minervapop
domingo, 2 de agosto de 2009
TOQUE PARA CELULAR - DIGITALISM
Achei que ficou bom. A pegada inicial chama atenção na hora.
Digitalism é um duo alemão que faz música eletrônica de primeira qualidade. O disco "Idealism" é demais!
Abaixo deixei a referida música num vídeo com o game Audiosurf. Ficou F....
Tente ouvir o som e não mexer nenhuma parte do corpo. Dá vontade de procurar uma pista de dança na hora.
Sandro
TOQUE PARA CELULAR - DIGITALISM
Achei que ficou bom. A pegada inicial chama atenção na hora.
Digitalism é um duo alemão que faz música eletrônica de primeira qualidade. O disco "Idealism" é demais!
Abaixo deixei a referida música num vídeo com o game Audiosurf. Ficou F....
Tente ouvir o som e não mexer nenhuma parte do corpo. Dá vontade de procurar uma pista de dança na hora.
Sandro
DEATH CAB FOR CUTIE - Antes tarde do que nunca
Mas o Death Cab For Cutie passou. A banda americana formada no final dos anos 90 passou batida para mim. Tinha ouvido falar diversar vezes mas nunca tinha parado para conhecer. Talvez pelo nome comprido, sei lá.
O fato é que só fui ouvir uma música dos caras o ano passado, por conta do lançamento do disco "Narrow Stairs" (já com edição nacional pela Warner). E gostei. Mas gostei muito mesmo! No meio desta avalanche de novos nomes que surgem no meio da música, foi uma surpresa. Era bom demais.
Imediatamente fui atrás dos outros trabalhos, que achei igualmente legais até que me deparei com o disco "Plans", de 2005 (também lançado no Brasil pela Warner).
Este é uma maravilha. Um disco com uma linha melódica incrível. Me apaixonei pelo album e hoje o ouço frequentemente.
Não chega a ser uma novidade, mas fica a dica para quem não conhece. Abaixo eu deixei dois vídeos com músicas do disco "Plans". O primeiro é o clip da música "Soul Meets Body". O segundo é a balada ""I Will Folow You Into The Dark" que é uma das mais belas músicas que ouvi nos últimos tempos. O clip desta música também era bem legal, mas a gravadora o proibiu no You Tube. Então, já que é o típico som para cantar junto, deixei um daqueles vídeos que mostra a letra, que por sinal é muito bacana.
Confiram aí!
Sandro
DEATH CAB FOR CUTIE - Antes tarde do que nunca
Mas o Death Cab For Cutie passou. A banda americana formada no final dos anos 90 passou batida para mim. Tinha ouvido falar diversar vezes mas nunca tinha parado para conhecer. Talvez pelo nome comprido, sei lá.
O fato é que só fui ouvir uma música dos caras o ano passado, por conta do lançamento do disco "Narrow Stairs" (já com edição nacional pela Warner). E gostei. Mas gostei muito mesmo! No meio desta avalanche de novos nomes que surgem no meio da música, foi uma surpresa. Era bom demais.
Imediatamente fui atrás dos outros trabalhos, que achei igualmente legais até que me deparei com o disco "Plans", de 2005 (também lançado no Brasil pela Warner).
Este é uma maravilha. Um disco com uma linha melódica incrível. Me apaixonei pelo album e hoje o ouço frequentemente.
Não chega a ser uma novidade, mas fica a dica para quem não conhece. Abaixo eu deixei dois vídeos com músicas do disco "Plans". O primeiro é o clip da música "Soul Meets Body". O segundo é a balada ""I Will Folow You Into The Dark" que é uma das mais belas músicas que ouvi nos últimos tempos. O clip desta música também era bem legal, mas a gravadora o proibiu no You Tube. Então, já que é o típico som para cantar junto, deixei um daqueles vídeos que mostra a letra, que por sinal é muito bacana.
Confiram aí!
Sandro
DESCUBRA SOLOMON BURKE

Eu adoro soul music e r&b. Os antigos principalmente. E fico admirado que só agora depois de mais de 50 posts eu esteja efetivamente escrevendo sobre o assunto.
Adoro Marvin Gaye, Otis Redding, Al Green, Dusty Springfield, Aretha Franklin, Gloria Jones, Nina Simone, Sam Cooke, Curtis Mayfield.
Já gostava deste tipo de música, quando em 2000 me deparei com um nome que eu nunca tinha ouvido falar. Estava lendo o fantástico livro "Alta Fidelidade" e percebi que dentre as centenas de citações sobre música que o escritor Nick Hornby colocou lá, o nome de Solomon Burke aparecia muitas vezes, junto com vários outros que eram velhos conhecidos meus.
Como meu gosto musical batia muito com o do personagem do livro, eu fiquei fissurado para conhecer o som do cara. Temos que considerar que apesar de não tão distante, era uma época sem as facilidades e comodidades que a internet nos traz hoje.
Me virei. Depois de muito procurar encontrei o disco "The Very Best of Solomon Burke" na FNAC. Ouvi os trechos de algumas músicas e me apaixonei instantaneamente. Paguei uma nota, pois o CD era importado, mas valeu. E como valeu.
Solomon Burke é maravilhoso. De lá para cá o prazer de ouvi-lo não mudou em nada. É a típica música que cai bem para mim a qualquer momento.
O curioso é que quase ninguém comenta sobre o cara. Principalmente no Brasil. Não há praticamente nada de relevante escrito sobre Solomon Burke em português.
Talvez seja por ele nunca ter estourado. Solomon Burke nunca explodiu com nenhum hit mas foi um artista muito importante, sendo considerado um dos pioneiros da soul music. Influenciou muita gente e teve músicas suas gravadas por gente como os Rolling Stones ("Cry to Me" e "Everybody Needs Somebody to Love") e Otis Redding ("Down in the Valley"). Foi na década de 60 que gravou suas grandes canções, caindo um pouco no esquecimento nas décadas seguintes, principalmente depois de ter saído da gravadora Atlantic. Dedicou-se durante anos a atividades religiosas, voltando a sua origem de cantor gospel.
Mas em 2002 tivemos seu retorno em grande estilo. Burke que nesta época já era reconhecido com uma lenda viva da soul music, lançou "Don't Give Up On Me". O disco veio recheado de participações ilustres, contando com músicas feitas diretamente para ele por compositores do calibre de Bob Dylan, Tom Waits, Elvis Costello, Van Morrisson e Brian Wilson entre outros. A crítica adorou e o auto proclamado rei do "rock and soul" voltou a plena forma novamente.
Devido a grande quantidade de músicas maravilhosas do Solomon Burke, não consegui escolher só uma para ilustrar o post. Deixei três antigas, "Got You Get You Off My Mind" (a música do casal no citado livro), Just Out of Reach (quem for bom de ouvido talvez lembre dela no começo do filme Corpo Fechado) e "If You Need Me". Será que eu exagerei? Tirem a prova.
Sandro
Got You Get You Off My Mind
Just Out of Reach
If You Need Me
DESCUBRA SOLOMON BURKE

Eu adoro soul music e r&b. Os antigos principalmente. E fico admirado que só agora depois de mais de 50 posts eu esteja efetivamente escrevendo sobre o assunto.
Adoro Marvin Gaye, Otis Redding, Al Green, Dusty Springfield, Aretha Franklin, Gloria Jones, Nina Simone, Sam Cooke, Curtis Mayfield.
Já gostava deste tipo de música, quando em 2000 me deparei com um nome que eu nunca tinha ouvido falar. Estava lendo o fantástico livro "Alta Fidelidade" e percebi que dentre as centenas de citações sobre música que o escritor Nick Hornby colocou lá, o nome de Solomon Burke aparecia muitas vezes, junto com vários outros que eram velhos conhecidos meus.
Como meu gosto musical batia muito com o do personagem do livro, eu fiquei fissurado para conhecer o som do cara. Temos que considerar que apesar de não tão distante, era uma época sem as facilidades e comodidades que a internet nos traz hoje.
Me virei. Depois de muito procurar encontrei o disco "The Very Best of Solomon Burke" na FNAC. Ouvi os trechos de algumas músicas e me apaixonei instantaneamente. Paguei uma nota, pois o CD era importado, mas valeu. E como valeu.
Solomon Burke é maravilhoso. De lá para cá o prazer de ouvi-lo não mudou em nada. É a típica música que cai bem para mim a qualquer momento.
O curioso é que quase ninguém comenta sobre o cara. Principalmente no Brasil. Não há praticamente nada de relevante escrito sobre Solomon Burke em português.
Talvez seja por ele nunca ter estourado. Solomon Burke nunca explodiu com nenhum hit mas foi um artista muito importante, sendo considerado um dos pioneiros da soul music. Influenciou muita gente e teve músicas suas gravadas por gente como os Rolling Stones ("Cry to Me" e "Everybody Needs Somebody to Love") e Otis Redding ("Down in the Valley"). Foi na década de 60 que gravou suas grandes canções, caindo um pouco no esquecimento nas décadas seguintes, principalmente depois de ter saído da gravadora Atlantic. Dedicou-se durante anos a atividades religiosas, voltando a sua origem de cantor gospel.
Mas em 2002 tivemos seu retorno em grande estilo. Burke que nesta época já era reconhecido com uma lenda viva da soul music, lançou "Don't Give Up On Me". O disco veio recheado de participações ilustres, contando com músicas feitas diretamente para ele por compositores do calibre de Bob Dylan, Tom Waits, Elvis Costello, Van Morrisson e Brian Wilson entre outros. A crítica adorou e o auto proclamado rei do "rock and soul" voltou a plena forma novamente.
Devido a grande quantidade de músicas maravilhosas do Solomon Burke, não consegui escolher só uma para ilustrar o post. Deixei três antigas, "Got You Get You Off My Mind" (a música do casal no citado livro), Just Out of Reach (quem for bom de ouvido talvez lembre dela no começo do filme Corpo Fechado) e "If You Need Me". Será que eu exagerei? Tirem a prova.
Sandro
Got You Get You Off My Mind
Just Out of Reach
If You Need Me
VELVET GOLDMINE - A HISTÓRIA DO GLAM
Em meados do ano de 2000 eu estava morando na China, mais precisamente na cidade de Yangzhou, que fica cerca de 300Km de Xangai e uns 1,200Km de Pequim, ou seja, no meio do nada. A cidade era pequena, 6.638 m2 de área , e torno de 4.5 Milhões de habitantes. É gente pra caramba.Naquela época tava “bombando” o VCD, um tipo de mídia similar ao DVD, nem preciso falar que era tudo pirata, não é?! De final de semana, sempre saía as compras pra achar algum VCD legal. Só pra vocês terem uma idéia, assisti a Matrix e Star Wars (Ameaça fantasma) antes de chegar aos cinemas do Brasil.
Bom, numa dessas minhas “compras” me deparei com um VCD que tinha o Iggy Pop na capa. Ok, ao olhar melhor, vi que não era o Iggy Pop, e sim o Ewan McGregor como Rock Star. Comprei o VCD, pelo preço e curiosidade.
Era o Velvet Goldmine, filme em que o diretor Tod Haynnes dá sua visão do movimento Glam Rock da Inglaterra dos anos 70. Pra quem não sabe, esse período foi marcado por artistas como T.Rex, David Bowie, Roxy Music, etc.
O filme gira em torno da saga de Brian Slade (Jonathan Rhys-Meyers),que forja a própria morte, o que é descoberto anos depois. Paralelo a esse fato tem o romance entre Brian Slade e Curt Wild (Ewan McGregor), o que para muitos é uma paródia entre o próprio Bowie e Iggy Pop. Tem também o repórter investigativo (Christian Bale) que era fã de Brain Slade na adolescência, e que agora tenta desvendar o mistério de seu paradeiro
A trilha sonora é sensacional, tem canções classicas da época, versões cantadas pelos próprios atores e composições novas feitas especialmente para o filme. O que foi o caso do Shudder to Think , banda do vocalista Craig Wedren . Conjunto que merece uma matéria específica.
Anselmo
VELVET GOLDMINE - A HISTÓRIA DO GLAM
Em meados do ano de 2000 eu estava morando na China, mais precisamente na cidade de Yangzhou, que fica cerca de 300Km de Xangai e uns 1,200Km de Pequim, ou seja, no meio do nada. A cidade era pequena, 6.638 m2 de área , e torno de 4.5 Milhões de habitantes. É gente pra caramba.Naquela época tava “bombando” o VCD, um tipo de mídia similar ao DVD, nem preciso falar que era tudo pirata, não é?! De final de semana, sempre saía as compras pra achar algum VCD legal. Só pra vocês terem uma idéia, assisti a Matrix e Star Wars (Ameaça fantasma) antes de chegar aos cinemas do Brasil.
Bom, numa dessas minhas “compras” me deparei com um VCD que tinha o Iggy Pop na capa. Ok, ao olhar melhor, vi que não era o Iggy Pop, e sim o Ewan McGregor como Rock Star. Comprei o VCD, pelo preço e curiosidade.
Era o Velvet Goldmine, filme em que o diretor Tod Haynnes dá sua visão do movimento Glam Rock da Inglaterra dos anos 70. Pra quem não sabe, esse período foi marcado por artistas como T.Rex, David Bowie, Roxy Music, etc.
O filme gira em torno da saga de Brian Slade (Jonathan Rhys-Meyers),que forja a própria morte, o que é descoberto anos depois. Paralelo a esse fato tem o romance entre Brian Slade e Curt Wild (Ewan McGregor), o que para muitos é uma paródia entre o próprio Bowie e Iggy Pop. Tem também o repórter investigativo (Christian Bale) que era fã de Brain Slade na adolescência, e que agora tenta desvendar o mistério de seu paradeiro
A trilha sonora é sensacional, tem canções classicas da época, versões cantadas pelos próprios atores e composições novas feitas especialmente para o filme. O que foi o caso do Shudder to Think , banda do vocalista Craig Wedren . Conjunto que merece uma matéria específica.
Anselmo
sábado, 1 de agosto de 2009
ECLETISMO - SEU GOSTO MUSICAL É ECLÉTICO?
Segundo a definição da wikipédia, "ecletismo ou ecleticismo é um método científico ou filosófico que busca a conciliação de teorias distintas. Nas artes, ecletismo pode ser simplesmente a liberdade de escolha sobre aquilo que se julga melhor, sem a apegação a uma determinada marca, estilo ou preconceito".
Pois é, eu me considero eclético. Já escrevi aqui antes que costumo dividir os livros, os filmes, as músicas simplesmente em boas ou ruins (cabendo outros adjetivos como fantástico ou horroroso, dependendo do caso).
Mas sinceramente durante algum tempo me incomodou muito ouvir uma pessoa se proclamando eclética quando o assunto era música. Na maioria das vezes a pessoa completava dizendo que curtia de tudo um pouco. Um hábito incentivado por grande parte das FMs da vida, que mediante a politica do jabá, enfiam ouvido abaixo os sons da moda.
O que me incomodava é que eu não entendia como uma pessoa pode gostar ao mesmo tempo de rock e samba, de rap e axé, de eletronica e mpb. Como assim "um pouco de tudo"? Para mim isso era o mesmo que dizer o seguinte: "Não tenho gosto próprio, eu consumo o que me empurram nas rádios, na TV e nas novelas".
Eu que quando moleque curtia apenas metal e depois no final da adolescência só punk ou hardcore, mudei.
Fora o metal, que confesso, ouço muito pouco, continuei com a origem rockeira presente na minha rotina diária e rock (no mais amplo sentido) é sem dúvida o estilo que mais escuto. Mas têm espaço para muita música eletronica, muita soul music (meu próximo post será sobre um mestre), rap, pop, um pouco de jazz e música boa em geral. Claro, tudo dentro da minha concepção do que é bom (rsrs).
Hoje minha postura é menos radical e quando ouço a pessoa dizer que é eclética, já não a desprezo musicalmente, pois entendi que dá sim, para ser eclético dentro da música. O que eu continuo fazendo é valorizar muito mais o gosto musical de pessoas que realmente demonstram interesse pela música, seja por uma banda de rock, por um rapper, por um DJ, por um cantor, por um sambista, sei lá.
O que sei é que vale a pena dedicarmos parte do nosso tempo para a música, descobrindo coisas novas, acompanhando a evolução dos nossos artistas preferidos, querendo saber mais sobre música, enfim não ficar somente engolindo o que a grande mídia empurra. Música faz bem para a saúde.
É isso. Apesar de ser um raciocinio individual, posso garantir que em maior ou menor grau esta linha de pensamento faz parte do perfil do blog. Tanto é que a frequente troca de informações mantidas pelos membros foi o que mais motivou a criação deste espaço. Quem sabe a gente não contribui com nossos leitores. Quem sabe você que nos lê, descobre algo que não conhecia e que pode ser legal ou fica sabendo de alguma coisa nova sobre artistas que você já conhece. Ou talvez simplesmente interage com pessoas com gosto semelhante.
Hoje não tem midia para ilustrar o post. Afinal, o que colocar?
Sandro
ECLETISMO - SEU GOSTO MUSICAL É ECLÉTICO?
Segundo a definição da wikipédia, "ecletismo ou ecleticismo é um método científico ou filosófico que busca a conciliação de teorias distintas. Nas artes, ecletismo pode ser simplesmente a liberdade de escolha sobre aquilo que se julga melhor, sem a apegação a uma determinada marca, estilo ou preconceito".
Pois é, eu me considero eclético. Já escrevi aqui antes que costumo dividir os livros, os filmes, as músicas simplesmente em boas ou ruins (cabendo outros adjetivos como fantástico ou horroroso, dependendo do caso).
Mas sinceramente durante algum tempo me incomodou muito ouvir uma pessoa se proclamando eclética quando o assunto era música. Na maioria das vezes a pessoa completava dizendo que curtia de tudo um pouco. Um hábito incentivado por grande parte das FMs da vida, que mediante a politica do jabá, enfiam ouvido abaixo os sons da moda.
O que me incomodava é que eu não entendia como uma pessoa pode gostar ao mesmo tempo de rock e samba, de rap e axé, de eletronica e mpb. Como assim "um pouco de tudo"? Para mim isso era o mesmo que dizer o seguinte: "Não tenho gosto próprio, eu consumo o que me empurram nas rádios, na TV e nas novelas".
Eu que quando moleque curtia apenas metal e depois no final da adolescência só punk ou hardcore, mudei.
Fora o metal, que confesso, ouço muito pouco, continuei com a origem rockeira presente na minha rotina diária e rock (no mais amplo sentido) é sem dúvida o estilo que mais escuto. Mas têm espaço para muita música eletronica, muita soul music (meu próximo post será sobre um mestre), rap, pop, um pouco de jazz e música boa em geral. Claro, tudo dentro da minha concepção do que é bom (rsrs).
Hoje minha postura é menos radical e quando ouço a pessoa dizer que é eclética, já não a desprezo musicalmente, pois entendi que dá sim, para ser eclético dentro da música. O que eu continuo fazendo é valorizar muito mais o gosto musical de pessoas que realmente demonstram interesse pela música, seja por uma banda de rock, por um rapper, por um DJ, por um cantor, por um sambista, sei lá.
O que sei é que vale a pena dedicarmos parte do nosso tempo para a música, descobrindo coisas novas, acompanhando a evolução dos nossos artistas preferidos, querendo saber mais sobre música, enfim não ficar somente engolindo o que a grande mídia empurra. Música faz bem para a saúde.
É isso. Apesar de ser um raciocinio individual, posso garantir que em maior ou menor grau esta linha de pensamento faz parte do perfil do blog. Tanto é que a frequente troca de informações mantidas pelos membros foi o que mais motivou a criação deste espaço. Quem sabe a gente não contribui com nossos leitores. Quem sabe você que nos lê, descobre algo que não conhecia e que pode ser legal ou fica sabendo de alguma coisa nova sobre artistas que você já conhece. Ou talvez simplesmente interage com pessoas com gosto semelhante.
Hoje não tem midia para ilustrar o post. Afinal, o que colocar?
Sandro