou com “Highway To Hell” e a avassaladora “For Those About To Rock (We Salute You), com os canhões saudando a platéia.

Assim que a banda deixou o palco, uma queima de fogos de artifício iluminou o céu e todo o estádio do Morumbi, fechando a noite.

Quando o show acabou, e as luzes do estádio acenderam, eu estava com um corte na testa, dor nas pernas e nos joelhos, e um torcicolo de tanto agitar a cabeça. A idade chega e vai pesando, fazer o que?!

O show foi demais, realizei mais um sonho como grande admirador da banda que sou, foram duas horas “cravadas” do mais puro e honesto Rock´n´Roll.

Não há mais nada a dizer. We Salute You!

Anselmo





sexta-feira, 27 de novembro de 2009

LET THERE BE ROCK - O Mais Importante do AC/DC

Por estar prestes a assistir ao show da minha banda de Rock preferida, no estádio do Morumbi em São Paulo, o "post" de hoje é sobre o mais importante álbum da discografia dos irmãos Young, “Let There Be Rock” (1977).

Pra quem gosta de AC/DC a primeira reação a essa afirmação é de achar que estou “maluco” ou “equivocado”, porque todo mundo sabe que o “Back in Black” (1980) é que teve maior vendagem e firmou a banda no mercado americano e mundial. Até o “Highway to Hell” (1979) é mais lembrado nesse aspecto. Por isso gostaria de explicar porque tenho essa opinião.

Os discos do início da carreira do AC/DC são muito bons, sem dúvida. Canções como “It´s a Long Way To The Top”, “T.N.T.”, “The Jack”, “Problem Child”, “Dirty Deeds Done Dirty Cheap”, “Live Wire”, “Rocker”, estão todas nos primeiros álbuns. Porém acho que os integrantes da banda e os produtores, ainda tinham uma postura musical muito regional, não havia a “pegada” que consagrou o AC/DC como os mestres do “High Voltage”. E isso veio a se concretizar na sonoridade do “Let There Be Rock”, lançado em 1977.

Na verdade existem duas versões do álbum, a “Australiana” lançada pela Albert Productions, e versão “Internacional” modificada e lançada pela Atlantic Records em Junho 1977. Na primeira temos a musica “Crabsody In Blue”, e na segunda essa faixa foi substituída por “Problem Child” (originalmente lançada no álbum “Dirty Deeds...” em 1976).

Outra questão interessante é que esse é o último álbum com o melhor “original line-up” da banda, o qual tinha Mark Evans no baixo. Evans saiu do AC/DC devido a diferenças com Angus, porém devemos ressaltar que ele teve participação na gravação dos grandes clássicos do AC/DC. Continuou sua carreira em bandas de menor expressão e sempre é convidado a participar do “Bom Scott Day” na Australia.

O "upgrade" em energia, agressividade, garra e sonoridade que esse álbum tem em relação aos anteriores é muito forte, basta ouvir para perceber. Acredito que esse foi o fator principal do disco ter conseguido atrair a atenção de “Rockers” e “Punks” sem distinção, em pleno ano de 1977.

A versão internacional traz o “logotipo” oficial da banda pela primeira vez na capa.

Abaixo seguem alguns vídeos com músicas do disco. (Por favor, não deixem de assistir a versão de “Go Down” com Brian Johnson nos vocais, sensacional!)

Anselmo








LET THERE BE ROCK - O Mais Importante do AC/DC

Por estar prestes a assistir ao show da minha banda de Rock preferida, no estádio do Morumbi em São Paulo, o "post" de hoje é sobre o mais importante álbum da discografia dos irmãos Young, “Let There Be Rock” (1977).

Pra quem gosta de AC/DC a primeira reação a essa afirmação é de achar que estou “maluco” ou “equivocado”, porque todo mundo sabe que o “Back in Black” (1980) é que teve maior vendagem e firmou a banda no mercado americano e mundial. Até o “Highway to Hell” (1979) é mais lembrado nesse aspecto. Por isso gostaria de explicar porque tenho essa opinião.

Os discos do início da carreira do AC/DC são muito bons, sem dúvida. Canções como “It´s a Long Way To The Top”, “T.N.T.”, “The Jack”, “Problem Child”, “Dirty Deeds Done Dirty Cheap”, “Live Wire”, “Rocker”, estão todas nos primeiros álbuns. Porém acho que os integrantes da banda e os produtores, ainda tinham uma postura musical muito regional, não havia a “pegada” que consagrou o AC/DC como os mestres do “High Voltage”. E isso veio a se concretizar na sonoridade do “Let There Be Rock”, lançado em 1977.

Na verdade existem duas versões do álbum, a “Australiana” lançada pela Albert Productions, e versão “Internacional” modificada e lançada pela Atlantic Records em Junho 1977. Na primeira temos a musica “Crabsody In Blue”, e na segunda essa faixa foi substituída por “Problem Child” (originalmente lançada no álbum “Dirty Deeds...” em 1976).

Outra questão interessante é que esse é o último álbum com o melhor “original line-up” da banda, o qual tinha Mark Evans no baixo. Evans saiu do AC/DC devido a diferenças com Angus, porém devemos ressaltar que ele teve participação na gravação dos grandes clássicos do AC/DC. Continuou sua carreira em bandas de menor expressão e sempre é convidado a participar do “Bom Scott Day” na Australia.

O "upgrade" em energia, agressividade, garra e sonoridade que esse álbum tem em relação aos anteriores é muito forte, basta ouvir para perceber. Acredito que esse foi o fator principal do disco ter conseguido atrair a atenção de “Rockers” e “Punks” sem distinção, em pleno ano de 1977.

A versão internacional traz o “logotipo” oficial da banda pela primeira vez na capa.

Abaixo seguem alguns vídeos com músicas do disco. (Por favor, não deixem de assistir a versão de “Go Down” com Brian Johnson nos vocais, sensacional!)

Anselmo








sábado, 10 de outubro de 2009

AC/DC - BEYOND THE THUNDER

Sabe aquele "papo de gente nóia” que diz já ter vivenciado um acontecimento ou a sensação de reconhecer um lugar mesmo sem nunca ter estado nele? Pois bem, isso aconteceu comigo há exatos 10 minutos.

Quando tinha uns 10 anos de idade tive meu primeiro contato com os álbuns “Highway to Hell” e “If You Want Blood – You´ve Got It” do AC/C, numa antiga loja de departamentos. Nem preciso dizer que as "capas" me impressionaram bastante.

Também sempre achei que o grande mérito da banda não estava na quantidade de acordes, mas sim no “modo” como são tocados.

E pra finalizar, tinha quase certeza que ainda fariam um Documentário para tentarem entender o fenômeno dessa banda, e do enorme efeito cultural em milhares de fãs no mundo todo. Até pensei em um dia viajar até a Australia pra descobrir as origens do ACCA/DACCA (só pensei).

Pois bem meus amigos, esse meu "deja-vu" pessoal acaba de acontecer agora!

Os diretores e produtores Kurt Squirs e Gregg Ferguson fizeram um documentário sobre os fãs do AC/DC, dentres eles estrelas do rock, soldados, strippers, músicos das mais variadas vertentes, com destaque para Dwezzil Zappa.

Em determinados trechos dos “depoimentos” , ficou claro que alguns dos sentimentos dos entrevistados são os mesmos que os meus relatados acima. E claro, não podia deixar de compartilhar isso com vocês.

O Trailer é muito bom, confere aí!


Anselmo



AC/DC - BEYOND THE THUNDER

Sabe aquele "papo de gente nóia” que diz já ter vivenciado um acontecimento ou a sensação de reconhecer um lugar mesmo sem nunca ter estado nele? Pois bem, isso aconteceu comigo há exatos 10 minutos.

Quando tinha uns 10 anos de idade tive meu primeiro contato com os álbuns “Highway to Hell” e “If You Want Blood – You´ve Got It” do AC/C, numa antiga loja de departamentos. Nem preciso dizer que as "capas" me impressionaram bastante.

Também sempre achei que o grande mérito da banda não estava na quantidade de acordes, mas sim no “modo” como são tocados.

E pra finalizar, tinha quase certeza que ainda fariam um Documentário para tentarem entender o fenômeno dessa banda, e do enorme efeito cultural em milhares de fãs no mundo todo. Até pensei em um dia viajar até a Australia pra descobrir as origens do ACCA/DACCA (só pensei).

Pois bem meus amigos, esse meu "deja-vu" pessoal acaba de acontecer agora!

Os diretores e produtores Kurt Squirs e Gregg Ferguson fizeram um documentário sobre os fãs do AC/DC, dentres eles estrelas do rock, soldados, strippers, músicos das mais variadas vertentes, com destaque para Dwezzil Zappa.

Em determinados trechos dos “depoimentos” , ficou claro que alguns dos sentimentos dos entrevistados são os mesmos que os meus relatados acima. E claro, não podia deixar de compartilhar isso com vocês.

O Trailer é muito bom, confere aí!


Anselmo



quarta-feira, 30 de setembro de 2009

BLACK ICE TOUR - COMEÇA HOJE !


Em 01-outubro, a partir da 00:01am., iniciarão as vendas para o show do ACDC no Brasil, pela internet (http://www.ticketmaster.com.br/).

Os telefones da Ticketmaster, 2846-6000 (São Paulo) e 0300 789 6846 (outras cidades), abrirão vendas a partir das 9h.

Para os demais pontos de venda espalhados pelo país apartir das 10h (http://www.ticketmaster.com.br/shwPDV.cfm.

A bilheteria oficial do show, Credicard Hall (Av. das Nações Unidas, 17.955 – Santo Amaro), abrirá às 12h. Os clientes portadores dos cartões Citibank, Credicard e Diners pagam em três vezes sem juros no cartão.

Maiores informações acesse o site http://mediahouse.com.br/acdc/

Caso você conheça o AC/DC apenas “superficialmente”, e quer se divertir no show a dica é escutar três álbuns obrigatórios: “Highway to Hell”, “Back in Black”, For Those About to Rock”.

Claro que o álbum da turnê, “Black Ice” é fundamental para o show, mas os citados anteriormente são diversão garantida.

Veja abaixo o mapa dos setores á venda no Estádio do Morumbi (basta "clicar" na imagem para ampliar):


Como de costume, segue um vídeo . É isso!


Anselmo


BLACK ICE TOUR - COMEÇA HOJE !


Em 01-outubro, a partir da 00:01am., iniciarão as vendas para o show do ACDC no Brasil, pela internet (http://www.ticketmaster.com.br/).

Os telefones da Ticketmaster, 2846-6000 (São Paulo) e 0300 789 6846 (outras cidades), abrirão vendas a partir das 9h.

Para os demais pontos de venda espalhados pelo país apartir das 10h (http://www.ticketmaster.com.br/shwPDV.cfm.

A bilheteria oficial do show, Credicard Hall (Av. das Nações Unidas, 17.955 – Santo Amaro), abrirá às 12h. Os clientes portadores dos cartões Citibank, Credicard e Diners pagam em três vezes sem juros no cartão.

Maiores informações acesse o site http://mediahouse.com.br/acdc/

Caso você conheça o AC/DC apenas “superficialmente”, e quer se divertir no show a dica é escutar três álbuns obrigatórios: “Highway to Hell”, “Back in Black”, For Those About to Rock”.

Claro que o álbum da turnê, “Black Ice” é fundamental para o show, mas os citados anteriormente são diversão garantida.

Veja abaixo o mapa dos setores á venda no Estádio do Morumbi (basta "clicar" na imagem para ampliar):


Como de costume, segue um vídeo . É isso!


Anselmo


segunda-feira, 14 de setembro de 2009

AC/DC - NO BRASIL

Caros leitores, uma das coisas que evitamos nesse Blog é a “tietagem”, porém quando a banda de Rock´n´Roll que você acompanha desde moleque confirma apresentação no seu país, na sua cidade e no seu estádio de futebol preferido, aí me desculpem, mas não tem como não comemorar.

O site oficial do AC/DC confirmou no dia de hoje (14-set) a apresentação da banda em São Paulo no estádio do Morumbi no dia 27 de novembro. Informações sobre preços e horários serão divulgadas a partir de 21 de setembro pelo site do evento, no caso a Time For Fun, e os ingressos estarão á venda a partir do dia 01 de outubro.

Essa é a terceira passagem do AC/DC no Brasil, a primeira foi no Rock In Rio de 1985 e a segunda na turnê do “Ballbreaker” de 1996 no estádio do Pacaembu, em São Paulo.

Acredito sinceramente que essa será a melhor das três, e explico o porquê da minha opinião:

- Primeiro, a banda não lança um álbum (Black Ice) tão bom desde o Back in Black (1980).

-Segundo, o estádio oferece condições ao público de escolher um setor /localização que mais lhe agrade, considerando também a questão econômica de cada um. Além de , dessa vez, terem espaço pra trazer toda a estrutura da turnê.

-Terceiro, porque os integrantes atingiram uma certa “experiência” de vida que essa pode ser a última oportunidade de vermos a banda ao vivo (pelo menos pra nós aqui da América do Sul). Vale lembrar que o Brian Johnson está com 62 anos de idade!

As novas canções como “Black Ice”, “Anything Goes”, “Big Jack”, "War Machine", "Rock and Roll Train" farão parte do set list com certeza.

Mesmo sendo um grande fã da banda, me pergunto como os caras continuam a encher estádios e a fazer sucesso até hoje. Será o legado deixado por Bon Scott? A performance de Angus Young? A herança do Back In Black? A estrutura de divulgação do grupo mantido pela empresa que a marca AC/DC é hoje?

Podemos dizer que, assim como os riffs e arranjos das músicas, as letras das canções, apesar de simples, não são “datadas”.

Quem nos dias de hoje, acompanha um pouco da vida corporativa, a de concordar que não tem letra mais atual que “Dog Eat Dog”:

“Homem de negócios, quando você faz um acordo
Você sabe em quem você pode confiar?
Você assina e põe sua vida em perigo?
Você escreve seu nome no pó?”

Existem várias explicações, eu acho que uma delas é a simplicidade de fazer Rock´n´Roll que Malcon Young aprendeu ouvindo Chuck Berry. Por isso coloquei a foto “dele” no início do Post, uma singela homenagem.

É moçada, eu estou feliz. Pra mim o ano está ganho.

Segue provável "set list":
Rock n Roll Train
Hell Ain't a Bad Place To be
Back In Black
Big Jack
Dirty deeds done dirt cheap
Shot Down in Flames
Thunderstruck
Black Ice
The Jack
Hells Bells
Shoot to thrill
War Machine
Dog Eat Dog
Anything Goes
You Shook Me all night long
TNT
Whole lotta Rosie
Let There Be Rock
Encore:
Highway To Hell
For Those About To Rock

Anselmo

AC/DC - NO BRASIL

Caros leitores, uma das coisas que evitamos nesse Blog é a “tietagem”, porém quando a banda de Rock´n´Roll que você acompanha desde moleque confirma apresentação no seu país, na sua cidade e no seu estádio de futebol preferido, aí me desculpem, mas não tem como não comemorar.

O site oficial do AC/DC confirmou no dia de hoje (14-set) a apresentação da banda em São Paulo no estádio do Morumbi no dia 27 de novembro. Informações sobre preços e horários serão divulgadas a partir de 21 de setembro pelo site do evento, no caso a Time For Fun, e os ingressos estarão á venda a partir do dia 01 de outubro.

Essa é a terceira passagem do AC/DC no Brasil, a primeira foi no Rock In Rio de 1985 e a segunda na turnê do “Ballbreaker” de 1996 no estádio do Pacaembu, em São Paulo.

Acredito sinceramente que essa será a melhor das três, e explico o porquê da minha opinião:

- Primeiro, a banda não lança um álbum (Black Ice) tão bom desde o Back in Black (1980).

-Segundo, o estádio oferece condições ao público de escolher um setor /localização que mais lhe agrade, considerando também a questão econômica de cada um. Além de , dessa vez, terem espaço pra trazer toda a estrutura da turnê.

-Terceiro, porque os integrantes atingiram uma certa “experiência” de vida que essa pode ser a última oportunidade de vermos a banda ao vivo (pelo menos pra nós aqui da América do Sul). Vale lembrar que o Brian Johnson está com 62 anos de idade!

As novas canções como “Black Ice”, “Anything Goes”, “Big Jack”, "War Machine", "Rock and Roll Train" farão parte do set list com certeza.

Mesmo sendo um grande fã da banda, me pergunto como os caras continuam a encher estádios e a fazer sucesso até hoje. Será o legado deixado por Bon Scott? A performance de Angus Young? A herança do Back In Black? A estrutura de divulgação do grupo mantido pela empresa que a marca AC/DC é hoje?

Podemos dizer que, assim como os riffs e arranjos das músicas, as letras das canções, apesar de simples, não são “datadas”.

Quem nos dias de hoje, acompanha um pouco da vida corporativa, a de concordar que não tem letra mais atual que “Dog Eat Dog”:

“Homem de negócios, quando você faz um acordo
Você sabe em quem você pode confiar?
Você assina e põe sua vida em perigo?
Você escreve seu nome no pó?”

Existem várias explicações, eu acho que uma delas é a simplicidade de fazer Rock´n´Roll que Malcon Young aprendeu ouvindo Chuck Berry. Por isso coloquei a foto “dele” no início do Post, uma singela homenagem.

É moçada, eu estou feliz. Pra mim o ano está ganho.

Segue provável "set list":
Rock n Roll Train
Hell Ain't a Bad Place To be
Back In Black
Big Jack
Dirty deeds done dirt cheap
Shot Down in Flames
Thunderstruck
Black Ice
The Jack
Hells Bells
Shoot to thrill
War Machine
Dog Eat Dog
Anything Goes
You Shook Me all night long
TNT
Whole lotta Rosie
Let There Be Rock
Encore:
Highway To Hell
For Those About To Rock

Anselmo

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

BON SCOTT - "O RAIO BEM NO MEIO"



O ano de 2000 foi marcante pra mim, pois tive a oportunidade de viver um mês na cidade de Londres, onde pude assistir a shows de bandas e artistas que foram a trilha sonora da minha vida.

Fui ao show do Kiss (com máscara) no Wembley Arena, não sei quanto a vocês mas foi a banda que marcou a minha infância.

No 100 Club peguei o show do Justin Sullivan com o Red Sky Coven , e no Shepherd Bush Empire vi Brian Setzer Orchestra. Bandas fundamentais na minha adolescência.

Caminhando pela Oxford Street entrei numa loja de CD’s, DVD´s, etc. Parei no departamento dos livros ,aqueles de biografia de artistas, e comecei o folhear um sobre a maior banda de Rock´n´Roll de todos os tempos, o AC/DC (que me perdoem os Stones e os Beatles).

Nele havia a localização da rua onde o ex-vocalista Bon Scott morreu. Tinha a foto da casa onde, o carro que ele foi achado morto, havia sido estacionado em frente. O endereço era Overhill Road, nr.67, em East Dulwich , Sul de Londres.

Nesse momento percebi que estava na cidade onde Bon Scott havia passado os últimos momentos de sua vida. Peguei um mapa e me dirigi ao local. Pois Junto com as outras bandas mencionadas, esse cara marcou a minha vida.A aventura de chegar até o local, eu deixo pra próxima.

Isso tudo foi pra ilustrar o quanto estou aguardando notícias sobre o filme da vida de Bon Scott que está sendo produzido pelo diretor Eddie Martin.

O que mais me empolgou sobre o filme foi a informação da participação de dois atores que considero muito bons para os papeis principais, vamos assim dizer.

Para o papel de Bon Scott está sendo cogitado o ator James McAvoy, que trabalhou no filme “O último Rei da Escócia”.

Na interpretação de Angus Young o excelente Tom Budge, ator australiano que fez parte do elenco do filme “A proposta”.

Vamos acompanhar as próximas notícias sobre a elaboração do filme, as quais serão divulgadas no Blog.

O nome “AD/DC” também tem a conotação de bi-sexualidade, aproveitando essa deixa, certa vez um repórter perguntou ao Bon Scott: “-Você é AC ou DC?” Bon Scott respondeu: “Eu sou o raio, bem no meio!”

Anselmo

BON SCOTT - "O RAIO BEM NO MEIO"



O ano de 2000 foi marcante pra mim, pois tive a oportunidade de viver um mês na cidade de Londres, onde pude assistir a shows de bandas e artistas que foram a trilha sonora da minha vida.

Fui ao show do Kiss (com máscara) no Wembley Arena, não sei quanto a vocês mas foi a banda que marcou a minha infância.

No 100 Club peguei o show do Justin Sullivan com o Red Sky Coven , e no Shepherd Bush Empire vi Brian Setzer Orchestra. Bandas fundamentais na minha adolescência.

Caminhando pela Oxford Street entrei numa loja de CD’s, DVD´s, etc. Parei no departamento dos livros ,aqueles de biografia de artistas, e comecei o folhear um sobre a maior banda de Rock´n´Roll de todos os tempos, o AC/DC (que me perdoem os Stones e os Beatles).

Nele havia a localização da rua onde o ex-vocalista Bon Scott morreu. Tinha a foto da casa onde, o carro que ele foi achado morto, havia sido estacionado em frente. O endereço era Overhill Road, nr.67, em East Dulwich , Sul de Londres.

Nesse momento percebi que estava na cidade onde Bon Scott havia passado os últimos momentos de sua vida. Peguei um mapa e me dirigi ao local. Pois Junto com as outras bandas mencionadas, esse cara marcou a minha vida.A aventura de chegar até o local, eu deixo pra próxima.

Isso tudo foi pra ilustrar o quanto estou aguardando notícias sobre o filme da vida de Bon Scott que está sendo produzido pelo diretor Eddie Martin.

O que mais me empolgou sobre o filme foi a informação da participação de dois atores que considero muito bons para os papeis principais, vamos assim dizer.

Para o papel de Bon Scott está sendo cogitado o ator James McAvoy, que trabalhou no filme “O último Rei da Escócia”.

Na interpretação de Angus Young o excelente Tom Budge, ator australiano que fez parte do elenco do filme “A proposta”.

Vamos acompanhar as próximas notícias sobre a elaboração do filme, as quais serão divulgadas no Blog.

O nome “AD/DC” também tem a conotação de bi-sexualidade, aproveitando essa deixa, certa vez um repórter perguntou ao Bon Scott: “-Você é AC ou DC?” Bon Scott respondeu: “Eu sou o raio, bem no meio!”

Anselmo

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