Estava lendo no jornal, desse sábado de manhã, uma matéria sobre os vídeos musicais mais acessados no YouTube. Resolvi deixá-los disponíveis no Minerva Pop. Segue:
LCD Soundsystem - "Drunk Girls".
Atoms for Peace - Nova turnê da banda de Thom Yorke com participação do baixista Flea.
Estava lendo no jornal, desse sábado de manhã, uma matéria sobre os vídeos musicais mais acessados no YouTube. Resolvi deixá-los disponíveis no Minerva Pop. Segue:
LCD Soundsystem - "Drunk Girls".
Atoms for Peace - Nova turnê da banda de Thom Yorke com participação do baixista Flea.
Bom, antes de mais nada, preciso deixar claro que não sou um profundo conhecedor de reggae. Dentro do meu ecletismo musical (leia sobre isso aqui), aprecio o estilo, mas confesso que não está entre os meus preferidos e não são muitos os artistas desta vertente que me tocam. Quanto ao ska (já esbarrei no tema no post do Operation Ivy, aqui), este já me atrai mais.
Até por esta razão, o título do post busca na verdade, um tom provocativo. A grande maioria certamente considera o grande Bob Marley, do qual gosto muito diga-se, como o verdadeiro rei do Reggae, assim como os mais puristas podem citar outras referências. Questão de gosto, claro.
De qualquer forma, sem me ater a gêneros musicais, eu quero hoje escrever sobre um jamaicano que ajudou a revolucionar um pouco a música. Ele também pode ser considerado uma lenda dos dois estilos citados acima e certamente abriu as portas do mundo para a música feita na Jamaica. Falo de Desmond Dekker
O cantor e compositor começou a desbravar outros mundos em 1967, quando a música "007 (Shanty Town)" tornou-se um hit em seu país e um verdadeiro hino para os chamados "rude boys" (denominação que os delinquentes juvenis daquele país recebiam). Dekker era um ícone para estes jovens rebeldes. Esta mesma música atravessou o oceano para chegar aos top 15 da parada inglesa e Desmond Dekker foi junto.
Já em 1968, atingiu o topo das paradas britanicas com o hit absoluto "Israelites". Este som também foi responsável pela quebra de uma antiga barreira que os músicos jamaicanos tinham dentro do mercado dos EUA e "Israelites" chegou no top ten de lá. Porém, o mercado que realmente o adotou foi o britânico, fazendo com que mantivesse residência fixa em Londres.
Desmond Dekker manteve-se na ativa, sempre fazendo boa música e nunca aposentou-se. Até seus 64 anos, quando morreu de ataque cardíaco em maio de 2006, ainda fazia shows normalmente.
O fato é que o cara colaborou muito para que outros artistas jamaicanos fossem reconhecidos e com o passar do tempo, foi se tornando uma referência e influência para uma série de músicos em todo o mundo. Se você não conhece, sem preconceito preste atenção.
Abaixo, para ilustrar o post, deixo a citada "Israelites" numa versão mais antiga e "007 (Shanty Town)" numa versão sensacional ao vivo no programa Later da BBC, com ele já mais veterano. De quebra ainda tem "Rude Boy Train", também numa fase mais "madura".
Bom, antes de mais nada, preciso deixar claro que não sou um profundo conhecedor de reggae. Dentro do meu ecletismo musical (leia sobre isso aqui), aprecio o estilo, mas confesso que não está entre os meus preferidos e não são muitos os artistas desta vertente que me tocam. Quanto ao ska (já esbarrei no tema no post do Operation Ivy, aqui), este já me atrai mais.
Até por esta razão, o título do post busca na verdade, um tom provocativo. A grande maioria certamente considera o grande Bob Marley, do qual gosto muito diga-se, como o verdadeiro rei do Reggae, assim como os mais puristas podem citar outras referências. Questão de gosto, claro.
De qualquer forma, sem me ater a gêneros musicais, eu quero hoje escrever sobre um jamaicano que ajudou a revolucionar um pouco a música. Ele também pode ser considerado uma lenda dos dois estilos citados acima e certamente abriu as portas do mundo para a música feita na Jamaica. Falo de Desmond Dekker
O cantor e compositor começou a desbravar outros mundos em 1967, quando a música "007 (Shanty Town)" tornou-se um hit em seu país e um verdadeiro hino para os chamados "rude boys" (denominação que os delinquentes juvenis daquele país recebiam). Dekker era um ícone para estes jovens rebeldes. Esta mesma música atravessou o oceano para chegar aos top 15 da parada inglesa e Desmond Dekker foi junto.
Já em 1968, atingiu o topo das paradas britanicas com o hit absoluto "Israelites". Este som também foi responsável pela quebra de uma antiga barreira que os músicos jamaicanos tinham dentro do mercado dos EUA e "Israelites" chegou no top ten de lá. Porém, o mercado que realmente o adotou foi o britânico, fazendo com que mantivesse residência fixa em Londres.
Desmond Dekker manteve-se na ativa, sempre fazendo boa música e nunca aposentou-se. Até seus 64 anos, quando morreu de ataque cardíaco em maio de 2006, ainda fazia shows normalmente.
O fato é que o cara colaborou muito para que outros artistas jamaicanos fossem reconhecidos e com o passar do tempo, foi se tornando uma referência e influência para uma série de músicos em todo o mundo. Se você não conhece, sem preconceito preste atenção.
Abaixo, para ilustrar o post, deixo a citada "Israelites" numa versão mais antiga e "007 (Shanty Town)" numa versão sensacional ao vivo no programa Later da BBC, com ele já mais veterano. De quebra ainda tem "Rude Boy Train", também numa fase mais "madura".
O filme sobre a vida de Chico Xavier é o grande sucesso do cinema nacional nesse ano de 2010, pelo menos até agora. Dirigido e produzido por Daniel Filho, e com as excelentes interpretações de Ângelo Ântonio (Chico Xavier -1931/1959) e Nelson Xavier (Chico Xavier 1969/1975), o longa-metragem está agradando crítica e público.
Porém, eu ainda não assisti ao filme, acho que vou esperar sair em DVD, ou em algum especial de fim-de-ano na TV. Mas é claro, que um assunto tão sério e profundo como esse, merece ser comentado e não pode passar despercebido, afinal o espiritismo é referencia e seguido por milhares de pessoas no mundo.
Aproveitando esse assunto que está em evidência e sendo bem comentado atualmente (acredito que o filme ajudou a trazer essa discussão entre as pessoas), deixo uma dica de leitura para quem quer saber mais sobre o assunto, não sobre os trabalhos sociais e beneficentes em que os grupos espíritas estão sempre tão empenhados, mas sobre a “comunicação entre vivos e mortos” através da psicografia, este sim é um assunto intrigante que todos nós ficamos fascinados e curiosos quando posto em debate.
Em 2004 a editora planeta publicou o livro “Por Trás Do Véu De Ísis”(2004) do jornalista e escritor Marcel Souto Maior (1966). Essa obra é o resultado de uma série de pesquisas feitas pelo autor sobre o assunto, de uma forma imparcial e investigativa, muito interessante.
Marcel escreve sobre experiências pessoais, relatos de amigos próximos a Chico Xavier, testemunho de outros médiuns, o que diz a ciência, os riscos de fraude ou de auto-sugestão. Aborda questões sobre a possibilidade de comprovação científica a vida após a morte. Um verdadeiro diário de busca.
Marcel também escreveu os livros “As Vidas de Chico Xavier (2003)” e “As lições de Chico Xavier (2005)”.
“Um dia o homem vai entender que o espírito é igual a energia, nesse dia a física quântica e o espiritismo vão se encontrar.” – Chico Xavier.
Abaixo deixo um “trecho” de uma participação do autor no programa “Sempre Um Papo” em 11/08/2004. A quem interessar, basta conferir no “You Tube” a palestra na integra.
O filme sobre a vida de Chico Xavier é o grande sucesso do cinema nacional nesse ano de 2010, pelo menos até agora. Dirigido e produzido por Daniel Filho, e com as excelentes interpretações de Ângelo Ântonio (Chico Xavier -1931/1959) e Nelson Xavier (Chico Xavier 1969/1975), o longa-metragem está agradando crítica e público.
Porém, eu ainda não assisti ao filme, acho que vou esperar sair em DVD, ou em algum especial de fim-de-ano na TV. Mas é claro, que um assunto tão sério e profundo como esse, merece ser comentado e não pode passar despercebido, afinal o espiritismo é referencia e seguido por milhares de pessoas no mundo.
Aproveitando esse assunto que está em evidência e sendo bem comentado atualmente (acredito que o filme ajudou a trazer essa discussão entre as pessoas), deixo uma dica de leitura para quem quer saber mais sobre o assunto, não sobre os trabalhos sociais e beneficentes em que os grupos espíritas estão sempre tão empenhados, mas sobre a “comunicação entre vivos e mortos” através da psicografia, este sim é um assunto intrigante que todos nós ficamos fascinados e curiosos quando posto em debate.
Em 2004 a editora planeta publicou o livro “Por Trás Do Véu De Ísis”(2004) do jornalista e escritor Marcel Souto Maior (1966). Essa obra é o resultado de uma série de pesquisas feitas pelo autor sobre o assunto, de uma forma imparcial e investigativa, muito interessante.
Marcel escreve sobre experiências pessoais, relatos de amigos próximos a Chico Xavier, testemunho de outros médiuns, o que diz a ciência, os riscos de fraude ou de auto-sugestão. Aborda questões sobre a possibilidade de comprovação científica a vida após a morte. Um verdadeiro diário de busca.
Marcel também escreveu os livros “As Vidas de Chico Xavier (2003)” e “As lições de Chico Xavier (2005)”.
“Um dia o homem vai entender que o espírito é igual a energia, nesse dia a física quântica e o espiritismo vão se encontrar.” – Chico Xavier.
Abaixo deixo um “trecho” de uma participação do autor no programa “Sempre Um Papo” em 11/08/2004. A quem interessar, basta conferir no “You Tube” a palestra na integra.
Pois é pessoal, como vocês devem ter notado pelo “post” anterior, o Minerva Pop foi ao show do Social Distortion na via Funchal, neste último sábado (17abril). Mas durante uma cerveja e outra, lamentamos que o Placebo havia marcado seu show em São Paulo no mesmo dia, no Credicard Hall, pois era um espetáculo que também gostaríamos de assistir.
Felizmente os leitores do Minerva Pop não vão ficar sem informação, graças a nossa amiga e seguidora do Blog, a querida Ana Praconi, que estava no Credicard Hall e mandou um “post” comentando sobre a apresentação do Placebo, que você confere logo na seqüência (Anselmo / Sandro).
Show:
Sábado, 17/04 e a banda inglesa, Placebo, fechou a sua terceira passagem pelo Brasil com a turnê do seu quinto álbum de estúdio, Battle For The Sun, no Credicard Hall em São Paulo. Com quase duas horas de duração, a banda não decepcionou a platéia de aproximadamente 4 mil pessoas.
Abriu o show logo com três canções do novo álbum, For What It’s Worth, seguida por Ashtray Heart e Battle for the Sun. Entretanto o grupo não se conteve e tocou tudo aquilo que o público queria ouvir, como a indispensável Every You Every Me, Special Needs, Speak In Tongues, Breathe Underwater, Devil In the Details, Meds, Special K, Song to Say Goodbye, a lindíssima Follow The Cops Back Home e fechou a primeira parte do show com Bitter End, voltando para o encore com Trigger Happy, Infra-Red e Taste In Men. (Para mim, particularmente, faltou Black-Eyed, mas… c’est la vie.)
A bateria pesada de recém integrante, Steve Forrest e a afinação impecável do baixo de Stefan Olsdal foram complementos mais que perfeitos para o vocal insano de Brian Molko, que não perde tempo e mostra a que veio. Colocar a galera pra pular! Sem enrolações, diálogos longos (e que venhamos e convenhamos, bastante desnecessários) e divagações em geral, a banda mantém o foco no espetáculo. E que espetáculo!
Pois é pessoal, como vocês devem ter notado pelo “post” anterior, o Minerva Pop foi ao show do Social Distortion na via Funchal, neste último sábado (17abril). Mas durante uma cerveja e outra, lamentamos que o Placebo havia marcado seu show em São Paulo no mesmo dia, no Credicard Hall, pois era um espetáculo que também gostaríamos de assistir.
Felizmente os leitores do Minerva Pop não vão ficar sem informação, graças a nossa amiga e seguidora do Blog, a querida Ana Praconi, que estava no Credicard Hall e mandou um “post” comentando sobre a apresentação do Placebo, que você confere logo na seqüência (Anselmo / Sandro).
Show:
Sábado, 17/04 e a banda inglesa, Placebo, fechou a sua terceira passagem pelo Brasil com a turnê do seu quinto álbum de estúdio, Battle For The Sun, no Credicard Hall em São Paulo. Com quase duas horas de duração, a banda não decepcionou a platéia de aproximadamente 4 mil pessoas.
Abriu o show logo com três canções do novo álbum, For What It’s Worth, seguida por Ashtray Heart e Battle for the Sun. Entretanto o grupo não se conteve e tocou tudo aquilo que o público queria ouvir, como a indispensável Every You Every Me, Special Needs, Speak In Tongues, Breathe Underwater, Devil In the Details, Meds, Special K, Song to Say Goodbye, a lindíssima Follow The Cops Back Home e fechou a primeira parte do show com Bitter End, voltando para o encore com Trigger Happy, Infra-Red e Taste In Men. (Para mim, particularmente, faltou Black-Eyed, mas… c’est la vie.)
A bateria pesada de recém integrante, Steve Forrest e a afinação impecável do baixo de Stefan Olsdal foram complementos mais que perfeitos para o vocal insano de Brian Molko, que não perde tempo e mostra a que veio. Colocar a galera pra pular! Sem enrolações, diálogos longos (e que venhamos e convenhamos, bastante desnecessários) e divagações em geral, a banda mantém o foco no espetáculo. E que espetáculo!
Social Distortion, ou também chamado de Social D, acabou de se apresentar no palco do Via Funchal em São Paulo.
Social Distortion é uma banda de Rock formada em 1979 pelo guitarrista e líder Mike Ness, um dos responsáveis pelos “hits” com refrões poderosos e bases simples e diretas.
A banda chegou a se separar em 1985 por causa do vício em drogas de Mike Ness, mas se reagruparam em 1987 e estão na estrada até hoje. Em 2000 uma tragédia abalou os integrantes da banda, quando faleceu o guitarrista original Dennis Danell, devido a um aneurisma cerebral. Atualmente a banda conta com Jonny Wickersham na guitarra.
Show:
O show foi impecável, tudo o que se espera de uma banda de rock (apesar de sua origem no Hardcore Californiano, hoje não vejo rótulo pra esses caras).
A banda de abertura foi a argetina “All the Hats”, a qual nós do Minerva Pop não assistimos, porém nosso amigo e colaborador Fabiano “rocker” comentou que o show foi bom, sem comprometer.
Mesmo com o “peso da idade”, logo que as luzes se apagaram o Social Distortion entrou com a “Instrumental - Road Zombie" e já imendou no cover de "Under My Thumb" dos Rolling Stones.
Na sequencia vieram duas de minhas preferidas do álbum “Somewhere Between Heaven and Hell”, as incríveis "Bye Bye Baby" e "Bad Luck" e a poderosa "Don´t Drag Me Down" de “White Light, White Heat, White Trash”.
Quando o público estava começando “curtir” o show, a banda detona três clássicos de um mesmo álbum "Creeps", "Another State of Mind" e "Mommy's Little Monster" (nome que dá título ao disco).
A partir daí, mais clássicos, "Sick Boy" (que Mike Ness canta como se referindo a ele mesmo), "Reach For The Sky", "Ball & Chain", "Still Alive" (som do novo trabalho que será lançado em setembro), essa todo cara com mais de 40 anos sabe o que significa!
Mantém a qualidade com Gotta Know The Rules, Sometimes I Do e fecha o “set list” com Nickles And Dimes.
Mas claro que ninguém nem foi “louco” de sair do lugar, pois o melhor ainda estava por vir no “encore” da noite (que na verdade foram dois).
Primeiro: Make Believe e Cold Feeling.
Segundo: Prison Bound e Ring of Fire (Johnny Cash Cover)
Dá pra criticar? Claro que sim! Cadê "Story Of My Life?" Que falha!
Brincadeiras á parte, não dá pra reclamar de um show desse nível, Rock´n´Roll de primeira linha.
Uma lembrança que vou “guardar” desse show é de quando Mike Ness chamou no palco um garotinho de 11 anos, e disse: “Seja um bom menino, vá a escola, e obedeça seus pais. E quando na segunda-feira a professora perguntar, diga que foi ao show do Social D no sábado”
Como não “rolou” "Story of my Life" no show, deixo pra vocês a música abaixo.
Post atualizado com dois registros da balada. "Cold Feelings" e "Ring of Fire" (com audio não muito bom, mas dá para sentir a vibração).
Social Distortion, ou também chamado de Social D, acabou de se apresentar no palco do Via Funchal em São Paulo.
Social Distortion é uma banda de Rock formada em 1979 pelo guitarrista e líder Mike Ness, um dos responsáveis pelos “hits” com refrões poderosos e bases simples e diretas.
A banda chegou a se separar em 1985 por causa do vício em drogas de Mike Ness, mas se reagruparam em 1987 e estão na estrada até hoje. Em 2000 uma tragédia abalou os integrantes da banda, quando faleceu o guitarrista original Dennis Danell, devido a um aneurisma cerebral. Atualmente a banda conta com Jonny Wickersham na guitarra.
Show:
O show foi impecável, tudo o que se espera de uma banda de rock (apesar de sua origem no Hardcore Californiano, hoje não vejo rótulo pra esses caras).
A banda de abertura foi a argetina “All the Hats”, a qual nós do Minerva Pop não assistimos, porém nosso amigo e colaborador Fabiano “rocker” comentou que o show foi bom, sem comprometer.
Mesmo com o “peso da idade”, logo que as luzes se apagaram o Social Distortion entrou com a “Instrumental - Road Zombie" e já imendou no cover de "Under My Thumb" dos Rolling Stones.
Na sequencia vieram duas de minhas preferidas do álbum “Somewhere Between Heaven and Hell”, as incríveis "Bye Bye Baby" e "Bad Luck" e a poderosa "Don´t Drag Me Down" de “White Light, White Heat, White Trash”.
Quando o público estava começando “curtir” o show, a banda detona três clássicos de um mesmo álbum "Creeps", "Another State of Mind" e "Mommy's Little Monster" (nome que dá título ao disco).
A partir daí, mais clássicos, "Sick Boy" (que Mike Ness canta como se referindo a ele mesmo), "Reach For The Sky", "Ball & Chain", "Still Alive" (som do novo trabalho que será lançado em setembro), essa todo cara com mais de 40 anos sabe o que significa!
Mantém a qualidade com Gotta Know The Rules, Sometimes I Do e fecha o “set list” com Nickles And Dimes.
Mas claro que ninguém nem foi “louco” de sair do lugar, pois o melhor ainda estava por vir no “encore” da noite (que na verdade foram dois).
Primeiro: Make Believe e Cold Feeling.
Segundo: Prison Bound e Ring of Fire (Johnny Cash Cover)
Dá pra criticar? Claro que sim! Cadê "Story Of My Life?" Que falha!
Brincadeiras á parte, não dá pra reclamar de um show desse nível, Rock´n´Roll de primeira linha.
Uma lembrança que vou “guardar” desse show é de quando Mike Ness chamou no palco um garotinho de 11 anos, e disse: “Seja um bom menino, vá a escola, e obedeça seus pais. E quando na segunda-feira a professora perguntar, diga que foi ao show do Social D no sábado”
Como não “rolou” "Story of my Life" no show, deixo pra vocês a música abaixo.
Post atualizado com dois registros da balada. "Cold Feelings" e "Ring of Fire" (com audio não muito bom, mas dá para sentir a vibração).