minervapop

quinta-feira, 11 de março de 2010

MINERVA POP EM RITMO DE REFORMA... - FIRME E FORTE

Alguns amigos mais próximos e leitores assíduos do blog comentaram comigo sobre uma diminuição na "pegada" da empreitada nas últimas semanas. E eles tem uma certa razão.

Desde que começamos com os posts experimentais em junho de 2009 (leia aqui), até o início efetivo em meados de julho (leia aqui), eu e o Anselmo conseguimos manter o pique de deixar por aqui ao menos um post por dia, muitos deles longos e mais elaborados.

Tudo feito com muito prazer e resultando numa terapia gratuita para ambos. O negócio foi crescendo, a audiência aumentando e ficamos definitivamente viciados pela coisa.

Então, a ideia para o início de 2010 era intensificar nossa participação na rede e dar uma reformulada no blog, visando algumas melhorias.

Só que o tempo tem jogado contra, pois como vivemos uma agitada vida corporativa durante o dia (não há tempo de mexer no Minerva), toda nossa dedicação tem que acontecer a noite (vocês devem ver a hora das postagens).

O Anselmo esticou sua jornada de trabalho oficial durante muitos dais e eu confesso que estou a semanas envolto numa reformulação completa do meu iTunes, visando deixar as 11.000 músicas e os 300 vídeos constantes lá num estado de perfeição (nomes corretos, capas de discos, letras de músicas) para lançar num iPod novo que eu peguei. Isso tem me consumido horas e mais horas na frente do computador, que antes eram dedicadas a navegação pela net.

O resultado é que não conseguimos dedicar o tempo extra que gostaríamos, já que na nossa visão, não adianta apenas largar os posts por aqui. Acreditamos na blogosfera e temos convicção que o nosso crescimento passa efetivamente por uma interação cada vez maior com outros tantos blogs de qualidade espalhados pela rede.

Um exemplo prático disso é que fomos convidados e aceitamos com muita honra para participar do blog coletivo chamado Mínimo Ajuste (conheça aqui). Apesar de estar acompanhando a evolução, aparecemos lá para contribuir, só uma vez (aqui).

Mas o post é para dizer aos amigos, que esta fase está passando e dentro de muito em breve, aplicaremos as melhorias desejadas, talvez até num pacote único. Só não decidimos ainda se a frequencia de postagens continuará a ser diária ou não.

É isso. Texto sobre a gente mesmo e sobre nossas expectativas a curto prazo. Continuaremos contando com o prestígio dos amigos nesta brincadeira que ficou séria e não dá mais para parar.

Abraços a todos.

Sandro

MINERVA POP EM RITMO DE REFORMA... - FIRME E FORTE

Alguns amigos mais próximos e leitores assíduos do blog comentaram comigo sobre uma diminuição na "pegada" da empreitada nas últimas semanas. E eles tem uma certa razão.

Desde que começamos com os posts experimentais em junho de 2009 (leia aqui), até o início efetivo em meados de julho (leia aqui), eu e o Anselmo conseguimos manter o pique de deixar por aqui ao menos um post por dia, muitos deles longos e mais elaborados.

Tudo feito com muito prazer e resultando numa terapia gratuita para ambos. O negócio foi crescendo, a audiência aumentando e ficamos definitivamente viciados pela coisa.

Então, a ideia para o início de 2010 era intensificar nossa participação na rede e dar uma reformulada no blog, visando algumas melhorias.

Só que o tempo tem jogado contra, pois como vivemos uma agitada vida corporativa durante o dia (não há tempo de mexer no Minerva), toda nossa dedicação tem que acontecer a noite (vocês devem ver a hora das postagens).

O Anselmo esticou sua jornada de trabalho oficial durante muitos dais e eu confesso que estou a semanas envolto numa reformulação completa do meu iTunes, visando deixar as 11.000 músicas e os 300 vídeos constantes lá num estado de perfeição (nomes corretos, capas de discos, letras de músicas) para lançar num iPod novo que eu peguei. Isso tem me consumido horas e mais horas na frente do computador, que antes eram dedicadas a navegação pela net.

O resultado é que não conseguimos dedicar o tempo extra que gostaríamos, já que na nossa visão, não adianta apenas largar os posts por aqui. Acreditamos na blogosfera e temos convicção que o nosso crescimento passa efetivamente por uma interação cada vez maior com outros tantos blogs de qualidade espalhados pela rede.

Um exemplo prático disso é que fomos convidados e aceitamos com muita honra para participar do blog coletivo chamado Mínimo Ajuste (conheça aqui). Apesar de estar acompanhando a evolução, aparecemos lá para contribuir, só uma vez (aqui).

Mas o post é para dizer aos amigos, que esta fase está passando e dentro de muito em breve, aplicaremos as melhorias desejadas, talvez até num pacote único. Só não decidimos ainda se a frequencia de postagens continuará a ser diária ou não.

É isso. Texto sobre a gente mesmo e sobre nossas expectativas a curto prazo. Continuaremos contando com o prestígio dos amigos nesta brincadeira que ficou séria e não dá mais para parar.

Abraços a todos.

Sandro

segunda-feira, 8 de março de 2010

POESIA EXPRESSIONISTA ALEMÃ

Hoje gostaria de comentar sobre um movimento de vanguarda que é uma fonte riquíssima de cultura até os dias de hoje, o expressionismo.

Surgido na Alemanha nos primórdios do século XX, era formado por artistas e intelectuais que estavam mais focados na interiozação da criação artística do que na exteriorização, e dessa forma projetavam em suas obras uma reflexão mais subjetiva.

O expressionismo teve várias vertentes, e apesar de minha preferência ser o “expressionismo alemão”, que era organizado em dois grupos “Die Brücke” e “Der Blaue Reiter”, alcançou artistas de outros países da Europa (Itália, França) e também Estados Unidos.

O expressionismo foi usado na arte, cinema, música, dança, teatro, fotografia e poesia. E é nesse último que gostaria de deixar uma dica bem legal, o livro de Claudia Cavalcanti chamado “Poesia Expressionista Alemã” (uma antologia), da editora Estação Liberdade.

O livro tem uma introdução ao movimento naquele país, que sintetiza a “oposição á burguesia” pela juventude da época, além de sua disseminação nas artes naquele país.

Cada autor tem um capítulo específico com a compilação de suas poesias precedidas por um resumo biográfico. Os textos são em alemão e português, sendo muito interessante também para os estudantes do idioma.

A obra é uma compilação de textos de Ernst Stadler, Franz Werfel, Iwan Goll, Johannes R. Becher, Georg Trakl (o qual chamou a atenção de Wittgenstein), dentre outros.

Abaixo deixo uma pequena amostra, com a poesia de Else Schüler:

Fim Do Mundo

"Há um choro no mundo,
Como se o bom Deus Chegasse ao final,
E a nuvem plúmbea cai ao fundo,
Em peso sepulcral.

Vem, escondamo-nos juntos em plenitude...
A vida está no coração de todos
Como em ataúdes.


Tu! Profundamente nos beijemos –
No mundo palpita uma saudade,
Da qual morreremos".

É Claro que esse é somente uma "pequena" referência nesse assunto vasto e rico. Quem puder mandar comentários, agradecemos desde já.

Com certeza vamos "postar" sobre outras vertentes, principalmente música e cinema.


Anselmo

POESIA EXPRESSIONISTA ALEMÃ

Hoje gostaria de comentar sobre um movimento de vanguarda que é uma fonte riquíssima de cultura até os dias de hoje, o expressionismo.

Surgido na Alemanha nos primórdios do século XX, era formado por artistas e intelectuais que estavam mais focados na interiozação da criação artística do que na exteriorização, e dessa forma projetavam em suas obras uma reflexão mais subjetiva.

O expressionismo teve várias vertentes, e apesar de minha preferência ser o “expressionismo alemão”, que era organizado em dois grupos “Die Brücke” e “Der Blaue Reiter”, alcançou artistas de outros países da Europa (Itália, França) e também Estados Unidos.

O expressionismo foi usado na arte, cinema, música, dança, teatro, fotografia e poesia. E é nesse último que gostaria de deixar uma dica bem legal, o livro de Claudia Cavalcanti chamado “Poesia Expressionista Alemã” (uma antologia), da editora Estação Liberdade.

O livro tem uma introdução ao movimento naquele país, que sintetiza a “oposição á burguesia” pela juventude da época, além de sua disseminação nas artes naquele país.

Cada autor tem um capítulo específico com a compilação de suas poesias precedidas por um resumo biográfico. Os textos são em alemão e português, sendo muito interessante também para os estudantes do idioma.

A obra é uma compilação de textos de Ernst Stadler, Franz Werfel, Iwan Goll, Johannes R. Becher, Georg Trakl (o qual chamou a atenção de Wittgenstein), dentre outros.

Abaixo deixo uma pequena amostra, com a poesia de Else Schüler:

Fim Do Mundo

"Há um choro no mundo,
Como se o bom Deus Chegasse ao final,
E a nuvem plúmbea cai ao fundo,
Em peso sepulcral.

Vem, escondamo-nos juntos em plenitude...
A vida está no coração de todos
Como em ataúdes.


Tu! Profundamente nos beijemos –
No mundo palpita uma saudade,
Da qual morreremos".

É Claro que esse é somente uma "pequena" referência nesse assunto vasto e rico. Quem puder mandar comentários, agradecemos desde já.

Com certeza vamos "postar" sobre outras vertentes, principalmente música e cinema.


Anselmo

sábado, 6 de março de 2010

THE GOSSIP - MAIS UM FURO??

Na lista de shows (mais aqui) para este agitado começo de ano aqui no Brasil, a banda The Gossip estava confirmada para tocar agora em março, nos dias 13 em Porto Alegre, 17 em Belo Horizonte, 19 em São Paulo (era na Pachá mesmo, Ivan!) e 20 no Rio De Janeiro.

Só que hoje a marca de óculos Chilli Beans, que está bancando a turnê, suspendeu a venda dos ingressos e soltou o seguinte comunicado:
"Os promotores e organizadores do Festival Virus Chilli Beans foram surpreendidos com a atitude recente da banda Gossip, em relação a uma eventual não vinda ao Brasil para participar do festival. Nossos representantes e advogados nos EUA estão em contato com a agência que representa a banda Gossip para entender e buscar superar a situação. Estamos paralisando imediatamente a venda dos ingressos até total esclarecimento dos fatos".

Ao que parece será mais uma pisada da banda que em 2008 já tinha cancelado um vinda ao Brasil dias antes do show marcado. Na época eu já tinha ficado meio puto, pois detesto este tipo de desrepeito (post aqui sobre o mesmo caso com o Supersuckers). Agora de novo...

De qualquer forma, já risquei da lista. Semana que vem compro meus ingressos para o Franz Ferdinand, Social Distortion e Moby. Não vou poder ir ao Placebo (que já assisti), porque os espertos produtores de shows, marcaram para o mesmo dia do Social Distortion.


Sandro

THE GOSSIP - MAIS UM FURO??

Na lista de shows (mais aqui) para este agitado começo de ano aqui no Brasil, a banda The Gossip estava confirmada para tocar agora em março, nos dias 13 em Porto Alegre, 17 em Belo Horizonte, 19 em São Paulo (era na Pachá mesmo, Ivan!) e 20 no Rio De Janeiro.

Só que hoje a marca de óculos Chilli Beans, que está bancando a turnê, suspendeu a venda dos ingressos e soltou o seguinte comunicado:
"Os promotores e organizadores do Festival Virus Chilli Beans foram surpreendidos com a atitude recente da banda Gossip, em relação a uma eventual não vinda ao Brasil para participar do festival. Nossos representantes e advogados nos EUA estão em contato com a agência que representa a banda Gossip para entender e buscar superar a situação. Estamos paralisando imediatamente a venda dos ingressos até total esclarecimento dos fatos".

Ao que parece será mais uma pisada da banda que em 2008 já tinha cancelado um vinda ao Brasil dias antes do show marcado. Na época eu já tinha ficado meio puto, pois detesto este tipo de desrepeito (post aqui sobre o mesmo caso com o Supersuckers). Agora de novo...

De qualquer forma, já risquei da lista. Semana que vem compro meus ingressos para o Franz Ferdinand, Social Distortion e Moby. Não vou poder ir ao Placebo (que já assisti), porque os espertos produtores de shows, marcaram para o mesmo dia do Social Distortion.


Sandro

quinta-feira, 4 de março de 2010

REDES SOCIAIS - "BRINCADEIRA DE CRIANÇA OU ESTRATÉGIA DE GENTE GRANDE?"

Amigos, hoje eu e o Anselmo vamos deixar de escrever algumas das nossas viagens para divulgar na íntegra um artigo escrito por um terceiro (terceiros, no caso).

Falo do grande amigo Claudio Barbosa, um expert em TI, que junto com um parceiro escreveu um texto muito bacana sobre a febre das redes sociais na internet.

O artigo foi publicado na edição de hoje do jornal Diário do Grande ABC (comente aqui) e também no site da revista on line Making Of (comente aqui). Estamos divulgando pelo fato de ter sido escrito por um amigo, pelo fato de ser bom (mais importante) e que para vocês possam repercutir nos locais onde o texto foi publicado e colaborar para que outros artigos possam ser publicados. Segue:


Brincadeira de criança ou estratégia de gente grande?

Há uma ideia generalizada de que as redes sociais são puro passatempo, coisa de desocupado e, pra ir mais fundo, que não passam de diversão de criança. Afinal, qual adulto do mundo real teria tempo para joguinhos divertidos? Para comprar moedinhas e melhorar a infraestrutura de uma fazenda virtual? Pois é, como trata-se de um fenômeno ainda muito recente, talvez haja um preconceito natural com essas redes, assim como aconteceu com a internet quando ela passou a estar à disposição das empresas e do público. A rede mundial de computadores era coisa pra fazer torcer o nariz, pois tudo que é novo assusta e dá espaço para achismos que podem falsear conceitos e objetivos. Então, é possível que as redes sociais recebam o mesmo tratamento dado à internet. É só o acúmulo de conhecimento sobre o assunto, somado à disponibilidade de tempo para explorar seus recursos, o que vai provar, passo a passo, o valor dessa ferramenta. Acreditamos que seja possível chegar, então, à conclusão de que ela pode ser muito útil para a sociedade, desde que sua utilização seja bem dosada, é claro.
Para começar, vale desmistificar um conceito sobre o público que acessa essas redes. Já se sabe, por exemplo, que a média de idade do usuário de rede social é de 37 anos. O usuário do Twitter tem, em média, 39, enquanto o do LinkedIn tem 44, o do Facebook, 38 e do MySpace, 31. O cenário foi traçado por um estudo feito pelo site de tecnologia Royal Pingdom.

Também vale ressaltar alguns dados que ajudam traçar um panorama do mundo virtual hoje. Só no Brasil, do total de pessoas que acessam a internet, 79% fazem parte de alguma rede social. E o número não é pequeno. Segundo relatório da Akamai Techologies, o Brasil é o 9º país que mais acessa a internet no mundo. São quase 70 milhões de brasileiros conectados à rede, segundo Ibope Mídia. Números que podem aumentar com a chegada da banda larga popular, que prevê mais de 90 milhões de acessos até 2014.

E os brasileiros adoram as redes. Em outubro de 2009, o Twitter tinha 8,7 milhões de brasileiros. Só em 2008, o microblog cresceu 1.382%. Aliás, a Língua Portuguesa é a terceira língua mais usada no Twitter, segundo a consultoria francesa Semiocast.
Desenvolvimento de habilidades

Muito além de divertimento, as fazendas virtuais, lanchonetes e aquários apresentam a possibilidade de desenvolver habilidades de gente grande. Só a Farm Ville, jogo acessado dentro da rede social Facebook, tem mais de 80 milhões de usuários e exige boa administração e relacionamento, fatores que são fundamentais para fazer girar qualquer negócio na atualidade, principalmente os não virtuais.

Este cenário nos oferece a possibilidade de um novo olhar sobre as redes sociais, pois elas, as redes, representam mudanças de comportamento na sociedade, proporcionam mais interação entre os públicos e estreitamento das relações. No universo corporativo, as empresas precisam estar preparadas para agregar esses novos canais à estratégia de comunicação tradicional. A utilização das redes e dos jogos sociais será cada vez mais constante, assim como acontece com o correio eletrônico hoje: quase todo mundo tem pelo menos um e-mail. E não é para brincar.

Por Valdirlei Soares – Publicitário e diretor de planejamento da Ascentbrand e Claudio Barbosa Santos – Professor e gestor de projetos online da Ascentbrand

REDES SOCIAIS - "BRINCADEIRA DE CRIANÇA OU ESTRATÉGIA DE GENTE GRANDE?"

Amigos, hoje eu e o Anselmo vamos deixar de escrever algumas das nossas viagens para divulgar na íntegra um artigo escrito por um terceiro (terceiros, no caso).

Falo do grande amigo Claudio Barbosa, um expert em TI, que junto com um parceiro escreveu um texto muito bacana sobre a febre das redes sociais na internet.

O artigo foi publicado na edição de hoje do jornal Diário do Grande ABC (comente aqui) e também no site da revista on line Making Of (comente aqui). Estamos divulgando pelo fato de ter sido escrito por um amigo, pelo fato de ser bom (mais importante) e que para vocês possam repercutir nos locais onde o texto foi publicado e colaborar para que outros artigos possam ser publicados. Segue:


Brincadeira de criança ou estratégia de gente grande?

Há uma ideia generalizada de que as redes sociais são puro passatempo, coisa de desocupado e, pra ir mais fundo, que não passam de diversão de criança. Afinal, qual adulto do mundo real teria tempo para joguinhos divertidos? Para comprar moedinhas e melhorar a infraestrutura de uma fazenda virtual? Pois é, como trata-se de um fenômeno ainda muito recente, talvez haja um preconceito natural com essas redes, assim como aconteceu com a internet quando ela passou a estar à disposição das empresas e do público. A rede mundial de computadores era coisa pra fazer torcer o nariz, pois tudo que é novo assusta e dá espaço para achismos que podem falsear conceitos e objetivos. Então, é possível que as redes sociais recebam o mesmo tratamento dado à internet. É só o acúmulo de conhecimento sobre o assunto, somado à disponibilidade de tempo para explorar seus recursos, o que vai provar, passo a passo, o valor dessa ferramenta. Acreditamos que seja possível chegar, então, à conclusão de que ela pode ser muito útil para a sociedade, desde que sua utilização seja bem dosada, é claro.
Para começar, vale desmistificar um conceito sobre o público que acessa essas redes. Já se sabe, por exemplo, que a média de idade do usuário de rede social é de 37 anos. O usuário do Twitter tem, em média, 39, enquanto o do LinkedIn tem 44, o do Facebook, 38 e do MySpace, 31. O cenário foi traçado por um estudo feito pelo site de tecnologia Royal Pingdom.

Também vale ressaltar alguns dados que ajudam traçar um panorama do mundo virtual hoje. Só no Brasil, do total de pessoas que acessam a internet, 79% fazem parte de alguma rede social. E o número não é pequeno. Segundo relatório da Akamai Techologies, o Brasil é o 9º país que mais acessa a internet no mundo. São quase 70 milhões de brasileiros conectados à rede, segundo Ibope Mídia. Números que podem aumentar com a chegada da banda larga popular, que prevê mais de 90 milhões de acessos até 2014.

E os brasileiros adoram as redes. Em outubro de 2009, o Twitter tinha 8,7 milhões de brasileiros. Só em 2008, o microblog cresceu 1.382%. Aliás, a Língua Portuguesa é a terceira língua mais usada no Twitter, segundo a consultoria francesa Semiocast.
Desenvolvimento de habilidades

Muito além de divertimento, as fazendas virtuais, lanchonetes e aquários apresentam a possibilidade de desenvolver habilidades de gente grande. Só a Farm Ville, jogo acessado dentro da rede social Facebook, tem mais de 80 milhões de usuários e exige boa administração e relacionamento, fatores que são fundamentais para fazer girar qualquer negócio na atualidade, principalmente os não virtuais.

Este cenário nos oferece a possibilidade de um novo olhar sobre as redes sociais, pois elas, as redes, representam mudanças de comportamento na sociedade, proporcionam mais interação entre os públicos e estreitamento das relações. No universo corporativo, as empresas precisam estar preparadas para agregar esses novos canais à estratégia de comunicação tradicional. A utilização das redes e dos jogos sociais será cada vez mais constante, assim como acontece com o correio eletrônico hoje: quase todo mundo tem pelo menos um e-mail. E não é para brincar.

Por Valdirlei Soares – Publicitário e diretor de planejamento da Ascentbrand e Claudio Barbosa Santos – Professor e gestor de projetos online da Ascentbrand

SLADE ALIVE! - Um dos Maiores Álbuns "Ao Vivo"


O primeiro disco de Rock que chamou minha atenção foi o SLADE ALIVE! , conhecido popularmente pela sua “capa vermelha”.

Lançado em 24 de março de 1972, e produzido por Chas Chandler (The Animals), o disco é um excelente registro da potencia da banda ao vivo, com destaque para a “força vocal” de Noddy Holder e a harmonia rítmica de Jimmy Lea, de longe os responsáveis pela criatividade da banda. (O original saiu com um encarte com “cartoon”).

O Slade é formado por Noddy Holder (voz e guitarra), Dave Hill (guitarra), Jimmy Lea (baixo) e Don Powell (bateria). Este famoso quarteto começou suas atividades em 1966.

Porém a partir da década de 70, principalmente com o SLADE ALIVE! e aproveitando a “onda glam rock”, a banda começa a ganhar notoriedade internacional, além de se tornar uma fábrica de “hits”, com canções como "Mama Weer All Crazee Now", "Cum On Feel The Noize" ,"Skweeze Me Pleeze Me”, “Everyday”, ”Cuz I Love You”, “My oh My”, dentre outras.

SLADE ALIVE! é uma aula de sinergia entre platéia e banda. Composto por parte de material próprio e parte canções de outros artistas, o que prevalece é o estilo, a marca registrada do “Pub Rock” (se é que podemos chamar assim). Basta ouvir as versões de Born to be Wild (Steppenwolf) e Hear Me Calling (Alvin Lee) pra entender o que digo.

Esse álbum marcou uma geração, sendo até hoje considerado nos “top 10” dos maiores álbuns “ao Vivo” já lançados, por isso vale a pena conferir.

"Hear Me Calling" - 5:46 (Alvin Lee)
"In Like a Shot from My Gun" - 3:33 (Holder/Lea/Powell)
"Darling Be Home Soon" - 5:43 (John Sebastian)
"Know Who You Are" - 3:37 (Holder/Lea/Hill/Powell)
"Keep on Rocking" - 6:29 (Holder/Lea/Hill/Powell)
"Get Down and Get with It" - 5:33 (Bobby Marchan)
“Born to Be Wild” – 8:12 (Mars Bonfire)

O SLADE merece um “post” específico sobre sua história, mas isso fica pra outra oportunidade.

Anselmo



SLADE ALIVE! - Um dos Maiores Álbuns "Ao Vivo"


O primeiro disco de Rock que chamou minha atenção foi o SLADE ALIVE! , conhecido popularmente pela sua “capa vermelha”.

Lançado em 24 de março de 1972, e produzido por Chas Chandler (The Animals), o disco é um excelente registro da potencia da banda ao vivo, com destaque para a “força vocal” de Noddy Holder e a harmonia rítmica de Jimmy Lea, de longe os responsáveis pela criatividade da banda. (O original saiu com um encarte com “cartoon”).

O Slade é formado por Noddy Holder (voz e guitarra), Dave Hill (guitarra), Jimmy Lea (baixo) e Don Powell (bateria). Este famoso quarteto começou suas atividades em 1966.

Porém a partir da década de 70, principalmente com o SLADE ALIVE! e aproveitando a “onda glam rock”, a banda começa a ganhar notoriedade internacional, além de se tornar uma fábrica de “hits”, com canções como "Mama Weer All Crazee Now", "Cum On Feel The Noize" ,"Skweeze Me Pleeze Me”, “Everyday”, ”Cuz I Love You”, “My oh My”, dentre outras.

SLADE ALIVE! é uma aula de sinergia entre platéia e banda. Composto por parte de material próprio e parte canções de outros artistas, o que prevalece é o estilo, a marca registrada do “Pub Rock” (se é que podemos chamar assim). Basta ouvir as versões de Born to be Wild (Steppenwolf) e Hear Me Calling (Alvin Lee) pra entender o que digo.

Esse álbum marcou uma geração, sendo até hoje considerado nos “top 10” dos maiores álbuns “ao Vivo” já lançados, por isso vale a pena conferir.

"Hear Me Calling" - 5:46 (Alvin Lee)
"In Like a Shot from My Gun" - 3:33 (Holder/Lea/Powell)
"Darling Be Home Soon" - 5:43 (John Sebastian)
"Know Who You Are" - 3:37 (Holder/Lea/Hill/Powell)
"Keep on Rocking" - 6:29 (Holder/Lea/Hill/Powell)
"Get Down and Get with It" - 5:33 (Bobby Marchan)
“Born to Be Wild” – 8:12 (Mars Bonfire)

O SLADE merece um “post” específico sobre sua história, mas isso fica pra outra oportunidade.

Anselmo



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