minervapop

terça-feira, 18 de maio de 2010

SKreemR - Música ao seu alcançe

Bom, todos frequentadores deste espaço sabem que o Minerva Pop não é um blog para quem está atrás de download. Já abordamos o tema algumas vezes (leia a mais contundente aqui) e sabemos que existem blogueiros muito mais competentes do que a gente nesta matéria. Alguns deles estão inclusive entre os nossos favoritos aí ao lado direito ou participaram ativamente da discussão motivada pelo post citado.

Mas o post de hoje toca de novo no assunto. Porém, sem dar andamento (por ora) ao debate sobre a legitimidade ou não da disponibilidade de músicas na rede. O texto é mais uma dica do que outra coisa. Ainda que me pareça tardia. 

Pode parecer incrível para os mais experientes e viciados em internet, mas a ação de baixar músicas não é algo tão familiar para grande parte das pessoas. Conheço muitos amigos que tem medo dos links que direcionam aos sites onde os arquivos ficam hospedados (Mega upload, etc). Outros não são tão fãs a ponto de desejar um disco inteiro e querem  apenas conhecer ou possuir algumas músicas. E claro, existem aqueles que não sabem nada mesmo.

Então, a dica que deixo é o SKreemR. O serviço não é novo e eu o uso faz bastante tempo. Com um ambiente bem limpo, o site é na verdade uma espécie de agregador de músicas espalhadas pela rede, principalmente em blogs especializados em mp3 (mas não só). Digitando a música ou artista procurado, aparece toda a série encontrada já em forma de tocadores.

E esse ponto sempre foi uma das maiores sacadas do lugar. Você pode ouvir em streaming a música, para conhecer. 

Mas é aí que a dica chega atrasada. Até umas semanas atrás, gostando e querendo "pegar" a música para você, era só clicar com o botão direito do mouse em cima do título e dar um "salvar como". Pronto, ela já ia rapidamente em formato MP3 para o seu browse. Assim, simples e indolor.

Porém, recentemente eles disponibilizaram a opção de compartilhamento destas músicas, possibilitando que você anexe o som escolhido em seu blog, facebook, twitter, orkut, etc. Um aprimoramento valioso, mas com um efeito colateral grave. Agora só dá para salvar o link e não mais o arquivo. Pelo menos não sem usar um programa específico para isso.

De qualquer forma, a evolução é uma grande notícia para quem quer incorporar músicas em suas páginas pessoais no melhor estilo You Tube. Aqui no Minerva Pop, a estréia do SKreemR como tocador deu-se com o post do U2 (aqui) e depois com o da Camera Obscura (aqui).

Outra coisa, como a reforma no site é recente, vale a pena ficar de olho para ver se funcionalidade de "salvar" não retorna em breve. Vale ainda dizer que o local não é o mais adequado para quem procura por música brasileira, que é quase impossível de achar. Mas garanto que tem muita coisa por lá e vale a pena uma conferida, nem que for para usar como tocador online que funcione como um local para ouvir e descobrir músicas. Fica a recomendação.

Para ilustar o post  Abaixo algumas de minhas músicas preferidas (dentre milhares) que ainda não tinham aparecido por aqui.


Sandro

Sugar - "Helpless"

Sugar - Helpless
Found at skreemr.org

The Clash - "Safe European Home"

Safe European Home
Found at skreemr.org

Nirvana - "Stay Way"

Nirvana - Stay Away
Found at skreemr.org

Smashing Pumpkins - "Disarm"

The Smashing Pumpkins - Disarm
Found at skreemr.org

Manic Street Preachers - "Let Robeson Sing"

manic street preachers - let robeson sing
Found at skreemr.org

SKreemR - Música ao seu alcançe

Bom, todos frequentadores deste espaço sabem que o Minerva Pop não é um blog para quem está atrás de download. Já abordamos o tema algumas vezes (leia a mais contundente aqui) e sabemos que existem blogueiros muito mais competentes do que a gente nesta matéria. Alguns deles estão inclusive entre os nossos favoritos aí ao lado direito ou participaram ativamente da discussão motivada pelo post citado.

Mas o post de hoje toca de novo no assunto. Porém, sem dar andamento (por ora) ao debate sobre a legitimidade ou não da disponibilidade de músicas na rede. O texto é mais uma dica do que outra coisa. Ainda que me pareça tardia. 

Pode parecer incrível para os mais experientes e viciados em internet, mas a ação de baixar músicas não é algo tão familiar para grande parte das pessoas. Conheço muitos amigos que tem medo dos links que direcionam aos sites onde os arquivos ficam hospedados (Mega upload, etc). Outros não são tão fãs a ponto de desejar um disco inteiro e querem  apenas conhecer ou possuir algumas músicas. E claro, existem aqueles que não sabem nada mesmo.

Então, a dica que deixo é o SKreemR. O serviço não é novo e eu o uso faz bastante tempo. Com um ambiente bem limpo, o site é na verdade uma espécie de agregador de músicas espalhadas pela rede, principalmente em blogs especializados em mp3 (mas não só). Digitando a música ou artista procurado, aparece toda a série encontrada já em forma de tocadores.

E esse ponto sempre foi uma das maiores sacadas do lugar. Você pode ouvir em streaming a música, para conhecer. 

Mas é aí que a dica chega atrasada. Até umas semanas atrás, gostando e querendo "pegar" a música para você, era só clicar com o botão direito do mouse em cima do título e dar um "salvar como". Pronto, ela já ia rapidamente em formato MP3 para o seu browse. Assim, simples e indolor.

Porém, recentemente eles disponibilizaram a opção de compartilhamento destas músicas, possibilitando que você anexe o som escolhido em seu blog, facebook, twitter, orkut, etc. Um aprimoramento valioso, mas com um efeito colateral grave. Agora só dá para salvar o link e não mais o arquivo. Pelo menos não sem usar um programa específico para isso.

De qualquer forma, a evolução é uma grande notícia para quem quer incorporar músicas em suas páginas pessoais no melhor estilo You Tube. Aqui no Minerva Pop, a estréia do SKreemR como tocador deu-se com o post do U2 (aqui) e depois com o da Camera Obscura (aqui).

Outra coisa, como a reforma no site é recente, vale a pena ficar de olho para ver se funcionalidade de "salvar" não retorna em breve. Vale ainda dizer que o local não é o mais adequado para quem procura por música brasileira, que é quase impossível de achar. Mas garanto que tem muita coisa por lá e vale a pena uma conferida, nem que for para usar como tocador online que funcione como um local para ouvir e descobrir músicas. Fica a recomendação.

Para ilustar o post  Abaixo algumas de minhas músicas preferidas (dentre milhares) que ainda não tinham aparecido por aqui.


Sandro

Sugar - "Helpless"

Sugar - Helpless
Found at skreemr.org

The Clash - "Safe European Home"

Safe European Home
Found at skreemr.org

Nirvana - "Stay Way"

Nirvana - Stay Away
Found at skreemr.org

Smashing Pumpkins - "Disarm"

The Smashing Pumpkins - Disarm
Found at skreemr.org

Manic Street Preachers - "Let Robeson Sing"

manic street preachers - let robeson sing
Found at skreemr.org

domingo, 16 de maio de 2010

VÍDEOS DA SEMANA - DIO, STOOGES, GREEN DAY, STROMAE, U2

1) Ronnie James Dio morre aos 67 anos, de câncer - Essa "figuraça" foi responsável , no início dos anos 80, de trazer o Black Sabbath de volta a mídia. Descanse em Paz!




2) Iggy Pop - "Raw Power Documentary" - Saiu na Web um documentário sobre o álbum "Raw Power" dos Stooges.



3) Green Day - cover de "Rip This Joint" - e tem gente que não gosta de Rolling Stones.



4)Stromae - "Alors on Dance" - rapper belga, hit da temporada....tirem suas próprias conclusões.



5) Window In The Skies - U2 - Ok, este vídeo não é novo, mas quando foi lançado, esta "coluna" não existia....desculpe, mas tinha que por isso aqui.

VÍDEOS DA SEMANA - DIO, STOOGES, GREEN DAY, STROMAE, U2

1) Ronnie James Dio morre aos 67 anos, de câncer - Essa "figuraça" foi responsável , no início dos anos 80, de trazer o Black Sabbath de volta a mídia. Descanse em Paz!




2) Iggy Pop - "Raw Power Documentary" - Saiu na Web um documentário sobre o álbum "Raw Power" dos Stooges.



3) Green Day - cover de "Rip This Joint" - e tem gente que não gosta de Rolling Stones.



4)Stromae - "Alors on Dance" - rapper belga, hit da temporada....tirem suas próprias conclusões.



5) Window In The Skies - U2 - Ok, este vídeo não é novo, mas quando foi lançado, esta "coluna" não existia....desculpe, mas tinha que por isso aqui.

sábado, 15 de maio de 2010

À Caminho Do Inferno & Walker - Cinema Sandinista


Alex Cox , (diretor inglês que estudou cinema nos Estados Unidos, onde dirigiu filmes chamados “cult” nos anos 80 como,  Repo Man (1984), Sid e Nancy (1986), À Caminho do Inferno (1987) ), influenciado pelos sentimentos revolucionários sandinistas dirigiu dois filmes indispensáveis para os “Punk Rockers” de plantão, “À Caminho do Inferno” (Straight To Hell) e “Walker”, ambos de 1987.


Straight to Hell:

Nascido de uma idéia do produtor Eric Fellner , que havia organizado um show de rock a favor dos sandinistas, surgiu a gênese de À Caminho do Inferno. Com participação de artistas como Joe Strummer, The Pogues, e Elvis Costello, Fellner queria organizar uma turnê mundial angariando fundos para os guerrilheiros nicaraguenses, mas a idéia não “decolou”. Em compensação, os músicos foram convidados a participarem de um faroeste filmado nos desertos de Almería. Com roteiro de Alex Cox (escrito com o ator Dick Rude) o filme é uma grande brincadeira carregada de rock n’roll e bandoleiros, quase como um aquecimento para o excelente Walker, também de 1987. Além dos músicos já citados, tem participação de Dennis Hopper, Grace Jones, Jim Jarmurch, Courtney Love , dentre outros. Atenção no pistoleiro interpretado por Sy Richardson , muito semelhante a Samuel L. Jackson em Pulp Fiction do Tarantino.


Walker:
Durante o período colonial da Nicaragua foi desenvolvida uma intensa rivalidade entre as cidades coloniais de León, sede administrativa e centro intelectual e liberal, e Granada, o centro agrícola da aristocracia conservadora, enriquecida pelo comercio com a Espanha, feito pelo rio San Juan.

Em 1855, com as lutas entre os liberais de León e os conservadores de Granada , de forma calculada, um aventureiro norte-americano, William Walker americano conhecido por tentar anexar o México aos Estados Unidos, alia-se a uma das facções da guerra civil que assolava a Nicarágua. Aos poucos, as intenções e objetivos de Walker vão ficando mais claros, quando ele mesmo promove um golpe de estado e se declara presidente.

O aventureiro foi deposto em 1857 pelo esforço conjunto dos países limítrofes, de Vanderbilt e dos liberais, que o haviam contratado para tomar Granada. Sua expulsão contribuiu para a união do país.

Esse personagem histórico serviu de tema para o diretor inglês Alex Cox realizar “Walker” (1987).

Como falamos no início do “post”, Cox sendo simpatizante do movimento sandinista, quando estava na Nicarágua para acompanhar as eleições de 1984, lhe foi perguntado se não havia interesse em fazer um filme sobre a história do país. A resposta veio com a ajuda do produtor peruano Lorenzo O’Brien, com quem Cox trabalhou na história da invasão da Nicarágua por Walker.

A interpretação de Ed Harris (Walker), e o humor e surrealismo no filme, com  as garrafas de Coca-Cola, Televisores e Helicópteros, são um show á parte. Um dos pontos altos da produção é a participação de Joe Strummer no filme como ator (Faucet) e compositor da trilha sonora. Vale lembra que o paralelo da política imperialista dos EUA é contundente.

Abaixo deixo o trailer, e alguns momentos “hilários” desse filmes, como Zander Schloss cantando "Salsa y Ketchup" em “À Caminho Do Inferno”, e a belíssima Unknown Immortal de Joe Strummer de “Walker”.

Anselmo 







À Caminho Do Inferno & Walker - Cinema Sandinista


Alex Cox , (diretor inglês que estudou cinema nos Estados Unidos, onde dirigiu filmes chamados “cult” nos anos 80 como,  Repo Man (1984), Sid e Nancy (1986), À Caminho do Inferno (1987) ), influenciado pelos sentimentos revolucionários sandinistas dirigiu dois filmes indispensáveis para os “Punk Rockers” de plantão, “À Caminho do Inferno” (Straight To Hell) e “Walker”, ambos de 1987.


Straight to Hell:

Nascido de uma idéia do produtor Eric Fellner , que havia organizado um show de rock a favor dos sandinistas, surgiu a gênese de À Caminho do Inferno. Com participação de artistas como Joe Strummer, The Pogues, e Elvis Costello, Fellner queria organizar uma turnê mundial angariando fundos para os guerrilheiros nicaraguenses, mas a idéia não “decolou”. Em compensação, os músicos foram convidados a participarem de um faroeste filmado nos desertos de Almería. Com roteiro de Alex Cox (escrito com o ator Dick Rude) o filme é uma grande brincadeira carregada de rock n’roll e bandoleiros, quase como um aquecimento para o excelente Walker, também de 1987. Além dos músicos já citados, tem participação de Dennis Hopper, Grace Jones, Jim Jarmurch, Courtney Love , dentre outros. Atenção no pistoleiro interpretado por Sy Richardson , muito semelhante a Samuel L. Jackson em Pulp Fiction do Tarantino.


Walker:
Durante o período colonial da Nicaragua foi desenvolvida uma intensa rivalidade entre as cidades coloniais de León, sede administrativa e centro intelectual e liberal, e Granada, o centro agrícola da aristocracia conservadora, enriquecida pelo comercio com a Espanha, feito pelo rio San Juan.

Em 1855, com as lutas entre os liberais de León e os conservadores de Granada , de forma calculada, um aventureiro norte-americano, William Walker americano conhecido por tentar anexar o México aos Estados Unidos, alia-se a uma das facções da guerra civil que assolava a Nicarágua. Aos poucos, as intenções e objetivos de Walker vão ficando mais claros, quando ele mesmo promove um golpe de estado e se declara presidente.

O aventureiro foi deposto em 1857 pelo esforço conjunto dos países limítrofes, de Vanderbilt e dos liberais, que o haviam contratado para tomar Granada. Sua expulsão contribuiu para a união do país.

Esse personagem histórico serviu de tema para o diretor inglês Alex Cox realizar “Walker” (1987).

Como falamos no início do “post”, Cox sendo simpatizante do movimento sandinista, quando estava na Nicarágua para acompanhar as eleições de 1984, lhe foi perguntado se não havia interesse em fazer um filme sobre a história do país. A resposta veio com a ajuda do produtor peruano Lorenzo O’Brien, com quem Cox trabalhou na história da invasão da Nicarágua por Walker.

A interpretação de Ed Harris (Walker), e o humor e surrealismo no filme, com  as garrafas de Coca-Cola, Televisores e Helicópteros, são um show á parte. Um dos pontos altos da produção é a participação de Joe Strummer no filme como ator (Faucet) e compositor da trilha sonora. Vale lembra que o paralelo da política imperialista dos EUA é contundente.

Abaixo deixo o trailer, e alguns momentos “hilários” desse filmes, como Zander Schloss cantando "Salsa y Ketchup" em “À Caminho Do Inferno”, e a belíssima Unknown Immortal de Joe Strummer de “Walker”.

Anselmo 







sexta-feira, 14 de maio de 2010

CAMERA OBSCURA - Como foi bom descobrir esta banda e como será ruim não ir ao show...

Bom, todos nós que somos fanáticos por música, sabemos que por mais que estejamos atualizados e tentemos nos manter antenados com as novidades, sempre vai aparecer alguma coisa desconhecida que a gente acaba se perguntando “Por que eu não descobri isso antes?”.

Esta sensação é freqüente e inclusive uma das razões que motivou a criação deste blog. Queremos compartilhar coisas que gostamos e que muitas vezes são de conhecimento público, mas em outros casos ainda precisam ser descobertas, não só pelos leitores do blog, mas por nós mesmos.

O post de hoje é sobre uma banda que suscita a pergunta citada acima. Não sei quantos de vocês conhecem a banda chamada Camera Obscura. Eu particularmente passei muito tempo lendo referências aqui e ali, mas nunca prestei realmente atenção. Quase que invariavelmente os comentários relacionavam o som deles ao Belle and Sebastian (que adoro, leia aqui), mas sinceramente, eu só sabia que apesar do que o nome possa sugerir, a banda era gringa e não tinha idéia nem do país de origem.

Até que um dia a história mudou. Foi no começo do ano passado, quando eu estava numa destas livrarias mega-stores aqui de SP e me deparei com um cd da Camera Obscura na prateleira. Movido pelas boas indicações e curiosidade, coloquei-o para rolar naqueles leitores que mostram os primeiros 30 segundos de cada música.

Sabe aquele lance de amor a primeira vista (no caso ouvida)? Então, foi imediato. Que voz maravilhosa, que melodia linda. Por que eu ainda não tinha ouvido aquilo antes?

O disco em questão era "Let's Get Out of This Country" (de 2006) e eu o comprei no ato. Quando o ouvi por inteiro, comprovei a primeira impressão. O som era ótimo. Á partir daí fui atrás de mais informações e descobri que aquele era o terceiro trabalho da Camera Obscura. Peguei os dois primeiros na internet, "Biggest Bluest Hi Fi" (de 2002) e "Underachievers Please Try Harder" (de 2003) e claro, eram tão bons quanto eu pensava.

Uns meses depois, ainda em 2009, saiu "My Maudlin Career", que eu também descolei de pronto e adorei (quase entrou na minha lista de favoritos, aqui).

Compensei a bobeada, virando fã e ouvindo sempre. Mas agora, em 2010, eis que um novo vacilo envolvendo a Camera Obscura rola comigo.

Fiquei sabendo tardiamente que a banda se apresentaria em São Paulo, já em maio, dia 27. Tardiamente, porque a notícia já chegou para mim com a informação de que os ingressos estavam esgotados. Conformado, durante o último sábado, li no twitter deles que devido a grande procura, haveria um show extra, marcado para o dia 26. Na mensagem eles pediam para divulgarmos a novidade, o que fiz de imediato via twitter também. Diziam que os novos ingressos estariam disponíveis no site Ingresso Rápido á partir da segunda-feira.

Pensei, que bom, não vou vou perder o show! Porém, devido ao meu relaxo nem prestei atenção onde seria a balada e vi apenas que seria dentro de um festival chamado Whisky Festival. O fato é que o local escolhido foi o Stúdio SP, lá na Augusta. Para quem conhece, já dá para imaginar o que aconteceu, né? Os 400 ingressos colocados a disposição se esgotaram no mesmo dia (soube depois que da primeira vez foi em 1 hora) e eu que demorei para ir atrás, fiquei sem o meu.

Bom, mas sem mais lamentações, deixo vocês com este delicioso som e recomendo muito. Quem sabe, você não se faz a mesma pergunta do início deste texto?


Sandro







Camera Obscura - Let's Get Out Of This Country
Found at skreemr.org

CAMERA OBSCURA - Como foi bom descobrir esta banda e como será ruim não ir ao show...

Bom, todos nós que somos fanáticos por música, sabemos que por mais que estejamos atualizados e tentemos nos manter antenados com as novidades, sempre vai aparecer alguma coisa desconhecida que a gente acaba se perguntando “Por que eu não descobri isso antes?”.

Esta sensação é freqüente e inclusive uma das razões que motivou a criação deste blog. Queremos compartilhar coisas que gostamos e que muitas vezes são de conhecimento público, mas em outros casos ainda precisam ser descobertas, não só pelos leitores do blog, mas por nós mesmos.

O post de hoje é sobre uma banda que suscita a pergunta citada acima. Não sei quantos de vocês conhecem a banda chamada Camera Obscura. Eu particularmente passei muito tempo lendo referências aqui e ali, mas nunca prestei realmente atenção. Quase que invariavelmente os comentários relacionavam o som deles ao Belle and Sebastian (que adoro, leia aqui), mas sinceramente, eu só sabia que apesar do que o nome possa sugerir, a banda era gringa e não tinha idéia nem do país de origem.

Até que um dia a história mudou. Foi no começo do ano passado, quando eu estava numa destas livrarias mega-stores aqui de SP e me deparei com um cd da Camera Obscura na prateleira. Movido pelas boas indicações e curiosidade, coloquei-o para rolar naqueles leitores que mostram os primeiros 30 segundos de cada música.

Sabe aquele lance de amor a primeira vista (no caso ouvida)? Então, foi imediato. Que voz maravilhosa, que melodia linda. Por que eu ainda não tinha ouvido aquilo antes?

O disco em questão era "Let's Get Out of This Country" (de 2006) e eu o comprei no ato. Quando o ouvi por inteiro, comprovei a primeira impressão. O som era ótimo. Á partir daí fui atrás de mais informações e descobri que aquele era o terceiro trabalho da Camera Obscura. Peguei os dois primeiros na internet, "Biggest Bluest Hi Fi" (de 2002) e "Underachievers Please Try Harder" (de 2003) e claro, eram tão bons quanto eu pensava.

Uns meses depois, ainda em 2009, saiu "My Maudlin Career", que eu também descolei de pronto e adorei (quase entrou na minha lista de favoritos, aqui).

Compensei a bobeada, virando fã e ouvindo sempre. Mas agora, em 2010, eis que um novo vacilo envolvendo a Camera Obscura rola comigo.

Fiquei sabendo tardiamente que a banda se apresentaria em São Paulo, já em maio, dia 27. Tardiamente, porque a notícia já chegou para mim com a informação de que os ingressos estavam esgotados. Conformado, durante o último sábado, li no twitter deles que devido a grande procura, haveria um show extra, marcado para o dia 26. Na mensagem eles pediam para divulgarmos a novidade, o que fiz de imediato via twitter também. Diziam que os novos ingressos estariam disponíveis no site Ingresso Rápido á partir da segunda-feira.

Pensei, que bom, não vou vou perder o show! Porém, devido ao meu relaxo nem prestei atenção onde seria a balada e vi apenas que seria dentro de um festival chamado Whisky Festival. O fato é que o local escolhido foi o Stúdio SP, lá na Augusta. Para quem conhece, já dá para imaginar o que aconteceu, né? Os 400 ingressos colocados a disposição se esgotaram no mesmo dia (soube depois que da primeira vez foi em 1 hora) e eu que demorei para ir atrás, fiquei sem o meu.

Bom, mas sem mais lamentações, deixo vocês com este delicioso som e recomendo muito. Quem sabe, você não se faz a mesma pergunta do início deste texto?


Sandro







Camera Obscura - Let's Get Out Of This Country
Found at skreemr.org

quinta-feira, 13 de maio de 2010

TERRA SEM LEI - LoVEless


Segue mais uma dica de leitura para quem gosta do gênero quadrinhos: Terra Sem Lei (LoVELess), roteiro de Brian Azzarello (100 balas, Hellblazer) e Marcelo Frusin (desenhista de Hellblazer).

Pra aqueles que gostam de filmes do diretor Sergio Leone como “Era uma vez no Oeste”, “Por Um Punhado de Dólares”, “Três Homens em Conflito”, vai gostar muito dessa saga.

A história é sobre a vida de Wes Cutter, um ex-combatente da Guerra Civil americana, que passou um tempo em um campo de prisioneiros da União e conviveu com a selvageria da reestruturação do país. O foco dos capítulos dessa edição chamada “De Volta Pra Casa”, narra a volta de Cutter pra sua terra,  sua reação ao encontrar uma cidade cheia de mistérios, e sua busca incansável pela esposa Ruth – uma mulher atormentada e misteriosa.

Também é abordado o conflito racial que se expandida  de forma abominável no sul dos EUA, numa época crítica de fim de guerra entre sulistas e nortistas.

Como diz o prefácio da HQ: “Como Bonnie e Clyde saídos do inferno, esse casal vai rasgaro oeste norte-americano em busca da única coisa que sempre escapou de seu alcance: paz.”

O volume lançado pela Panini Comics reúne as edições 1 a 5 da série Loveless em 132 páginas de quadrinhos.


Anselmo



TERRA SEM LEI - LoVEless


Segue mais uma dica de leitura para quem gosta do gênero quadrinhos: Terra Sem Lei (LoVELess), roteiro de Brian Azzarello (100 balas, Hellblazer) e Marcelo Frusin (desenhista de Hellblazer).

Pra aqueles que gostam de filmes do diretor Sergio Leone como “Era uma vez no Oeste”, “Por Um Punhado de Dólares”, “Três Homens em Conflito”, vai gostar muito dessa saga.

A história é sobre a vida de Wes Cutter, um ex-combatente da Guerra Civil americana, que passou um tempo em um campo de prisioneiros da União e conviveu com a selvageria da reestruturação do país. O foco dos capítulos dessa edição chamada “De Volta Pra Casa”, narra a volta de Cutter pra sua terra,  sua reação ao encontrar uma cidade cheia de mistérios, e sua busca incansável pela esposa Ruth – uma mulher atormentada e misteriosa.

Também é abordado o conflito racial que se expandida  de forma abominável no sul dos EUA, numa época crítica de fim de guerra entre sulistas e nortistas.

Como diz o prefácio da HQ: “Como Bonnie e Clyde saídos do inferno, esse casal vai rasgaro oeste norte-americano em busca da única coisa que sempre escapou de seu alcance: paz.”

O volume lançado pela Panini Comics reúne as edições 1 a 5 da série Loveless em 132 páginas de quadrinhos.


Anselmo



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