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quinta-feira, 14 de outubro de 2010

SWU PARTE 2 - OS SHOWS

Conforme prometido retorno hoje com a segunda parte das minhas impressões sobre o festival SWU. Hoje abordando os shows, razão principal de tudo. Ou você acha que algum fórum sobre sustentabilidade vai levar uma galera para Itú?

Segue então meu relato sobre o que vi (mesmo que não seja o show inteiro). No final deixei uns vídeos como momentos lindos para ilustrar o texto.


Dia 9 de outubro (sábado)
  • Infectious Grooves - Assisti somente a metade do show devido a fila para entrar que eu citei no post anterior. Fiquei com a sensação de não ter perdido grande coisa. Até comentei com o Pancho que fazia uns 10 anos que eu não escutava nada deles, apesar de ser grande entusiasta quando o grupo foi formado. A banda me pareceu datada e o show não foi nada demais. Mike Muir até chamou uma molecada para subir no palco enquanto eles tiravam um cover do Suicidal Tendencies (banda principal do Muir), mas definitivamente eles não conseguiram empolgar e para mim será aquele típico show apenas para engrossar a lista dos já vistos.
  • Mutantes - Confesso que não tive paciência para a chatice do Sergio Dias. Enquanto íamos dar uma volta de reconhecimento do local, as primeiras músicas ficaram para trás e eu nem senti remorso.
  • The Apples in Stereo - Este eu queria ver desde o começo. E não me decepcionei. Com um visual que me lembrou os shows que assisti do Man Or Astro Man num passado remoto devido a extravagância das roupas, que lembravam um pouco o visual do Devo também. O líder Robert Schneider é bem simpático e pareceu estar se divertindo o tempo todo. Não conheço o suficiente sobre a banda para saber se a frase: "Olá, nós somos o Apples in Stereo e nós viemos do futuro!" era séria (e o cara é meio pinel) ou apenas uma brincadeira repetida diversas vezes durante o show. O fato é que suas leves canções são tão agradáveis e funcionam tão bem ao vivo que o resultado foi excelente. Um show muito, mas muito bom mesmo. Uma pena que foi visto por pouca gente (umas 500 / 600 pessoas) em razão da concorrência de MSTRKRFT e Los Hermanos tocando no mesmo horário.
  • Los Hermanos - Como disse acima eu estava em outro show enquanto eles tocavam. Peguei as duas últimas músicas e tive a impressão de que os caras não estavam tão bem ensaiados. Me perguntei também se o Marcelo Camelo sempre foi assim tão desafinado e eu tinha esquecido ou era só naquela tarde mesmo.
  • The Mars Volta - Um caso a parte. Esta banda é uma das poucas que eu gosto mesmo gravando músicas longas com uma frequencia mais do que o recomendável. E eles tiveram a manha de tocar várias destas musicas compridas em versões até mais esticadas, sem comprometer o pique do show. Apesar de ser um som para iniciados (é difícil de entender na primeira audição) a performance frenética no palco, o alto gabarito dos músicos e um vocalista que é um show a parte garantiram um ótimo espetáculo para quem estava lá.
  • Rage Against the Machine - Os gritos de "Rage, Rage, Rage!" vindos da galera antes do começo do show foram retribuidos assim que os quatro revolucionácios (força de expressão) pisaram no palco com a matadora "Testify". A fúria tão característica em seu som e letras estavam ali, explodindo na cara de quem teve o privilégio de assisti-los de perto (e não estava sendo pisoteado...). Se a volta da banda foi por dinheiro, eles não deixam isso transparecer. A performance é raivosa e cheia de vontade e sepulta qualquer clima de "paz e amor" que este tipo de festival deseje suscitar. Show excelente, que não foi ainda melhor porque na minha opinião não cabe numa apesentação com este grau de intensidade as interrupções que acabaram rolando. Isso traz um certo anti-climax e aquela sensação de coito interrompido para o público, o que pode ser bom para esfriar os ânimos, mas atrapalha no resultado final.

Dia 10 de outubro (sábado)
  • Joss Stone - Vi pela TV. Só queria comentar que achei a artista que mais entrou "louca" no palco, se é que vocês me entendem.
  • Regina Spektor - Não vi e gostaria muito de ter visto. Alguém podia ter trazido ela sozinha para shows em lugares fechados que ia cair muito melhor.

Dia 11 de outubro (segunda-feira)
  • Yo La Tengo - Devido a demora para entrar (50 minutos de fila) eu perdi praticamente o show inteiro. Peguei as duas últimas músicas onde eles abusaram da microfonia. Não deu para formar uma opinião sobre a apresentação. Só acho que não é o tipo de banda para um palco principal de festival. Eu os vi no Sesc Pompéia em 2001 e o show funcionou muito bem, parecendo ficar perfeito em lugares fechados e menores.
  • Cavalera Conspiracy - Só de ver os irmãos Max e Igor Cavalera tocando juntos novamente aqui no Brasil já seria bacana. Mas eles fizeram um show muito competente calcado nas músicas de seu único disco (o Max anunciou um novo para o próximo ano) e com um recheio especial da fase Sepultura, devidamemnte representada por "Refuse/Resist", "Atittude", "Troops of Doom" (esta foi desencavada...) e "Roots Bloody Roots". Clássicos bons de se ouvir de novo.
  • BNegão e Seletores de Frequencia - Vi só os 10 minutos finais e fiquei com uma sensação de quero mais absurda. Numa tenda OI FM (a mesma onde tocou o Apples in Stereo) totalmente lotada, fiquei de boca aberta com a força dos caras no palco. Preciso ir num show deles com urgência.
  • Avenged Sevenfold - Depois do BNegão, peguei partes deste show enquanto andava a procura de comida e bebida. Metal cheio de clichês, eu detestei. Achei horroroso e tive a certeza de que eu era feliz e não sabia quando nunca tinha ouvido falar disso aí.
  • Incubus - Banda que eu nunca tinha parado para ouvir com atenção mas que sempre foi muito bem recomendada por amigos. Tive a boa vontade de assistir o show inteiro e posso dizer. Não gostei. Achei chato demais. Pode até ser o efeito da minha ansiedade pelo QOTSA e Pixies, mas sinceramente, não bateu.
  • Queens of the Stone Age - Eu já tinha escrito por aqui que este provavelmente seria o show do ano no Brasil. Josh Homme é quase que uma entidade no rock atual, muito também pela sua atuação em diversos projetos de qualidade e pela influência que sua "mão" traz em qualquer coisa que ele toca. Eles abriram o show com o baixo "falando" na sensacional e poderosa "Feel Good Hit of the Summer" e já deram o cartão de visita do que seria um show barulhento e pesado na medida exata. Os caras juntam uma simplicidade a uma gana de tocar que é admirável. Na segunda música quando eles mandaram "The Lost Art of Keeping a Secret", uma de minhas preferidas, percebi que o jogo já estava ganho. Durante o show houve alguns problemas com o som, é verdade, mas nada que impedisse a banda de fazer o melhor show do festival tecnicamente falando. Foi maravilhoso e entra desde já para o time dos mais relevantes já vistos.
  • Pixies - O amor é cego? Dizem que sim. Os Pixies fizeram um show onde a empolgação e a vontade não foram o ponto alto. Dava para ficar na dúvida se a voz cansada de Frank Black era o peso da idade ou apenas má vontade mesmo. Então por que eu acho que vi um dos melhores shows da minha vida? E por que se eu acho que se o QOTSA fez o melhor show do festival tecnicamente falando, eu preferi o dos Pixies? Simples. É uma questão afetiva. Coisa de amor mesmo. E tenho certeza de que falo pela multidão que se deliciou com os clássicos do rock alternativo que eram enfileirados um atrás do outro por uma das maiores bandas de rock alternativo de todos os tempos. Foi emocionante poder vê-los pela primeira vez e poder cantar, dançar, gritar ao som de "Debaser", "Velouria", Monkey Gone To Heaven", "Waves of Mutilation", "Here Comes Your Man", "Hey", "Gouge Away" "Where Is My Mind" e "Gigantic". Eu anotei o set list no meu celular que eu viria a perder depois e nem vou querer lembrar de tudo na ordem para não escrever besteira. Enfim, eles não são mais os mesmos? Eles não tem mais o vigor de outrora? Foda-se! Para mim o show foi espetacular e fez valer todo o perrengue "chorado" no post sobre a organização. Inesquecível. Mais uma daquelas que eu não poderia morrer sem ssistir.
  • Linkin Park e Tiesto - Desculpem. Eu sei que estava lá na balada e era só esperar um pouco para acrescentar mais estas duas atrações gringas na minha lista. Só que depois de ver o Queens Of The Stone Age e os Pixies na sequencia eu não precisava ouvir mais nada. Para mim estava bom.

Sandro













SWU PARTE 2 - OS SHOWS

Conforme prometido retorno hoje com a segunda parte das minhas impressões sobre o festival SWU. Hoje abordando os shows, razão principal de tudo. Ou você acha que algum fórum sobre sustentabilidade vai levar uma galera para Itú?

Segue então meu relato sobre o que vi (mesmo que não seja o show inteiro). No final deixei uns vídeos como momentos lindos para ilustrar o texto.


Dia 9 de outubro (sábado)
  • Infectious Grooves - Assisti somente a metade do show devido a fila para entrar que eu citei no post anterior. Fiquei com a sensação de não ter perdido grande coisa. Até comentei com o Pancho que fazia uns 10 anos que eu não escutava nada deles, apesar de ser grande entusiasta quando o grupo foi formado. A banda me pareceu datada e o show não foi nada demais. Mike Muir até chamou uma molecada para subir no palco enquanto eles tiravam um cover do Suicidal Tendencies (banda principal do Muir), mas definitivamente eles não conseguiram empolgar e para mim será aquele típico show apenas para engrossar a lista dos já vistos.
  • Mutantes - Confesso que não tive paciência para a chatice do Sergio Dias. Enquanto íamos dar uma volta de reconhecimento do local, as primeiras músicas ficaram para trás e eu nem senti remorso.
  • The Apples in Stereo - Este eu queria ver desde o começo. E não me decepcionei. Com um visual que me lembrou os shows que assisti do Man Or Astro Man num passado remoto devido a extravagância das roupas, que lembravam um pouco o visual do Devo também. O líder Robert Schneider é bem simpático e pareceu estar se divertindo o tempo todo. Não conheço o suficiente sobre a banda para saber se a frase: "Olá, nós somos o Apples in Stereo e nós viemos do futuro!" era séria (e o cara é meio pinel) ou apenas uma brincadeira repetida diversas vezes durante o show. O fato é que suas leves canções são tão agradáveis e funcionam tão bem ao vivo que o resultado foi excelente. Um show muito, mas muito bom mesmo. Uma pena que foi visto por pouca gente (umas 500 / 600 pessoas) em razão da concorrência de MSTRKRFT e Los Hermanos tocando no mesmo horário.
  • Los Hermanos - Como disse acima eu estava em outro show enquanto eles tocavam. Peguei as duas últimas músicas e tive a impressão de que os caras não estavam tão bem ensaiados. Me perguntei também se o Marcelo Camelo sempre foi assim tão desafinado e eu tinha esquecido ou era só naquela tarde mesmo.
  • The Mars Volta - Um caso a parte. Esta banda é uma das poucas que eu gosto mesmo gravando músicas longas com uma frequencia mais do que o recomendável. E eles tiveram a manha de tocar várias destas musicas compridas em versões até mais esticadas, sem comprometer o pique do show. Apesar de ser um som para iniciados (é difícil de entender na primeira audição) a performance frenética no palco, o alto gabarito dos músicos e um vocalista que é um show a parte garantiram um ótimo espetáculo para quem estava lá.
  • Rage Against the Machine - Os gritos de "Rage, Rage, Rage!" vindos da galera antes do começo do show foram retribuidos assim que os quatro revolucionácios (força de expressão) pisaram no palco com a matadora "Testify". A fúria tão característica em seu som e letras estavam ali, explodindo na cara de quem teve o privilégio de assisti-los de perto (e não estava sendo pisoteado...). Se a volta da banda foi por dinheiro, eles não deixam isso transparecer. A performance é raivosa e cheia de vontade e sepulta qualquer clima de "paz e amor" que este tipo de festival deseje suscitar. Show excelente, que não foi ainda melhor porque na minha opinião não cabe numa apesentação com este grau de intensidade as interrupções que acabaram rolando. Isso traz um certo anti-climax e aquela sensação de coito interrompido para o público, o que pode ser bom para esfriar os ânimos, mas atrapalha no resultado final.

Dia 10 de outubro (sábado)
  • Joss Stone - Vi pela TV. Só queria comentar que achei a artista que mais entrou "louca" no palco, se é que vocês me entendem.
  • Regina Spektor - Não vi e gostaria muito de ter visto. Alguém podia ter trazido ela sozinha para shows em lugares fechados que ia cair muito melhor.

Dia 11 de outubro (segunda-feira)
  • Yo La Tengo - Devido a demora para entrar (50 minutos de fila) eu perdi praticamente o show inteiro. Peguei as duas últimas músicas onde eles abusaram da microfonia. Não deu para formar uma opinião sobre a apresentação. Só acho que não é o tipo de banda para um palco principal de festival. Eu os vi no Sesc Pompéia em 2001 e o show funcionou muito bem, parecendo ficar perfeito em lugares fechados e menores.
  • Cavalera Conspiracy - Só de ver os irmãos Max e Igor Cavalera tocando juntos novamente aqui no Brasil já seria bacana. Mas eles fizeram um show muito competente calcado nas músicas de seu único disco (o Max anunciou um novo para o próximo ano) e com um recheio especial da fase Sepultura, devidamemnte representada por "Refuse/Resist", "Atittude", "Troops of Doom" (esta foi desencavada...) e "Roots Bloody Roots". Clássicos bons de se ouvir de novo.
  • BNegão e Seletores de Frequencia - Vi só os 10 minutos finais e fiquei com uma sensação de quero mais absurda. Numa tenda OI FM (a mesma onde tocou o Apples in Stereo) totalmente lotada, fiquei de boca aberta com a força dos caras no palco. Preciso ir num show deles com urgência.
  • Avenged Sevenfold - Depois do BNegão, peguei partes deste show enquanto andava a procura de comida e bebida. Metal cheio de clichês, eu detestei. Achei horroroso e tive a certeza de que eu era feliz e não sabia quando nunca tinha ouvido falar disso aí.
  • Incubus - Banda que eu nunca tinha parado para ouvir com atenção mas que sempre foi muito bem recomendada por amigos. Tive a boa vontade de assistir o show inteiro e posso dizer. Não gostei. Achei chato demais. Pode até ser o efeito da minha ansiedade pelo QOTSA e Pixies, mas sinceramente, não bateu.
  • Queens of the Stone Age - Eu já tinha escrito por aqui que este provavelmente seria o show do ano no Brasil. Josh Homme é quase que uma entidade no rock atual, muito também pela sua atuação em diversos projetos de qualidade e pela influência que sua "mão" traz em qualquer coisa que ele toca. Eles abriram o show com o baixo "falando" na sensacional e poderosa "Feel Good Hit of the Summer" e já deram o cartão de visita do que seria um show barulhento e pesado na medida exata. Os caras juntam uma simplicidade a uma gana de tocar que é admirável. Na segunda música quando eles mandaram "The Lost Art of Keeping a Secret", uma de minhas preferidas, percebi que o jogo já estava ganho. Durante o show houve alguns problemas com o som, é verdade, mas nada que impedisse a banda de fazer o melhor show do festival tecnicamente falando. Foi maravilhoso e entra desde já para o time dos mais relevantes já vistos.
  • Pixies - O amor é cego? Dizem que sim. Os Pixies fizeram um show onde a empolgação e a vontade não foram o ponto alto. Dava para ficar na dúvida se a voz cansada de Frank Black era o peso da idade ou apenas má vontade mesmo. Então por que eu acho que vi um dos melhores shows da minha vida? E por que se eu acho que se o QOTSA fez o melhor show do festival tecnicamente falando, eu preferi o dos Pixies? Simples. É uma questão afetiva. Coisa de amor mesmo. E tenho certeza de que falo pela multidão que se deliciou com os clássicos do rock alternativo que eram enfileirados um atrás do outro por uma das maiores bandas de rock alternativo de todos os tempos. Foi emocionante poder vê-los pela primeira vez e poder cantar, dançar, gritar ao som de "Debaser", "Velouria", Monkey Gone To Heaven", "Waves of Mutilation", "Here Comes Your Man", "Hey", "Gouge Away" "Where Is My Mind" e "Gigantic". Eu anotei o set list no meu celular que eu viria a perder depois e nem vou querer lembrar de tudo na ordem para não escrever besteira. Enfim, eles não são mais os mesmos? Eles não tem mais o vigor de outrora? Foda-se! Para mim o show foi espetacular e fez valer todo o perrengue "chorado" no post sobre a organização. Inesquecível. Mais uma daquelas que eu não poderia morrer sem ssistir.
  • Linkin Park e Tiesto - Desculpem. Eu sei que estava lá na balada e era só esperar um pouco para acrescentar mais estas duas atrações gringas na minha lista. Só que depois de ver o Queens Of The Stone Age e os Pixies na sequencia eu não precisava ouvir mais nada. Para mim estava bom.

Sandro













quarta-feira, 6 de outubro de 2010

SHOWS EM 2010 - TRÊS MESES DE ARREPIAR

Sem dúvida alguma este ano ficará marcado para gente que como estes blogueiros adora assistir shows de seus artistas preferidos. A quantidade, variedade e qualidade de atrações que apareceram ou irão aparecer no Brasil em 2010 é impressionante.

Lembrando os mais bacanas que tocaram por nossas terra até agora temos:
Coldplay (aqui), Franz Ferdinand (aqui),  Social Distortion (aqui), Placebo (aqui), Moby (aqui), Camera Obscura (aqui), Girls (aqui), Mark Lanegan (aqui), Vive La Fete (aqui), Erykah Badu, Lauryn Hill, She Wants Revenge (aqui), The Adicts, Diana Krall, Supersuckers, New Model Army (aqui) e Dinosaur Jr.

E para continuarmos espertos segue mais uma listinha com o melhor do que ainda está por vir até o final do ano. O último post que eu havia soltado nestes moldes foi em 01 de agosto (leia aqui). 
Perceba que boas novas surgiram desde então. Por isso fique ligado, faça suas escolhas e garanta seu ingresso.

Por ordem de data dos shows em São Paulo (vários passam por outros Estados):
  • Dia 9 de outubro (sábado) na Fazenda Maeda em Itú. Festival SWU com The Mars Volta, Infectious Grooves, MSTRKRFT, The Apples in Stereo, Rage Against the Machine entre outros. R$ 210,00 á venda no site da ingresso rápido e no estacionamento do Ginásio do Ibirapuera .
  • Dia 10 de outubro (domingo). Festival SWU com Sublime with Rome, Joss Stone, Kings of Leon, Regina Spektor, Dave Matthews Band e outros. R$ 210,00 á venda no site da ingresso rápido e no estacionamento do Ginásio do Ibirapuera .
  • Dia 11 de outubro (segunda-feira). Festival SWU com Cavalera Conspiracy, Incubus, Tiesto, Yo La Tengo, Pixies, Queens of the Stone Age, Linkin Park e outros. R$ 210,00 á venda no site ingressorápido e no estacionamento do Ginásio do Ibirapuera .
  • Dia 11 de outubro (segunda-feira) no Credicard Hall. Echo and The Bunnymen. R$ 120,00 á venda na bilheteria da casa ou no site da ticketmaster.
  • Dia 16 de outubro (sábado) na Chácara do Jóckey. Festival Natura About Us com Jamiroquai, Snow Patrol e Air. R$ 190,00 á venda no posto do Shopping Morumbi ou no site livepass .
  • Dia 20 de outubro (quarta-feira) na Arena Anhembi. Green Day. R$ 180,00 á venda em postos nos shoppings Anália Franco e Morumbi, além do site livepass.
  • Dia 04 de novembro (quinta-feira) na Via Funchal. Corinne Bailey Rae. R$ 300,00 á venda na bilheteria da casa ou no site da Via Funchal.
  • Dia 05 e 06 de novembro (sexta e sábado) no Hangar 110. Jello Biafra and The Guantamo School of Medicine. R$ 70,00 á venda na Flame ou no site ticketbrasil.
  • Dia 10 de novembro (quarta-feira) na Via Funchal. Belle and Sebastian. R$ 180,00 á venda na bilheteria da casa ou no site deles.
  • Dia 16 de novembro (terça-feira) no HSBC Brasil. Massive Attack. R$ 120,00 á venda no site da ingressorápido.
  • Dia 18 de novembro (quinta-feira) no Citibank Hall. Stereophonics. R$ 140,00 á venda na bilheteria da casa ou no site da ticketmaster.
  • Dia 20 de novembro (sábado) no Playcenter. Planeta Terra Festival com Smashing Pumpkins, Pavement, Phoenix, Hot Chip, Passion Pit, Of Montreal, Mika e outros. Ingressos esgotados.
  • Dia 21 de novembro (domingo) no estádio do Morumbi. Paul McCartney. Informações sobre os ingressos durante sta semana.
  • Dia 22 de novembro (segunda-feira) na Via Funchal. Scissor Sisters. R$ 200,00 á venda na bilheteria da casa.
  • Dia 25 de novembro (quinta-feira) no Clash Club. Buzzcocks e Adolescentes. R$ 60,00 á venda na London Calling ou no site ticketbrasil.
  • Dia 03 de dezembro (sexta-feira) na Via Funchal. Pennywise. R$ 120,00 aá venda na bilheteria da casa.
  • Dia 14 de dezembro (terça-feira) na Via Funchal. Stone Temple Pilots. Ainda não tenho informações sobre os ingressos.
Abaixo selecionei vídeos com apresentações recentes dos shows que eu não perderei por nada. Pixies, Queens Of The Stone Age, Belle and Sebastian e The Buzzcocks.







SHOWS EM 2010 - TRÊS MESES DE ARREPIAR

Sem dúvida alguma este ano ficará marcado para gente que como estes blogueiros adora assistir shows de seus artistas preferidos. A quantidade, variedade e qualidade de atrações que apareceram ou irão aparecer no Brasil em 2010 é impressionante.

Lembrando os mais bacanas que tocaram por nossas terra até agora temos:
Coldplay (aqui), Franz Ferdinand (aqui),  Social Distortion (aqui), Placebo (aqui), Moby (aqui), Camera Obscura (aqui), Girls (aqui), Mark Lanegan (aqui), Vive La Fete (aqui), Erykah Badu, Lauryn Hill, She Wants Revenge (aqui), The Adicts, Diana Krall, Supersuckers, New Model Army (aqui) e Dinosaur Jr.

E para continuarmos espertos segue mais uma listinha com o melhor do que ainda está por vir até o final do ano. O último post que eu havia soltado nestes moldes foi em 01 de agosto (leia aqui). 
Perceba que boas novas surgiram desde então. Por isso fique ligado, faça suas escolhas e garanta seu ingresso.

Por ordem de data dos shows em São Paulo (vários passam por outros Estados):
  • Dia 9 de outubro (sábado) na Fazenda Maeda em Itú. Festival SWU com The Mars Volta, Infectious Grooves, MSTRKRFT, The Apples in Stereo, Rage Against the Machine entre outros. R$ 210,00 á venda no site da ingresso rápido e no estacionamento do Ginásio do Ibirapuera .
  • Dia 10 de outubro (domingo). Festival SWU com Sublime with Rome, Joss Stone, Kings of Leon, Regina Spektor, Dave Matthews Band e outros. R$ 210,00 á venda no site da ingresso rápido e no estacionamento do Ginásio do Ibirapuera .
  • Dia 11 de outubro (segunda-feira). Festival SWU com Cavalera Conspiracy, Incubus, Tiesto, Yo La Tengo, Pixies, Queens of the Stone Age, Linkin Park e outros. R$ 210,00 á venda no site ingressorápido e no estacionamento do Ginásio do Ibirapuera .
  • Dia 11 de outubro (segunda-feira) no Credicard Hall. Echo and The Bunnymen. R$ 120,00 á venda na bilheteria da casa ou no site da ticketmaster.
  • Dia 16 de outubro (sábado) na Chácara do Jóckey. Festival Natura About Us com Jamiroquai, Snow Patrol e Air. R$ 190,00 á venda no posto do Shopping Morumbi ou no site livepass .
  • Dia 20 de outubro (quarta-feira) na Arena Anhembi. Green Day. R$ 180,00 á venda em postos nos shoppings Anália Franco e Morumbi, além do site livepass.
  • Dia 04 de novembro (quinta-feira) na Via Funchal. Corinne Bailey Rae. R$ 300,00 á venda na bilheteria da casa ou no site da Via Funchal.
  • Dia 05 e 06 de novembro (sexta e sábado) no Hangar 110. Jello Biafra and The Guantamo School of Medicine. R$ 70,00 á venda na Flame ou no site ticketbrasil.
  • Dia 10 de novembro (quarta-feira) na Via Funchal. Belle and Sebastian. R$ 180,00 á venda na bilheteria da casa ou no site deles.
  • Dia 16 de novembro (terça-feira) no HSBC Brasil. Massive Attack. R$ 120,00 á venda no site da ingressorápido.
  • Dia 18 de novembro (quinta-feira) no Citibank Hall. Stereophonics. R$ 140,00 á venda na bilheteria da casa ou no site da ticketmaster.
  • Dia 20 de novembro (sábado) no Playcenter. Planeta Terra Festival com Smashing Pumpkins, Pavement, Phoenix, Hot Chip, Passion Pit, Of Montreal, Mika e outros. Ingressos esgotados.
  • Dia 21 de novembro (domingo) no estádio do Morumbi. Paul McCartney. Informações sobre os ingressos durante sta semana.
  • Dia 22 de novembro (segunda-feira) na Via Funchal. Scissor Sisters. R$ 200,00 á venda na bilheteria da casa.
  • Dia 25 de novembro (quinta-feira) no Clash Club. Buzzcocks e Adolescentes. R$ 60,00 á venda na London Calling ou no site ticketbrasil.
  • Dia 03 de dezembro (sexta-feira) na Via Funchal. Pennywise. R$ 120,00 aá venda na bilheteria da casa.
  • Dia 14 de dezembro (terça-feira) na Via Funchal. Stone Temple Pilots. Ainda não tenho informações sobre os ingressos.
Abaixo selecionei vídeos com apresentações recentes dos shows que eu não perderei por nada. Pixies, Queens Of The Stone Age, Belle and Sebastian e The Buzzcocks.







sexta-feira, 3 de setembro de 2010

"DOOLITTLE" - PIXIES E DISCO PERFEITO

Bom, cá estou tocando num assunto não muito popular para grande parte dos meus amigos (o parceiro de blog, inclusive). Pixies.

Eu não vou negar que tenho um certo pé atrás com bandas muito queridinhas da crítica especializada. Excesso de bajulação as vezes irrita e até com certa frequencia é injustificado, pois muitas bandas são superestimadas. E os Pixies sempre foram considerados como uma destas unânimidades de crítica. Conheço gente que só por isso, já torce o nariz para a música deles. Outros já me disseram que é um som "metido" (o Black Francis é mala mesmo).

Mas inegavelmente tem qualidade. Não a toa o grupo que durou menos de 10 anos e gravou apenas quatro discos de estúdio, é venerado até hoje por fãs de todo o mundo. Trata-se daqueles casos que se encaixam perfeitamente na definição de cult.

Esta escassa, mas excelente discografia constitui-se dos seguintes trabalhos: "Surfer Rosa" (1988), "Doolittle" (1989), "Bossanova" (1990) e "Trompe Le Monde" (1991). Todos são pilares do chamado rock "alternativo" americano e influenciaram um monte de gente boa que veio depois ou que era até mesmo contemporâneo da banda (Kurt Cobain que o diga). Para resumir são albuns que precisam pelos menos de uma audição. Não se pode ignorar a força e a importância deles na história do rock.

Mas dentro desta seleta trajetória, o disco que para o meu gosto atingiu a perfeição é o segundo, o "Doolittle". Depois de uma estréia impressionante com "Surfer Rosa" já era difícil fazer alguma coisa no mesmo nível, que dirá superar. Pois "Doolittle" é composto por 15 músicas e consegue a proeza de trazer 15 faixas ótimas. Isso mesmo, todas, todas as músicas do disco são sensacionais.
  • "Debaser". Começa com uma linha de baixo marcante, seguida de um riff de guitarra grudento, um vocal gritado de Francis, além da Kim Deal sussurando o título ao fundo. Para completar a letra é sobre o cineasta Luis Bunuel (post aqui) e seu extraordinário filme "O Cão Andaluz".
  • "Tame". Outra que começa com um baixo matador, entra numa levada calma que se intercala com o título da música gritado a plenos pulmões, no que se poderia chamar de refrão.
  • "Wave of Mutilation". É daquelas sem definição. Linha melódica perfeita ao extremo. Rock com pop em níveis elevados de competência. Para ouvir, grudar e cantarolar depois.
  • "I Bleed". Inicia de novo com o poderoso baixo da Deal "falando". Os vocais simultâneos dela e de Francis são uma delícia e as distorções e guitarra se encaixam de forma precisa na levada mais calma do som.
  • "Here Comes Your Man". Dispensa apresentações. Uma aula de como misturar pop com rock. Quem nunca balançou o corpo numa pista ao som desta música que levante a mão. Impossível de ficar parado, sem querer, quando você dá por si, está mexendo o pé, a cabeça, a mão, sei lá. Maior hit dos Pixies, muitos injustamente conhecem apenas esta música deles. Se é o seu caso, está na hora de experimentar mais.
  • "Dead". É a mais crua. Guitara mais ardida e ritmo quebrado. Mais difícil que as demais, porém igualmente bela.
  • "Monkey Gone To Heaven". Sem comentários. Minha preferida. Sempre era um prazer ouvir esta música na pista do extinto Espaço Retrô em São Paulo. Ainda hoje para mim não pode faltar no set list de um dj que queira tocar algo dos anos 90.
  • "Mr. Grieves". O flerte com o ska que mostra a facilidade com que eles passeiam por estilos diferentes dentro da mesma música.
  • "Crackity Jones". Rapidinha. Aqui uma pequena mistura de surf músic com punk rock. Ritmo acelerado é gostosa mesmo sendo breve.
  • "La La Love You" Brilhante linha melódica para cantarolar e assoviar (literalmente). Tocada por outra banda poderia desandar para a cafonice. Aqui cresce e vira uma linda música.
  • "No 13 Baby". Traz a junção do vocal doce da Kim Deal com um esilo perturbado do Francis. Outro refrão grudento e sussurros deliciosos. Maravilhosa.
  • "There Goes My Gun". Que entrada. Também nos brinda com um duelo do vocal masculino com o feminino numa letra que simplesmente repete exaustivamente a frase que dá título a musica durante o 1 minuto e 50 segundos de duração. Parece ruim? Ouve para você ver como ficou demais.
  • "Hey". Esta me faz repensar no que escrevi linhas acima. Não será esta a minha faixa preferida? Que baixo, que melodia, que vocal. Tornou-se talvez o maior clássico para os fãs da banda. Não precisa dizer mais nada, né?
  • "Silver". Lembra descaradamente aquelas trilhas sonoras de filmes de faroeste, só que com a voz da Kim Deal de fundo, cantando como se estivesse numa lamentação. Cool até o osso.
  • "Gouge Away". Fecha em grande estilo. Ideal para cantar junto, gritando de preferência. Música ótima, que qualquer banda gostaria de ter no currículo.

Voltando a banda, o fato é que Black Francis (guitarra e vocais), Kim Deal (baixo e vocais), Joey Santiago (guitarra) e David Lovering (bateria) não seguraram a badalação. O problema de ego era enorme e criou-se um desgaste que culminou com o fim precoce do grupo, com direito a treta e tudo. Foi um final nada amigável.

Muitos anos depois, em 2004, eles voltaram a tocar juntos na chamada Reunion Tour (tem até DVD oficial disso) que inclusive passou pelo Brasil. Só que devido aquelas "cagadas" inexplicáveis que muitos promotores de shows fazem por aqui, eles só tocaram num festival em Curitiba, sendo que os ingressos acabaram no mesmo dia que foram postos a venda. O resultado para mim foi que fiquei sem vê-los ao vivo e já tinha isso na minha lista de decepções musicais, pois pensei que nunca mais fosse rolar.

Depois de 2004, eles se reuniram ocasionalmente, até que no ano passado, decidiram sair em turnê novamente para comemorar os 20 anos de lançamento do "Doolittle" (viu, como é importante?), tocando o disco na íntegra e na ordem original. Legal, né?

Mas depois veio a melhor parte. Recentemente os Pixies foram confirmados como uma das atrações do festival SWU (dia 11 de outubro próximo). O detalhe é que o show será o mesmo desta tour do "Doolittle". Como ainda não usei esta palavra no texto, termino resumindo tudo com: Perfeito!

Se você quiser ter a experiência de ouvi-lo por inteiro, cilque AQUI ou AQUI e tenha esta maravilha na sua coleção.

Sandro

Pixies - Here Comes Your Man
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Pixies - Debaser
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Pixies - Monkey Gone To Heaven
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Pixies - Wave Of Mutilation
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"DOOLITTLE" - PIXIES E DISCO PERFEITO

Bom, cá estou tocando num assunto não muito popular para grande parte dos meus amigos (o parceiro de blog, inclusive). Pixies.

Eu não vou negar que tenho um certo pé atrás com bandas muito queridinhas da crítica especializada. Excesso de bajulação as vezes irrita e até com certa frequencia é injustificado, pois muitas bandas são superestimadas. E os Pixies sempre foram considerados como uma destas unânimidades de crítica. Conheço gente que só por isso, já torce o nariz para a música deles. Outros já me disseram que é um som "metido" (o Black Francis é mala mesmo).

Mas inegavelmente tem qualidade. Não a toa o grupo que durou menos de 10 anos e gravou apenas quatro discos de estúdio, é venerado até hoje por fãs de todo o mundo. Trata-se daqueles casos que se encaixam perfeitamente na definição de cult.

Esta escassa, mas excelente discografia constitui-se dos seguintes trabalhos: "Surfer Rosa" (1988), "Doolittle" (1989), "Bossanova" (1990) e "Trompe Le Monde" (1991). Todos são pilares do chamado rock "alternativo" americano e influenciaram um monte de gente boa que veio depois ou que era até mesmo contemporâneo da banda (Kurt Cobain que o diga). Para resumir são albuns que precisam pelos menos de uma audição. Não se pode ignorar a força e a importância deles na história do rock.

Mas dentro desta seleta trajetória, o disco que para o meu gosto atingiu a perfeição é o segundo, o "Doolittle". Depois de uma estréia impressionante com "Surfer Rosa" já era difícil fazer alguma coisa no mesmo nível, que dirá superar. Pois "Doolittle" é composto por 15 músicas e consegue a proeza de trazer 15 faixas ótimas. Isso mesmo, todas, todas as músicas do disco são sensacionais.
  • "Debaser". Começa com uma linha de baixo marcante, seguida de um riff de guitarra grudento, um vocal gritado de Francis, além da Kim Deal sussurando o título ao fundo. Para completar a letra é sobre o cineasta Luis Bunuel (post aqui) e seu extraordinário filme "O Cão Andaluz".
  • "Tame". Outra que começa com um baixo matador, entra numa levada calma que se intercala com o título da música gritado a plenos pulmões, no que se poderia chamar de refrão.
  • "Wave of Mutilation". É daquelas sem definição. Linha melódica perfeita ao extremo. Rock com pop em níveis elevados de competência. Para ouvir, grudar e cantarolar depois.
  • "I Bleed". Inicia de novo com o poderoso baixo da Deal "falando". Os vocais simultâneos dela e de Francis são uma delícia e as distorções e guitarra se encaixam de forma precisa na levada mais calma do som.
  • "Here Comes Your Man". Dispensa apresentações. Uma aula de como misturar pop com rock. Quem nunca balançou o corpo numa pista ao som desta música que levante a mão. Impossível de ficar parado, sem querer, quando você dá por si, está mexendo o pé, a cabeça, a mão, sei lá. Maior hit dos Pixies, muitos injustamente conhecem apenas esta música deles. Se é o seu caso, está na hora de experimentar mais.
  • "Dead". É a mais crua. Guitara mais ardida e ritmo quebrado. Mais difícil que as demais, porém igualmente bela.
  • "Monkey Gone To Heaven". Sem comentários. Minha preferida. Sempre era um prazer ouvir esta música na pista do extinto Espaço Retrô em São Paulo. Ainda hoje para mim não pode faltar no set list de um dj que queira tocar algo dos anos 90.
  • "Mr. Grieves". O flerte com o ska que mostra a facilidade com que eles passeiam por estilos diferentes dentro da mesma música.
  • "Crackity Jones". Rapidinha. Aqui uma pequena mistura de surf músic com punk rock. Ritmo acelerado é gostosa mesmo sendo breve.
  • "La La Love You" Brilhante linha melódica para cantarolar e assoviar (literalmente). Tocada por outra banda poderia desandar para a cafonice. Aqui cresce e vira uma linda música.
  • "No 13 Baby". Traz a junção do vocal doce da Kim Deal com um esilo perturbado do Francis. Outro refrão grudento e sussurros deliciosos. Maravilhosa.
  • "There Goes My Gun". Que entrada. Também nos brinda com um duelo do vocal masculino com o feminino numa letra que simplesmente repete exaustivamente a frase que dá título a musica durante o 1 minuto e 50 segundos de duração. Parece ruim? Ouve para você ver como ficou demais.
  • "Hey". Esta me faz repensar no que escrevi linhas acima. Não será esta a minha faixa preferida? Que baixo, que melodia, que vocal. Tornou-se talvez o maior clássico para os fãs da banda. Não precisa dizer mais nada, né?
  • "Silver". Lembra descaradamente aquelas trilhas sonoras de filmes de faroeste, só que com a voz da Kim Deal de fundo, cantando como se estivesse numa lamentação. Cool até o osso.
  • "Gouge Away". Fecha em grande estilo. Ideal para cantar junto, gritando de preferência. Música ótima, que qualquer banda gostaria de ter no currículo.

Voltando a banda, o fato é que Black Francis (guitarra e vocais), Kim Deal (baixo e vocais), Joey Santiago (guitarra) e David Lovering (bateria) não seguraram a badalação. O problema de ego era enorme e criou-se um desgaste que culminou com o fim precoce do grupo, com direito a treta e tudo. Foi um final nada amigável.

Muitos anos depois, em 2004, eles voltaram a tocar juntos na chamada Reunion Tour (tem até DVD oficial disso) que inclusive passou pelo Brasil. Só que devido aquelas "cagadas" inexplicáveis que muitos promotores de shows fazem por aqui, eles só tocaram num festival em Curitiba, sendo que os ingressos acabaram no mesmo dia que foram postos a venda. O resultado para mim foi que fiquei sem vê-los ao vivo e já tinha isso na minha lista de decepções musicais, pois pensei que nunca mais fosse rolar.

Depois de 2004, eles se reuniram ocasionalmente, até que no ano passado, decidiram sair em turnê novamente para comemorar os 20 anos de lançamento do "Doolittle" (viu, como é importante?), tocando o disco na íntegra e na ordem original. Legal, né?

Mas depois veio a melhor parte. Recentemente os Pixies foram confirmados como uma das atrações do festival SWU (dia 11 de outubro próximo). O detalhe é que o show será o mesmo desta tour do "Doolittle". Como ainda não usei esta palavra no texto, termino resumindo tudo com: Perfeito!

Se você quiser ter a experiência de ouvi-lo por inteiro, cilque AQUI ou AQUI e tenha esta maravilha na sua coleção.

Sandro

Pixies - Here Comes Your Man
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Pixies - Debaser
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Pixies - Monkey Gone To Heaven
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Pixies - Wave Of Mutilation
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domingo, 1 de agosto de 2010

ONDE FICAR LIGADO NA TEMPORADA DE SHOWS DO SEGUNDO SEMESTRE DE 2010

Recentemente escrevi um resumo (leia aqui) sobre as certezas e possibilidades de shows para o segundo semestre deste ano. Muita coisa do que eu especulei já foi confirmada, outras ainda não e outras estão mais difíceis. Fatalmente vou escrever posts específicos sobre vários destes shows (uns antes, outros depois de rolar), além é claro de dedicar pelo menos um texto para comentar os dois mega festivais que teremos por aqui (este ano em datas diferentes), que são o SWU (3 dias em Itú) e o já consagrado Planeta Terra. Farei isso assim que os eventos fecharem de vez seu line up.



Hoje não vou deixar a relação inteira. Vou apenas filtrar pelo meu gosto pessoal o que eu não devo perder de jeito nenhum no meio deste monte de artista que vai desembarcar por aqui e no que eu devo ficar ligado. Eu estava fazendo esta lista para controle pessoal e nada mais fácil do que deixá-la aqui no blog para poder consultar a qualquer hora. Fora isso a relação pode ajudar com alguma informação que vocês ainda não tenham. Atenção, as datas são para os shows em São Paulo (minha localidade), porém para colaborar coms os amigos de outros Estados, eu cito as outras cidades que vão receber shows dentro destas mesmas turnês, porém sem especificar locais, dias e preços.


Na primeira lista, quem já está confirmado e é obrigatório. Tenho que dar um jeito de assistir.
  • Vive La Fête - Dia 5 de agosto no Comitê Club. R$100,00 á venda no site / postos da ingressorapido. Haverá shows também em Porto Alegre e Belo Horizonte.
  • Lauryn Hill - Dia 7 de setembro no Credicard Hall. R$150,00 á venda nas bilheterias da casa ou nos sites / postos da ticketmaster e ticketforfun. Haverá shows também em Porto Alegre, Brasília e Florianópolis.
  • Rage Against The Machine - Dia 9 de outubro na Fazenda Maeda em Itú dentro do festival SWU. R$190,00 á venda na bilheteria do Ibirapuera, lojas FNAC e Made inBrasil e no site / postos da ingressorapido. Não vai rolar em outro Estado.
  • Pixies - Dia 11 de outubro na Fazenda Maeda em Itú dentro do festival SWU. R$190,00 á venda na bilheteria do Ibirapuera, lojas FNAC e Made inBrasil e no site ou postos da ingressorapido. Não vai rolar em outro Estado. Não gostei da escalação para este dia. O que ajudou um pouco foi o anúncio do projeto Cavalera Conspiracy...
  • Green Day - Dia 20 de outubro na Arena Anhembi. R$180,00 á venda em postos nos shoppings Anália Franco e Morumbi, além do site livepass. Tocam também em Porto Alegre, Brasília e Rio de Janeiro.
  • Smashing Pumpkins + Pavement + Phoenix + Hot Chip. Dia 20 de novembro no Playcenter dentro do Planeta Terra Festival. R$160,00 á venda nas lojas FNAC e Saraiva e no site / postos da ticketsforfun. Não sei se as bandas vão se apresentar de forma separadas em outros Estados.
Na segunda lista, quem ainda não está confirmado, mas se vier é obrigatório. Tenho que ficar esperto nas confirmações e também dar um jeito de assistir.
  • Dinosaur Jr - Tocarão dia 24 de setembro num festival em Recife. A chance de pintarem também em São Paulo é grande.
  • Queens Of The Stone Age - De início era para ser no Planeta Terra, depois o boato é que será no SWU.
  • Julian Casablancas - Pouco especulado, pode ser uma surpresa já para o mês de setembro. Só li críticas boas sobre os shows do vocal dos Strokes, então num lugar fechado, estarei lá.
  • Paul McCartney - Especulado para o dia 9 de outubro no SWU, com a confirmação do Rage Against de Machine´para este dia, parece que não vai rolar não...
  • Chemical Brothers - Estão praticamente fechados para o SWU. Resta saber para qual dia.
  • Passion Pit - Estes estão praticamente confirmados para o Planeta Terra.
  • Belle and Sebastian - Um amigo jura que eles tocam no Planeta Terra. Já li que eles chegam em novembro, mas não no festival (o que seria mais legal). Vamos ver.
  • Joan Jett - Esse é bem boato mesmo. Seria para Novembro, apenas na capital paulista.
Na terceira lista, deixei atrações confirmadas, mas que não tenho certeza se irei.
  • Fuck Buttons - Dia 12 de agosto no MIS. R$80,00 á venda no local. Dia 14 de agosto nos SESC Pompéia. R$20,00 á venda no local. Muitas revistas colocaram o disco deles como um dos melhores de 2009. Não faz muito a minha cabeça. Vou decidir só na outra semana. Este só em SP.
  • Erykah Badu - Dia 29 de agosto no Credicard Hall. R$280,00 á venda na bilheteria da casa e nos sites da ticketmaster e ticketforfun. Gosto dela, mas o show só com cadeiras e o alto preço do ingresso estão me afastando da balada... Única apresentação no Brasil.
  • Air - Da 16 de outubro na Chácara do jóquei dentro do festival Natura About Us. Ainda não vi nada sobre os ingressos. Gosto do som dos franceses, mas dentro desta maratona eu só vou se pintar alguma outra grande atração dentro deste mesmo evento (ou se completarem com James e Interpol pelo menos). Eles tocam ainda no Rio de Janeiro e em Belo Horizonte.
  • She Wants Revenge - Dia 9 de setembro no Clash Club. R$90,00 á venda no site ticketbrasil. Este eu quero muito ir, mas vai depender da correria. Decido na semana. Eles tocam ainda em Brasília.
  • Regina Spektor + Kings of Leon + Sublime - Dia 10 de outubro dentro do festival SWU. R$190,00. Apesar de serem ótimas atrações, esta escalação não está me seduzindo muito. Os caras deveriam ter incluido os Pixies neste mesmo dia e não no dia 11. Se eu não for, vou sentir mais a falta da Regina Spektor.
  • The Cranberries - Dia 14 de outubro no Credicard Hall. R$180,00 á venda na bilheteria da casa ou no site e postos da ticketmaster. A nova turnê passa ainda por Rio de Janeiro, Brasília, Recife e Florianópolis
Na quarta lista, quem ainda não está confirmado e mesmo que seja, irei pensar bastante a respeito. São casos que devo decidir na semana do show.
  • James - Seria para o festival Natura About Us, junto com o Air. Ainda não seria o suficiente para fazer com que eu decida antecipadamente.
  • Katy Perry - Depende do lugar. Se for num local fechado, irei com certeza. Num show aberto, precisaria ver aonde.
  • Yo La Tengo + Arcade Fire - Duas bandas muito comentadas para aparecer por aqui. Não se sabe ainda em qual festival. SWU, Planeta Terra ou Natura. São bandas que gosto, mas não sou fanático. Já assisti shows de ambas e minha ida dependeria de onde vai rolar. Minha torcida é para que seja no Natura, porque aí juntando com James e Air, fica bem interessante.
Na quinta lista, shows confirmados que eu gostaria muito de ir, mas vou faltar.
  • Echo and The Bunnymen - Dia 11 de outubro no Credicard Hall. R$120,00 á venda na bilheteria da casa e no site da ticketmaster. Só não vou ver esta banda que adoro porque já os assisti umas três vezes e neste mesmo dia terá o show dos Pixies que eu nunca vi.
  • Calvin Harris - O DJ tocará dia 14 de novembro na Fazenda Maeda em Itú dentro do festival XXXperience. Se fose na capital eu iria, mas voltar para o interior depois da maratona que vai ser o SWU, não rola.





Sandro











ONDE FICAR LIGADO NA TEMPORADA DE SHOWS DO SEGUNDO SEMESTRE DE 2010

Recentemente escrevi um resumo (leia aqui) sobre as certezas e possibilidades de shows para o segundo semestre deste ano. Muita coisa do que eu especulei já foi confirmada, outras ainda não e outras estão mais difíceis. Fatalmente vou escrever posts específicos sobre vários destes shows (uns antes, outros depois de rolar), além é claro de dedicar pelo menos um texto para comentar os dois mega festivais que teremos por aqui (este ano em datas diferentes), que são o SWU (3 dias em Itú) e o já consagrado Planeta Terra. Farei isso assim que os eventos fecharem de vez seu line up.



Hoje não vou deixar a relação inteira. Vou apenas filtrar pelo meu gosto pessoal o que eu não devo perder de jeito nenhum no meio deste monte de artista que vai desembarcar por aqui e no que eu devo ficar ligado. Eu estava fazendo esta lista para controle pessoal e nada mais fácil do que deixá-la aqui no blog para poder consultar a qualquer hora. Fora isso a relação pode ajudar com alguma informação que vocês ainda não tenham. Atenção, as datas são para os shows em São Paulo (minha localidade), porém para colaborar coms os amigos de outros Estados, eu cito as outras cidades que vão receber shows dentro destas mesmas turnês, porém sem especificar locais, dias e preços.


Na primeira lista, quem já está confirmado e é obrigatório. Tenho que dar um jeito de assistir.
  • Vive La Fête - Dia 5 de agosto no Comitê Club. R$100,00 á venda no site / postos da ingressorapido. Haverá shows também em Porto Alegre e Belo Horizonte.
  • Lauryn Hill - Dia 7 de setembro no Credicard Hall. R$150,00 á venda nas bilheterias da casa ou nos sites / postos da ticketmaster e ticketforfun. Haverá shows também em Porto Alegre, Brasília e Florianópolis.
  • Rage Against The Machine - Dia 9 de outubro na Fazenda Maeda em Itú dentro do festival SWU. R$190,00 á venda na bilheteria do Ibirapuera, lojas FNAC e Made inBrasil e no site / postos da ingressorapido. Não vai rolar em outro Estado.
  • Pixies - Dia 11 de outubro na Fazenda Maeda em Itú dentro do festival SWU. R$190,00 á venda na bilheteria do Ibirapuera, lojas FNAC e Made inBrasil e no site ou postos da ingressorapido. Não vai rolar em outro Estado. Não gostei da escalação para este dia. O que ajudou um pouco foi o anúncio do projeto Cavalera Conspiracy...
  • Green Day - Dia 20 de outubro na Arena Anhembi. R$180,00 á venda em postos nos shoppings Anália Franco e Morumbi, além do site livepass. Tocam também em Porto Alegre, Brasília e Rio de Janeiro.
  • Smashing Pumpkins + Pavement + Phoenix + Hot Chip. Dia 20 de novembro no Playcenter dentro do Planeta Terra Festival. R$160,00 á venda nas lojas FNAC e Saraiva e no site / postos da ticketsforfun. Não sei se as bandas vão se apresentar de forma separadas em outros Estados.
Na segunda lista, quem ainda não está confirmado, mas se vier é obrigatório. Tenho que ficar esperto nas confirmações e também dar um jeito de assistir.
  • Dinosaur Jr - Tocarão dia 24 de setembro num festival em Recife. A chance de pintarem também em São Paulo é grande.
  • Queens Of The Stone Age - De início era para ser no Planeta Terra, depois o boato é que será no SWU.
  • Julian Casablancas - Pouco especulado, pode ser uma surpresa já para o mês de setembro. Só li críticas boas sobre os shows do vocal dos Strokes, então num lugar fechado, estarei lá.
  • Paul McCartney - Especulado para o dia 9 de outubro no SWU, com a confirmação do Rage Against de Machine´para este dia, parece que não vai rolar não...
  • Chemical Brothers - Estão praticamente fechados para o SWU. Resta saber para qual dia.
  • Passion Pit - Estes estão praticamente confirmados para o Planeta Terra.
  • Belle and Sebastian - Um amigo jura que eles tocam no Planeta Terra. Já li que eles chegam em novembro, mas não no festival (o que seria mais legal). Vamos ver.
  • Joan Jett - Esse é bem boato mesmo. Seria para Novembro, apenas na capital paulista.
Na terceira lista, deixei atrações confirmadas, mas que não tenho certeza se irei.
  • Fuck Buttons - Dia 12 de agosto no MIS. R$80,00 á venda no local. Dia 14 de agosto nos SESC Pompéia. R$20,00 á venda no local. Muitas revistas colocaram o disco deles como um dos melhores de 2009. Não faz muito a minha cabeça. Vou decidir só na outra semana. Este só em SP.
  • Erykah Badu - Dia 29 de agosto no Credicard Hall. R$280,00 á venda na bilheteria da casa e nos sites da ticketmaster e ticketforfun. Gosto dela, mas o show só com cadeiras e o alto preço do ingresso estão me afastando da balada... Única apresentação no Brasil.
  • Air - Da 16 de outubro na Chácara do jóquei dentro do festival Natura About Us. Ainda não vi nada sobre os ingressos. Gosto do som dos franceses, mas dentro desta maratona eu só vou se pintar alguma outra grande atração dentro deste mesmo evento (ou se completarem com James e Interpol pelo menos). Eles tocam ainda no Rio de Janeiro e em Belo Horizonte.
  • She Wants Revenge - Dia 9 de setembro no Clash Club. R$90,00 á venda no site ticketbrasil. Este eu quero muito ir, mas vai depender da correria. Decido na semana. Eles tocam ainda em Brasília.
  • Regina Spektor + Kings of Leon + Sublime - Dia 10 de outubro dentro do festival SWU. R$190,00. Apesar de serem ótimas atrações, esta escalação não está me seduzindo muito. Os caras deveriam ter incluido os Pixies neste mesmo dia e não no dia 11. Se eu não for, vou sentir mais a falta da Regina Spektor.
  • The Cranberries - Dia 14 de outubro no Credicard Hall. R$180,00 á venda na bilheteria da casa ou no site e postos da ticketmaster. A nova turnê passa ainda por Rio de Janeiro, Brasília, Recife e Florianópolis
Na quarta lista, quem ainda não está confirmado e mesmo que seja, irei pensar bastante a respeito. São casos que devo decidir na semana do show.
  • James - Seria para o festival Natura About Us, junto com o Air. Ainda não seria o suficiente para fazer com que eu decida antecipadamente.
  • Katy Perry - Depende do lugar. Se for num local fechado, irei com certeza. Num show aberto, precisaria ver aonde.
  • Yo La Tengo + Arcade Fire - Duas bandas muito comentadas para aparecer por aqui. Não se sabe ainda em qual festival. SWU, Planeta Terra ou Natura. São bandas que gosto, mas não sou fanático. Já assisti shows de ambas e minha ida dependeria de onde vai rolar. Minha torcida é para que seja no Natura, porque aí juntando com James e Air, fica bem interessante.
Na quinta lista, shows confirmados que eu gostaria muito de ir, mas vou faltar.
  • Echo and The Bunnymen - Dia 11 de outubro no Credicard Hall. R$120,00 á venda na bilheteria da casa e no site da ticketmaster. Só não vou ver esta banda que adoro porque já os assisti umas três vezes e neste mesmo dia terá o show dos Pixies que eu nunca vi.
  • Calvin Harris - O DJ tocará dia 14 de novembro na Fazenda Maeda em Itú dentro do festival XXXperience. Se fose na capital eu iria, mas voltar para o interior depois da maratona que vai ser o SWU, não rola.





Sandro











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