minervapop

segunda-feira, 7 de junho de 2010

Y - O ÚLTIMO HOMEM


Quem acompanha o Minerva Pop deve ter notado o quanto o meu parceiro Sandro gosta da série Lost. Não é pra menos, foram 6 temporadas muito bem feitas, com roteiristas criativos e produção inteligente, basta conferir os números e resultados comerciais do programa. Dentre esses roteiristas está Brian K. Vaughan, o qual trabalhou em alguns episódios das série.

Brian foi inicialmente contratado como produtor executivo de história durante o intervalo da terceira temporada. Tornou-se um co-produtor na quarta temporada, sendo promovido a produtor na quinta temporada. Em 2009, anunciou que não não estaria retornando para a sexta e última temporada da série.

Voce deve estar se perguntando: “Por que ele está citando Brian K. Vaughan?” Explico: Pelo fato dele ser responsável por uma excelente HQ chamada “Y – O Último Homem”, que começou a ser publicada em 2002 pelo selo Vertigo e está sendo distribuída atualmente no Brasil pela Panini em volumes. Já sairam “Extinção” e agora está nas bancas “Ciclos”, está previsto uma terceira para completar os primeiros 12 meses de publicação.


A história tem início em 17 de Julho de 2002, quando algo mata simultaneamente todos os seres que possuem um Cromossomo Y - incluindo embriões, óvulos fertilizados e esperma. Exceto Yorick Brown e seu macaco Ampersand. A sociedade é jogada no caos quando somente as mulheres sobreviventes tentam lidar com a perda dos homens. Isso gera uma série de sintomas comportamentais, dentre eles o surgimento das "Filhas das Amazonas", grupo de mulheres que entende a extinção masculina como uma benção divina.

A série já ganhou alguns prêmios, mas acredito que nada supera o elogio de Stephen King, ao dizer que esse é o melhor quadrinho que já leu (tá certo que tem uma dose “patriota” aí, mas tudo bem).

Muitos apostam que será uma questão de tempo essa obra ter sua adaptação para uma série de TV ou  para o cinema, é esperar para ver.

Somente por curiosidade, tem um episódio de Lost em que Hurley está lendo “Y – O Último Homem”. Confira.


Anselmo


Y - O ÚLTIMO HOMEM


Quem acompanha o Minerva Pop deve ter notado o quanto o meu parceiro Sandro gosta da série Lost. Não é pra menos, foram 6 temporadas muito bem feitas, com roteiristas criativos e produção inteligente, basta conferir os números e resultados comerciais do programa. Dentre esses roteiristas está Brian K. Vaughan, o qual trabalhou em alguns episódios das série.

Brian foi inicialmente contratado como produtor executivo de história durante o intervalo da terceira temporada. Tornou-se um co-produtor na quarta temporada, sendo promovido a produtor na quinta temporada. Em 2009, anunciou que não não estaria retornando para a sexta e última temporada da série.

Voce deve estar se perguntando: “Por que ele está citando Brian K. Vaughan?” Explico: Pelo fato dele ser responsável por uma excelente HQ chamada “Y – O Último Homem”, que começou a ser publicada em 2002 pelo selo Vertigo e está sendo distribuída atualmente no Brasil pela Panini em volumes. Já sairam “Extinção” e agora está nas bancas “Ciclos”, está previsto uma terceira para completar os primeiros 12 meses de publicação.


A história tem início em 17 de Julho de 2002, quando algo mata simultaneamente todos os seres que possuem um Cromossomo Y - incluindo embriões, óvulos fertilizados e esperma. Exceto Yorick Brown e seu macaco Ampersand. A sociedade é jogada no caos quando somente as mulheres sobreviventes tentam lidar com a perda dos homens. Isso gera uma série de sintomas comportamentais, dentre eles o surgimento das "Filhas das Amazonas", grupo de mulheres que entende a extinção masculina como uma benção divina.

A série já ganhou alguns prêmios, mas acredito que nada supera o elogio de Stephen King, ao dizer que esse é o melhor quadrinho que já leu (tá certo que tem uma dose “patriota” aí, mas tudo bem).

Muitos apostam que será uma questão de tempo essa obra ter sua adaptação para uma série de TV ou  para o cinema, é esperar para ver.

Somente por curiosidade, tem um episódio de Lost em que Hurley está lendo “Y – O Último Homem”. Confira.


Anselmo


domingo, 6 de junho de 2010

VIDEOS DA SEMANA - Pavement, The Doors, Buddy Guy, Le Tigre, Soulfly

1) Disseram que o Pavement "arrebentou"no festival Primavera, em Barcelona. Segue Gold Soundz do álbum "Crooked Rain, Crooked Rain" (1994).


2) "When You´re Strange" - filme documentário sobre os Doors, direção de Tom DiCillo e narração de Johnny Deep. Agora é tudo verdade, sem encenação.



3) Buddy Guy and Junior Wells Play The Blues - Lançamento da gravadora Warner, esse CD duplo é seminal e importante para os admiradores de Blues.


4) Le Tigre - TKO - Esse banda de meninas lideradas por JD Samson (militante lésbica), está "bombando" com a moçada. Eu gostei do som, recomendo.



5) Soulfly - "Bloodbath & Beyond" - Video do novo trabalho da banda de Max Cavalera, "Omen",  no Rock In Rio Lisboa.

VIDEOS DA SEMANA - Pavement, The Doors, Buddy Guy, Le Tigre, Soulfly

1) Disseram que o Pavement "arrebentou"no festival Primavera, em Barcelona. Segue Gold Soundz do álbum "Crooked Rain, Crooked Rain" (1994).


2) "When You´re Strange" - filme documentário sobre os Doors, direção de Tom DiCillo e narração de Johnny Deep. Agora é tudo verdade, sem encenação.



3) Buddy Guy and Junior Wells Play The Blues - Lançamento da gravadora Warner, esse CD duplo é seminal e importante para os admiradores de Blues.


4) Le Tigre - TKO - Esse banda de meninas lideradas por JD Samson (militante lésbica), está "bombando" com a moçada. Eu gostei do som, recomendo.



5) Soulfly - "Bloodbath & Beyond" - Video do novo trabalho da banda de Max Cavalera, "Omen",  no Rock In Rio Lisboa.

sábado, 5 de junho de 2010

PREACHER - SALVAÇÃO - VOLUME 7


Pessoal, hoje decididamente não estava previsto de escrever nada no Blog, mas acabei de ler o “Preacher – Salvação”, o sétimo volume da saga do reverendo Jesse Custer lançado pela Panini Books no Brasil.

Mais uma vez esse série de quadrinhos criada por Garth Ennis e Steve Dillon nos anos 90 me surpreende de forma extremamente positiva. Morte, sexo, sangue, violência, álcool, reflexões da alma e da vida, tudo isso envolto em uma narrativa inteligente e cinematográfica. Não entendo como ainda não fizeram uma adaptação para o cinema.

Sua obsessiva busca por Deus ao redor do mundo, trouxe a Jesse Custer muito sofrimento e desventuras. Após uma batalha épica com as forças do Graal, Jesse caiu de um avião para a morte quase certa, mas acordou um mês depois, sem um olho e sem memória, e o pior de tudo, sua amada nos braços de seu melhor amigo, o vampiro beberrão Cassidy.

Tentando livra-se desse sentimento “de merda”, vai até a pequena cidade de Salvation, no meio do Texas, onde se torna xerife e tem que lutar contra o alucinado empresário do ramo de matadouros chamado Odin Quincannon, uma sado-masoquista nazista, a Klu Klux Klan, e ainda encontrar traços de sua família, a qual pensava que havia perdido a tempos.

Eu sou suspeito de falar, mas vá até uma livraria ou banca especializada mais próxima e compre essa série, você não vai se arrepender. Quanto a mim, somente resta aguardar o lançamento dos volumes oito e nove, “Às Portas do Inferno” e “Álamo”, respectivamente.

Isso se a Editora Panini conseguir quebrar a maldição e concluir a série, pois será a oitava editora a publicar o título, sendo que nenhuma das anteriores conseguiu esse feito no Brasil.
Dentre elas a “Metal Pesado Quadrinhos”, “Tudo em Quadrinhos”, “Edições Fractal” e “Atitude Publicações”, sempre em forma de título mensal.

Na sequência a “Brainstore” publicou a revista, mas parou quando faltavam apenas cinco números para finalizar a saga. E quando o título foi para a “Devir”, e a editora optou por lançá-lo em formato de álbuns desde o início da saga,  os direitos da “Vertigo” foram adquiridos pela “Pixel”, que também deixou a série inacabada. Vamos torcer para que a Panini lance no mercado todas as edições.

Vale lembrar que "Preacher" foi ganhadora do prêmio Eisner de Melhor Série Contínua, dando também a Ennis o Eisner de Melhor Roteirista. “Preacher” durou 66 edições normais e 6 edições especias (uma clara alusão ao diabólico número 666).


Anselmo

PREACHER - SALVAÇÃO - VOLUME 7


Pessoal, hoje decididamente não estava previsto de escrever nada no Blog, mas acabei de ler o “Preacher – Salvação”, o sétimo volume da saga do reverendo Jesse Custer lançado pela Panini Books no Brasil.

Mais uma vez esse série de quadrinhos criada por Garth Ennis e Steve Dillon nos anos 90 me surpreende de forma extremamente positiva. Morte, sexo, sangue, violência, álcool, reflexões da alma e da vida, tudo isso envolto em uma narrativa inteligente e cinematográfica. Não entendo como ainda não fizeram uma adaptação para o cinema.

Sua obsessiva busca por Deus ao redor do mundo, trouxe a Jesse Custer muito sofrimento e desventuras. Após uma batalha épica com as forças do Graal, Jesse caiu de um avião para a morte quase certa, mas acordou um mês depois, sem um olho e sem memória, e o pior de tudo, sua amada nos braços de seu melhor amigo, o vampiro beberrão Cassidy.

Tentando livra-se desse sentimento “de merda”, vai até a pequena cidade de Salvation, no meio do Texas, onde se torna xerife e tem que lutar contra o alucinado empresário do ramo de matadouros chamado Odin Quincannon, uma sado-masoquista nazista, a Klu Klux Klan, e ainda encontrar traços de sua família, a qual pensava que havia perdido a tempos.

Eu sou suspeito de falar, mas vá até uma livraria ou banca especializada mais próxima e compre essa série, você não vai se arrepender. Quanto a mim, somente resta aguardar o lançamento dos volumes oito e nove, “Às Portas do Inferno” e “Álamo”, respectivamente.

Isso se a Editora Panini conseguir quebrar a maldição e concluir a série, pois será a oitava editora a publicar o título, sendo que nenhuma das anteriores conseguiu esse feito no Brasil.
Dentre elas a “Metal Pesado Quadrinhos”, “Tudo em Quadrinhos”, “Edições Fractal” e “Atitude Publicações”, sempre em forma de título mensal.

Na sequência a “Brainstore” publicou a revista, mas parou quando faltavam apenas cinco números para finalizar a saga. E quando o título foi para a “Devir”, e a editora optou por lançá-lo em formato de álbuns desde o início da saga,  os direitos da “Vertigo” foram adquiridos pela “Pixel”, que também deixou a série inacabada. Vamos torcer para que a Panini lance no mercado todas as edições.

Vale lembrar que "Preacher" foi ganhadora do prêmio Eisner de Melhor Série Contínua, dando também a Ennis o Eisner de Melhor Roteirista. “Preacher” durou 66 edições normais e 6 edições especias (uma clara alusão ao diabólico número 666).


Anselmo

quinta-feira, 3 de junho de 2010

PUBLIC IMAGE LTD - NA ATIVA


Tenho consciência de que as vezes meus textos são sobre artistas e ídolos pop de alguns anos atrás, não trazendo muitos comentários ou informações sobre o que acontece de novo no mercado, mas o que posso fazer,  esses caras simplesmente não desistem.

Estou aqui novamente escrevendo sobre John Lydon, só que dessa vez pra dizer que esse “cara-de-pau” reuniu o Public Image Limited (PIL) para uma série de shows na Inglaterra (recentemente tocaram no Coachella Festival 2010).

Serão seis apresentações, sendo também previsto uma participação no “Heineken Music Conference 2010 Festival” em Tel-Aviv, Israel, domingo, August 31st 2010.

A mais recente formação do PIL conta com Lu Edmonds (guitarra), Bruce Smith (bateria), Scott Firth (Baixo).

John Lydon formou o Public Image em 1978 com Keith Levene (guitarra), Jah Wobble (baixo), and Jim Walker (bateria). A banda assinou com a Virgin Records e lançou seu álbum de estréia 'Public Image - First Issue' em December. Tudo isso não levou mais que seis meses.


Em 1986 é lançado no mercado o melhor trabalho do PIL (em minha opinião), chamado simplesmente de “Album”. Com produção de Bill Laswell e com uma séire de músicos de estúdio como Ginger Baker, Steve Vai, and Ryuichi Sakamoto. O single 'Rise' atingiu o número 11 na “parada” britânica.

John Lydon não é mais o insuportável e ácido Johnny Rotten dos anos 70 e início dos 80 (conforme você pode conferir em um trecho de entrevistas abaixo), mas seria muito legal se ele voltasse ao Brasil com o Public Image Ltd.

Porém, enquanto isso não acontece, vamos “curtindo” os vídeos mesmo. (Uma dica, tem duas entrevistas antologicas de John Lydon com Tom Snyder no Youtube -1980 e 1997 - que valem a pena conferir!)



Anselmo







PUBLIC IMAGE LTD - NA ATIVA


Tenho consciência de que as vezes meus textos são sobre artistas e ídolos pop de alguns anos atrás, não trazendo muitos comentários ou informações sobre o que acontece de novo no mercado, mas o que posso fazer,  esses caras simplesmente não desistem.

Estou aqui novamente escrevendo sobre John Lydon, só que dessa vez pra dizer que esse “cara-de-pau” reuniu o Public Image Limited (PIL) para uma série de shows na Inglaterra (recentemente tocaram no Coachella Festival 2010).

Serão seis apresentações, sendo também previsto uma participação no “Heineken Music Conference 2010 Festival” em Tel-Aviv, Israel, domingo, August 31st 2010.

A mais recente formação do PIL conta com Lu Edmonds (guitarra), Bruce Smith (bateria), Scott Firth (Baixo).

John Lydon formou o Public Image em 1978 com Keith Levene (guitarra), Jah Wobble (baixo), and Jim Walker (bateria). A banda assinou com a Virgin Records e lançou seu álbum de estréia 'Public Image - First Issue' em December. Tudo isso não levou mais que seis meses.


Em 1986 é lançado no mercado o melhor trabalho do PIL (em minha opinião), chamado simplesmente de “Album”. Com produção de Bill Laswell e com uma séire de músicos de estúdio como Ginger Baker, Steve Vai, and Ryuichi Sakamoto. O single 'Rise' atingiu o número 11 na “parada” britânica.

John Lydon não é mais o insuportável e ácido Johnny Rotten dos anos 70 e início dos 80 (conforme você pode conferir em um trecho de entrevistas abaixo), mas seria muito legal se ele voltasse ao Brasil com o Public Image Ltd.

Porém, enquanto isso não acontece, vamos “curtindo” os vídeos mesmo. (Uma dica, tem duas entrevistas antologicas de John Lydon com Tom Snyder no Youtube -1980 e 1997 - que valem a pena conferir!)



Anselmo







quarta-feira, 2 de junho de 2010

HELENA MEIRELLES - ARTISTA BRASILEIRA


Quem acompanha o Blog sabe que nós admiramos músicos consagrados, principalmente os que compõem música alternativa e o simples e bom rock´n´roll.

Porém, devido aos recentes acontecimentos internacionais, principalmente o episódio envolvendo os navios do “Movimento Gaza Livre”, não estou com inspiração pra escrever sobre músicos ingleses, americanos, europeus, etc. Estou com vontade de “postar” algo sobre alguém do Brasil. Lembrei de Dona Helena.

Por que Dona Helena? Pelo simples fato de ter sido eleita em 1993, pela revista americana Guitar Player, como uma das 100 melhores instrumentistas do mundo, por sua atuação nas violas de seis, oito, dez e doze cordas, e com voto de um de meus guitarristas preferidos, Mr. Eric Clapton.

Helena Meirelles (Campo Grande, 13 de agosto de 1924 — Campo Grande, 28 de setembro de 2005), além de lavadeira e benzedeira, foi uma violeira que passou boa parte da vida acompanhando boiadeiros e tocando em bordéis no Mato Grosso, e posteriormente reconhecida mundialmente por seu talento com a viola caipira.

O mais incrível é que sua primeira apresentação em um teatro foi quando tinha 67 anos, gravando dois discos em seguida. Faleceu vítima de parada cardiorespiratória aos 81 anos, e deixou onze filhos.

O que chamou minha atenção a essa senhora não foi somente seu talento, mas sua atitude e sua comunicação simples e direta, sem medo, não devendo nada a nenhum "bluesman" ou "machão que se veste de preto".

Para quem tem interesse de conhecer mais sobre sua vida e obra, existem filmes e documentários sobre dona Helena Meirelles, os quais deixo alguns trechos abaixo.


 

Anselmo



HELENA MEIRELLES - ARTISTA BRASILEIRA


Quem acompanha o Blog sabe que nós admiramos músicos consagrados, principalmente os que compõem música alternativa e o simples e bom rock´n´roll.

Porém, devido aos recentes acontecimentos internacionais, principalmente o episódio envolvendo os navios do “Movimento Gaza Livre”, não estou com inspiração pra escrever sobre músicos ingleses, americanos, europeus, etc. Estou com vontade de “postar” algo sobre alguém do Brasil. Lembrei de Dona Helena.

Por que Dona Helena? Pelo simples fato de ter sido eleita em 1993, pela revista americana Guitar Player, como uma das 100 melhores instrumentistas do mundo, por sua atuação nas violas de seis, oito, dez e doze cordas, e com voto de um de meus guitarristas preferidos, Mr. Eric Clapton.

Helena Meirelles (Campo Grande, 13 de agosto de 1924 — Campo Grande, 28 de setembro de 2005), além de lavadeira e benzedeira, foi uma violeira que passou boa parte da vida acompanhando boiadeiros e tocando em bordéis no Mato Grosso, e posteriormente reconhecida mundialmente por seu talento com a viola caipira.

O mais incrível é que sua primeira apresentação em um teatro foi quando tinha 67 anos, gravando dois discos em seguida. Faleceu vítima de parada cardiorespiratória aos 81 anos, e deixou onze filhos.

O que chamou minha atenção a essa senhora não foi somente seu talento, mas sua atitude e sua comunicação simples e direta, sem medo, não devendo nada a nenhum "bluesman" ou "machão que se veste de preto".

Para quem tem interesse de conhecer mais sobre sua vida e obra, existem filmes e documentários sobre dona Helena Meirelles, os quais deixo alguns trechos abaixo.


 

Anselmo



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