O post de hoje é clichê. Num dia considerado santo pelos cristãos de todo o mundo (onde leio também que Israel intensifica os ataques a faixa de Gaza), escrevo sobre um filme de 2004, onde o diretor Mel Gibson nos mostra sua visão sobre as últimas 12 horas de vida de Jesus de Nazaré.
Como vocês já leram várias vezes por aqui, na criação do blog fizemos um acordo de não escrever sobre política, futebol e religião e seguindo esta orientação alguns de nossos posts apenas "esbarram" nos temas, falando sobre obras que contenham estes assuntos, mas sem gerar polemicas com opiniões pessoais.
Portanto vou me ater ao filme e recomendá-lo a quem ainda não o tenha visto. Não preciso falar sobre a história, pois creio que de uma forma ou outra, todos a conheçam.
Como eu disse no primeiro parágrafo, esta é a versão de Mel Gibson e obviamente houve muita gente que discordou, como teve os que concordaram. O diretor, um católico tradicionalista fervoroso, utilizou-se não só de passagens da bíblia, mas também de antigas tradições católicas para contar a saga do sofrimento de Jesus.
É um filme cru, no sentido de não haver disfarçe, de ser áspero, ofensivo. As cenas de violência são realmente pesadas e atingem em cheio pessoas mais sensíveis. A fotografia é muito sóbria, tornando o filme ainda mais soturno. As línguas utilizadas são o aramaico e o latin, o que nos obriga a prestar ainda mais atenção nas legendas (apesar de que a idéia original de Gibson era de não utilizá-las).
Ou seja não é um filme fácil, de aventura. Mas é bem filmado e na minha opinião deveria ser conferido ao menos uma vez, independente do grau de religiosidade de cada um, pois a experiência é válida.
Sandro
minervapop
sexta-feira, 2 de abril de 2010
A PAIXÃO DE CRISTO
O post de hoje é clichê. Num dia considerado santo pelos cristãos de todo o mundo (onde leio também que Israel intensifica os ataques a faixa de Gaza), escrevo sobre um filme de 2004, onde o diretor Mel Gibson nos mostra sua visão sobre as últimas 12 horas de vida de Jesus de Nazaré.
Como vocês já leram várias vezes por aqui, na criação do blog fizemos um acordo de não escrever sobre política, futebol e religião e seguindo esta orientação alguns de nossos posts apenas "esbarram" nos temas, falando sobre obras que contenham estes assuntos, mas sem gerar polemicas com opiniões pessoais.
Portanto vou me ater ao filme e recomendá-lo a quem ainda não o tenha visto. Não preciso falar sobre a história, pois creio que de uma forma ou outra, todos a conheçam.
Como eu disse no primeiro parágrafo, esta é a versão de Mel Gibson e obviamente houve muita gente que discordou, como teve os que concordaram. O diretor, um católico tradicionalista fervoroso, utilizou-se não só de passagens da bíblia, mas também de antigas tradições católicas para contar a saga do sofrimento de Jesus.
É um filme cru, no sentido de não haver disfarçe, de ser áspero, ofensivo. As cenas de violência são realmente pesadas e atingem em cheio pessoas mais sensíveis. A fotografia é muito sóbria, tornando o filme ainda mais soturno. As línguas utilizadas são o aramaico e o latin, o que nos obriga a prestar ainda mais atenção nas legendas (apesar de que a idéia original de Gibson era de não utilizá-las).
Ou seja não é um filme fácil, de aventura. Mas é bem filmado e na minha opinião deveria ser conferido ao menos uma vez, independente do grau de religiosidade de cada um, pois a experiência é válida.
Sandro
Como vocês já leram várias vezes por aqui, na criação do blog fizemos um acordo de não escrever sobre política, futebol e religião e seguindo esta orientação alguns de nossos posts apenas "esbarram" nos temas, falando sobre obras que contenham estes assuntos, mas sem gerar polemicas com opiniões pessoais.
Portanto vou me ater ao filme e recomendá-lo a quem ainda não o tenha visto. Não preciso falar sobre a história, pois creio que de uma forma ou outra, todos a conheçam.
Como eu disse no primeiro parágrafo, esta é a versão de Mel Gibson e obviamente houve muita gente que discordou, como teve os que concordaram. O diretor, um católico tradicionalista fervoroso, utilizou-se não só de passagens da bíblia, mas também de antigas tradições católicas para contar a saga do sofrimento de Jesus.
É um filme cru, no sentido de não haver disfarçe, de ser áspero, ofensivo. As cenas de violência são realmente pesadas e atingem em cheio pessoas mais sensíveis. A fotografia é muito sóbria, tornando o filme ainda mais soturno. As línguas utilizadas são o aramaico e o latin, o que nos obriga a prestar ainda mais atenção nas legendas (apesar de que a idéia original de Gibson era de não utilizá-las).
Ou seja não é um filme fácil, de aventura. Mas é bem filmado e na minha opinião deveria ser conferido ao menos uma vez, independente do grau de religiosidade de cada um, pois a experiência é válida.
Sandro
quinta-feira, 1 de abril de 2010
CURT WILD - Melhor Performance de Rock no Cinema
Imagine Ewan McGregor, Jonathan Rhys Meyers, Christian Bale e Toni Collette, dirigidos por Todd Haynes, em um filme que conta a história do nascimento e morte do “Glam Rock” na Inglaterra dos anos 70.
Isso você pode encontrar em “Velvet Goldmine” (1998), que apesar de não ter tido muito sucesso na mídia popular, é indispensável para quem acompanha música Rock em geral.
O reporter Arthur Stuart (Christian Bale) tem que investigar a história do ídolo pop Brian Slade (Jonathan Rhys Meyers), que forjou a própria morte no palco. Para isso, tem que resgatar todo o passado do artísta em um período que ele mesmo viveu, pois assim como alguns adolescentes de sua época, Arthur foi fã de Brian Slade.
A cena do filme que deixo registrado pra vocês, é quando Brian Slade descobre Curt Wild (Ewan McGregor) em uma apresentação no Hide Park (Londres), o que viria a influenciar diretamente seu estilo musical.
Referência clara a mudança de David Bowie da época "Hunky Dory" pra "Ziggy Stardust", onde Iggy Pop é apontado por muitos como sua inspiração.
Referência clara a mudança de David Bowie da época "Hunky Dory" pra "Ziggy Stardust", onde Iggy Pop é apontado por muitos como sua inspiração.
Ao contrário de Bowie, Iggy Pop liberou suas músicas para o filme.
Nessa cena Ewan McGregor (Wild) é acompanhado pelos “Wylde Rattz: Thurston Moore e Steve Shelley (Sonic Youth), Mike Watt e Ron Asheton (The Stooges).
Confiram, pois é genial.Anselmo
CURT WILD - Melhor Performance de Rock no Cinema
Imagine Ewan McGregor, Jonathan Rhys Meyers, Christian Bale e Toni Collette, dirigidos por Todd Haynes, em um filme que conta a história do nascimento e morte do “Glam Rock” na Inglaterra dos anos 70.
Isso você pode encontrar em “Velvet Goldmine” (1998), que apesar de não ter tido muito sucesso na mídia popular, é indispensável para quem acompanha música Rock em geral.
O reporter Arthur Stuart (Christian Bale) tem que investigar a história do ídolo pop Brian Slade (Jonathan Rhys Meyers), que forjou a própria morte no palco. Para isso, tem que resgatar todo o passado do artísta em um período que ele mesmo viveu, pois assim como alguns adolescentes de sua época, Arthur foi fã de Brian Slade.
A cena do filme que deixo registrado pra vocês, é quando Brian Slade descobre Curt Wild (Ewan McGregor) em uma apresentação no Hide Park (Londres), o que viria a influenciar diretamente seu estilo musical.
Referência clara a mudança de David Bowie da época "Hunky Dory" pra "Ziggy Stardust", onde Iggy Pop é apontado por muitos como sua inspiração.
Referência clara a mudança de David Bowie da época "Hunky Dory" pra "Ziggy Stardust", onde Iggy Pop é apontado por muitos como sua inspiração.
Ao contrário de Bowie, Iggy Pop liberou suas músicas para o filme.
Nessa cena Ewan McGregor (Wild) é acompanhado pelos “Wylde Rattz: Thurston Moore e Steve Shelley (Sonic Youth), Mike Watt e Ron Asheton (The Stooges).
Confiram, pois é genial.
Anselmo
quarta-feira, 31 de março de 2010
HALLELUJAH - PODE CHORAR...
Para pessoas sensíveis.
Dia 16 deste mês, ao perder um texto que tinha escrito sobre o Johnny Cash decidi simplesmente deixar um vídeo dele cantando "Hurt" do Nine Inch Nails. Na ocasião deixei também a versão original (post aqui). Gostei do resultado e pude perceber que as entradas para este post seguraram as pessoas num tempo acima da média do blog, ou seja, o assunto foi uma bela porta de entrada.
Nesta pegada, optei por descer mais um degrau na melancolia. O post de hoje é sobre a música "Hallelujah" composta e gravada pela primeira vez em 1984 pelo mestre Leonard Cohen (post específico mais para frente).
O Anselmo inclusive já tocou neste assunto num texto sobre a influência de Cohen em Jeff Buckley e deste sobre o Radiohead, em setembro de 2009 num post intitulado "Evolução de idéias" (leia aqui). Lá alguns de nossos antenados leitores já citavam versões bacanas da música.
"Hallelujah" é uma palavra em hebraico que significa "Louvai ao Senhor", sendo uma expressão liturgica muito utilizada. Cohen já declarou que a letra é uma espécie de oração abafada. Inclusive há algumas passagens bíblicas claramente representadas na letra. A melodia arrasadora, completa a música que não passa desapercebida por ninguém.
Foi regravada cerca de 190 vezes (não é exagero), por diferentes cantores mundo afora. Muita gente a conhece através do filme/desenho Shrek, interpretada por Rufus Wainwright. Versão fraca por sinal. A música retornou ao topo das paradas quando há uns dois anos atrás um carinha (não sei se o vencedor) do American Idol a utilizou no programa. Parece que recentemente também foi escolhida pelo programa similar inglês para ser interpretada pelos finalistas.
Dentro destas inúmeras versões, existem várias realmente legais e eu escolhi algumas para ilustrar o post. Deixei na minha ordem de preferência.
Primeiro com Jeff Buckley (só com audio), que a interpretou de uma forma tão bela que tem gente que pensa que a música é dele.
Dia 16 deste mês, ao perder um texto que tinha escrito sobre o Johnny Cash decidi simplesmente deixar um vídeo dele cantando "Hurt" do Nine Inch Nails. Na ocasião deixei também a versão original (post aqui). Gostei do resultado e pude perceber que as entradas para este post seguraram as pessoas num tempo acima da média do blog, ou seja, o assunto foi uma bela porta de entrada.
Nesta pegada, optei por descer mais um degrau na melancolia. O post de hoje é sobre a música "Hallelujah" composta e gravada pela primeira vez em 1984 pelo mestre Leonard Cohen (post específico mais para frente).
O Anselmo inclusive já tocou neste assunto num texto sobre a influência de Cohen em Jeff Buckley e deste sobre o Radiohead, em setembro de 2009 num post intitulado "Evolução de idéias" (leia aqui). Lá alguns de nossos antenados leitores já citavam versões bacanas da música.
"Hallelujah" é uma palavra em hebraico que significa "Louvai ao Senhor", sendo uma expressão liturgica muito utilizada. Cohen já declarou que a letra é uma espécie de oração abafada. Inclusive há algumas passagens bíblicas claramente representadas na letra. A melodia arrasadora, completa a música que não passa desapercebida por ninguém.
Foi regravada cerca de 190 vezes (não é exagero), por diferentes cantores mundo afora. Muita gente a conhece através do filme/desenho Shrek, interpretada por Rufus Wainwright. Versão fraca por sinal. A música retornou ao topo das paradas quando há uns dois anos atrás um carinha (não sei se o vencedor) do American Idol a utilizou no programa. Parece que recentemente também foi escolhida pelo programa similar inglês para ser interpretada pelos finalistas.
Dentro destas inúmeras versões, existem várias realmente legais e eu escolhi algumas para ilustrar o post. Deixei na minha ordem de preferência.
Primeiro com Jeff Buckley (só com audio), que a interpretou de uma forma tão bela que tem gente que pensa que a música é dele.
Depois vem o "dono" da música, Leonard Cohen, mas numa versão mais recente (adoro ouvi-lo e ver como sua voz ficou ainda mais densa depois de velho).
No terceiro vídeo aparece John Cale, nada mais nada menos do que um dos fundadores do Velvet Underground.
Como última opção, ia deixar a Regina Spektor, mas não resisti e escolhi um cara pelo qual sou fanatico (post em breve), o Nick Cave. Não é a mesma do Cohen, mas a música leva o mesmo nome e é tão triste (ou mais) quanto.
No final tem a letra da original para vocês conferirem.
É isso. Emocionem-se.
Sandro
Hallelujah - Aleluia
Now I've heard there was a secret chord - Eu soube que havia um acorde secreto
That David played, and it pleased the Lord - Que David tocava, e agradava o Senhor
But you don't really care for music, do you? - Mas você não liga para música, não é?
It goes like this - É assim que é
The fourth, the fifth - A quarta, a quinta
The minor fall, the major lift - O menor cai, e o maior sobe
The baffled king composing Hallelujah - O rei frustrado compõem Aleluia
Hallelujah, Hallelujah - Aleluia, Aleluia
Hallelujah, Hallelujah - Aleluia, Aleluia
Your faith was strong but you needed proof - Sua fé era forte mas precisava de provas
You saw her bathing on the roof - Você a viu tomando banho do telhado
Her beauty and the moonlight overthrew you - A beleza dela e a luz do luar arruinaram você
She tied you - Ela amarrou você
To a kitchen chair - A cadeira da cozinha
She broke your throne and she cut your hair - Ela destruiu seu trono, cortou seu cabelo
And from your lips she drew the Hallelujah - E de seus lábios ela tirou a Aleluia
Hallelujah, Hallelujah - Aleluia, Aleluia
Hallelujah, Hallelujah - Aleluia, Aleluia
Baby I've been here before - Baby, eu já estive aqui antes
I know this room and I've walked this floor - Eu vi este quarto, andei neste chão
I used to live alone before I knew you - Eu vivia sozinho antes de conhecer você
I've seen your flag on the marble arch - E eu vi sua bandeira no arco de mármore
But love is not a victory march - Mas o amor não é a Marcha da Vitória
It's a cold and it's a broken Hallelujah - É um aleluia frio e partido
Hallelujah, Hallelujah - Aleluia, Aleluia
Hallelujah, Hallelujah - Aleluia, Aleluia
Well maybe there's a god above - Bem, talvez exista um Deus lá em cima
But all I've ever learned from love - Mas tudo o que aprendi sobre o amor
Was how to shoot somebody who outdrew you - Foi como atirar em alguém que te fez mal
And it's not a cry that you hear at night - E não é um choro que você ouve à noite
It's not somebody who's seen the light - Não é um alguém que viu a luz
It's a cold and it's a broken Hallelujah - É um frio e partido Aleluia
Hallelujah, Hallelujah - Aleluia, Aleluia
Hallelujah, Hallelujah - Aleluia, Aleluia
Baby I've been here before - Baby eu já estive aqui antes
I know this room and I've walked this floor - Eu conheço este quarto e já caminhei por este chão
I used to live alone before I knew you - Eu costumava viver só antes de conhecer você
I've seen your flag on the marble arch - Eu vi sua bandeira sobre a coluna de mármore
But love is not a victory march - Mas o amor não é uma marcha pela vitória
It's a cold and it's a broken Hallelujah - É um frio e partido Aleluia
Hallelujah, Hallelujah - Aleluia, Aleluia
Hallelujah, Hallelujah - Aleluia, Aleluia
Well there was a time when you let me know - Bem, houve um tempo em que você me deixava saber
What's really going on below - O que realmente se passava aí dentro
But now you never show that to me do you - Mas agora você já não me mostra mais, não é?
But remember when I moved in you - Mas se lembre de quem eu me mudei para dentro de você
And the holy dove was moving too - E o Espírito Santo também se mudou
And every breath we drew was hallelujah - E cada respiração que desenhávamos era uma Aleluia
Hallelujah, Hallelujah - Aleluia, Aleluia
Hallelujah, Hallelujah - Aleluia, Aleluia
I've done my best, it wasn't much - Eu dei o meu melhor, não foi muito
I couldn't feel, so I learned to touch - Eu não senti, então tentei tocar
I've told the truth, I didn't come to fool you - Eu disse a verdade, não vim te enganar
And even though - E mesmo assim
It all went wrong - Deu tudo errado
I'll stand before the Lord of Song - Eu estou na frente do Senhor da Música
With nothing on my tongue but Hallelujah - Sem nada na ponta da língua só Aleluia
Hallelujah, Hallelujah - Aleluia, Aleluia
Hallelujah, Hallelujah - Aleluia, Aleluia
É isso. Emocionem-se.
Sandro
Hallelujah - Aleluia
Now I've heard there was a secret chord - Eu soube que havia um acorde secreto
That David played, and it pleased the Lord - Que David tocava, e agradava o Senhor
But you don't really care for music, do you? - Mas você não liga para música, não é?
It goes like this - É assim que é
The fourth, the fifth - A quarta, a quinta
The minor fall, the major lift - O menor cai, e o maior sobe
The baffled king composing Hallelujah - O rei frustrado compõem Aleluia
Hallelujah, Hallelujah - Aleluia, Aleluia
Hallelujah, Hallelujah - Aleluia, Aleluia
Your faith was strong but you needed proof - Sua fé era forte mas precisava de provas
You saw her bathing on the roof - Você a viu tomando banho do telhado
Her beauty and the moonlight overthrew you - A beleza dela e a luz do luar arruinaram você
She tied you - Ela amarrou você
To a kitchen chair - A cadeira da cozinha
She broke your throne and she cut your hair - Ela destruiu seu trono, cortou seu cabelo
And from your lips she drew the Hallelujah - E de seus lábios ela tirou a Aleluia
Hallelujah, Hallelujah - Aleluia, Aleluia
Hallelujah, Hallelujah - Aleluia, Aleluia
Baby I've been here before - Baby, eu já estive aqui antes
I know this room and I've walked this floor - Eu vi este quarto, andei neste chão
I used to live alone before I knew you - Eu vivia sozinho antes de conhecer você
I've seen your flag on the marble arch - E eu vi sua bandeira no arco de mármore
But love is not a victory march - Mas o amor não é a Marcha da Vitória
It's a cold and it's a broken Hallelujah - É um aleluia frio e partido
Hallelujah, Hallelujah - Aleluia, Aleluia
Hallelujah, Hallelujah - Aleluia, Aleluia
Well maybe there's a god above - Bem, talvez exista um Deus lá em cima
But all I've ever learned from love - Mas tudo o que aprendi sobre o amor
Was how to shoot somebody who outdrew you - Foi como atirar em alguém que te fez mal
And it's not a cry that you hear at night - E não é um choro que você ouve à noite
It's not somebody who's seen the light - Não é um alguém que viu a luz
It's a cold and it's a broken Hallelujah - É um frio e partido Aleluia
Hallelujah, Hallelujah - Aleluia, Aleluia
Hallelujah, Hallelujah - Aleluia, Aleluia
Baby I've been here before - Baby eu já estive aqui antes
I know this room and I've walked this floor - Eu conheço este quarto e já caminhei por este chão
I used to live alone before I knew you - Eu costumava viver só antes de conhecer você
I've seen your flag on the marble arch - Eu vi sua bandeira sobre a coluna de mármore
But love is not a victory march - Mas o amor não é uma marcha pela vitória
It's a cold and it's a broken Hallelujah - É um frio e partido Aleluia
Hallelujah, Hallelujah - Aleluia, Aleluia
Hallelujah, Hallelujah - Aleluia, Aleluia
Well there was a time when you let me know - Bem, houve um tempo em que você me deixava saber
What's really going on below - O que realmente se passava aí dentro
But now you never show that to me do you - Mas agora você já não me mostra mais, não é?
But remember when I moved in you - Mas se lembre de quem eu me mudei para dentro de você
And the holy dove was moving too - E o Espírito Santo também se mudou
And every breath we drew was hallelujah - E cada respiração que desenhávamos era uma Aleluia
Hallelujah, Hallelujah - Aleluia, Aleluia
Hallelujah, Hallelujah - Aleluia, Aleluia
I've done my best, it wasn't much - Eu dei o meu melhor, não foi muito
I couldn't feel, so I learned to touch - Eu não senti, então tentei tocar
I've told the truth, I didn't come to fool you - Eu disse a verdade, não vim te enganar
And even though - E mesmo assim
It all went wrong - Deu tudo errado
I'll stand before the Lord of Song - Eu estou na frente do Senhor da Música
With nothing on my tongue but Hallelujah - Sem nada na ponta da língua só Aleluia
Hallelujah, Hallelujah - Aleluia, Aleluia
Hallelujah, Hallelujah - Aleluia, Aleluia
HALLELUJAH - PODE CHORAR...
Para pessoas sensíveis.
Dia 16 deste mês, ao perder um texto que tinha escrito sobre o Johnny Cash decidi simplesmente deixar um vídeo dele cantando "Hurt" do Nine Inch Nails. Na ocasião deixei também a versão original (post aqui). Gostei do resultado e pude perceber que as entradas para este post seguraram as pessoas num tempo acima da média do blog, ou seja, o assunto foi uma bela porta de entrada.
Nesta pegada, optei por descer mais um degrau na melancolia. O post de hoje é sobre a música "Hallelujah" composta e gravada pela primeira vez em 1984 pelo mestre Leonard Cohen (post específico mais para frente).
O Anselmo inclusive já tocou neste assunto num texto sobre a influência de Cohen em Jeff Buckley e deste sobre o Radiohead, em setembro de 2009 num post intitulado "Evolução de idéias" (leia aqui). Lá alguns de nossos antenados leitores já citavam versões bacanas da música.
"Hallelujah" é uma palavra em hebraico que significa "Louvai ao Senhor", sendo uma expressão liturgica muito utilizada. Cohen já declarou que a letra é uma espécie de oração abafada. Inclusive há algumas passagens bíblicas claramente representadas na letra. A melodia arrasadora, completa a música que não passa desapercebida por ninguém.
Foi regravada cerca de 190 vezes (não é exagero), por diferentes cantores mundo afora. Muita gente a conhece através do filme/desenho Shrek, interpretada por Rufus Wainwright. Versão fraca por sinal. A música retornou ao topo das paradas quando há uns dois anos atrás um carinha (não sei se o vencedor) do American Idol a utilizou no programa. Parece que recentemente também foi escolhida pelo programa similar inglês para ser interpretada pelos finalistas.
Dentro destas inúmeras versões, existem várias realmente legais e eu escolhi algumas para ilustrar o post. Deixei na minha ordem de preferência.
Primeiro com Jeff Buckley (só com audio), que a interpretou de uma forma tão bela que tem gente que pensa que a música é dele.
Dia 16 deste mês, ao perder um texto que tinha escrito sobre o Johnny Cash decidi simplesmente deixar um vídeo dele cantando "Hurt" do Nine Inch Nails. Na ocasião deixei também a versão original (post aqui). Gostei do resultado e pude perceber que as entradas para este post seguraram as pessoas num tempo acima da média do blog, ou seja, o assunto foi uma bela porta de entrada.
Nesta pegada, optei por descer mais um degrau na melancolia. O post de hoje é sobre a música "Hallelujah" composta e gravada pela primeira vez em 1984 pelo mestre Leonard Cohen (post específico mais para frente).
O Anselmo inclusive já tocou neste assunto num texto sobre a influência de Cohen em Jeff Buckley e deste sobre o Radiohead, em setembro de 2009 num post intitulado "Evolução de idéias" (leia aqui). Lá alguns de nossos antenados leitores já citavam versões bacanas da música.
"Hallelujah" é uma palavra em hebraico que significa "Louvai ao Senhor", sendo uma expressão liturgica muito utilizada. Cohen já declarou que a letra é uma espécie de oração abafada. Inclusive há algumas passagens bíblicas claramente representadas na letra. A melodia arrasadora, completa a música que não passa desapercebida por ninguém.
Foi regravada cerca de 190 vezes (não é exagero), por diferentes cantores mundo afora. Muita gente a conhece através do filme/desenho Shrek, interpretada por Rufus Wainwright. Versão fraca por sinal. A música retornou ao topo das paradas quando há uns dois anos atrás um carinha (não sei se o vencedor) do American Idol a utilizou no programa. Parece que recentemente também foi escolhida pelo programa similar inglês para ser interpretada pelos finalistas.
Dentro destas inúmeras versões, existem várias realmente legais e eu escolhi algumas para ilustrar o post. Deixei na minha ordem de preferência.
Primeiro com Jeff Buckley (só com audio), que a interpretou de uma forma tão bela que tem gente que pensa que a música é dele.
Depois vem o "dono" da música, Leonard Cohen, mas numa versão mais recente (adoro ouvi-lo e ver como sua voz ficou ainda mais densa depois de velho).
No terceiro vídeo aparece John Cale, nada mais nada menos do que um dos fundadores do Velvet Underground.
Como última opção, ia deixar a Regina Spektor, mas não resisti e escolhi um cara pelo qual sou fanatico (post em breve), o Nick Cave. Não é a mesma do Cohen, mas a música leva o mesmo nome e é tão triste (ou mais) quanto.
No final tem a letra da original para vocês conferirem.
É isso. Emocionem-se.
Sandro
Hallelujah - Aleluia
Now I've heard there was a secret chord - Eu soube que havia um acorde secreto
That David played, and it pleased the Lord - Que David tocava, e agradava o Senhor
But you don't really care for music, do you? - Mas você não liga para música, não é?
It goes like this - É assim que é
The fourth, the fifth - A quarta, a quinta
The minor fall, the major lift - O menor cai, e o maior sobe
The baffled king composing Hallelujah - O rei frustrado compõem Aleluia
Hallelujah, Hallelujah - Aleluia, Aleluia
Hallelujah, Hallelujah - Aleluia, Aleluia
Your faith was strong but you needed proof - Sua fé era forte mas precisava de provas
You saw her bathing on the roof - Você a viu tomando banho do telhado
Her beauty and the moonlight overthrew you - A beleza dela e a luz do luar arruinaram você
She tied you - Ela amarrou você
To a kitchen chair - A cadeira da cozinha
She broke your throne and she cut your hair - Ela destruiu seu trono, cortou seu cabelo
And from your lips she drew the Hallelujah - E de seus lábios ela tirou a Aleluia
Hallelujah, Hallelujah - Aleluia, Aleluia
Hallelujah, Hallelujah - Aleluia, Aleluia
Baby I've been here before - Baby, eu já estive aqui antes
I know this room and I've walked this floor - Eu vi este quarto, andei neste chão
I used to live alone before I knew you - Eu vivia sozinho antes de conhecer você
I've seen your flag on the marble arch - E eu vi sua bandeira no arco de mármore
But love is not a victory march - Mas o amor não é a Marcha da Vitória
It's a cold and it's a broken Hallelujah - É um aleluia frio e partido
Hallelujah, Hallelujah - Aleluia, Aleluia
Hallelujah, Hallelujah - Aleluia, Aleluia
Well maybe there's a god above - Bem, talvez exista um Deus lá em cima
But all I've ever learned from love - Mas tudo o que aprendi sobre o amor
Was how to shoot somebody who outdrew you - Foi como atirar em alguém que te fez mal
And it's not a cry that you hear at night - E não é um choro que você ouve à noite
It's not somebody who's seen the light - Não é um alguém que viu a luz
It's a cold and it's a broken Hallelujah - É um frio e partido Aleluia
Hallelujah, Hallelujah - Aleluia, Aleluia
Hallelujah, Hallelujah - Aleluia, Aleluia
Baby I've been here before - Baby eu já estive aqui antes
I know this room and I've walked this floor - Eu conheço este quarto e já caminhei por este chão
I used to live alone before I knew you - Eu costumava viver só antes de conhecer você
I've seen your flag on the marble arch - Eu vi sua bandeira sobre a coluna de mármore
But love is not a victory march - Mas o amor não é uma marcha pela vitória
It's a cold and it's a broken Hallelujah - É um frio e partido Aleluia
Hallelujah, Hallelujah - Aleluia, Aleluia
Hallelujah, Hallelujah - Aleluia, Aleluia
Well there was a time when you let me know - Bem, houve um tempo em que você me deixava saber
What's really going on below - O que realmente se passava aí dentro
But now you never show that to me do you - Mas agora você já não me mostra mais, não é?
But remember when I moved in you - Mas se lembre de quem eu me mudei para dentro de você
And the holy dove was moving too - E o Espírito Santo também se mudou
And every breath we drew was hallelujah - E cada respiração que desenhávamos era uma Aleluia
Hallelujah, Hallelujah - Aleluia, Aleluia
Hallelujah, Hallelujah - Aleluia, Aleluia
I've done my best, it wasn't much - Eu dei o meu melhor, não foi muito
I couldn't feel, so I learned to touch - Eu não senti, então tentei tocar
I've told the truth, I didn't come to fool you - Eu disse a verdade, não vim te enganar
And even though - E mesmo assim
It all went wrong - Deu tudo errado
I'll stand before the Lord of Song - Eu estou na frente do Senhor da Música
With nothing on my tongue but Hallelujah - Sem nada na ponta da língua só Aleluia
Hallelujah, Hallelujah - Aleluia, Aleluia
Hallelujah, Hallelujah - Aleluia, Aleluia
É isso. Emocionem-se.
Sandro
Hallelujah - Aleluia
Now I've heard there was a secret chord - Eu soube que havia um acorde secreto
That David played, and it pleased the Lord - Que David tocava, e agradava o Senhor
But you don't really care for music, do you? - Mas você não liga para música, não é?
It goes like this - É assim que é
The fourth, the fifth - A quarta, a quinta
The minor fall, the major lift - O menor cai, e o maior sobe
The baffled king composing Hallelujah - O rei frustrado compõem Aleluia
Hallelujah, Hallelujah - Aleluia, Aleluia
Hallelujah, Hallelujah - Aleluia, Aleluia
Your faith was strong but you needed proof - Sua fé era forte mas precisava de provas
You saw her bathing on the roof - Você a viu tomando banho do telhado
Her beauty and the moonlight overthrew you - A beleza dela e a luz do luar arruinaram você
She tied you - Ela amarrou você
To a kitchen chair - A cadeira da cozinha
She broke your throne and she cut your hair - Ela destruiu seu trono, cortou seu cabelo
And from your lips she drew the Hallelujah - E de seus lábios ela tirou a Aleluia
Hallelujah, Hallelujah - Aleluia, Aleluia
Hallelujah, Hallelujah - Aleluia, Aleluia
Baby I've been here before - Baby, eu já estive aqui antes
I know this room and I've walked this floor - Eu vi este quarto, andei neste chão
I used to live alone before I knew you - Eu vivia sozinho antes de conhecer você
I've seen your flag on the marble arch - E eu vi sua bandeira no arco de mármore
But love is not a victory march - Mas o amor não é a Marcha da Vitória
It's a cold and it's a broken Hallelujah - É um aleluia frio e partido
Hallelujah, Hallelujah - Aleluia, Aleluia
Hallelujah, Hallelujah - Aleluia, Aleluia
Well maybe there's a god above - Bem, talvez exista um Deus lá em cima
But all I've ever learned from love - Mas tudo o que aprendi sobre o amor
Was how to shoot somebody who outdrew you - Foi como atirar em alguém que te fez mal
And it's not a cry that you hear at night - E não é um choro que você ouve à noite
It's not somebody who's seen the light - Não é um alguém que viu a luz
It's a cold and it's a broken Hallelujah - É um frio e partido Aleluia
Hallelujah, Hallelujah - Aleluia, Aleluia
Hallelujah, Hallelujah - Aleluia, Aleluia
Baby I've been here before - Baby eu já estive aqui antes
I know this room and I've walked this floor - Eu conheço este quarto e já caminhei por este chão
I used to live alone before I knew you - Eu costumava viver só antes de conhecer você
I've seen your flag on the marble arch - Eu vi sua bandeira sobre a coluna de mármore
But love is not a victory march - Mas o amor não é uma marcha pela vitória
It's a cold and it's a broken Hallelujah - É um frio e partido Aleluia
Hallelujah, Hallelujah - Aleluia, Aleluia
Hallelujah, Hallelujah - Aleluia, Aleluia
Well there was a time when you let me know - Bem, houve um tempo em que você me deixava saber
What's really going on below - O que realmente se passava aí dentro
But now you never show that to me do you - Mas agora você já não me mostra mais, não é?
But remember when I moved in you - Mas se lembre de quem eu me mudei para dentro de você
And the holy dove was moving too - E o Espírito Santo também se mudou
And every breath we drew was hallelujah - E cada respiração que desenhávamos era uma Aleluia
Hallelujah, Hallelujah - Aleluia, Aleluia
Hallelujah, Hallelujah - Aleluia, Aleluia
I've done my best, it wasn't much - Eu dei o meu melhor, não foi muito
I couldn't feel, so I learned to touch - Eu não senti, então tentei tocar
I've told the truth, I didn't come to fool you - Eu disse a verdade, não vim te enganar
And even though - E mesmo assim
It all went wrong - Deu tudo errado
I'll stand before the Lord of Song - Eu estou na frente do Senhor da Música
With nothing on my tongue but Hallelujah - Sem nada na ponta da língua só Aleluia
Hallelujah, Hallelujah - Aleluia, Aleluia
Hallelujah, Hallelujah - Aleluia, Aleluia
terça-feira, 30 de março de 2010
PORKY´S - COMÉDIA ADOLESCENTE CLÁSSICA
Estava comentando com meu parceiro de Blog Sandro, que gostaria de deixar “posts” específicos com cenas de filmes que marcaram época (pelo menos pra mim). A idéia ocorreu depois da matéria sobre “Boleiros”, com o trecho do penalty.
Para dar sequência a esses "trechos", deixo uma parte do filme Porky´s (1982).
Esse filme (gostem ou não) é dos precursores das comédias adolescentes americanas, influenciando muitos escritores e roteiristas do gênero.
Esse filme (gostem ou não) é dos precursores das comédias adolescentes americanas, influenciando muitos escritores e roteiristas do gênero.
A história é “inocente”, mas pra molecada da época foi uma “febre”. Veja sinopse do Wikipédia:
No sul da Flórida, em 1954, Pee Wee (Dan Monahan), Billy (Mark Herrier), Tommy (Wyatt Knight) e Mickey (Roger Wilson) têm de enfrentar quatro dolorosos anos na Angel Beach High School. Mas as atividades escolares e esportivas estão em segundo plano, pois o principal interesse deles é sexo. Assim, a vida deles consiste principalmente em observar as garotas no chuveiro e transformar em um inferno a vida dos seus professores, mas são sempre perseguidos por Beulah Balbricker (Nancy Parsons), a professora de ginástica. Acabam indo ao Porky's, um misto de cabaré e bordel onde o dono (Chuck Mitchell) arrumará uma prostituta por um preço razoável. Mas Porky pega o dinheiro deles e os joga em um pântano, com os jovens prometendo se vingar. Mas isto não é fácil, pois o xerife Wallace (Alex Karras) é irmão de Porky e só esquecendo suas diferenças pessoais (um deles é judeu, mas não é totalmente aceito) eles poderão derrotar Porky e sua gangue.
Segue um “trecho clássico” com a professora de ginástica Beulah Balbricker (Nancy Parsons), reclamando do suposto “invasor do vestiário feminino” do colégio Angel Beach.
Divirtam-se.
Anselmo
PORKY´S - COMÉDIA ADOLESCENTE CLÁSSICA
Estava comentando com meu parceiro de Blog Sandro, que gostaria de deixar “posts” específicos com cenas de filmes que marcaram época (pelo menos pra mim). A idéia ocorreu depois da matéria sobre “Boleiros”, com o trecho do penalty.
Para dar sequência a esses "trechos", deixo uma parte do filme Porky´s (1982).
Esse filme (gostem ou não) é dos precursores das comédias adolescentes americanas, influenciando muitos escritores e roteiristas do gênero.
Esse filme (gostem ou não) é dos precursores das comédias adolescentes americanas, influenciando muitos escritores e roteiristas do gênero.
A história é “inocente”, mas pra molecada da época foi uma “febre”. Veja sinopse do Wikipédia:
No sul da Flórida, em 1954, Pee Wee (Dan Monahan), Billy (Mark Herrier), Tommy (Wyatt Knight) e Mickey (Roger Wilson) têm de enfrentar quatro dolorosos anos na Angel Beach High School. Mas as atividades escolares e esportivas estão em segundo plano, pois o principal interesse deles é sexo. Assim, a vida deles consiste principalmente em observar as garotas no chuveiro e transformar em um inferno a vida dos seus professores, mas são sempre perseguidos por Beulah Balbricker (Nancy Parsons), a professora de ginástica. Acabam indo ao Porky's, um misto de cabaré e bordel onde o dono (Chuck Mitchell) arrumará uma prostituta por um preço razoável. Mas Porky pega o dinheiro deles e os joga em um pântano, com os jovens prometendo se vingar. Mas isto não é fácil, pois o xerife Wallace (Alex Karras) é irmão de Porky e só esquecendo suas diferenças pessoais (um deles é judeu, mas não é totalmente aceito) eles poderão derrotar Porky e sua gangue.
Segue um “trecho clássico” com a professora de ginástica Beulah Balbricker (Nancy Parsons), reclamando do suposto “invasor do vestiário feminino” do colégio Angel Beach.
Divirtam-se.
Anselmo
domingo, 28 de março de 2010
ILHA DO MEDO - Inquietante
Somente hoje, depois de duas semanas após a estréia, pude assistir ao último lançamento do genial Martin Scorsese, diretor de alguns dos melhores filmes de todos os tempos.
O Anselmo já tinha abordado o tema aqui (leia o post) quando escreveu sobre o livro "Paciente 67” de Dennis Lehane. Na ocasião, ele fez um breve resumo da história (os agentes federais Teddy Daniels e Chuck Aule têm que investigar a fuga de uma interna do Hospital Psiquiátrico Ashecliffe, especializado em pacientes criminosos, que desaparece sem deixar vestígios de um quarto vigiado e trancado à chave. A partir daí a trama começa, com uma série de suspeitas pairando sobre o sanatório).Como normalmente faço em filmes que envolvem meus diretores prediletos procurei não ler nada sobre a obra antes de ir ver o filme, exceção a breve sinopse acima.
Hoje, depois de ter assistido e antes de escrever este post dei uma olhada nas críticas. Definitivamente as análises foram divergentes, mas senti uma tendência a opiniões mais negativas do que positivas (aqui mesmo no Minerva Pop, a Ju do blog A Ship Made of Books, havia feito ressalvas ao filme nos comentários do post do Anselmo). Li que os questionamentos foram feitos principalmente em cima do roteiro, que na visão de alguns deveria evitar que as pessoas suspeitassem da virada no desfecho da trama.
Não concordo. Não li o livro, mas sabendo que o roteiro foi adaptado, imagino que as pistas também foram sendo deixadas no desenrolar da história (o Anselmo pode me confirmar isso depois). Mesmo quem suspeita da reviravolta, acho que sente certo desconforto durante a sessão, pois há uma série de momentos realmente inquietantes. Portanto, eu gostei do roteiro. A última frase inclusive permite certos exercícios. "É melhor viver como um monstro ou morrer como um homem bom?"
Fora isso, movimentos de camêra muito bem feitos (característica de Scorsese) e boas atuações de Leonardo DiCaprio (num personagem atormentado) e Mark Ruffalo, fazem com que "Ilha do Medo" seja sim, um filme digno do nome e da moral de Martin Scorsese e não uma obra menor como li em alguns lugares (inclusive de críticos norte-americanos).
Pode não ser uma obra-prima, mas achei um ótimo filme. Saí do cinema pensando sobre o que vi e isso para mim representa muito. Questão de opinião, é claro. Meu único arrependimento é não ter ido ver antes.
Para finalizar, quero ressaltar que não se trata de um filme de terror e não há nada de paranormalidade na história, toda a trama é um thriller psicológico. Abaixo, repito o trailer já deixado no post sobre o filme.
Sandro
O Anselmo já tinha abordado o tema aqui (leia o post) quando escreveu sobre o livro "Paciente 67” de Dennis Lehane. Na ocasião, ele fez um breve resumo da história (os agentes federais Teddy Daniels e Chuck Aule têm que investigar a fuga de uma interna do Hospital Psiquiátrico Ashecliffe, especializado em pacientes criminosos, que desaparece sem deixar vestígios de um quarto vigiado e trancado à chave. A partir daí a trama começa, com uma série de suspeitas pairando sobre o sanatório).Como normalmente faço em filmes que envolvem meus diretores prediletos procurei não ler nada sobre a obra antes de ir ver o filme, exceção a breve sinopse acima.
Hoje, depois de ter assistido e antes de escrever este post dei uma olhada nas críticas. Definitivamente as análises foram divergentes, mas senti uma tendência a opiniões mais negativas do que positivas (aqui mesmo no Minerva Pop, a Ju do blog A Ship Made of Books, havia feito ressalvas ao filme nos comentários do post do Anselmo). Li que os questionamentos foram feitos principalmente em cima do roteiro, que na visão de alguns deveria evitar que as pessoas suspeitassem da virada no desfecho da trama.
Não concordo. Não li o livro, mas sabendo que o roteiro foi adaptado, imagino que as pistas também foram sendo deixadas no desenrolar da história (o Anselmo pode me confirmar isso depois). Mesmo quem suspeita da reviravolta, acho que sente certo desconforto durante a sessão, pois há uma série de momentos realmente inquietantes. Portanto, eu gostei do roteiro. A última frase inclusive permite certos exercícios. "É melhor viver como um monstro ou morrer como um homem bom?"
Fora isso, movimentos de camêra muito bem feitos (característica de Scorsese) e boas atuações de Leonardo DiCaprio (num personagem atormentado) e Mark Ruffalo, fazem com que "Ilha do Medo" seja sim, um filme digno do nome e da moral de Martin Scorsese e não uma obra menor como li em alguns lugares (inclusive de críticos norte-americanos).
Pode não ser uma obra-prima, mas achei um ótimo filme. Saí do cinema pensando sobre o que vi e isso para mim representa muito. Questão de opinião, é claro. Meu único arrependimento é não ter ido ver antes.
Para finalizar, quero ressaltar que não se trata de um filme de terror e não há nada de paranormalidade na história, toda a trama é um thriller psicológico. Abaixo, repito o trailer já deixado no post sobre o filme.
Sandro
ILHA DO MEDO - Inquietante
Somente hoje, depois de duas semanas após a estréia, pude assistir ao último lançamento do genial Martin Scorsese, diretor de alguns dos melhores filmes de todos os tempos.
O Anselmo já tinha abordado o tema aqui (leia o post) quando escreveu sobre o livro "Paciente 67” de Dennis Lehane. Na ocasião, ele fez um breve resumo da história (os agentes federais Teddy Daniels e Chuck Aule têm que investigar a fuga de uma interna do Hospital Psiquiátrico Ashecliffe, especializado em pacientes criminosos, que desaparece sem deixar vestígios de um quarto vigiado e trancado à chave. A partir daí a trama começa, com uma série de suspeitas pairando sobre o sanatório).Como normalmente faço em filmes que envolvem meus diretores prediletos procurei não ler nada sobre a obra antes de ir ver o filme, exceção a breve sinopse acima.
Hoje, depois de ter assistido e antes de escrever este post dei uma olhada nas críticas. Definitivamente as análises foram divergentes, mas senti uma tendência a opiniões mais negativas do que positivas (aqui mesmo no Minerva Pop, a Ju do blog A Ship Made of Books, havia feito ressalvas ao filme nos comentários do post do Anselmo). Li que os questionamentos foram feitos principalmente em cima do roteiro, que na visão de alguns deveria evitar que as pessoas suspeitassem da virada no desfecho da trama.
Não concordo. Não li o livro, mas sabendo que o roteiro foi adaptado, imagino que as pistas também foram sendo deixadas no desenrolar da história (o Anselmo pode me confirmar isso depois). Mesmo quem suspeita da reviravolta, acho que sente certo desconforto durante a sessão, pois há uma série de momentos realmente inquietantes. Portanto, eu gostei do roteiro. A última frase inclusive permite certos exercícios. "É melhor viver como um monstro ou morrer como um homem bom?"
Fora isso, movimentos de camêra muito bem feitos (característica de Scorsese) e boas atuações de Leonardo DiCaprio (num personagem atormentado) e Mark Ruffalo, fazem com que "Ilha do Medo" seja sim, um filme digno do nome e da moral de Martin Scorsese e não uma obra menor como li em alguns lugares (inclusive de críticos norte-americanos).
Pode não ser uma obra-prima, mas achei um ótimo filme. Saí do cinema pensando sobre o que vi e isso para mim representa muito. Questão de opinião, é claro. Meu único arrependimento é não ter ido ver antes.
Para finalizar, quero ressaltar que não se trata de um filme de terror e não há nada de paranormalidade na história, toda a trama é um thriller psicológico. Abaixo, repito o trailer já deixado no post sobre o filme.
Sandro
O Anselmo já tinha abordado o tema aqui (leia o post) quando escreveu sobre o livro "Paciente 67” de Dennis Lehane. Na ocasião, ele fez um breve resumo da história (os agentes federais Teddy Daniels e Chuck Aule têm que investigar a fuga de uma interna do Hospital Psiquiátrico Ashecliffe, especializado em pacientes criminosos, que desaparece sem deixar vestígios de um quarto vigiado e trancado à chave. A partir daí a trama começa, com uma série de suspeitas pairando sobre o sanatório).Como normalmente faço em filmes que envolvem meus diretores prediletos procurei não ler nada sobre a obra antes de ir ver o filme, exceção a breve sinopse acima.
Hoje, depois de ter assistido e antes de escrever este post dei uma olhada nas críticas. Definitivamente as análises foram divergentes, mas senti uma tendência a opiniões mais negativas do que positivas (aqui mesmo no Minerva Pop, a Ju do blog A Ship Made of Books, havia feito ressalvas ao filme nos comentários do post do Anselmo). Li que os questionamentos foram feitos principalmente em cima do roteiro, que na visão de alguns deveria evitar que as pessoas suspeitassem da virada no desfecho da trama.
Não concordo. Não li o livro, mas sabendo que o roteiro foi adaptado, imagino que as pistas também foram sendo deixadas no desenrolar da história (o Anselmo pode me confirmar isso depois). Mesmo quem suspeita da reviravolta, acho que sente certo desconforto durante a sessão, pois há uma série de momentos realmente inquietantes. Portanto, eu gostei do roteiro. A última frase inclusive permite certos exercícios. "É melhor viver como um monstro ou morrer como um homem bom?"
Fora isso, movimentos de camêra muito bem feitos (característica de Scorsese) e boas atuações de Leonardo DiCaprio (num personagem atormentado) e Mark Ruffalo, fazem com que "Ilha do Medo" seja sim, um filme digno do nome e da moral de Martin Scorsese e não uma obra menor como li em alguns lugares (inclusive de críticos norte-americanos).
Pode não ser uma obra-prima, mas achei um ótimo filme. Saí do cinema pensando sobre o que vi e isso para mim representa muito. Questão de opinião, é claro. Meu único arrependimento é não ter ido ver antes.
Para finalizar, quero ressaltar que não se trata de um filme de terror e não há nada de paranormalidade na história, toda a trama é um thriller psicológico. Abaixo, repito o trailer já deixado no post sobre o filme.
Sandro
Assinar:
Postagens (Atom)

