minervapop

sábado, 18 de julho de 2009

TAKEN (Busca Implacável)



Devo confessar que não me interesso por filmes de ação “hollywoodianos”, porém já á algum tempo venho ensaiando para assistir TAKEN (Busca Implacável) com LIAM NEESON e roteiro de LUC BESSON.
O grande motivo é conferir o resultado da química de Liam Neeson, um ator o qual acompanho os trabalhos há bastante tempo (A Lista de Schlinder, Batman Begins, Rob Roy) junto com a produção e o roteiro de Luc Besson (considerando um dos grandes nomes do cinema francês) que só por ter lançado Milla Jovovich no cinema já merece meu agradecimento eterno. A direção fica a cargo do também francês Pierre Morel.
No filme, Liam Neeson (Bryan Mills) tem que resgatar a filha de 17 anos, Kim (Maggie Grace, da série "Lost") de traficantes de mulheres albaneses em Paris. O filme é um suspense de ação interessante, e emocionante. Ok, tem alguns clichês como Albaneses sem coração, franceses frios e corruptos, árabes maldosos, ex-agentes da CIA implacáveis e infalíveis, mas o toque dramático da busca da filha pelo pai é bem legal, vale a pena conferir.
O sucesso de bilheteria nos cinemas americanos foi tão bom e inesperado que um inevitável “Part 2” está a caminho. É ver pra crer.
Ano de produção: 2008
Direção: Pierre Morel
Roteiro: Luc Besson,Robert Mark Kamen
Elenco: Maggie Grace, Xander Berkeley (Stuart), Famke Janssen, Liam Neeson, Katie Cassidy (Amanda), Jon Gries (Casey)

Anselmo

TAKEN (Busca Implacável)



Devo confessar que não me interesso por filmes de ação “hollywoodianos”, porém já á algum tempo venho ensaiando para assistir TAKEN (Busca Implacável) com LIAM NEESON e roteiro de LUC BESSON.
O grande motivo é conferir o resultado da química de Liam Neeson, um ator o qual acompanho os trabalhos há bastante tempo (A Lista de Schlinder, Batman Begins, Rob Roy) junto com a produção e o roteiro de Luc Besson (considerando um dos grandes nomes do cinema francês) que só por ter lançado Milla Jovovich no cinema já merece meu agradecimento eterno. A direção fica a cargo do também francês Pierre Morel.
No filme, Liam Neeson (Bryan Mills) tem que resgatar a filha de 17 anos, Kim (Maggie Grace, da série "Lost") de traficantes de mulheres albaneses em Paris. O filme é um suspense de ação interessante, e emocionante. Ok, tem alguns clichês como Albaneses sem coração, franceses frios e corruptos, árabes maldosos, ex-agentes da CIA implacáveis e infalíveis, mas o toque dramático da busca da filha pelo pai é bem legal, vale a pena conferir.
O sucesso de bilheteria nos cinemas americanos foi tão bom e inesperado que um inevitável “Part 2” está a caminho. É ver pra crer.
Ano de produção: 2008
Direção: Pierre Morel
Roteiro: Luc Besson,Robert Mark Kamen
Elenco: Maggie Grace, Xander Berkeley (Stuart), Famke Janssen, Liam Neeson, Katie Cassidy (Amanda), Jon Gries (Casey)

Anselmo

quarta-feira, 15 de julho de 2009

ERA UMA VEZ NA AMÉRICA

Num post anterior eu escrevi sobre listas. E lá eu citei sobre a quase obrigatoriedade de ao fazer uma lista com os melhores filmes de todos os tempos, colocar Cidadão Kane no topo.

É um filme maravilhoso, claro. Totalmente inovador para a época e marco absoluto da história do cinema.Mas como eu disse naquele mesmo post minhas listas serão sempre pautadas pela preferência pessoal, sem se importar se é o melhor para o resto do mundo ou não.

Pois bem. Vou falar sobre meu filme preferido. Era Uma Vez na América, do cinesta italiano Sergio Leone. Diretor que diga-se de passagem não está entre os meus favoritos. Teve a filmografia marcada por épicos (no início) e ótimos westerns, sendo o criador do gênero "spaguetti-western", que era o típico filme de bang bang ambientado na Italia e melhor que os americanos.

O fato é que em 1984, em seu último filme, Leone fez uma obra prima. Rodado nos EUA, com dinheiro de Hollywood, foi originalmente concebido para ter quase quatro horas de duração e consumiu cerca de trinta milhões de dólares (um mega orçamento para a época).

Os produtores acharam que por ser muito longo, o filme não teria uma boa bilheteria e decidiram editá-lo para duas horas e vinte minutos. Não adiantou, o fime foi mesmo um fracasso de bilheteria e crítica. Como a versão dos produtores não havia dado certo, Leone conseguiu lançar o filme na Europa com a versão original e aí para surpresa dos financiadores, o resultado foi totamente o oposto. Boa bilheteria e elogios da crítica. Posteriormente, o filme voltou aos EUA nesta versão longa e apagou a má impressão inicial.

Mas do que fala este filme? Basicamente é um filme de gangster. Conta 50 anos de um grupo de judeus criminosos que formou-se ainda quando eram crianças nas ruas da periferia de Nova Iorque. É narrado em três fases distintas, mostrando a adolescência, a vida adulta e a velhice dos personagens principais, porém não em ordem cronologica, sob a perspectiva de Noodles em sua velhice.

Robert de Niro como Noodles e James Woods como Max têm atuações extraordinarias. Mas o fato é que os personagens é que são fantásticos. Apesar de criminosos, o laço de amizade construido pela gangue é de tal cumplicidade que quem assiste sente-se impelido a torcer para que tudo dê certo para eles.

Mas os anos passam, as coisa mudam, o dinheiro atrapalha e o amor também. Há, o amor. Nesta história de gangster, ele está sempre lá e Noodles com seu jeito tosco consegue estragar as oportunidades que lhe aparecem.

No fim, na cena em que eles se reencontram, confesso que não consigo conter as lagrimas. Apesar de já ter assistido ao filme muitas vezes, é uma cena que emociona sempre.

Não dá para contar muito mais sem estragar a beleza de descobrir o filme, para quem não conhece. Recomendo. Não tenham medo pela duração. Vale a pena!

Abaixo eu deixei um vídeo com algumas cenas do filme e a música feita por Ennio Morricone, que aliás compôs uma trilha absurdamente boa. Triste e bela.


Sandro

ERA UMA VEZ NA AMÉRICA

Num post anterior eu escrevi sobre listas. E lá eu citei sobre a quase obrigatoriedade de ao fazer uma lista com os melhores filmes de todos os tempos, colocar Cidadão Kane no topo.

É um filme maravilhoso, claro. Totalmente inovador para a época e marco absoluto da história do cinema.Mas como eu disse naquele mesmo post minhas listas serão sempre pautadas pela preferência pessoal, sem se importar se é o melhor para o resto do mundo ou não.

Pois bem. Vou falar sobre meu filme preferido. Era Uma Vez na América, do cinesta italiano Sergio Leone. Diretor que diga-se de passagem não está entre os meus favoritos. Teve a filmografia marcada por épicos (no início) e ótimos westerns, sendo o criador do gênero "spaguetti-western", que era o típico filme de bang bang ambientado na Italia e melhor que os americanos.

O fato é que em 1984, em seu último filme, Leone fez uma obra prima. Rodado nos EUA, com dinheiro de Hollywood, foi originalmente concebido para ter quase quatro horas de duração e consumiu cerca de trinta milhões de dólares (um mega orçamento para a época).

Os produtores acharam que por ser muito longo, o filme não teria uma boa bilheteria e decidiram editá-lo para duas horas e vinte minutos. Não adiantou, o fime foi mesmo um fracasso de bilheteria e crítica. Como a versão dos produtores não havia dado certo, Leone conseguiu lançar o filme na Europa com a versão original e aí para surpresa dos financiadores, o resultado foi totamente o oposto. Boa bilheteria e elogios da crítica. Posteriormente, o filme voltou aos EUA nesta versão longa e apagou a má impressão inicial.

Mas do que fala este filme? Basicamente é um filme de gangster. Conta 50 anos de um grupo de judeus criminosos que formou-se ainda quando eram crianças nas ruas da periferia de Nova Iorque. É narrado em três fases distintas, mostrando a adolescência, a vida adulta e a velhice dos personagens principais, porém não em ordem cronologica, sob a perspectiva de Noodles em sua velhice.

Robert de Niro como Noodles e James Woods como Max têm atuações extraordinarias. Mas o fato é que os personagens é que são fantásticos. Apesar de criminosos, o laço de amizade construido pela gangue é de tal cumplicidade que quem assiste sente-se impelido a torcer para que tudo dê certo para eles.

Mas os anos passam, as coisa mudam, o dinheiro atrapalha e o amor também. Há, o amor. Nesta história de gangster, ele está sempre lá e Noodles com seu jeito tosco consegue estragar as oportunidades que lhe aparecem.

No fim, na cena em que eles se reencontram, confesso que não consigo conter as lagrimas. Apesar de já ter assistido ao filme muitas vezes, é uma cena que emociona sempre.

Não dá para contar muito mais sem estragar a beleza de descobrir o filme, para quem não conhece. Recomendo. Não tenham medo pela duração. Vale a pena!

Abaixo eu deixei um vídeo com algumas cenas do filme e a música feita por Ennio Morricone, que aliás compôs uma trilha absurdamente boa. Triste e bela.


Sandro

SONIC YOUTH - DISCO NOVO




Como de costume, não comento álbuns logo quando são lançados, somente depois que os escuto. E não poderia ser diferente com o grande Sonic Youth, que com quase três décadas de estrada lançam seu 16º álbum, The Eternal.
Também não vou comentar cada música, cada um que as ouça e tire suas próprias conclusões. Pra mim música tem a ver com o “estado de espírito” de cada um. O que pode ser em um dia maravilhoso, pode ser um porre no outro.
O álbum The Eternal marca a volta do SY pra uma gravadora independente, a *MATADOR RECORDS.
Interessante a distribuição de vocais entre Kim Gordan, Lee Ranaldo e Thurston Moore, acompanhados de perto por Steve Shelley na bateria. A novidade deste álbum é a participação de Mark Ibold (ex-Pavement) como segundo baixista.
Os integrantes na faixa dos 50 anos de idade (o baixista Mark Ibold tem 47), é mais um motivo pra quem tem quase 40 (assim como eu) conferir o trabalho, e sentir que a geração de 80 está mais viva que nunca.
Faixas: 1º Sacred Trickster, 2º Anti-Orgasm, 3º Leaky Lifeboat(for Gregory Corso), 4º Antenna, 5º What We Know, 6º Calming The Snake, 7º Poison Arrow, 8º Malibu Gas Station, 9º Thunderclap For Bobby Pyn, 10º No Way, 11º Walkin Blue, 12º Massage The History

* A gravadora foi iniciada por Chris Lombardi em 1989 no seu apartamento em Nova Iorque. No ano seguinte, Lombardi juntou-se ao ex-manager da Homestead Records, Gerald Cosloy , e começaram o selo Matador. Em 1993, a gravadora começou uma parceria com a Atlantic Records. Então em 1999, a Capitol Records comprou 49% da gravadora, mas os donos do selo o compraram de volta tempos depois. O selo foi comprado pelo grupo Beggars Group. Desde 2002 e agora opera em Nova Iorque e Londres.
Anselmo


Sacred Trickster

SONIC YOUTH - DISCO NOVO




Como de costume, não comento álbuns logo quando são lançados, somente depois que os escuto. E não poderia ser diferente com o grande Sonic Youth, que com quase três décadas de estrada lançam seu 16º álbum, The Eternal.
Também não vou comentar cada música, cada um que as ouça e tire suas próprias conclusões. Pra mim música tem a ver com o “estado de espírito” de cada um. O que pode ser em um dia maravilhoso, pode ser um porre no outro.
O álbum The Eternal marca a volta do SY pra uma gravadora independente, a *MATADOR RECORDS.
Interessante a distribuição de vocais entre Kim Gordan, Lee Ranaldo e Thurston Moore, acompanhados de perto por Steve Shelley na bateria. A novidade deste álbum é a participação de Mark Ibold (ex-Pavement) como segundo baixista.
Os integrantes na faixa dos 50 anos de idade (o baixista Mark Ibold tem 47), é mais um motivo pra quem tem quase 40 (assim como eu) conferir o trabalho, e sentir que a geração de 80 está mais viva que nunca.
Faixas: 1º Sacred Trickster, 2º Anti-Orgasm, 3º Leaky Lifeboat(for Gregory Corso), 4º Antenna, 5º What We Know, 6º Calming The Snake, 7º Poison Arrow, 8º Malibu Gas Station, 9º Thunderclap For Bobby Pyn, 10º No Way, 11º Walkin Blue, 12º Massage The History

* A gravadora foi iniciada por Chris Lombardi em 1989 no seu apartamento em Nova Iorque. No ano seguinte, Lombardi juntou-se ao ex-manager da Homestead Records, Gerald Cosloy , e começaram o selo Matador. Em 1993, a gravadora começou uma parceria com a Atlantic Records. Então em 1999, a Capitol Records comprou 49% da gravadora, mas os donos do selo o compraram de volta tempos depois. O selo foi comprado pelo grupo Beggars Group. Desde 2002 e agora opera em Nova Iorque e Londres.
Anselmo


Sacred Trickster

terça-feira, 14 de julho de 2009

A CANÇÃO ROCK DEFINITIVA

Num post escrito alguns dias atrás eu cravei "Be my Baby" das Ronettes como a canção pop definitiva.

Agora no 13 de julho, considerado o dia do rock, fiquei pensando em uma música que resumisse este estilo tão amplo.

Mas afinal o que é rock? Beatles? Rolling Stones? Ramones? Pink Floyd? Led Zeppelin? U2?Metallica?

Lembro das vezes em que algumas pessoas ao me ouvirem dizer que gostava de rock já emendavam: "Então você gosta de Iron Maiden!" ou "Então você gosta de Pink Floyd!" e achavam meio estranho eu responder que não.

São tantas as possibilidades de estilos dentro do rock que eu sempre preferi dividir em bom e ruim (pelo menos para o meu gosto). Aliás eu divido a música em geral nestes termos, seja ela pop, eletrônica, soul, etc.

Mas voltando a escolha de uma única música, meu raciocínio foi o seguinte. Imaginei um encontro com uma pessoa que tivesse ficado em coma durante os últimos 60 anos (isso existe?). Diante de tantas possibilidades, como eu responderia a pergunta: O que é rock?

Optando por uma explicação bem objetiva, mostraria a ela a música "I Wanna Be Your Dog" dos Stooges.

Os Stooges foram uma banda americana formada no final dos anos 60, que tinha como vocalista o sensacional Iggy Pop, mas que na verdade nunca vingou comercialmente. Seu legado foi ter influenciado quase todas as boas bandas que surgiram dos anos 70 para frente. É difícil achar quem não ao menos respeite a importância dos caras para a história do rock.

Abaixo está a música. Se você conhece, curta este clássico. Se não conhece, veja se com este som "o cara do coma" não ia entender do que eu estava falando.


Sandro

I Wanna Be Your Dog


The Stooges - I Wanna Be Your Dog
Found at skreemr.org

A CANÇÃO ROCK DEFINITIVA

Num post escrito alguns dias atrás eu cravei "Be my Baby" das Ronettes como a canção pop definitiva.

Agora no 13 de julho, considerado o dia do rock, fiquei pensando em uma música que resumisse este estilo tão amplo.

Mas afinal o que é rock? Beatles? Rolling Stones? Ramones? Pink Floyd? Led Zeppelin? U2?Metallica?

Lembro das vezes em que algumas pessoas ao me ouvirem dizer que gostava de rock já emendavam: "Então você gosta de Iron Maiden!" ou "Então você gosta de Pink Floyd!" e achavam meio estranho eu responder que não.

São tantas as possibilidades de estilos dentro do rock que eu sempre preferi dividir em bom e ruim (pelo menos para o meu gosto). Aliás eu divido a música em geral nestes termos, seja ela pop, eletrônica, soul, etc.

Mas voltando a escolha de uma única música, meu raciocínio foi o seguinte. Imaginei um encontro com uma pessoa que tivesse ficado em coma durante os últimos 60 anos (isso existe?). Diante de tantas possibilidades, como eu responderia a pergunta: O que é rock?

Optando por uma explicação bem objetiva, mostraria a ela a música "I Wanna Be Your Dog" dos Stooges.

Os Stooges foram uma banda americana formada no final dos anos 60, que tinha como vocalista o sensacional Iggy Pop, mas que na verdade nunca vingou comercialmente. Seu legado foi ter influenciado quase todas as boas bandas que surgiram dos anos 70 para frente. É difícil achar quem não ao menos respeite a importância dos caras para a história do rock.

Abaixo está a música. Se você conhece, curta este clássico. Se não conhece, veja se com este som "o cara do coma" não ia entender do que eu estava falando.


Sandro

I Wanna Be Your Dog


The Stooges - I Wanna Be Your Dog
Found at skreemr.org

quinta-feira, 9 de julho de 2009

Está chegando a hora! O negócio vai começar a ficar sério!

É isso. Faz quase um mês que a gente colocou este blog no ar. De lá para cá, fomos brincando e se habituando a mexer no negócio.

Fomos aprendendo a deixar figuras, vídeos, músicas (dá um trabalho!). Mas principamente descobrindo que é divertido. Que esta atividade pode funcionar como terapia para um workaholic desiludido como eu.

Falta ainda a importante entrada do brother Pancho, que em breve vai estar na área e certamente pegar a manha rapidinho.

A idéia de criar um blog surgiu para que pudessemos compartilhar nosso estranho (nem tanto) gosto sobre música, cinema, televisão, literatura, quadrinhos,etc, com outras pessoas, conhecidas ou não.

Talvez acrescentar algo, talvez aprender algo. Sem muitas pretensões.

O ponto é que nos próximos dias vamos efetivamente entrar na chamada blogsfera. Vamos divulgar oficialmente a empreitada para os amigos e ver no que vai dar. A idéia é deixarmos posts diários mais ou menos na linha do que se viu até agora.

De qualquer forma, sinto que ao menos como canal para limpeza mental própria o Minerva Pop vai funcionar.




É isso. Boa sorte para a gente!

Sandro

Está chegando a hora! O negócio vai começar a ficar sério!

É isso. Faz quase um mês que a gente colocou este blog no ar. De lá para cá, fomos brincando e se habituando a mexer no negócio.

Fomos aprendendo a deixar figuras, vídeos, músicas (dá um trabalho!). Mas principamente descobrindo que é divertido. Que esta atividade pode funcionar como terapia para um workaholic desiludido como eu.

Falta ainda a importante entrada do brother Pancho, que em breve vai estar na área e certamente pegar a manha rapidinho.

A idéia de criar um blog surgiu para que pudessemos compartilhar nosso estranho (nem tanto) gosto sobre música, cinema, televisão, literatura, quadrinhos,etc, com outras pessoas, conhecidas ou não.

Talvez acrescentar algo, talvez aprender algo. Sem muitas pretensões.

O ponto é que nos próximos dias vamos efetivamente entrar na chamada blogsfera. Vamos divulgar oficialmente a empreitada para os amigos e ver no que vai dar. A idéia é deixarmos posts diários mais ou menos na linha do que se viu até agora.

De qualquer forma, sinto que ao menos como canal para limpeza mental própria o Minerva Pop vai funcionar.




É isso. Boa sorte para a gente!

Sandro

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